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DEVOCIONAL: Bons tempos

Falava-lhes da coluna de nuvem, e eles obedeciam aos seus mandamentos e aos decretos que Ele lhes dava. (Sl 99.7.)

Quais foram os bons tempos da nossa vida? Quais foram os bons tempos da nossa família? Quais foram os bons tempos da nossa igreja? Quais foram os bons tempos da história do povo de Deus?

Certamente os bons tempos, os bons mesmo, não são os tempos de fartura, os tempos de vacas gordas, os tempos de estábulos cheios de bois e currais cheios de ovelhas, de canteiros cheios de verdura e de campos cheios de cereais, de bosques cheios de árvores frutíferas e de florestas cheias de árvores silvestres.

Numa análise criteriosa, os bons tempos são aqueles que o salmista traz à memória em meio a um poema laudatório: “Falava-lhes [o Senhor] da coluna de nuvem, e eles [Moisés e Arão] obedeciam aos seus mandamentos e aos decretos que Ele lhes lava” (Sl 99.7).

Quando Deus fecha a boca e pára de falar é uma desgraça. O maior de todos os castigos é quando Deus se torna incomunicável. Que o diga o rei Saul (1 Sm 28.6)! O que provoca o silêncio de Deus é a desobediência humana. Portanto, bons tempos são aqueles em que Deus fala e o homem obedece.

Bons tempos são os tempos de verdadeira comunhão com Deus. Tempos não de altivez. Tempos de reuniões de oração. Tempos de santidade privada e de santidade pública. Tempos de adoração. Tempos sem atritos na família e na igreja. Tempos sem traição conjugal, sem separação, sem divórcio. Tempos de testemunho marcante. Tempos de envolvimento na sociedade. Tempos de paixão pelas almas e de obra missionária. Tempos do chamado “primeiro amor”. Tempos de avivamento sério. Tempos de derramamento do Espírito!

Retirado de Refeições Diárias com Sabor dos Salmos (Editora Ultimato, 2006)

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GAYS E A IGREJA: Silas Malafaia diz que ex-BBB está com medo

 

 

O pastor Silas Malafaia (foto) comentou a entrevista do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), onde afirma que a igreja que prega ‘cura dos gays’ na TV deve ser punida.
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), ex-ganhador do Big Brother Brasil 2005 disse em entrevista ao site UOL e à Folha que deve ser sancionada uma lei para padres e pastores que atacarem homossexuais em seus programas de TV e rádio e que promoverem campanhas de ‘recuperação’ ou ‘cura’ da homossexualidade.
Segundo ele, a punição deve ser estabelecida em lei. “A afirmação de que homossexualidade é uma doença gera sofrimento psíquico para a pessoa homossexual e para a família dessa pessoa”, disse. “Eu acho que tem que haver uma sanção. Eu quero que a gente compare, simplesmente, com outros grupos vulneráveis para saber se é bacana. Alguém que chegue e incite violência contra mulheres e contra negros, ou contra crianças nesse país… Vai ser bem aceito?”.
Jean Wyllys falou sobre o assunto no programa “Poder e Política – Entrevista” conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues.
O deputado afirmou que os religiosos “são livres para dizerem no púlpito de suas igrejas que a homossexualidade é pecado”. O problema seria o uso de concessões públicas para “demonizar e desumanizar uma comunidade inteira, como é a comunidade homossexual”. Ele também criticou mudanças feitas pela senadora Marta Suplicy (PT-SP)ao Projeto de Lei 122 de 2006, que propõe tornar crime atitudes homofóbicas – como já ocorre com o racismo no Brasil.
Segundo Wyllys, o texto apresentado por Marta “foi redigido pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que não é homossexual e, muito pelo contrário, não tem muita simpatia pela comunidade homossexual”.
O pastor Silas Malafaia comentou o episódio
“A verdade: quer nos calar a qualquer custo. Não suporta a crítica ao comportamento homossexual!!! Quer rasgar o art. 5 da constituição.
A mentira que ele diz: que os pastores promovem estes tipos de serviços nos seus cultos em dizer: ‘vocês homossexuais, venham para os nossos programas de terapia e de cura de homossexualidade’. Mentiroso de marca maior. Os pastores pregam a libertação de qualquer tipo de pecado. São os próprios homossexuais que pedem ajuda para serem libertos.
O medo de Jean Wyllys: uma consulta popular nas próximas eleições para o povo decidir se apoia ou não a união homoafetiva. Ele já sabe qual ė o pensamento da sociedade Brasileira: NÃO!
O que Jean Wyllys finge que não sabe:
1. Que ninguém nasce homossexual.
2. É uma questão comportamental, portanto não se pode comparar a racismo. Vamos ter que fazer leis para todos os comportamentos do ser humano.
3. Crime de injúria já esta previsto em lei seja para homossexuais, seja para heterossexuais.
4.Criticar homossexuais, evangélicos, ou seja lá quem quer que seja, é principio basilar do Estado Democrático de Direito.
Como tenho dito repetidas vezes: o grupo social mais intolerante da pós modernidade são os grupos homossexuais, que querem calar e criminalizar a opinião. É só ler o famigerado PLC 122 que ele defende, para confirmar todas as minhas palavras”, disse o pastor.

