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Astrônomos descobrem planeta feito de diamante, diz estudo

Astro gira ao redor de uma estrela do tamanho de uma cidade.
Descoberta foi descrita na edição desta semana da revista ‘Science’.

Do G1, em São Paulo

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Um planeta possivelmente feito de diamante foi descoberto por uma equipe internacional de astrônomos, segundo mostra um estudo publicado na edição desta semana da revista “Science”. O planeta está próximo a um pulsar, uma estrela com muita massa e com apenas 20 quilômetros de diâmetro – valor comparável ao tamanho de uma cidade.

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A descoberta foi feita por um grupo de cientistas liderados por Matthew Bailes, da Universidade Swinburne de Tecnologia, localizada em Melbourne, na Austrália.

O pulsar – que se chama PSR J1719-1438 – consegue girar 10 mil vezes em torno do seu eixo por minuto e possui 1,4 vez a massa do Sol. A chance de “piões de luz própria” como esse terem uma companheira é de 70%.

Conforme o pulsar gira, ele emite um feixe de ondas de rádio que podem ser detectadas por radiotelescópios. Ao analisar o padrão das ondas de rádio vindas de PSR J1719-1438, os cientistas suspeitaram da presença de um planeta no local.

As mudanças provocadas nos pulsos de rádio pela presença do planeta também informaram ao astrônomos sobre a composição do astro. Eles sabem, por exemplo, que a companheira do pulsar não pode ser feita de hidrogênio ou hélio.

Por outro lado, o planeta pode ser composto por carbono e oxigênio. A equipe tem confiança de que a densidade do astro indica que o planeta seria formado por um material em forma de cristais, assim como um diamante.

Ilustração mostra o pulsar, no centro, sendo rodeado por uma companheira provavelmente feita de diamante. (Foto: Science)Pulsar, no centro, sendo rodeado por companhia provavelmente feita de diamante. (Crédito: Science)

Os astrônomos acreditam que o planeta de diamante seja, na verdade, o que restou de uma estrela com muita massa no passado, que teve boa parte de sua matéria “sugada” pelo pulsar.

Segundo o grupo, o astro de diamante deve ter menos de 60 mil quilômetros de diâmetro – valor 5 vezes maior que o da Terra. Mas a sua massa é maior que a Júpiter.

Ele completa uma volta ao redor do pulsar em apenas 2 horas e 10 minutos. A distância entre a estrela e o planeta também é pequena: 600 mil quilômetros, valor menor que o raio do Sol. A dupla pertence à Via Láctea e se encontra na direção da constelação da Serpente, distante 4 mil anos-luz da Terra.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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QUER EMAGRECER? A BÍBLIA AJUDA

Foto - Dieta biblia

Dieta promete redução no peso e melhora da saúde

Por: Redação Creio

    Calorias em excesso somadas ao sedentarismo e multiplicadas por uma alimentação desregrada: aí está uma equação fácil de entender, mas difícil de enfrentar. Manter a saúde, perder peso e mudar hábitos são elementos de uma batalha que milhares de pessoas travam diariamente. Há quem diga que só pode contar com a fé. E talvez esteja mais perto da realidade do que imagina. Cresce entre os evangélicos o número de adeptos da dieta da Bíblia, inspirada nas Sagradas Escrituras. Baseada no cardápio registrado no Antigo e no Novo Testamento, o método se propõe a ajudar na redução de cinco quilos em onze dias.

    Existe no mercado uma infinidade de dietas. Algumas delas, segundo especialistas, podem ser até agressivas ao organismo, como a dieta do suco verde, a das cores, a dos carboidratos e até a dieta da mandioca, segundo a qual o indivíduo precisa comer determinada quantidade de carboidratos. Sem condições econômicas para consultar um especialista, muitas pessoas (na maioria, mulheres) buscam nessas fórmulas uma esperança de emagrecimento rápido e sem sofrimento.

  Acontece que muitas dessas dietas podem produzir o efeito inverso e prejudicar o organismo. Ao supervalorizar determinadas proteínas e reduzir outras bruscamente, criam o chamado “efeito sanfona”, no qual a pessoa, no troca-troca de dietas, ganha e perde peso com facilidade. Mas há quem defenda que o milagre para ficar de bem com a balança pode ter vindo do céu, literalmente, com a chegada da dieta da Bíblia.

   Quem começou com esta dieta foi o americano Don Colbert em parceria com especialistas brasileiros. Médico, nutrólogo e pastor, ele lançou, em 2002, o livro O que Jesus comeria? Logo o livro de Colbert entrou no rankingdos mais vendidos. Na obra, o autor garante que é possível seguir os exemplos de Cristo para controlar peso. “A publicação não tem intenções religiosas. Nela, provo cientificamente que os alimentos daquela época faziam bem à saúde e mostro como tirar proveito deles”, explica.

