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Ressurreição de homem durante culto gera polêmica Intervenção divina ou ação dos paramédicos?

por Jarbas Aragão

Ressurreição de homem durante culto gera polêmica

Quando um homem sofreu um ataque cardíaco durante um culto na igreja House of Hope, em Decatur, Geórgia, o pastor E. Dewey Smith estava pregando no púlpito. O que ele fez em seguida virou notícia no país inteiro.
Durante cerca de 15 minutos o homem ficou inconsciente. Enquanto isso Smith pediu que toda a igreja virasse na direção do homem caído e orasse por ele, mostrou o canal WGCL, da Georgia.
“Eu senti que deveríamos orar. Eu não sabia mais o que fazer”, contou o pastor. “Sabia que era uma situação extrema, então eu só podia orar, pois acredito no poder da oração.” Quando o homem se levantou, todos os presentes comemoraram, afirmando que Deus lhes concedeu um milagre. Do púlpito, o pastor testemunhava que estava vendo uma nuvem negra entrar no templo, a qual chamou de “anjo da morte”. Alguns minutos depois, afirmou que Deus havia restaurada a vida daquele homem.
Uma análise cuidadosa do vídeo divulgado mostra uma equipe de emergência fazendo CPR (reanimação cardiorrespiratória). Os paramédicos que estavam na igreja contam que o homem realmente entrou em óbito, mas poucos minutos depois seu coração voltou a funcionar.
Segundo relatos de pessoas presentes no culto, a presença dos paramédicos fez parte do milagre. A equipe teria se deslocado até a igreja bem antes do ocorrido, que acabou sendo um alarme falso. Como decidiram ficar para ouvir a pregação de Smith puderam atender o homem logo que ele sofreu o ataque cardíaco.
Isso não altera a fé dos presentes. “Você podia sentir muita energia, podia sentir o Espírito Santo no templo”, disse Christina Hairston, que é membro da igreja.
Rapidamente o assunto passou a ser debatido na internet, de modo especial nas redes sociais. O vídeo no Youtube teve mais de 200 mil visitas em poucos dias. Enquanto muitos criticavam o pastor e afirmavam que não ocorreu nenhum milagre, os membros da igreja testemunhavam ter visto um milagre. Com informações The Blaze.
Assista:
httpv://www.youtube.com/watch?v=Jj-x2bm0BTU

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Satanista, candidato a deputado diz que Brasília é “o inferno na Terra”

Após anos no PT, Toninho do Diabo agora é oposição

por Jarbas Aragão

  • gospelprime

 

Satanista, candidato a deputado diz que Brasília é “o inferno na Terra”
Satanista candidato diz que Brasília é “o inferno na Terra”

Toninho do Diabo, 42 anos, é o nome artístico de Antônio Aparecido Firmino. Mas ele garante não ser apenas mais um desses candidatos cômicos que surgem a cada eleição.  Após militar durante 17 anos no PT, conta que saiu contrariado e hoje é filiado ao Solidariedade.

Em Outubro, concorrerá por São Paulo a uma vaga de Deputado Federal. Caso seja eleito afirma que se sentirá em casa. Para ele, Brasília “é mesmo um inferno. Ter o diabo na Câmara será melhor ainda. Vou mandar todos os corruptos para o diabo. Quero que o povo me ajude para que eu possa ajudar”.

Em entrevista ao portal da Band, Toninho conta que já quis ser candidato outras vezes mas seu antigo partido não lhe deu espaço. Por isso agora se declara oposição ao PT: “Fui muito desprezado. Sou um voto de protesto contra toda essa mentira. O PT podia ter feito um país muito grande, mas deixaram de ser o partido do povo”.

Ao falar sobre o crescente número de políticos ligados às igrejas, que formam a Frente Evangélica, diz que pretende mudar isso: “este é o começo de uma nova Era. Chega de Dogmas falsos, chega de governantes medíocres, chega de viver uma vida inteira correndo atrás de pecados que você ainda não cometeu. Este é o momento da verdade”.

Toninho é conhecido no meio artístico desde a década de 1990. Afirma ser cantor, compositor, ator, roteirista e diretor, tendo trabalhado por anos em um circo. Mas fez fama ao aparecer em programas de TV onde se identifica como “discípulo do diabo”.

