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A CAMÔRRA DE CIMA ……

"Somente os líderes corruptos e ineptos servem a MAÇONARIA E A ISRAEL”

“Para se candidatarem e conduzirem os destinos do país como FANTOCHES nas mãos do KAHAL ou do

GOVERNO MUNDIAL INVISÍVEL”

Miquéias 3 – 1 ao 7

1 E DISSE eu: Ouvi, peço-vos, ó chefes de Jacó, e vós, príncipes da casa de Israel; não é a vós que pertence saber o juízo?
2 A vós que odiais o bem, e amais o mal, que arrancais a pele de cima deles, e a carne de cima dos seus ossos.
3 E que comeis a carne do meu povo, e lhes arrancais a pele, e lhes esmiuçais os ossos, e os repartis como para a panela e como carne dentro do caldeirão.
4 Então clamarão ao SENHOR, mas não os ouvirá; antes esconderá deles a sua face naquele tempo, visto que eles fizeram mal nas suas obras.
5 Assim diz o SENHOR acerca dos profetas que fazem errar o meu povo, que mordem com os seus dentes, e clamam paz; mas contra aquele que nada lhes dá na boca preparam guerra.
6 Portanto, se vos fará noite sem visão, e tereis trevas sem adivinhação, e pôr-se-á o sol sobre os profetas, e o dia sobre eles se enegrecerá.
7 E os videntes se envergonharão, e os adivinhadores se confundirão; sim, todos eles cobrirão os seus lábios, porque não haverá resposta de Deus.
                     Miquéias 7 – 1 ao 12
1 AI de mim! porque estou feito como as colheitas de frutas do verão, como os rabiscos da vindima; não há cacho de uvas para comer, nem figos temporãos que a minha alma deseja.
2 Já pereceu da terra o homem piedoso, e não há entre os homens um que seja justo; todos armam ciladas para sangue; cada um caça a seu irmão com a rede,
3 As suas mãos fazem diligentemente o mal; assim demanda o príncipe, e o juiz julga pela recompensa, e o grande fala da corrupção da sua alma, e assim todos eles tecem o mal.
4 O melhor deles é como um espinho; o mais reto é pior do que a sebe de espinhos; veio o dia dos teus vigias, veio o dia da tua punição; agora será a sua confusão.
5 Não creiais no amigo, nem confieis no vosso guia; daquela que repousa no teu seio, guarda as portas da tua boca.
6 Porque o filho despreza ao pai, a filha se levanta contra sua mãe, a nora contra sua sogra, os inimigos do homem são os da sua própria casa.
7 Eu, porém, olharei para o SENHOR; esperarei no Deus da minha salvação; o meu Deus me ouvirá.
8 Ó inimiga minha, não te alegres a meu respeito; ainda que eu tenha caído, levantar-me-ei; se morar nas trevas, o SENHOR será a minha luz.
9 Sofrerei a ira do SENHOR, porque pequei contra ele, até que julgue a minha causa, e execute o meu direito; ele me tirará para a luz, e eu verei a sua justiça.
10  E a minha inimiga verá isso, e cobri-la-á a vergonha, que me diz: Onde está o SENHOR teu Deus? Os meus olhos a contemplarão; agora será ela pisada como a lama das ruas.
11  No dia em que reedificar os teus muros, nesse dia estará longe e dilatado o estatuto.
12  Naquele dia virá a ti, desde a Assíria e das cidades fortificadas, e das cidades fortificadas até ao rio, e do mar até ao mar, e da montanha até à montanha.
Os Homens que governam, politizam, e administram são verdadeiros títeres nas mãos da FORÇA OCULTA. Por isso, certos homens não caem nunca, derrubados hoje pela conveniência do momento, são reabilitados amanhã pela imprensa obediente ao poder ignorado e novamente guindados as posições. O povo Brasileiro vê todos esses Médicos, Engenheiros, e Bacharéis e doutores da BUCHA OU MAÇONARIA OU SATANISTAS e suas congêneres, não as vê, porém, e elas tudo manobram……
A CAMÔRRA DE CIMA tem dominado o país da seguinte maneira: A soberania nacional reside no "SENADO e na CÂMARA". Ora, a associação secreta introduz nos locais os números de BUCHEIROS, MAÇONS, SATANISTAS para sugestionar os outros, dominando-os e dirigindo-os.
Em pesquisa descobrimos uma confissão do Irmão SR. BLATIN, Deputado em 1888:
" ORGANIZAMOS NO SEIO DO PARLAMENTO UM VERDADEIRO SINDICATO DE MAÇONS E JÁ ME ACONTECEU, NÃO DESTA VEZ, MAIS CEM VEZES, OBTER INTERVENÇÕES VERDADEIRAMENTE EFICAZES JUNTO AOS PODERES PÚBLICOS."
A camôrra invade também a justiça e é este o triste quadro. Quando se tem um processo contra o Estado, contra uma autoridade arbitraria, contra um membro da Bucha ou Maçonaria, é um juiz Bucheiro ou Maçônico que vai julgar.
O público ignora a existência dessa COMPARSARIA SECRETA. O interessado no pleito não pode saber que o MAGISTRADO veio de uma FACULDADE onde se escravizou ao poder oculto que o encarreirou e o protege.
Que garantia pode ter o Povo Brasileiro contra essa monstruosa CAMÔRRA???? Sua mão oculta está em todas as intrigas, conchavos e revoluções. A invisível mão, a do poder oculto….. e por aí eles resolvem nos matar, engessar e fazer de nós os próprios artífices da nossa ruína…… Nossas almas, privadas do antigo ideal, se abaixam para o solo.
Infelizmente vivemos em um universo em que as fábulas, as mentiras e as calúnias têm sido a ferramenta de trabalho de inescrupulosos mercantilistas. O mais Sábio de todos os sábios conhecidos pela humanidade revelou a fórmula secreta:
"E CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ (JOÃO 8.32), PALAVRAS DO SENHOR JESUS CRISTO!!!!
“A CAMORRA DE CIMA”
