Ministério Atalaias de Fé
O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. (Romanos 12:9,10).
Muito se fala sobre amor, muito se divulga e apregoa, apesar da grande carência, e é exatamente por falta de amor, por desrespeitarem a Palavra de Deus, por não darem importância a este mandamento é que existem tantos males, tantas pessoas sofrendo e fazendo sofrer. Gostamos de encher a boca e dizer que amamos a Deus, que amamos a Jesus, cantamos isto, só que é mentira, pois odiamos, ou na pior da hipótese não conseguimos amar. Nos julgamos superiores aos mendigos, ao enfermo, ao bandido, escolhemos a quem devemos amar, e não amamos como deveriamos. Esquemos que todos são criaturas e imagem e semelhança de Deus, falamos que amamos a Deus que não vemos, e não amamos a quem vemos. “Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor; alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração.”(Romanos 12:11,12). Não podemos ser lentos em aplicar a Palavra de Deus no nosso cotidiano, devemos esmurrar a nossa vontade, a nossa carne, devemos não reclamar se estamos em lutas tribulações, se alguém nos fez mal, devemos sempre e em todo tempo orar, interceder, clamar por ela e por nós, clamar sempre ao Senhor.
“Comunicai com os santos nas suas necessidades, segui a hospitalidade; abençoai aos que vos perseguem; abençoai e não amaldiçoais.” (Romanos 12:13,14). Se temos problemas, necessidades devemos procurar os nossos irmãos em cristo e expo-los e pedirmos socorro, orientação, não podemos ter vergonha ou timidez pois isto é arma do inimigo. Devemos expor as nossas necessidades sabendo que como homens e mulheres de Deus não poderão negar socorro; se alguém nos trata mal, nos perseguem em casa, no trabalho, no bairro, em qualquer lugar com mentiras, invejas, discutindo , provocando, não importa qual seja a perseguição; devemos orar, clamar ao Senhor pela vida Dela, e jamais, em nenhuma situação podemos amaldiçoar ninguém, pois estaríamos amaldiçoando um filho, ou filha, de Deus a imagem do Senhor.“Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram.” (Romanos 12:15). Temos que aprender a sentir prazer pela vitórias dos outros, mesmo que seja alguém que se coloque como nosso inimigo, de igual modo devemos entristecer, chorarmos com os que sofrem; não podemos jamais esquecer que todos somos filhos do mesmo Pai, e mesmo que não queremos é mandamento de Deus amar ao próximo como a nós mesmos.
“Sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios em vós mesmos.”(Romanos 12:16). Se existisse uma unanimidade sobre o amor já não teríamos necessidade de irmos ao paraíso, pois ele seria aqui; mas devemos sempre procurar nos unirmos no mesmo amor fraterno, no mesmo corpo não desprezando a ninguém, nem desejando nada superior para nos exaltarmos sobre alguém, ou nos colocar em posição de sobrepor quem quer que seja,

o presente momento. Muitos teóricos criticam o modelo vigente dizendo que vivemos em uma era pós-cristã, que a igreja como a tínhamos não mais atraí as pessoas e que agora comunidades sem bandeira denominacional fazem parte do cardápio do momento. No entanto essas comunidades diferenciadas seguem os mesmos modelos só que travestidos de modernidade. Acham que se não houve pastor e sim um líder leigo tudo será diferente. Tentam abolir o dízimo e creem que somente a Ceia do Senhor deve ser mantida como sacramento ou ordenança. Isso tudo evidencia que algo precisar ser mudado e rápido. Tenho visto muita discussão se as mudanças passariam por uma reforma na igreja ou por um viés de reavivamento. As argumentações mais tendentes entre os cristãos tradicionais caminham pela via da reforma seguindo um dos grandes motes da Reforma do século XVI “Ecclesia reformata et semper reformanda est”, Igreja Reformada Sempre se Reformando. Pelo lado pentecostal ou avivado o mote de décadas é avivamento sempre ou busca pelo poder do Espírito Santo. Aí ficamos em um dilema sem solução. O lado tradicional querendo uma volta ao cristianismo primitivo e os pentecostais querendo a mesma coisa só que através de reavivamento.