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Catedral da Benção

História da Catedral da Benção

Junho de 1964… Num dos momentos de maior conturbação por que já passou o nosso país, quando o comunismo batia às nossas portas e ameaçava desintegrar a liberdade do povo brasileiro, nascia na cidade de Belo Horizonte a Igreja Tabernáculo Evangélico de Jesus, precisamente no dia 9 de Junho de 1964.

A primeira igreja era fundada na antiga Praça Vaz de Melo, onde hoje é a Rodoviária de BH, já tendo à sua frente o casal de pastores Doriel de Oliveira e Ruth Brunelli de Oliveira.

Uma igreja eminentemente brasileira, sem nenhum vínculo com as tradicionais igrejas evangélicas vindas da Inglaterra, País de Gales, Suécia e Estados Unidos; nascia no reduto da tradicional família mineira, num momento em que estar fora da religião Católica, que se dizia oficial e se imaginava única, era considerado pela grande maioria como um grande e pecaminoso erro.

Não é preciso ter uma imaginação fértil para se considerar as dificuldades porque passou o jovem casal naqueles primeiros dias, dificuldades que se alongaram pelos primeiros meses e se estenderam pelos primeiros anos…

A perseguição demoníaca era constante e até atrás das grades foi parar o Missionário Doriel de Oliveira… As dificuldades, no entanto, eram injeções de ânimo e fortalecido em Cristo o casal perseverava e ganhava apoio de novos convertidos e via crescer a sua igreja, que devido às inúmeras manifestações milagrosas de Jesus, já era conhecida como Casa da Bênção de Deus.

Dentre as muitas mãos amigas que foram estendidas para auxiliar o nascimento e a implantação da obra em BH estão as do Missionário Ivo Silva de Oliveira que já ajudava na construção do primeiro templo na Rua Patrocínio e não media esforços para auxiliar no crescimento da obra na capital mineira.

Chegava 1970 e Brasília se consolidava como verdadeiro polo de desenvolvimento nacional e, por ordem divina, Doriel e Ruth de Oliveira se transferiam para a nova capital.

O Missionário Ivo que permanecia à frente da obra em Belo Horizonte chegou a ser preso pois era o procurador da igreja e do próprio Missionário Doriel… O DOPS que procurava destruir a obra foi para prender o presidente – fundador e não o encontrando levou o procurador em seu lugar.

Ivo que além de religioso era um respeitável empresário da cidade ficou preso e incomunicável por mais de 24 horas, mas até na prisão aproveitou para fazer a obra; pregou para todos os detentos, muitos deles considerados de alta periculosidade e todos se ajoelharam e oraram com ele.

Resultaram dali muitas conversões e Ivo tem, ainda hoje, em seu poder cartas e testemunhos de pessoas que foram abençoadas por esse trabalho.

Os Missionários Doriel e Ruth já estavam na nova capital… Era quase que um começar de novo… Uma igrejinha de madeira na Vila Dimas de Taguatinga marcava o início de uma nova luta do casal que voltava a enfrentar a força dos contrários; força que não conseguia, no entanto, impedir o caminhar de quem seguia no poder de Deus.

Brasília vivia naquela época um clima de total pessimismo, era considerada por muitos uma cidade falida e a grande vontade do povo era a de voltar para suas cidades de origem, principalmente o Rio de Janeiro.

Aquilo, com certeza, não era uma coisa de Deus e o Missionário sabendo disso iniciou uma verdadeira guerra espiritual, orando nas principais praças de Brasília como a dos Três Poderes e Praça da Fonte na área da Torre de TV e também nas Asas Sul e Norte. Essas pregações públicas iam , paralelamente, divulgando e fazendo conhecidos a Casa da Bênção e o seu líder.

Na igrejinha de madeira os fiéis compareciam cada vez em maior número e os milagres se sucediam abundantemente… A peso de muitas lutas, muita oração e jejum Deus ia propiciando as vitórias.