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SILAS MALAFAIA É DESTAQUE EM 2011

 

Líder é eleito por internautas como referência

Por: Robson Morais – Redação Creio

Quem foi o líder de maior destaque na Igreja brasileira em 2011? Para os mais de 100 mil leitores do CREIO, que participaram da enquete promovida pela equipe do portal no mês, o nome de número 1 no ranking é Silas Malafaia. Militância contra o movimento gay, troca de farpas com Edir Macedo e Valdemiro Santiago, ameaça a parlamentares e quase a suspensão do registro de psicólogo foram só alguns dos casos em que o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Avec) se envolveu neste ano.

Logo em janeiro, Silas Malafaia foi motivo de repercussão nacional, pedindo para que veículos de massa, como a Rede Globo, fizessem a cobertura de eventos da Igreja Mundial do Poder de Deus (Impd). Mal sabia que a gratidão era algo que não veria. Ao contrário, o líder perdeu o horário que mantinha na TV Bandeirantes pouco tempo depois, e o motivo fora a oferta exageradamente superior de Valdemiro Santiago, líder da Impd, para por seu programa no ar. “Com a medida que medirdes sereis medido, e mais, tudo que o homem plantar vai colher. É lamentável tudo isso” disse na época.

No meio do ano, a troca de farpas foi com outro nome de peso na Igreja brasileira. Silas Malafaia discordou de declarações feitas pelo líder da Igreja Universal (Iurd), Edir Macedo, sobre o uso ou não de tatuagens. Se o assunto tinha tudo para dar em nada, na voz confrontada dos dois líderes rendeu longa discussão. Silas usou seu portal de notícias, lançado logo após a perda de horário na Band, para criticar a postura do bispo, e incluiu no pacote temas como aborto (defendido por Macedo) e o ataque a cantores evangélicos, chamados de “edemoniados” pelo dono da Record, em um programa especial na emissora. Este último episódio faria com que outros nomes entrassem na briga contra o líder da Iurd.

Fora do meio evangélico, Silas também foi motivo de destaque, para não dizer preocupação. Revistas de grande circulação nacional, como a literária Piauí e a global Época se renderam ao poder influenciador do pastor e dedicaram páginas a fim contando sua história, além do tablóide norte americano New York Times. A cada reportagem, críticas e novos capítulos da história de Silas eram acompanhados tanto pelo público quanto pelo próprio pastor, que mais uma vez não poupou no ataque. Um dia após a publicação na Revista Época, Silas Malafaia criticou duramente o repórter Humberto Maia Júnior, que publicou em letras garrafais a seguinte frase: “Silas Malafaia diz que vai fornicar Toni Reis, líder da causa gay”. A matéria referia-se ao combate ativo de Silas contra os projetos favoráveis à união homoafetiva no Brasil. “Nessa guerra de manipulação de vídeo que o movimento gay fez, eu disse ao jornalista que ia ‘funicar’, e não ‘fornicar’, como ele publicou", defendeu-se Silas.

Pelo mesmo motivo e contra o mesmo veículo, Silas arranjou nova briga. A “vítima” desta vez foi a jornalista e colunista Eliane Brum, que publicou no site da revista um artigo intitulado ‘A dura vida dos ateus em um Brasil cada vez mais evangélico’, referindo-se ao crescimento da denominação no Brasil e possível ameaça motivada pelo que classificou de intolerância para com os não crentes, como a maioria dos gays. E Silas pegou ainda mais pesado. Em entrevista ao tablóide The New York Times, ele a chamou de ‘trump’, termo usado na gíria para o adjetivo ‘vagabunda’. A resposta da jornalista veio de imediato: “A afirmação do pastor é autoexplicativa: ao atacar minha honra por discordar de minhas ideias, ele proporciona a maior prova do acerto e da relevância do meu artigo”. Depois dessa, Silas se desculpou e o caso foi abafado.

Muito se engana, porém, quem acha que um pedido de desculpas pudesse abalar Malafaia. Militando contra o movimento gay há anos, 2011 o levou ao auge das discussões na mídia, nas manifestações pró-gays e na bancada em Brasília. “Homossexualismo é comportamental, corrigível” e “Querem rasgar a Constituição?” foram frases usadas pelo pastor, causadoras, mais uma vez, de imensa polêmica. Líderes do movimento LGBT apresentaram ao CRP (Conselho Regional de Psicologia) do Rio de Janeiro um pedido de cassação do registro profissional do pastor, formado na área, sob a acusação de práticas homofóbicas. No início do ano, Silas havia espalhado pelo Rio de Janeiro outdoors com a mensagem “Deus fez o macho e a fêmea”, defendendo a união heterossexual.

De gays direto à Frente Parlamentar Evangélica de Brasília, Silas Malafaia manteve o tom. A CPI da corrupção, instaurada em outubro e acompanhada por marchas em todo o Brasil, fez do líder da Avec um ativista de dar medo em muitos membros da bancada, que se negaram a assinar o documento em prol da ‘Lei Ficha Limpa’. “Vou dar nome e mandar chumbo grosso nos deputados evangélicos que não assinaram a CPI da corrupção. É uma vergonha saber que somente 15 de 76 parlamentares assinaram a CPI. Podem falar o que quiser, mas com o advento das redes sociais ninguém mais fica calado”, disparou. O projeto está a caminho de ser implantado, e enquanto a confirmação não vem, Silas Malafaia continua de olho em cada um dos deputados omissos na votação.

Líder de maior destaque na Igreja brasileira em 2011. Foram estes alguns dos episódios que fizeram de Silas Malafaia o vencedor da enquete. Difícil mencionar todos, mas é certo que muita coisa ainda está por vir.

Data: 30/12/2011 08:15:00