Toda evolução política do Brasil vem há muito tempo sendo controlada e impulsionada por uma Associação Secreta que hoje ameaça novamente sugjulgar o povo brasileiro, suicando todo o anseio de liberdade das massas.
Esta Associação, fundada nos moldes da já existente desde 1815, na Alemanha, aqui foi criada pelo exilado político Julius Frank, fugido da Alemanha e perseguido por suas idéias sociais Marxistas, amigo de Carlos Marx, é o seu túmulo venearado na Fraculdade de Dreito de São Paulo, pois foi nesse meio que ele escolheu para estabelecê-la, como uma associação de estudantes. É a cópia fiel da Associação Alemã. Até o nome foi conservado. Por ele vê-se perfeitamente a sua finalidade: BRUSCHENSCHAFT, que quer dizer CONFRARIA DE CAMARADAS. Camaradas foi sempre a designação usada pelos adeptos do comunismo. A sua estrutura é a mesma da Associação alemã: Conta três gáus: Catecumenos, Crentes e Apóstolos, dos quais são eleitos três para a sua suprema direção, que é vitalícia.
Os estudantes são selecionados nos seus dois primeiros anos de curso iniciado geralmente no terceiro ano. É uma sociedade rigorosamente secreta. O estudante escolhido para fazer parte da confraria é convidado para assistir a sua festa por dois ou três colegas, e a vir trajado a rigor. No dia determinado os colegas vão buscá-lo e aí tomam o compromisso sagrado pelo qual respondem com a vida, se por ventura fale sequer sobre o que lhe vai ser revelado. Mesmo que, uma vez exposto os seus fins, dela não queria ser parte.
Os fins aparentes são resumidos na sua fórmula fundamental de abertura das seções: FÉ – ESPERANÇA – CARIDADE.
FÉ, na ciência e a divulgação; fé na socieade para a qual pelo resto da vida estará ligado, sob terríveis juramentos; fé na sua proteção, pois terão para consquista de posições todas as facilidades.
ESPERANÇA, em serem sempre os senhores deste maravilhoso tonel e desta enorme população de ignorantes, onde eles são a verdadeira aristocracia.
CARIDADE, auxílio mútuo, em todas as emergências da vida, ao camarada.
Com o correr do tempo, simplificou-se o nme da confraria e ficou conhecida pelo nome de “BUCHA”
A “BUCHA” dirigia os estudantes através do Centro XI de Agosto. Todos os seus presidentes foram bucheiros, pertencentes ao apostolado e ao conselho dos doze, até que oposição acadêmica conseguiu vender a “BUCHA”, elegendo a direito do Centro para 1926 e trazendo para o domínio público o conhecimento da existênci dessa terrível camorra.
Tem ela em ela em suas mãos todos os altos poderes do Estado.
A ela devemos algumas campanhas na evolução política do Brasil, até 1922; assim a palavra de ordem foi dada para a campnaha abolicionista, para a proclamação da República, para o serviço militar obrigatório.
Quando se fundou o Centro Acabdêmico compunham a suprema direção da “BUCHA” os senhores: Pedro Lessa, Frederico Vergueiro Steidel, e Raphael Smapio, todos catedráticos da Faculdade; era chefe supremo o sr. Pedro Lessa. Por morte deste assumiu a direção o sr. Steidel.
Com a extraordinária expansão do país, achou Vergueiro Steidel conveniente fazer a explansão da “BUCHA”, estabelecendo-a em outras Escolas Superiores. Assim, propagou-se para a Esocla Politécnica e Faculdade de Medicina de São Paulo.
Foi ela quem fechou a Universidade de São Paulo.
Parte dela a oposição movida contra os engenheiros do Mackenzie College que encontram todos os entraves possíveis para venderem na vida. Vem cuminar esta oposição com o recente decreto do Governo Provisóiro invalidando diploma de engenheiro fornecido por esta escola.
Resolveu também Vergueiro Steidel criar um corpo externo que combatesse pleo programa da “BUCHA”. Fundou-se então a Liga Nacionalista propagando o voto secreto.
Já os anseios do povo brasilerio eram fortes para a sua libertação política e social: a “B UCHA”, com a fundação da Liga Nacionalista e Campnha do Voto Secreto, lançava uma máscara ao povo, tapenado-o na sua revolta contra os dominadores. Era o voto secreto para a Liga Nacionaista, a panacéia que haviera de regenerar as imoralidades administrativas e políticas, quase todas praticadas por membros da camorra.
O polvo bucheiro dominava discrecionariamente o Brasil todo. Tal o seu poder que o Barão do Rio Branco, homem de maior veneração dos brasileiros no período republicano, teve de vir a São Paulo responder perante a “BUCHA” por ter inconscientemente conversado sobre ela com um amigo que julgou ser também da confraria. Isto em 1905;
O grande Pinheiro Machado, pagou com a vida o ter-se oposto ás ordens da “BUCHA”. Foi por esta assassinado. Manso Paiva não foi mais que instrumento inconsciente.
O ridículo e o oprobio cobriram o Marechal Hermes da Fonseca: era um Presidente não bucheiro. Teve que suportar todo o peso da camorra.
A “BUCHA” mata quem se lhe opõe ou divulga o seu conhecimento!
Moacyr Pisa quis enfretá-la e foi por ela morto. Seu irmão silenciou por conveniência política.