    No cardápio da dieta, as carnes ingeridas devem ser somente de animais ruminantes com casco divido em dois e unha fendida, como boi, ovelha, carneiro e cabra. Outra dica diz respeito à questão dos laticínios. Leite e seus derivados, como queijo, coalhada e creme de leite, só são permitidos desde que não sejam ingeridos na mesma refeição.

    No Brasil, foi o médico Edson Ramuth quem elaborou a dieta com base nos textos bíblicos. “O cardápio é indicado apenas para pacientes com sobrepeso ou obesos. É possível perder de 4 a 8 quilos em cinco semanas”, garante. Segundo o médico, para chegar ao resultado esperado, o paciente precisa seguir de forma rígida os preceitos alimentares estabelecidos por Deus para o povo hebreu: comer 600 calorias, três vezes menos que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

    De acordo com Ramuth, essa dieta pode ser colocada em prática por, no máximo, onze dias. O vinho é permitido, desde que em pequena quantidade. O mesmo vale para o sal, o vinagre e o azeite de oliva. Para adoçar bebidas, o médico indica o mel. Água pode ser ingerida antes, durante e após as refeições.

Reeducação

    A nutricionista Thais Verdi Nabholz defende que as dietas que têm como base o fornecimento de um tipo de alimento, como a dieta da Bíblia, são difíceis de ser colocadas em prática por um período prolongado. A especialista acredita que as dietas que desenvolvem um trabalho de reeducação alimentar, com base nos costumes do indivíduo, são as mais indicadas.

   Apesar de seus 55 quilos e 1,6 m de altura — dentro do padrão de uma jovem normal —, a estudante de jornalismo Carolina Lemes, de 20 anos, confessa que já fez diversas dietas, como a da lua, a japonesa e a dos pontos. Ela não perde nenhum guia publicado em jornais e sites. “Não me acho gorda, só quero perder alguns quilinhos”, repete o discurso muito comum às mulheres. Em todos os casos, as dietas foram feitas sem acompanhamento médico.

   Uma alimentação equilibrada deve ser baseada em práticas saudáveis, baseadas no perfil de cada um. “Restrições drásticas nas calorias diárias e jejum prolongado podem acarretar deficiências nutricionais severas e desencadear hipoglicemia [redução de açúcar no sangue], tontura, fraqueza, irritação, ansiedade, além da alta ingestão de proteínas e gorduras. Há riscos de sobrecarga renal, redução do apetite, elevação dos lipídeos do sangue, redução drástica das gorduras e rápida perda de peso”, explica a nutricionista.

   A médica lembra ainda que a maioria das dietas fornece, em média, 1,2 mil calorias e, no máximo, 120 gramas de carboidratos. Ocorre, então, redução da massa magra, contribuindo na queda da taxa do metabolismo basal, baixo teor de carboidratos; carências de vitaminas e minerais — protetores dos vasos. Além disso, as dietas sem acompanhamento médico podem gerar outro problema: a insatisfação dos usuários por não atingir as promessas contribuem para a ocorrência de transtornos alimentares.

   A alternativa mais segura e confiável para perder peso é de forma lenta, porém eficaz por meio da reeducação alimentar com a mudança de hábitos. Apesar de o caminho ser aparentemente mais longo, assumir um estilo de vida saudável, além de permitir a chegada ao peso desejado, traz benefícios permanentes para a saúde.

Conheça o programa da Dieta da Bíblia.

Segunda-feira, 1º e 8º dias (segunda-feira):

MANHÃ: 1 fatia de pão de centeio; 1 xícara de iogurte com 1 colher de sopa de aveia.

ALMOÇO: 1 filé de peixe; um prato de salada de pepino com cebola e 3 colheres de sopa de milho em conserva.

LANCHE: – 1 fatia de melão.

JANTAR: 1 prato de sopa de lentilha.

CEIA: 1 xícara de chá de zimbro.

2º e 9º dias (terça-feira):

MANHÃ: 1 fatia de pão de centeio; 1 xícara de leite com 1 colher de sopa de aveia.

ALMOÇO: 1 bife médio de carne; 1 pepino grande cru com 3 colheres de sopa de milho em conserva.

LANCHE: 1 maçã.

JANTAR: 1 prato de fava (vagem) cozida; 1 ovo cozido.

CEIA: 1 xícara de chá de zimbro.

3º e 10º dias (quarta-feira):

MANHÃ: 1 copo de suco de melão; 2 fatias de queijo;

ALMOÇO: 1 filé de peito de ave; 1 prato de salada de pepino com cebola e 3 colheres de sopa de milho em conserva.

LANCHE – 5 ameixas pretas.

JANTAR – 1 ovo cozido; 1 prato de lentilha cozida.

CEIA: 1 xícara de chá de zimbro.

4º e 11º dias (quinta-feira):

MANHÃ: 1 fatia de pão de centeio; 1 xícara de e leite com 1 colher de sopa de aveia.

ALMOÇO: 1 bife médio de carne; 1 prato de fava (vagem) cozida com 3 colheres de sopa de milho em conserva.

LANCHE: 1 cacho de uvas.

