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Patrícia Shedd, viúva do pastor Russell Shedd, descansou no Senhor

A viúva do pastor e missionário Russell Shedd, Patrícia Shedd, faleceu na noite da última segunda-feira, 26 de março, no Hospital A. C. Camargo, em São Paulo (SP).

Patrícia Dunn Shedd sofria com um linfoma – câncer que atinge as células do sistema linfático – e estava em tratamento há mais de um ano. Ela estava internada desde fevereiro, mas seu quadro se agravou nos últimos dias.

“Ela resistiu até a chegada de Timothy, o mais velho de cinco filhos do casal (Timothy, Nathanael, Pedro, Helen e Joy). [Ele conseguiu] chegar ontem à noite de uma longa viagem internacional, para que ele pudesse sentir o seu calor e poder afagá-la, acariciá-la em seus últimos momentos”, comentou Larissa Vaz, uma amiga da família.

Segundo informações do portal Comunhão, o funeral foi realizado na manhã da última terça-feira, 27 de março, e o culto fúnebre em agradecimento pela vida de Patrícia Shedd às 13h00, na Igreja Bíblica Evangélica da Comunhão.

O sepultamento aconteceu no Cemitério da Paz, bairro do Morumbi, mesmo local onde o corpo do pastor Russell Shedd foi enterrado. Familiares e amigos compareceram para a despedida final.

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Mongólia, a “arma secreta de Deus”

Projeto missionário brasileiro investe na evangelização, discipulado e treinamento dos mongóis nômades.

            Famílias vivem em tendas e migram em busca de pasto para os animais. (Foto: Arquivo Família Oliveira)Famílias vivem em tendas e migram em busca de pasto para os animais. (Foto: Arquivo Família Oliveira)

Quem diria que um país de hábitos nômades e com pouco mais de 25 anos de história cristã poderia ser considerado “a arma secreta de Deus” para alcançar os povos não evangelizados. A Mongólia, país localizado na Ásia Oriental, é visto como um lugar estratégico para a expansão do evangelho, principalmente por causa de sua localização e características culturais.

A região fazia parte da extinta União Soviética e recebeu seus primeiros missionários em 1992, após o fim do Regime Comunista. O país faz fronteira com a China e fica bem próximo da Coréia do Norte e de outros países perseguidos da janela 10/40.  Com objetivo de fazer o evangelho chegar além das fronteiras, surge a iniciativa de uma família comprometida com o “ide” de Cristo.

Lucas e Juliana Oliveira atenderam ao chamado do Mestre e juntamente com seus filhos Flora, de seis anos, e João, de dois, fazem, desde o ano passado, o trabalho missionário na Mongólia pela Agência Presbiteriana de Missões Transculturais, em parceria com a Cruzada Estudantil e Profissional para Cristo (CRU Brasil).

O casal se conheceu em São Paulo, no Seminário Teológico Betel Brasileiro, onde eram colegas de classe. Se casaram em 2010 e desde então se doam juntos na obra de Deus. Até o ano de 2012 atuaram implantando igrejas no Nordeste do Brasil e em 2013 deram início ao trabalho de evangelização e discipulado na Universidade de São Paulo (USP) junto com o movimento estudantil Alfa e Ômega da CRU. No ano passado, foram enviados à República Popular da Mongólia e assumiram mais essa importante missão na causa do evangelho.

“Alcançando pra alcançar”

De acordo com dados da CIA, 53% da população do país se declara budista, 3% muçulmana, 2,9% xamanista e 38,6% não professa religião nenhuma. O cristianismo representa 2,2% da população.

Lucas revela que existe um sincretismo muito grande envolvendo o budismo e a religião xamânica. Mas, quando o mongol é liberto e se converte ao evangelho de Cristo, logo se transforma, por gratidão, em um forte candidato ao campo missionário.

O projeto prevê justamente a evangelização e a capacitação desses irmãos locais para que possam avançar as fronteiras levando a mensagem de Cristo. Atualmente, existem cerca de 40 mil crentes nativos no país.