Quando algum profado alegava imprevistamente ter conhecimento da “Bucha”, era forçado a calar-se ou ser iniciado, dizendo-se, então, na gíria bucheira, que tinha entrado pela janela. Foi o que aconteceu ao atual chefe de polícia, Thyrson Martins, que, quando ofi pela primera vez chefe de polícia em São Paulo, teve ciência, por seus inspetores de que havia reuniões secretas na rua da Liberdade; estávamos já em pleno período de intranquilidade. Abava de realizar-se a greve dos operários do Bras e da Moóca, greve que foi sufocada a metralhadora. Era presidente do Estado do bspo civil de São Paulo, Altino Arantes, representante do cleo junto a “BUCHA”.
Thyrson Martins, homem corajoso, quis pessoalmente dirigir a diligência. Dado o cerco a casa, ele em pessoa fez abrir a porta em nome da polícia e qual não foi o seu espanto, quando lhe apareceu o secretário da justiça, o estão Elou Chaves, encasacado e também o beatífico queixo do sr. Altino Arantes, presidente do Estado.
Caira o Sr. Thyrson Martins em cheio na “BUCHA”. Resultado: entrou pela janela, sendo iniciado nessa mesma noite; depois de ter dispensado os seus inspetores. A grei estava toda reunida: Steidel, Rapahel Sampai, Reynaldo Porchat. Quem deu as boas vindas ao neófito, foi o orador oficial da “BUCHA” na época, o dr. Lino Moreira, genro do atual interventor de São Paulo, Pedro de Toledo. Vejam bem por aí a missão de Pedro de Toledo em São Paulo. Como bom bucheiro restabeleceu o domínio absoluto da “BUCHA”.
É hoje o sr. Thyrson Martins um dos seus apóstolos. Os anseios de liberdade do povo são sempre abafados pela camorra e de uma maneira magistral.
Fazem com que as oposições sejam chefiadas pelos bucheiros; assim o povo, na sua ignorância, julga ter chefes quando não tem mais do que traídores. A campanha da Liga Nacionalista pelo voto secreto é o princípio de tomada de posições para desviar os anseios do povo.
Chegamos em pleno regime revolucionário. Temos a revlução de 1924 em São Paulo. parece como um de seus chefes civis o Dr. José Carlos de Macedo Soares, influenciando e anulando o bravo e generoso general Izidoro Dias Lopes. Para valizarmos a hiporcrisia deste bucheiro graduado, ex-presidente do Centro Acadêmico, basta notarmos que, sendo ele chefe civil de uma revolução, foi quem escondeu em sua cas Sylvio de Campos e irmandade. Foi desde então o fiscal destacado pela Câmara conta Izidoro e vemos como, depois de 1930, consegue anular a ação do general Izidoro, incotestavelmente um dos ídolos de São Paulo. Acabada a obra de destuição de Izidoro; ei-lo gozando as delícias de uma embaixada. “
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   O desavisado que perambular pelo térreo da Faculdade de Direito da USP, no Largo de São Francisco, centro de São Paulo, por certo estranhará um obelisco plantado em meio ao mais ermo e silencioso de seus pátios. Curioso, notará as alegorias funerárias: tochas em cantaria e demais elementos em bronze, como a placa em latim anunciando que, sob aquelas pedras centenárias, encontra-se enterrado o corpo de um professor, morto de pneumonia em 1841. Júlio Frank, nascido em 1808 — e não em 1809, como consta no túmulo —, seria o criador da
Burschenschaft Paulista, também conhecida como Bucha, ou simplesmente B. P., uma organização formada por estudantes da velha São Francisco. Nascida como uma maçonaria estudantil cujos membros, com o tempo, vieram a ocupar postos-chave no governo, a Bucha passou a atuar fortemente na política brasileira até a queda, em 1930, de Washington Luís (1869-1957), o último presidente bucheiro do Brasil, ao menos que se saiba…
Júlio Frank era um estudante universitário alemão que veio fugido para o Brasil. Envolvera-se em brigas e dívidas durante seu curso na Universidade de Göttingen. Chegou ao Rio de Janeiro em 1831, logo após a abdicação de d. Pedro I. Em 14 de julho partiu para São Paulo. Estabeleceu-se, inicialmente, na colônia alemã da Real Fábrica de Ferro São João do Ipanema, atual Iperó, de onde seguiu para Sorocaba. De caixeiro, passou a dar aulas particulares aos jovens que queriam prestar concurso para o Curso Anexo da Academia de Direito de São Paulo, espécie de preparatório para a faculdade. Protegido pelo influente político liberal sorocabano Rafael Tobias de Aguiar (1795-1857), mudou-se para São Paulo. Deu aulas em repúblicas estudantis até ser contratado em 1834 pelo próprio protetor, presidente da Província, como professor de História e Geografia no Curso Anexo.
O contato diário com os alunos influenciou a formação da sociedade secreta estudantil Burschenschaft (Sociedade de Camaradas). Embasada em ideais liberais e antiabsolutistas, com os quais Frank teve contato no seu tempo de estudante, a Bucha, inicialmente, auxiliava estudantes sem recursos, mas com potencial e vontade de estudar, de modo velado, sem que se soubesse quem eram seus protetores. Com o passar do tempo, a organização extrapolou as arcadas do velho convento franciscano: conforme iam se formando, granjeando cargos importantes, os ex-alunos buscavam colocações para os que estavam terminando o curso. O ideal inicial também foi sendo modificado: no início, a organização era liberal, abolicionista e republicana; porém, arrefecendo-se os ardores juvenis e conforme seus integrantes eram absorvidos pela burocracia governamental, passou a contar com membros conservadores, escravocratas e monarquistas.