Consegue-se, depois de uma verdadeira batalha, o primeiro dos dois terrenos definitivos do Setor "F" Sul e ali se ergue rapidamente um templo de madeira, que muito rapidamente já se fazia pequeno frente ao crescimento da igreja.

Milagres, muitos milagres, iam acontecendo e iam sepultando as correntes contrárias que ainda teimavam em combater a já literalmente conhecida Casa da Bênção… Vinham pessoas de todos os cantos e lugares, pois já se tornara público que na Casa da Bênção os doentes e os deficientes físicos eram sarados e todo endemoninhado era liberto… As informações que corriam de boca em boca chegaram à imprensa local e acabaram ganhando espaço nacional, como no caso da moça Ieda que espelia agulhas, pregos e pedaços de arames por todo o corpo, sendo focalizados pelo Globo Repórter, pela Revista Manchete e por outras emissoras e publicações.

O templo de madeira já era muito pequeno e em 1980 se inaugurava um templo em alvenaria mas que era chamado sede provisória, pois o sonho era bem maior que aquela realidade e a fé já indicava que se teria que erguer a grande catedral que seria a sede nacional da Casa da Bênção que já se espalhava por todos os recantos do Brasil. O crescimento da obra era tão grande que a sede provisória também se fez pequena, rapidamente, e o sonho de se construir a grande catedral tinha que se transformar em realidade.

1985… O sonho se transformava em realidade e se inaugurava a Catedral da Bênção, a maior igreja do Distrito Federal, com capacidade para cinco mil pessoas sentadas, mas que já mostrava toda a sua grandeza, pois abrigava naquela convenção de inauguração mais de dez mil pessoas.

Hoje, aos 45 anos de existência, se mede a grandiosidade da ITEJ-Casa da Bênção pelo crescimento da obra em todo o Brasil e também no exterior… São mais de 2000 igrejas espalhadas por todos os recantos brasileiros e dezenas de igrejas em outros países, pois já estamos nos Estados Unidos, Argentina, Chile, Ghana, Costa do Marfim, Japão, Inglaterra, Suíça e inúmeros outros países.

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Fé melhora a vida das pessoas no Brasil, diz pesquisa

 

Dados sobre o hábito de consumo brasileiro mostram que os emergentes são mais devotos que a elite e que isso contribui para a melhora de vida

Uma pesquisa sobre o consumo nas classes sociais brasileiras revela que os emergentes são mais devotos que a elite e que a fé dá esperança para que a pessoa procure uma vida melhor e prospere.

O Data Popular, instituto que pesquisa o mercado popular no Brasil, elaborou um estudo sobre os hábitos de consumo nas classes mais baixas e achou relevante coletar os dados sobre o pagamento do dízimo na sociedade brasileira.

O resultado dessa pesquisa revela que 8% da classe AB (com renda maior que 10 salários mínimos) entrega o dízimo, enquanto que na classe C (renda de 4 a 10 s.m.) 18% o fazem e na classe D (entre 2 e 4 s.m) 23% tem o hábito de entregar o dízimo.

De acordo com Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto, isso prova que “os emergentes são mais devotos que a elite e que sua fé contribuiu para que melhorassem de vida”.

Ele explica o fato dando um exemplo bastante comum, parecido com o que ouvimos sempre em testemunhos nas igrejas evangélicas:

“Um cara que chegou do nordeste e ainda está desambientado na cidade, procurando emprego etc e tal. Esse cidadão passa em frente à igreja e alguém o cumprimenta com simpatia e o convida para entrar, e ainda o deixa sentar na primeira fileira, o que contribui para elevar sua autoestima e a crença em si mesmo. Esta sensação de acolhimento, somada ao discurso de fé, faz com que este cidadão, antes inseguro, comece a acreditar em si mesmo, e com isso, invista em sua educação, e ganhe fôlego para procurar um emprego melhor.”

Mais do que um milagre do ato de dizimar, o pesquisador mostra que a igreja cria um ambiente que faz com que essa pessoa amplie seus círculos de amizades e isso também ajuda com indicações de trabalhos e direcionamento em todos os setores de sua vida.