Nas propagandas que circulam com seu nome na internet, o lema é ‘Eu Taco FOGO!’ e você, vai ter coragem?”. Ao ser questionado do que se trata, justifica que irá “infernizar todos os políticos burocratas, medíocres e corruptos que encontrar!”

Toninho faz dessa identificação com Satanás e as religiões afro sua marca. “Temos a liberdade de expressão religiosa no Brasil. Se eu for eleito, vou defender todos os terreiros, centros de macumba do Brasil, como preferirem chamar”, disse ele ao Portal Terra.

Caso seja eleito, poderá integrar a Frente Parlamentar em Defesa das Comunidades de Terreiro, que foi criada recentemente pelos deputados federais Érika Kokay (PT-DF), Janete Pietá (PT-SP), Valmir Assunção (PT-BA) e Amauri Teixeira (PT-BA).

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Boicote a Israel: uma lista para ajudar

Se você odeia Israel:

enviado por Célio Duarte Faria
Se você é daqueles que adoram odiar Israel
e está louco de vontade de boicotar seus produtos,
aqui vai uma lista para ajudar, extraída desse site
e traduzida por um leitor:
– Remova chips sionistas Pentium e Celeron.
– Desinstale seu Windows XP.
– Sistema Microsoft? Esqueça.
– Remova anti-vírus e Firewall. Já!
– Enviar e-mail? Não mais.
Código de algoritmo é… israelense!
– Compre um pager !
Tecnologia do telefone celular foi desenvolvida em… Israel.
– Desative seu voicemail. Israelense.
– Facebook? Não te pertence mais.
– Busca online? Cuidado, maioria é israelense.
– Usa Waze? Usava.
– Reinstalou ICQ? Sionista! Desinstale.
– Curte e-book? Curtia!
– Armazenar dados na Web?
Vá com calma, maioria israelense.
– Carro elétrico? No! Polua pra sempre.
– Tomatinho-cereja delicioso?
Volte pro tomatão.
– Tecnologia de irrigação contra fome na
África, China, Índia e Indonésia
(maior país muçulmano do mundo):
é o fim!
– Genéricos: prefira os de marca.
A israelense Teva é a maior do mundo!
– Câncer:
cientistas israelenses na vanguarda dos tratamentos.
– HIV: já ouviu falar do AZT?
– Diabético?
Evite injetar insulina com aparelhos desenvolvidos em Israel.
– Esclerose múltipla: pare Copaxone, dos mais eficazes.
Laquinimod? Abandone.
– Parkinson:
remova marcapasso israelense que minimiza os tremores.
Interrompa Levodopa.
– Histórico de doença cardíaca
ou arterioesclerose na família?
Reze pra doença não ter.
Detecção prévia?
Não pra você.
– Epilepsia:
livre-se da pulseira sionista que envia alertas!
– Apneia do sono:
testes só sem aparelhos israelenses.
– Dislexia:
babau pro sistema de leitura baseado na intranet.
– Alergias de pele:
tratar com creme de esteroide, esqueça os sem.
– Catéteres?
Protegidos contra infecção por plástico israelense.
– Cirurgia na garganta:
só sem laser cirúrgico sionista!
– Colonoscopia e gastro:
aborte câmeras israelenses.
– Nunca implante um coração artificial:
Israel foi pioneira!
– Transplante de rim:
espere doadores do mesmo tipo sanguíneo!
Métodos de Israel permitem outros doares!
– Células tronco: esqueça fabulosos tratamentos!
– Tratamento dentário:
esqueça os principais, scanner desenvolvido em Israel.
– Assistência humanitária e produção local:
quase 40 países beneficiados.
Isso vai ao encontro do meu texto sobre
os reais motivos do ódio a Israel,
publicado no GLOBO em maio de 2011:
O ódio a Israel
“ Não é possível discutir racionalmente com alguém
que prefere matar-nos a ser convencido pelos nossos argumentos.”
(Karl Popper)
As recentes declarações do presidente Obama
reacenderam o debate sobre o confronto entre Palestina e Israel.
Todos gostam de emitir opinião sobre o assunto, mesmo sem embasamento.
Não pretendo entrar na questão histórica em si,
até porque isso foge da minha área de conhecimento.
Mas gostaria de colaborar com o debate pela via econômica.
Do meu ponto de vista,
há muita inveja do relativo sucesso israelense.
A tendência natural é defender os mais fracos.
Isso nem sempre será o mais justo.