JANTAR: 1 prato de sopa de lentilha.

CEIA: 1 xícara de chá de zimbro.

5º dia (sexta-feira):

MANHÃ: 1 fatia de pão de centeio; 1 xícara de iogurte com 1 colher de sopa de aveia.

ALMOÇO: 1 filé de peito de ave; um prato de salada de pepino com cebola e 3 colheres de sopa de milho em conserva.

LANCHE: 1 maçã; 10 amêndoas; 10 azeitonas.

JANTAR: Jejum; somente ingerir água.

6º dia (sábado):

MANHÃ: Jejum; somente ingerir água.

ALMOÇO: Jejum; somente ingerir água.

LANCHE: Jejum; somente ingerir água.

JANTAR: 1 prato de lentilha cozida + 1 prato de salada de pepino com cebola e 3 colheres de sopa de milho em conserva.

CEIA: 1 xícara de chá de zimbro.

7º dia (domingo):

MANHÃ: 1 copo de suco de melão; 2 fatias de queijo.

ALMOÇO: 1 filé de peixe grelhado; 1 prato de lentilha cozida.

LANCHE: 5 ameixas pretas.

JANTAR: 1 ovo cozido;1 prato de fava (vagem) cozida e 3 colheres de sopa de milho em conserva.

CEIA: 1 xícara de chá de zimbro.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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RELIGIÃO E CIÊNCIA : Estudo genético revela ascendência judia e comprova história bíblica

CIÊNCIA

Foto - Religião e ciênciaUma pesquisa genética realizada pela Universidade de Harvard revelou que os judeus têm ascend ência entre os povos africanos e a data dessa mistura de povos remete a uma passagem bíblica que conta a história entre o contato do rei Salomão com a rainha de Sabá.

De acordo com as Sagradas Escrituras o filho do Rei Davi fazia comércio com várias partes do mundo, incluindo a África. Por causa desses negócios ele chegou a receber a vista da governante da região da antiga Etiópia.

Mas de acordo com o estudo científico “The History of African Gene Flow into Southern Europeans, Levantines and Jews” além de relações comerciais também aconteceram relações amorosas, pois fazendo análises genômicas para traçar a história do povo judeu através do DNA é possível encontrar dados genéticos de 15 povos subsaarianos.

Esses resultados aparecerem depois que David Reich, professor de Genética de Harvard e seus colegas resolveram levar essa pesquisa mais a fundo e analisaram mais de meio milhão de amostras de DNA em todo o genoma de membros de sete diferentes etnias judaicas – incluindo os ashkenazim do norte da Europa; os sefardim da Itália, Turquia e Grécia, e os mizrahim da Síria, Iraque e Irã. Então compararam os dados genéticos com o DNA de 15 povos africanos do sub-Saara.

De acordo com o que foi publicado na edição de abril da revista PLoS Genetics, os pesquisadores explicam que pode-se atribuir cerca de 3% a 5% da ascendência dos judeus modernos aos africanos subsaarianos, e que a troca de genes entre judeus e africanos subsaarianos ocorreu cerca de 72 gerações atrás, ou mais de 2.000 anos.

Priya Moorjani, doutora que liderou a pesquisa, ficou surpresa como o grau de DNA dos africanos foi tão consistente entre as várias populações judaicas.

Os resultados, segundo Moorjani, podem apontar para uma ancestralidade comum entre os diversos grupos judaicos. “É definitivamente sugestivo que essas populações de judeus têm um ancestral comum”, disse ela.

A equipe da universidade americana não pôde determinar onde exatamente a troca de genes ocorreu, mas os resultados complementam o entendimento dos historiadores da narrativa judaica.

Usando o método chamado roll off, Moorjani comparou fitas de DNA de dois grupos étnicos para calcular quando se misturaram. Quanto menor e mais quebrados forem os segmentos do DNA, mais velha a data da mistura. “A deterioração genética acontece muito lentamente,” Moorjani explica, “tanto que hoje, milhares de anos mais tarde, há bastante evidência para que estimemos a data da mistura da população.”

Lawrence Schiffman, professor de hebraico e estudos judaicos da Universidade Yeshiva, explica que há dois períodos distintos que poderiam confirmar tais descobertas dos geneticistas. O primeiro é o período do Primeiro Templo, entre 950 aC e 600 aC, quando o reino de Salomão teria iniciado o contato com os africanos.

Ou ainda, Schiffman diz, a mistura de populações poderia ter ocorrido um pouco mais tarde, durante o período helenístico, entre 320 aC e 30 aC, quando os judeus viviam no litoral sul do Mar Mediterrâneo e poderiam ter entrado em contato com os africanos ao sul.

Embora os relatos bíblicos oferecem explicações possíveis para as descobertas, Schiffman salienta que ele e outros cientistas sociais só podem oferecer interpretações históricas dos dados genéticos. “Temos que pegar o que eles estão nos dando, e adicioná-lo à nossa imagem da história”.

Data: 8/8/2011 09:20:13
Fonte: Pavablog