Se o homem citado no exemplo de Renato Meirelles conseguisse um emprego e passasse a ganhar um salário de R$900,00 (estaria enquadrado na classe E – até 2 salários mínimos) e depois de alguns meses conhecesse na igreja e se cassasse com uma mulher que ganhe R$800,00 eles passarão a ter uma renda familiar de R$1.700,00 o que compreende a classe D.

Podemos notar que o discurso das ministrações é que faz a pessoa mudar de atitudes e consequentemente passe a viver em um patamar financeiro melhor. “A igreja mostra que é possível melhorar de vida, e este cidadão munido de fé, renova sua autoestima e esperanças, e consequentemente, prospera”, diz Renato Meirelles.

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SUBMISSÃO FEMININA É MACHISMO?

 

Josué Gonçalves responde sobre submissão à luz da Bíblia

imagePor: Vinicius Cintra -Redação Creio

      Para 75,51% dos internautas do CREIO a esposa deve ser submissa ao marido. Mas sempre há aquela questão: Até que ponto a submissão é machismo? Para responder sobre este assunto à luz da Biblia convidamos o pastor Josué Gongalves, do Ministério Família Debaixo da Graça. Nesta quinta-feira, dia 13, o apóstolo Estevam Hernandes da Igreja Renascer em Cristo opina sobre a questão.

Josué Gonçalves crê que a submissão da mulher não deve ser imposta, mas sim devocional e espontânea. “Quando a mulher se submete, mas no coração há um sentimento de rebeldia, de não aceitação, o resultado final é o adoecimento da alma”, defende.

Mas o especialista em familia faz ponderações sobre a verdadeira submissão que não pode ser confundida com machismo. “A melhor definição para submissão, é, exercer missão de apoio. A mulher submissa é uma facilitadora da vida do marido, uma auxiliadora idônea como diz a Bíblia (Gn 2.18). O homem que não sabe tratar a esposa com respeito, é porque ainda não entendeu o que significa submissão”, responde. Confira outras respostas:

CREIO: A mulher deve respeitar o seu marido e vice-versa. Como impor limites para que esse respeito não se torne medo e tudo que se peça acabe tornando um mando, uma obrigação em fazer?

Pastor Josué Gonçalves – No casamento, o homem governa a mulher edifica. Quando homem e mulher reconhecem o seu papel, quem domina é o amor e onde o amor prevalece, há respeito e espirito de cooperação. O marido precisa entender qual é a diferença entre “autoridade”  e “ autoritarismo”. Autoridade é delegada por Deus e tem a ver com ordem, proteção e administração, autoritarismo é abuso de poder. O marido que se submete a Cristo como o cabeça, jamais ira tratar a esposa como empregada domestica de luxo.

CREIO: Até que ponto o senhor acredita que a mulher deve submeter-se ao seu marido? Dê exemplos de atividades diárias.

Pastor Josué Gonçalves: Antes de a mulher ser submissa ao marido, ela deve ser ao Senhor (E 5.22). Partindo deste princípio, a submissão da mulher dentro do casamento, não é incondicional. Se para obedecer ao marido a mulher tiver que desobedecer ao Senhor, neste caso, ela deve desobedecer ao marido e permanecer fiel ao Senhor. Exemplo, se o marido quer que ela pratique imoralidade sexual, ela deve desobedecer ao marido e ser fiel ao Senhor.

CREIO: A mulher crente moderna deve seguir a mesma linhagem e ter o mesmo pensamento da mulher mais velha, aquela submissa e dependente do marido em todos os sentidos, com base nos ensinamentos da igreja?

Pastor Josué Gonçalves: Quando Deus estabeleceu o princípio da autoridade e da submissão em Gn 2.18 e Ef 5.22 no relacionamento conjugal, foi para preservar a ordem na vivência do lar. Isso não quer dizer que a mulher é inferior ao homem. A cadeia de autoridade está presente na Trindade (1 Co 11.3), no entanto, os três são iguais. Quando o homem governa e a mulher edifica o lar, o casal cresce junto.

20-06-16 034

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.