“A Mongólia fica no coração da Ásia, faz divisa com países fechados como a China, por exemplo. A Coréia do Norte [primeiro na classificação de países perseguidos] fica bem próximo também. Os mongóis têm bom relacionamento com os países vizinhos, eles apreendem línguas diferentes com muita facilidade e por serem nômades, não têm problemas em mudar de lugar. Eles vivem com muito pouco. Todas essas características fazem deles a arma secreta de Deus para evangelização dos povos”, explicou o missionário.

Desafios locais

Devidos às oscilações frequentes de temperaturas, que em determinadas épocas do ano chegam a – 50°C, cerca de 40% da população nativa é formada por famílias nômades ou seminômades que não têm residência fixa e migram em busca de água e pasto para os animais. De acordo com o missionário, isso acaba dificultando o trabalho de discipulado, pois nunca se sabe se encontrarão a família no mesmo lugar. Outro problema é que eles assentam muito distante uns dos outros. Existem em média dois habitantes por quilômetro quadrado.

“Eles moram cada hora em um lugar e logo depois se mudam, então é difícil saber onde vamos encontrá-los novamente, temos que ficar perguntando até achá-los, mas seguimos firmes”, contou.

 Adaptação à cultura

Apesar de já estarem no campo, os missionários vivem um período de adaptação ao idioma e à cultura local. Fazem aulas todos os dias da língua Kalca Mongol e conhecem um pouco mais dos costumes regionais. Depois desse período, seguirão para a etapa de treinamento de obreiros e implantação de igrejas na localidade.

“Precisamos de oração pra que a gente possa superar todos os desafios culturais, para que possamos aprender a língua com fluência, para que a gente possa conhecer mongóis que tenham sabedoria a respeito da vida nômade, da religião local e que eles nos ajudem a criar pontes entre a cultura local nômade e o evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo”, finalizou.

Quem desejar contribuir com o projeto, basta acessar a página da Agência Presbiteriana de Missões Transculturais.Com informações do Gospel Prime

 

 

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Igrejas da Europa começam a abolir ofertas em dinheiro

Sistema de pagamento por celular ou via “pulseirinha” está sendo implantado em 16 mil templos

          Cartão de débito MasterCard.Cartão de débito MasterCard.

As Igrejas da Europa estão apostando que o dinheiro em espécie deixará de existir nos próximos anos. Países como Holanda e Suécia já tomam providências para aposentar de vez cédulas e moedas.

Até mesmo os cartões de crédito devem desaparecer, substituídos pelo sistema de pagamento por celular ou com as “pulseirinhas com chip” que se tornam cada vez mais populares.

Agora, 16 mil igrejas anglicanas da Inglaterra estão disponibilizando pagamentos desse tipo em seus templos, em uma tentativa de facilitar as doações.

A liderança da Igreja da Inglaterra, religião oficial do país, anunciou que “em uma era cada vez mais sem dinheiro”, a decisão visa facilitar todas as transações dentro dos templos com segurança.

Através de um convênio com as empresas SumUp e a iZettle, que já operam no Brasil, serão instalados leitores ​​para “pagamentos sem contato”, que receberão também através dos aplicativos Apple Pay e o Google Pay.

O Diretor de Mordomia da Igreja da Inglaterra, John Preston, disse que era uma necessidade sentida em muitas igrejas e que os pagamentos “sem contato” já são muito comuns na sociedade inglesa. “Isso facilita a vida especialmente dos frequentadores mais jovens, que não carregam mais dinheiro vivo. Estamos fazendo um teste com várias tecnologias para ver quais irão prevalecer”.

A decisão foi anunciada dois meses depois de algumas denominações europeias começarem a aceitar criptomoedas, como bitcoin. A Igreja da Inglaterra também aceita, mas em regime experimental ainda. Com informações de Gospel Prime e Chrisitan Today