O antissemitismo é tão antigo quanto o próprio judaísmo.
Os motivos variaram com o tempo.
Mas, em minha opinião,
não podemos descartar a inveja como fator importante.
A prática da usura era condenada pelos católicos
enquanto os judeus desfrutavam de sua evidente lógica econômica.
Shakespeare retratou o antissemitismo de seu tempo em seu clássico
“O Mercador de Veneza”,
em que Shylock representa o típico agiota insensível.
Marx, sempre irresponsável com suas finanças,
usou os judeus como bode expiatório para atacar o capitalismo.
O nacional-socialismo de Hitler
foi o ponto máximo do ódio contra judeus.
Vários países existem por causa
de decisões arbitrárias de governos, principalmente após guerras.
Israel é apenas mais um.
Curiosamente, parece que somente Israel não tem o direito de existir.
Culpa-se sua existência pelo conflito na região,
sem levar em conta que os maiores
inimigos dos muçulmanos vêm do próprio Islã.
O que Israel fez de tão terrível para que mereça ser “varrido do mapa”,
como os fanáticos defendem?
Israel é um país pequeno, criado apenas em 1948,
contando hoje com pouco mais de sete milhões de habitantes.
Ao contrário de seus vizinhos,
não possui recursos naturais abundantes,
e precisa importar petróleo.
Entretanto, o telefone celular foi desenvolvido lá, pela filial da Motorola.
A maior parte do sistema operacional do Windows XP
foi desenvolvida pela Microsoft de Israel.
O microprocessador Pentium-4 foi desenvolvido pela Intel em Israel.
A tecnologia da “caixa postal” foi desenvolvida em Israel.
Microsoft e Cisco construíram
unidades de pesquisa e desenvolvimento em Israel.
Em resumo,
Israel possui uma das indústrias de tecnologia mais avançadas do mundo.
O PIB de Israel, acima de US$ 200 bilhões por ano,
é muito superior ao de seus vizinhos islâmicos.
A renda per capita é de quase US$ 30 mil.
Apesar da pequena população e da ausência de recursos naturais,
as empresas israelenses exportam mais de US$ 50 bilhões por ano.
A penetração da internet é uma das maiores do mundo.
Israel possui a maior proporção mundial de títulos universitários
em relação à população.
Lá são produzidos mais artigos científicos per capita que qualquer outro país.
Israel possui o maior IDH do Oriente, e o 15º do mundo.
Não custa lembrar que tudo isso foi conquistado
sob constante ameaça terrorista por parte dos vizinhos,
forçando um pesado gasto militar do governo.
Ainda assim,
o país despontou no campo científico e tecnológico,
oferecendo enormes avanços para a humanidade.
Quando comparamos a realidade israelense
com a situação miserável da maioria dos vizinhos,
fica mais fácil entender parte do ódio que é alimentado contra os judeus.
Claro que fatores religiosos pesam,
assim como o interesse de autoridades islâmicas no clima de guerra.
Nada como um inimigo externo para justificar atrocidades domésticas.
Mas as gritantes diferenças econômicas
e sociais sem dúvida adicionam lenha à fogueira.
Como agravante,
Israel é uma democracia parlamentar,
enquanto a maioria dos vizinhos vive sob regimes autoritários
que ignoram os direitos humanos mais básicos.
Isso para não falar das gritantes diferenças
quanto às liberdades femininas. 
Israel não é um paraíso. Longe disso.
Seu governo comete abusos que merecem repúdio.
Mas perto da realidade de seus vizinhos islâmicos,
o contraste é chocante.
Será que isso tem alguma ligação com o ódio a Israel e oconstante
uso de critérios parciais na hora de julgar os acontecimentos na região?
O sucesso costuma despertar a inveja nas almas pequenas, vide o antiamericanismo patológico que ainda sobrevive na esquerda latino-americana. 
Em tempo:
O ministro brasileiro da Ciência e Tecnologia
deveria aprender com Israel como produzir tecnologia de ponta,
com ampla abertura econômica e investimento em educação,
em vez de tentar resgatar o fracassado protecionismo,
no afã de estimular a indústria nacional.
Rodrigo Constantino