Os discípulos de Frank criaram uma estrutura dividida em graus e assim organizaram a Bucha dentro e fora da São Francisco: na faculdade, ela era constituída por Catecúmenos, Crentes e Doze Apóstolos; fora, por Chefes Supremos e o Conselho dos Divinos. Seus membros eram escolhidos entre os estudantes que se destacassem por sua firmeza de caráter, espírito filantrópico, amor à liberdade e aos estudos.
Durante a República Velha, acredita-se, não havia ministro, juiz, ou mesmo candidato à presidência da República, que tomasse posse, ou fosse indicado, sem prévia deliberação pelo Conselho dos Divinos.
O líder estudantil da Bucha era o chaveiro, um estudante do quinto ano. Próximo ao final do período letivo, uma velha chave era pendurada, a cada dia, em um pilar das Arcadas. No último, acontecia uma grande festa, que durante a República Velha contava com a presença do presidente da República, do presidente da Província, do prefeito, de ministros e juízes do Supremo. O jornal O Estado de São Paulo, cujo diretor, Júlio Mesquita Filho (1892-1962), foi um chaveiro, dava ampla cobertura. A banda da polícia tocava, havia banquete, e nessa ocasião a chave era passada do estudante que estava se formando para um do quarto ano.
A história da faculdade revela que mais de um estudante, por diversos motivos, ao não conseguir completar seus exames, transferia-se para a faculdade de Recife — também criada pela lei de 1827 e trazida de Olinda. Para lá teriam levado os princípios da Bucha, influenciando a criação da Tugendbund (União e Virtude).
Durante algum tempo, no subsolo do prédio construído para ser a sede do Liceu de Artes e Ofícios, onde hoje está a Pinacoteca do Estado, foram realizadas reuniões da Bucha, onde políticos de influência nacional prestavam-se aos rituais românticos da sociedade das Arcadas. Conta-se que durante a 1ª Guerra um delegado, vendo a estranha movimentação no Jardim da Luz, e pensando tratar-se de espiões alemães, invadiu uma reunião, dando voz de prisão a um grupo fantasiado. A ordem foi rapidamente revogada pelo próprio presidente da Província, um dos presentes a essa reunião da Bucha, juntamente com o prefeito. O delegado foi iniciado como bucheiro para preservar o segredo da instituição.
Os bucheiros atuaram na criação da Liga Nacionalista, inspirada nos ideais do poeta Olavo Bilac (1865-1918). A Liga, entre outras coisas, pregava a melhoria e a ampliação da instrução pública no Brasil. Fundada em 1917 pelo professor Vergueiro Steidel (1867-1926), da São Francisco, e tendo como presidente honorário o “Príncipe dos Poetas”, a Liga colaborou ativamente, até mais que o próprio governo, durante a catastrófica passagem de Washington Luís pela prefeitura paulistana. O período ficou conhecido como os cinco gg: Gripe, Guerra, Greve, Geada e Gafanhoto.
A Liga ajudou a montar hospitais e cuidar das viúvas e órfãos durante a epidemia da Gripe Espanhola. A Liga Nacionalista, braço da Bucha perante a sociedade paulista e brasileira, aglutinou na sua direção membros da Faculdade de Medicina e da Politécnica. Estas possuíam também suas próprias organizações estudantis, coirmãs da Bucha: a Jungendschaft (União da Mocidade), na Medicina, e a Landmanschaft (sociedade das pessoas de um mesmo campo), na Politécnica.
A decadência da Bucha começou com a ordem do presidente Arthur Bernardes (1875-1955) de proibir o funcionamento da Liga Nacionalista, após a revolução tenentista de 1924 em São Paulo. Tanto a Liga quanto a Bucha, aliadas à Associação Comercial de São Paulo, chefiada então pelo ex-chaveiro José Carlos Macedo Soares (1883-1968), tiveram importante papel na proteção do povo e na tentativa de abastecimento da capital durante o cerco das tropas legalistas, e foram punidas por isso. Outro fator que causou a decadência da Bucha foi a distorção dos seus valores iniciais. Dentro das Arcadas, com a criação do Centro Acadêmico XI de Agosto, uma instituição forte, com dotação própria, a benemerência da Bucha transformou-se em moeda de troca: quem votasse na chapa de membros bucheiros para a diretoria do grêmio receberia boas indicações e facilidades para sua vida profissional extramuros; quem não apoiasse a chapa estaria fora dos conchavos políticos. Isso causou indignação de uma facção de alunos, que passaram a combater a Bucha dentro do local de seu nascimento. O Partido Republicano Paulista, órgão político dominado pelos bucheiros, rachou em 1926 com a criação do Partido Democrático Paulista, formado em grande parte por ex-integrantes da Liga Nacionalista, que se colocariam ao lado da Aliança Liberal contra o PRP, em 1930.
A importância dos membros da Bucha na política, na diplomacia e no direito pode ser resumida em uma história. Quando a polícia política do Estado Novo invadiu a Faculdade de Direito, apreendeu documentos da Bucha e os enviou a Getúlio Vargas (1882-1954). Este, ao tomar conhecimento das pessoas envolvidas, teria resolvido deixar a questão de lado: não seria possível governar o Brasil sem eles. Outro político famoso, Carlos Lacerda (1914-1977), ao ter acesso a documentos da Bucha, afirmou, a respeito da história dessa sociedade, que “ou se tem o mínimo de documentação, ou não adianta contar, porque vão pensar que é um romance”.
Carlos Martins

