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‘Vampiro’ é preso após tentar morder pescoço de mulher nos EUA

 

Caso ocorreu em Galveston, mo estado do Texas.
‘Eu sou um vampiro. Eu estou vivo há mais de 500 anos’, disse ele.

Do G1, em São Paulo

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Lyle Bensley foi preso ao tentar morder pescoço de mulher. (Foto: Divulgação)Lyle Bensley foi preso ao tentar
morder pescoço de mulher. (Foto: Divulgação)

O norte-americano Lyle Bensley, de 19 anos, que se autodefine como "vampiro", foi preso no último sábado em Galveston, no estado do Texas (EUA), acusado de invadir um apartamento e de tentar morder o pescoço de uma mulher, segundo a emissora "WPTV".

De acordo com a polícia, a mulher conseguiu fugir do ataque do jovem e correu até a casa de um vizinho, onde ligou para a polícia.

Quando chegaram, os agentes encontraram Bensley gritando e rosnando no estacionamento do prédio.

"Eu sou um vampiro. Eu estou vivo há mais de 500 anos", teria dito Bensley aos policiais.

Em seguida, Bensley pediu aos agentes para prendê-lo, porque ele "não queria matá-los", de acordo com o relatório policial.

O jovem foi levado para a cadeia com uma fiança US$ 40 mil.

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Galinha foge ao ser oferecida em sacrifício a vulcão

 

16/08/2011 – 09h52

DE SÃO PAULO

Uma galinha provocou uma cena cômica durante um ritual de sacrifício no Monte Bromo, em Java, na Indonésia.

Moradores locais tentaram oferecê-la aos deuses, mas a galinha fugiu.

Adoradores costumam fazer sacrifícios de animais e deixar oferendas da crateria vulcânica do Monte Bromo, para pedir por segurança, prosperidade e também fecundidade. Mas Giselda não quis saber e agora é livre.

Dwi Oblo/Reuters

Galinha foge ao ser oferecida em sacrifício

Galinha foge ao ser oferecida em sacrifício

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Paleontólogos desvendam criatura associada ao Monstro do Lago Ness

 

REINALDO JOSÉ LOPES
EDITOR DE CIÊNCIA E SAÚDE

Fama de monstro, coração de mãe. Em síntese, esse é o retrato que uma dupla de paleontólogos traçou ao analisar um fóssil único: o de uma fêmea de plesiossauro grávida, com 80 milhões de anos.

A reputação dos plesiossauros anda manchada desde que esses répteis marinhos da Era dos Dinossauros foram associados ao célebre Monstro do Lago Ness, na Escócia. Faz quase um século que quem acredita na existência do bicho aposta que se trata de uma espécie sobrevivente de plesiossauro.

Dino-robô anda em ruas de Sydney para promover semana da ciência

Foto - monstro do Lago Ness

Ninguém nunca provou que Nessie (como o monstro é conhecido) existe mesmo, mas o fóssil estudado pelo argentino Luis Chiappe, do Museu de História Natural de Los Angeles, e Frank O’Keefe, da Universidade Marshall (EUA), mostra que o bicho estava mais para uma baleia do que para um lagarto quando o assunto era ter bebês.

S. Abramowicz/Dinosaur Institute

Ilustração artística do plesiossauro com seu filhote; fóssil encontrado em 1987 só foi estudado agora

Ilustração artística do plesiossauro com seu filhote; fóssil encontrado em 1987 só foi estudado agora

Até hoje, ninguém tinha muita certeza sobre o método reprodutivo adotado pelos plesiossauros. É verdade que os mares da época em que ele viveu estavam cheios de répteis que não botavam ovos e davam à luz seus filhotes dentro d’água, mas faltavam dados diretos sobre os bichos no registro fóssil.

DO BAÚ

Chiappe e O’Keefe mudaram isso ao resgatar da gaveta um esqueleto descoberto em 1987, no Estado americano do Kansas, mas nunca estudado. O exemplar de Polycotylus latippinus, que teria medido cinco metros quando vivo, estava misturado a uma estranha maçaroca de ossos menores e mais delicados.

Ocorre que esses ossos estavam posicionados "por dentro" do esqueleto principal. Embora a anatomia deles deixe claro que se trata da mesma espécie do bicho maior, o fóssil mais modesto está cheio de cartilagens e possui proporções do corpo que são típicas de um feto.

De quebra, não há sinais de que tenha sido devorado pelo grandalhão, o que faz com que a hipótese de gravidez seja a mais provável. Mais importante ainda, o bebê é grandalhão.

Ele e a mãe morreram antes do fim da gestação, mas os paleontólogos calculam que ele teria alcançado entre 35% e 50% do comprimento da genitora se tivesse nascido.

Essa proporção é fora de série mesmo entre os répteis aquáticos da Era dos Dinos. Mas bate com o que se vê entre bichos como orcas e outros mamíferos aquáticos de grande porte, por exemplo.

Dar à luz bebês grandalhões costuma ser uma estratégia evolutiva típica de espécies que investem muita energia nos filhos, cuidam muito deles mesmo depois do nascimento e formam grupos sociais grandes e estáveis.

Por isso mesmo, o estudo, que está na revista especializada "Science", aposta que o estilo de vida dos plesiossauros (ao menos no caso da espécie estudada) era surpreendentemente parecido com o de baleias, golfinhos "e outros mamíferos marinhos altamente sociais".