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Óleo Fresco

 


As oliveiras estão entre as árvores, de cultivo, mais antiga do mundo. O fruto da oliveira é a azeitona. E da azeitona se extrai o óleo usado como alimento. Porém este recurso natural tem várias finalidades. Na Bíblia encontramos uma diversidade de funções associadas ao óleo. No Antigo Testamento, era usado, principalmente, para a unção de reis e sacerdotes, e utensílios usados para adoração a Deus.

Entre as diferentes formas de usar o óleo, uma chama atenção pela sua peculiaridade: usado para proteger as ovelhas. As ovelhas são alvo de moscas que depositam ovos em seus narizes. Esses ovos chocam e se transformam em larvas que entram na cavidade nasal. As ovelhas ficam agoniadas de tal maneira que batem a cabeça nas árvores ou pedras, ou esfregam a cabeça no chão ou em arbustos, para se coçarem. Algumas morrem nesse processo. Algumas ovelhas para fugirem dos ataques das moscas, batem as patas freneticamente, correm de um lado para o outro, se escondem nos arbustos e não saem nem para pastar. Nessa fuga, algumas se cegam e outras morrem. Muitas ficam fracas e o leite das fêmeas seca. Para afastar as moscas das ovelhas, o pastor derramava óleo sobre a cabeça delas. O óleo era um repelente de moscas. Logo que o óleo era derramado, acontecia uma mudança imediata. O desespero, a angustia, o medo, a irritabilidade iam embora, e as ovelhas pastavam em paz e satisfeitas.

O óleo representa o Espírito Santo. Todo cristão foi ungido com o óleo do Espírito, porém como ovelha sob o pastoreio de Jesus Cristo, deve continuamente se encher desta unção para enfrentar as lutas diárias, “e não vos embriagueis com vinho, no qual a dissolução, mas enchei-vos do Espírito” Ef 5.18

Belzebu, o maioral dos demônios, significa “senhor das moscas”. Seu propósito é atacar o rebanho e matar as ovelhas. A unção é um “repelente” que protege contras seus ataques e produz autoridade para combatê-los. Comece o seu dia recebendo do óleo fresco e vença debaixo da unção de Deus – “porém tu exaltas o meu poder como o do boi selvagem; derramas sobre mim o óleo fresco” Sl 92.10.

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A Igreja não prega mais o Reino e não cura os enfermos.

 

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Pr. Ângelo Medrado

Lamentavelmente a igreja está desvirtuada da Ordem do Nosso Senhor Jesus Cristo

“pregar o Reino e curar os enfermos.”Lucas 9:2

Temos visto pregações de todos os tipos, principalmente da troca de dízimos por bens materiais Dificilmente vemos a pregação do Reino e oração pelos enfermos. Alguma coisa está acontecendo com as igrejas atuais. Por quê não se prega mais o amor de Cristo? Por quê não orar pelos doentes? O púlpito hoje está mais para palanque do que para  exercer o mandado do Senhor aos Embaixadores do Rei nesta Terra.

O Poder da Oração é tremendo, vejo isso todos os dias na minha vida e na vida da Igreja onde sou Pastor. Pequena, mas Poderosa. Testemunhos ao vivo, curas, libertações, manifestações do Poder de Deus. Detalhe; nossas orações são para terceiros necessitados segundo a oração exemplar de Jó.

Ao juntarmos nossos grãos de mostardas alguma coisa acontece. Deus nos ouve e atende nossas orações até aqui tudo bem estamos realizando 50% da Obra a qual fomos chamados.

Pregamos o Reino, mas acontece que os encantos satânicos que proliferam nas igrejas hoje em dia com chamamentos nada bíblicos de ré-té-té, cair no Espírito, Apologéticos, Teologia de crescimento em massa, pressões celulares e tantas outras inovações não bíblicas esquecendo-se que a Palavra do Senhor, viva e eficaz é simples e para os simples entenderem e aceitarem. O restante o Espírito Santo através da Leitura e pregação simples da Palavra serão  suficientes para o Crescimento Espiritual de Cada um.

O surgimentos de falsos profetas, pastores sem rebanho, missionários sem igrejas que vivem perambulando para pregar em igrejas para ganharem algum trocado e fazer teatro nas pregações saltitando e dando uivos para arrancar da plateia um glória a Deus etc.… trocam o enlevo espiritual pela satisfação carnal.

As igrejas estão mais preocupadas no atendimento das necessidades carnais de pular, dançar, gritar e emocionarem-se nos cultos com cantores, dançarinas e pregadores doidões do que apresentar o culto racional apregoado pelo Apóstolo Paulo.

O Apelo é: Saia dessa vida irmão, volte-se para a Palavra, pois o Senhor está chegando e o rebanho Dele é pequeno.