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Os críticos e os criticados nas igrejas evangélicas: quem nos salvará?

 

Uma mensagem para os evangélicos em suas crises

Julio Severo

Eu estava ouvindo a pregação de um pastor pentecostal contra os pregadores da prosperidade. As palavras dele, cheias de emoção e indignação, estavam corretíssimas, denunciando “servos de Deus” vivendo no luxo, com carrões, aviões, helicópteros, mansões, etc.

Fui tentado a me perguntar: o pai desse pastor, no passado um famoso televangelista da Assembleia de Deus, virou manchete por um escândalo onde foi flagrado com uma prostituta. Mas meu pensamento foi logo vencido pela lógica cristã de que os filhos não devem pagar pelos pecados dos pais — sem mencionar que a graça de Deus abunda muito mais do que o pecado.

Mas, poucas horas depois, me chegaram informações de que o pastor pentecostal se divorciou duas vezes… Crítico e criticados em barcos furados.

Outro pregador, outrora um ícone da Igreja Presbiteriana do Brasil, ataca tradicionais, pentecostais e neopentecostais, e tem um histórico ainda mais bizarro: traiu a esposa, depois traiu a secretária-amante e mais tarde casou com uma “pastora”. Como amante do PT, ele acabou se envolvendo em grandes escândalos políticos e financeiros. Mesmo assim, ele é um grande criticador — e até eu sou um de seus criticados.

Que mundo louco, não?

Se ficamos então decepcionados com as igrejas pentecostais e neopentecostais, podemos então pensar que a solução é as igrejas tradicionais. Mas aí vem outro problema pós-moderno: as igrejas tradicionais estão correndo como manadas de vacas loucas para apriscos politicamente corretos, onde as ovelhas podem pastar sob a liderança de pastoras lésbicas que se aliam a bruxas!

Grandes denominações evangélicas dos EUA e Europa estão nesses pastos há algum tempo, e se você visitar uma dessas igrejas não estranhe se o pastor gay apresentar seu “marido”.

Aparentemente, as igrejas tradicionais do Brasil ainda não estão nos novos pastos de suas igrejas-mães dos EUA e Europa, mas algumas denominações timidamente ensaiam passos nessa direção. É uma questão de tempo.