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 Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Dons do Espírito: O que é o dom de falar em línguas estranhas?

 

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

O que é esse fenômeno dos dons das línguas e para que serve? É isso de Deus?

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Falando sobre o fenômeno muitos líderes mencionam o livro de Atos e 1 Coríntios para entender sobre o falar em línguas. Mas diferentes líderes tem diferentes opiniões.

Para explicar o dom de línguas, Ed Rene Kivitz, pastor batista, explica em um vídeo sobre a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes e sobre o que Paulo fala em sua carta aos coríntios. Citando passagens de Atos 2, 10, 8, 19, ele diz que o Espírito Santo veio sobre judeus, gentios, samaritanos e prosélitos e esse evento serve para atestar a universalidade do Espírito Santo.

Para ele o dom existe mas o fenômeno em Atos não é de falar em línguas estranhas ou dos anjos que o apóstolo Paulo fala na carta aos coríntios. Segundo ele, o fenômeno descrito em Atos são idiomas humanos, e usados para a pregação do Evangelho.

Segundo Kivitz, os dons são diversos e nem todos tem o dom das línguas. Ele na época de sua mensagem, por exemplo, revela que não teve ainda a experiência, mas confessa que tem o desejo de ter, não sentindo obrigação em ter. Ele nega ainda que a falta dessa experiência não significa que não tenha recebido o batismo do Espírito Santo.

Para o líder presbiteriano, o Rev. Augustus Nicodemus, com o fenômeno da descida do Espírito Santo descrito em Atos, as línguas mencionadas se tratavam de idiomas humanos. Segundo ele, em 1 Coríntios, Paulo não está dizendo que Paulo fala a língua dos anjos, e que a carta assim não prova que as pessoas possam falar em todas as línguas dos homens e dos anjos.

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Já Marco Feliciano, pastor pentecostal que ora em línguas, fala desse dom em sua mensagem Línguas de Fogo como “nosso legado pentecostal”. Ele cita também a carta aos Coríntios, para explicar sobre o dom, e afirma que aquele que ora em espírito não ora aos homens, mas ora a Deus, “porque somente Ele entende”. Segundo ele, a própria pessoa que ora não sabe o que está orando, porque não é ela mas sim o espírito.

“Aquele que ora fala das necessidades do seu espírito, as necessidades da sua alma.”

O apologista Johnny Bernardo, fundador do Instituto de Pesquisas Religiosas (INPR) menciona que as línguas de Atos 2 e da carta de Paulo se referem ao dom espiritual de línguas. Ele, que vem deigreja pentecostal, afirma que as “as línguas, concedidas pelo Espírito Santo, são desconhecidas de quem fala e por quem as ouve”. No entanto, ele diz, não se trata de articulações irracionais, que produzem sons estranhos, nem tão pouco de “ruídos”, “grunhidos”, “gritos” e “ecos desconexos”.

“Os dons espirituais formam a base do crescimento espiritual e capacita o crente para o serviço. O dom de línguas, apresentado nas Escrituras, faz parte dos chamados ‘Dons de Inspiração’”, disse ele ao The Christian Post.

“O fato dos discípulos, no dia de Pentecostes, terem falado línguas dos estrangeiros que estavam em Jerusalém, não quer dizer que as línguas estranhas sejam outros idiomas. Naquele dia, falaram independentemente da aprendizagem intelectual; havia idiomas extremamente difíceis para se aprender instantaneamente. O Espírito Santo usou aquelas línguas estranhas especificamente, para que os povos ouvissem em seus próprios idiomas ‘as grandezas de Deus’ (Atos 2. 7,8 e11)”.

Portanto, além de Atos 2, outras referências bíblicas ao dom de línguas são as que estão presentes principalmente nas epístolas paulinas e referem-se a uma comunicação entre o crente e Deus, de acordo com o apologista. Ele explica que há dois aspectos do dom de línguas e/ou línguas estranhas explicados em I Coríntios 14. 2,13:

“(1) ‘não fala aos homens, mas a Deus, porque ninguém o entende’. (v.2) Com base neste trecho, fica claro que as línguas estranhas não são idiomas conhecidos dos homens, porque, conforme declara Paulo, ninguém entende”.

“(2) ‘Pelo o que, o que fala língua estranha, ore para que a possa interpretar.’ (v.13) Paulo adverte quanto ao uso indisciplinado das línguas estranhas. Segundo o apóstolo, o padrão correto deveria ser o falar em língua estranha seguida de interpretação. Tomando como base a declaração paulina, o dom de língua deve ser usado com objetivo de ‘edificação.’ Infelizmente, em boa parte das igrejas evangélicas, tal dom tem sido usado de maneira incorreta, por crentes com pouco ou nenhum conhecimento das Escrituras”.