O que o pastor pentecostal divorciado duas vezes faz, denunciando a extravagância de pastores neopentecostais, está certo. Mas sua vida está errada.

Da mesma forma, os frequentes ataques de certo blogueiro evangélico tradicional aos neopentecostais não estão totalmente sem razão (por incrível que pareça, ele consegue acertar dez por cento ou menos),embora ele mesmo esteja envolvido em vigarices e tenha uma vida sexual suspeita — além de ser fã de um dos maiores vigaristas evangélicos do Brasil. Outro famoso criticador de neopentecostais, igualmente fã do vigarista evangélico, tenta esconder sua homossexualidade, mas sua paixão por Philip Yancey sugere que ele pode estar preparando o público evangélico para uma triunfante saída evangélica do armário. Um adora o deboche, o outro a malícia. E ambos adoram a mentira.

Quando um famoso televangelista brasileiro apresentou em seu programa de TV pastores americanos pedindo muito dinheiro, ninguém foi obrigado a dar. Eu não dei. Muitos o criticaram, inclusive o blogueiro vigarista e o evangélico homossexual enrustido. E quando em seguida a essa petição de dinheiro, o televangelista comprou um jatinho, as criticas se tornaram “onipresentes” na rádio, televisão, jornais, revistas, blogs, sites, etc.

Contudo, até agora não vi evangélicos usando seus espaços em rádio, televisão, jornais, revistas, blogs e sites para denunciar o maior Ladrão do Brasil. O governo federal, com sua política abusiva de impostos, não precisa chamar americanos para pedir uma oferta de 900 reais. O governo tem roubado literalmente bilhões da população do Brasil, e os ladrões estatais têm investido não só em jatinhos e jatões, mas têm também engordado organizações que estão trabalhando ativamente para destruir as famílias do Brasil, sem que o blogueiro vigarista e o evangélico homossexual enrustido deem um pio de contrariedade.

Os “onipresentes” críticos do televangelista brasileiro também fazem vista grossa ao maior Ladrão do Brasil.

Com esse panorama desanimador, onde críticos e criticados estão em barcos furados, o que fazer?

Um homem jovem, convertido há dois anos, me perguntou o que eu achava das “igrejas caseiras”. Com tanto escândalos nas igrejas tradicionais, pentecostais e neopentecostais, muitos estão recorrendo a igrejas nos lares, achando que essa é a única salvação.

Minha resposta a ele foi:

O problema é o homem. Onde há o homem, há pecado. Daí, qualquer lugar onde há o homem, seja numa igreja grande ou numa reunião caseira, há propensão ao pecado e ao escândalo. Há alguns grupos caseiros que são heréticos. Outros julgam que a heresia está somente nas igrejas e que esses grupos caseiros são a salvação. Eu creio que Jesus Cristo é a única salvação.

Claro que, mesmo indo a uma igreja grande ou pequena, nada deve nos impedir de ter “reuniões caseiras”, isto é, independente dos cultos de domingo, é saudável termos reuniões em nossos lares, para ensinar nossos filhos, louvar a Deus, orar, ler um trecho da Palavra de Deus, etc.

A maioria dos cristãos conseguiria fazer esse tipo de reunião em seus lares, se conseguisse dar o horário nobre para Jesus, não para a telinha…

Então, até mesmo dentro dos nossos lares, enfrentamos desafios, onde muitas vezes deixamos que nosso precioso tempo, que deveria ser dado a Deus, seja desperdiçado em banalidades como a novelinha da Globo. A glória de Deus, que poderia ser experimentada na oração e leitura da Palavra de Deus no ambiente do próprio lar, é trocada por “gloriosas” cenas de nudez e sexo, divórcio, traições, etc.

Onde há ser humano — seja na igreja grande, pequena, na igreja caseira, ou mesmo em nossos lares —, há pecado. Quem poderá nos livrar? Jesus! Ele pode nos salvar dos nossos pecados, dos pecados dos nossos lares, das igrejas tradicionais, das igrejas pentecostais e das neopentecostais.

Se amamos a Jesus, devemos segui-Lo. Se amamos a Jesus, devemos colocar a Palavra dEle acima da nossa palavra e acima da palavra dos pastores, sejam tradicionais, pentecostais e neopentecostais. Do contrário, enfrentaremos ruína.

Minha esposa me conta que a igreja luterana onde ela nasceu, foi batizada e criada ensinava frequentemente contra as manifestações dos dons do Espírito Santo hoje como se fossem meros produtos fabricados pelas igrejas pentecostais ou exclusivamente para as igrejas pentecostais, de forma que os membros estavam vacinados contra a influência “pentecostal”. Mas, ao se deparar com enfermidades ou outros problemas graves, vários membros passaram para o espiritismo em busca de ajuda “sobrenatural”, porque o pastor não costumava pregar contra os perigos do espiritismo. Sua preocupação era o “pentecostalismo”.

Se tivessem medido a palavra do pastor com a Palavra de Deus saberiam que as manifestações sobrenaturais de Deus não pertencem aos pentecostais, que apenas se abrem (ou se abriam) para o que Deus dá, e não precisariam recorrer ao espiritismo.

Portanto, não deixe de ir à igreja, mas tenha a consciência de que você é fraco e também o pastor. Tanto você quanto o pastor precisam de salvação. Tenha a consciência de que, por melhor que seja a igreja ou pastor, nenhum deles salva. Nenhuma igreja salva. Só Jesus Cristo salva, resgata e nos liberta de nossos pecados.

Se frequentar uma igreja tradicional onde o pastor nega ou ignora que Deus atua sobrenaturalmente hoje, fique com a Palavra de Deus. As igrejas que estão de portas fechadas para o Espírito Santo são hoje as mais escancaradas para a ordenação de pastores gays. Portanto, mantenha a porta da sua vida aberta para o Espírito Santo e sua santificação.

Se frequentar uma igreja pentecostal onde o pastor impõe usos e costumes, especialmente o que a mulher deve ou não usar, fique com a Palavra de Deus. Siga o Espírito, não a carnalidade religiosa.

Nenhum pregador pedinte pode obrigar você a dar nada

Se frequentar uma igreja neopentecostal onde o pastor pede dinheiro sem parar, fique com a Palavra de Deus. Lembre-se: por mais “persuasiva” que seja a pregação, você não é obrigado a dar nada. Se o pastor disser que quem der tudo receberá uma bênção especial, não vá na palavra do pastor. Siga o Espírito Santo e o bom senso.

Por mais radical que seja a igreja que pede dinheiro, tudo o que ela pode fazer é pedir. Nós temos sempre a escolha de decidir dar ou não. E nenhum pastor pode nos obrigar a dar tudo ou pouco.

Pena que não tenhamos essas mesmas escolhas diante do chamado Estado “laico” adorador de homossexualismo, aborto e bruxaria como “cultura” sagrada.

Quando o governo “pede” dez por cento do seu salário, você não tem escolha, pois suas leis de impostos não são opcionais, mas obrigatórias.

Quando o governo “pede” vinte por cento do seu salário, prometendo saúde, educação, etc., você é obrigado a obedecer.

Quando o governo “pede” quarenta por cento do seu salário, você até pode dizer (para você mesmo e sua família) que é roubo, mas você está de mãos atadas, pois com governo está a “lei”, que ele faz do jeito que quiser.

Felizmente, o governo não “pede” dez por cento do seu salário. Se pedisse, seria como igreja pedindo dízimo. (O PT não é igreja, mas “pede” um dízimo de seus filiados!)

Felizmente, o governo hoje já não “pede” vinte por cento do seu salário. “Pedia” assim mais de dois séculos atrás, mas então havia no Brasil um Tiradentes para se revoltar contra esse roubo estatal.

Infelizmente, o governo hoje “pede” quarenta por cento do seu salário! E ai de você se tentar imitar Tiradentes contra o roubo estatal!

Se você não der 40% de seu salário, o governo mostrará que você não tem escolha

Você tem toda liberdade de não dar dinheiro para uma igreja que pede muito dinheiro. Mas, acorde: você não tem liberdade nenhuma de não dar quando o governo lhe “pede” muito dinheiro.

No entanto, você tem a liberdade garantida por Deus de colocar a Palavra de Deus acima do roubo estatal justificado por abusivas leis de impostos, que tiram dos cidadãos muito, muito além do que deveriam. Se até Tiradentes, usando o bom senso, pôde se revoltar contra isso, por que é que nós estamos de braços cruzados e boca fechada? Onde fica nosso bom senso e a Palavra de Deus?

Se um dos Dez Mandamentos diz que Deus proíbe roubar, por que ficamos calados e parados enquanto o governo rouba de todos os cidadãos? Só porque os outros cidadãos, dormindo em berços esplêndidos, não se importam com o sistemático roubo estatal, deveríamos imitar sua apatia? Ou será que imaginamos que Deus deu isenção para roubo somente quando praticado pelo Estado, significando que o governo está livre para fazer qualquer lei de imposto e cobrar o tanto que quiser?

As igrejas que são acusadas de “roubar” dos membros não atingem nem 10 por cento da população, ainda que ninguém nunca tenha sido obrigado a dar nada ali, com ou sem força de lei. Mesmo assim, esse “roubo igrejeiro” desperta a ira de certos cristãos, alguns dos quais são notórios por seu caráter vigarista.

Mas quem se ira contra o “onipresente” roubo estatal? Quem escapa do roubo governamental? Quem se ira contra o destino do nosso dinheiro sistematicamente roubado através de impostos tão absurdamente elevados que teriam deixado Tiradentes com revolta dobrada? As vítimas do governo atingem 100 por cento da população. Ninguém escapa das leis de impostos. Até produtos básicos, comprados por pobres, vem taxado pelo maior Ladrão do Brasil.

Essa, na minha opinião, é a maior luta. Por isso, me esforço para que, com todas as suas fraquezas, igrejas tradicionais, pentecostais e neopentecostais se unam contra o inimigo comum, que está usando o governo para destruir todas as bases morais e éticas da família e da sociedade.

Há uma grande revolução do mal ocorrendo, onde a população cristã, que é maioria no Brasil, está sendo involuntariamente cúmplice, através do seu dinheiro pago em impostos, usados pelo governo para financiar a promoção do aborto, do homossexualismo e de outras perversões ideológicas, inclusive da bruxaria como “cultura” sagrada.

Cruzar os braços e manter a boca fechada diante desse mal é confirmar nossa cumplicidade.

Eu não tenho um programa de TV, mas se tivesse, eu faria exatamente o que tenho feito no meu blog há anos: denunciar para todo o Brasil o mesmo ladrão que Tiradentes já denunciava mais de duzentos anos atrás. Mas se Deus quiser, e outros se unirem nesse propósito, um dia ainda poderemos ter um programa de TV para fazer essas denúncias públicas, quer o maior Ladrão goste ou não.

Não roube: o governo detesta competição

Se podemos sempre dizer “não” para os televangelistas que precisam de nosso dinheiro para comprar mansões, jatinhos e helicópteros, por que não podemos dizer “não” para o governo que usa nosso dinheiro para investir no homossexualismo, aborto e outras perversões?

Se temos o direito de não ter nosso bolso sugado por pastores que pedem muito, façamos também uso de nosso direito de não ter nosso bolso sugado pelo governo que exige muito, muito mais do que lhe é devido.

Fonte: www.juliosevero.com

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AMANDO O PRÓPRIO TRABALHO

Preletor: Robert Tamasy

Foque no que é positivo e digno de louvor e vejo o emprego como sacerdócio

Alguns de nós somos afortunados e temos trabalhos que realmente apreciamos. Porém, de acordo com pesquisas, a grande maioria de homens e mulheres no mundo profissional e empresarial não gosta e até mesmo odeia o trabalho que faz. Na melhor das hipóteses, eles toleram o que têm que fazer todos os dias para ganhar a vida. Você é um deles? 

Você gostaria de dizer com sinceridade, “Amo o meu trabalho”? Como seria começar o dia com a expectativa boa de encontrar oportunidades e desafios no seu ambiente de trabalho e não com medo e ansiedade? “Bom, vou ter que mudar de emprego”, diriam muitos, talvez. Mas recentemente ouvi uma história intrigante que parece indicar que não precisa ser necessária uma mudança de emprego para se ter um trabalho que amamos.

Em uma reunião do Grupo de Apoio a Câncer que compareci (minha esposa é uma sobrevivente de câncer), uma mulher estava contando sobre uma pessoa inspiradora que conheceu quando fazia o tratamento. Ele era manobrista do estacionamento do hospital.

“Aquela mulher era surpreendente”, ela disse. “Ela amava o seu trabalho e amava a cada paciente, que chegava todos os dias para consultas. Nunca deixou de exibir um grande sorriso e tinha uma palavra de ânimo para cada um de nós. Ela me deixou impressionada.Ela estava lá todos os dias, no calor mais abrasador ou frio congelante, concentrada em cumprimentar cada paciente e fazer que seu dia fosse um pouco mais luminoso”.

Como administradora de uma fundação, a mulher que contava essa história pensou consigo mesma: “Este é o tipo de pessoa que precisamos contratar como recepcionista”. E ela ofereceu emprego para a manobrista que, com seu sorriso habitual, educadamente recusou. Ela explicou que não poderia deixar seu emprego, não porque fosse bem remunerada, mas porque em sentido bem real, se tornara seu “emprego dos sonhos”. Ela buscava cada dia pela oportunidade de oferecer uma palavra gentil, dar a alguém o sorriso que necessitava ou fazer brilhar a luz da esperança para quem precisasse desesperadamente dela. Numa palavra, ela via seu emprego como sacerdócio.

E se nós adotássemos a mesma atitude, vendo nossos empregos como sacerdócio – oportunidade para servir e auxiliar outras pessoas e não apenas como fonte de recursos ou forma de preencher o tempo entre os finais de semana? Mas como fazer isso, especialmente se nossas circunstâncias estão longe de ser as ideais? Considere os seguintes conselhos da Bíblia:

Mantenha o foco no que é positivo. Certamente existiam aspectos no trabalho daquela manobrista que não eram perfeitos e ela poderia mudar se quisesse. Mas ao invés disso ela se concentrou nas outras pessoas. “Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas” (Filipenses 4.8).

Lembre-se de Quem você realmente serve. Precisamos ver nosso trabalho como parte de algo maior. Séculos atrás, observando um pedreiro, alguém lhe perguntou se ele não ficava cansado do seu trabalho. “Não”, respondeu o pedreiro, “porque estou construindo uma catedral”. “Escravos, obedeçam em tudo a seus senhores terrenos… Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor… É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo” (Colossenses 3.22-24).