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Estudo: Líderes não acreditam que oferta seja exigência bíblica

DÍZIMO

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 A maioria dos líderes evangélicos acredita que a Bíblia não exige que os Cristãos dizimem, de acordo com uma pesquisa divulgada pela Associação Nacional de Evangélicos (NAE ,e inglês), na quarta-feira.

Cinquenta e oito por cento dos entrevistados (membros do conselho de diretores da NAE) disse que não acha que dar 10 por cento da renda para a Igreja é mandatório pela Bíblia, enquanto 42 por cento acham que sim.

Provavelmente o texto da pesquisa explica porque a maioria dos entrevistados disse que ofertar o dízimo, uma tradição forte entre as Igrejas evangélicas, não é um dever dos fiéis.

Dr. John Walton, professor do Antigo Testamento na Wheaton College, em Wheaton, Illinois, disse que não ficou surpreso com a pesquisa depois que viu a formulação da pergunta. Ele disse que a palavra “obrigatório” é o termo operativo.

“As pessoas que poderiam concordar com o dízimo ainda teriam dito: “Pois não, mas eu não tenho certeza se eu chamaria de obrigatório,” explicou Walton ao The Christian Post. “De volta ao velho [argumento], estamos debaixo da lei o ou da graça.”

Muitos dos líderes da NAE observaram em sua resposta que, embora o dízimo seja um modelo legal do Antigo Testamento, os Cristãos do Novo Testamento devem dar de sua generosidade. A maioria esmagadora, 95 por cento dos entrevistados disseram que dão pelo menos, 10 por cento.

“Qualquer coisa menos que isso parece ser uma resposta pouco generosa para com Deus,” escreveu David Neff, editor-chefe da Christianity Today, em sua resposta.

Dr. Kurt Fredrickson, diretor do Programa Doctor of Ministry no Seminário Fuller, em Pasadena, Califórnia, disse que a linguagem que está cada vez mais vendo entre pastores é a mordomia toda a vida.

“É sobre como damos todo o nosso ser a Deus, o que inclui dinheiro, é claro, mas também o nosso tempo e os dons,” disse Frederickson, que foi pastor durante 24 anos. “Eu gosto do comentário de David Neff… há certamente o senso de que a maneira como gastamos o nosso dinheiro diz muito sobre quem somos.”

O professor da Fuller apontou para John Wesley, fundador do movimento metodista, que deu muito de sua renda, e ganhou mais e manteve seu padrão de vida da mesma. Ele acabou dando cerca de 90 por cento de seu dinheiro e vivendo com 10 por cento.

Em vez de pensar em uma obrigação estrita, o professor de Antigo Testamento Walton também convidou os Cristãos a pensar sobre o dízimo em termos diferentes.

“Uma visão global de mordomia deve incluir um sentimento de gratidão para com Deus como a fonte de nossos bens. Se estamos tentando expressar nossa gratidão a Deus, não acho que as nossas palavras são suficientes,” disse Walton.

Ainda assim, a porcentagem padrão de 10 no Antigo Testamento pode servir como um “referência” acrescentou.

“Minha gratidão a Deus é ilimitada, portanto isso significa que eu preciso dar tudo?” ele colocou. “O que seria uma expressão adequada de gratidão? E isso é de onde a informação vem dentro do Antigo Testamento. Que Deus considerou ser uma expressão adequada para ser o dízimo.”

Ele acrescentou: “Mais ou menos como a referência para gorjetas em um restaurante, define quais são as expectativas.”

Ao contrário de quase todos os líderes da NAE que disseram que dizimaram pelo menos 10 por cento, Empty Tomb, Inc., relatou que os evangélicos ofertam às Igrejas apenas cerca de quatro por cento dos seus rendimentos. Entre todos os Cristãos, o percentual é ainda menor – apenas 2,43 por cento.

Douglas LeBlanc, autor do Dízimo: Provai-me Nisto, Comentou: “O que me enlouquece é que se houvesse um mandamento mais explícito para dar o dízimo, acho que ainda haveria gente que diria: ‘Não somos escravos da lei depois de tudo.”

“Os Cristãos americanos em particular, eu acho, nunca vão deixar de encontrar uma saída do dízimo, se eles não estão interessados.”

O Presidente da NAE, Leith Anderson comentou no final da pesquisa que espera ver mais “generosidade, proporcionada, alegre e sacrificial entre os evangélicos americanos” nos próximos anos cada vez mais as Igrejas oferecem cursos financeiros e ensinam sobre mordomia.

A NAE realiza Pesquisas de Líderes Evangélicos mensalmente entre sua diretoria, que incluem os presidentes das denominações, missões de organizações, universidades, editoras e Igrejas.

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 Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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“Cair no Espírito ou cair para trás”.

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Rev. Ângelo Medrado

Isaías 28:11-13 – Assim por lábios gaguejantes, e por outra língua, falará a este povo. Ao qual disse: Este é o descanso, dai descanso ao cansado; e este é o refrigério; porém não quiseram ouvir. Assim, pois, a palavra do Senhor lhes será mandamento sobre mandamento, mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, regra sobre regra, um pouco aqui, um pouco ali; para que vão, e caiam para trás, e se quebrantem e se enlacem, e sejam presos.

O versículo 13 da passagem citada não abona o que chamam hoje de “cair no poder” ou “cair no Espírito”.

O falar em línguas,citado no versículo 11, esclarece originalmente, segundo o contexto: caso os incrédulos e escarnecedores não aprendessem a lição, prestando atenção à mensagem simples na sua própria língua, Deus usaria um povo de uma outra língua para ensiná-los, numa referência aos assírios.
Quanto ao “cair para trás”, o profeta Isaías disse, da parte de Deus, que a sua Palavra continuaria sendo uma mensagem simples, cumprida pelos assírios. Ou seja, a mensagem apenas endureceria o coração daqueles que a rejeitassem, a ponto de eles continuarem com os seus planos. Mas, no futuro, eles faliriam nos seus propósitos e seriam derrotados, apanhados em armadilha e capturados. É esse o sentido do “cair para trás”. Este é muito diferente do “cair de poder” que vem sendo aplicado em alguns cultos ditos pentecostais.
O “cair no poder” e manifestações afins não estao de acordo com os princípios e mandamentos contidos em 1 Coríntios 14. Não edificam (v.12); 12 Assim também vós, como desejais dons espirituais, procurai abundar neles, para edificação da igreja. indo contrariamente ao culto racional necessário num culto genuinamente pentecostal (vv.15,20,32); Por isso, o que fala em língua desconhecida, ore para que a possa interpretar.Porque, se eu orar em língua desconhecida, o meu espírito ora bem, mas o meu entendimento fica sem fruto. Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento.

1 Coríntios 14:13-15  Por isso, o que fala em língua desconhecida, ore para que a possa interpretar.

Porque, se eu orar em língua desconhecida, o meu espírito ora bem, mas o meu entendimento fica sem fruto.Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento levam os incrédulos a pensarem que os crentes estão loucos (v.23); e promovem desordem generalizada (vv.26-28,40).
 veja mais estudos bíblicos acessando aqui: Primeira Igreja Virtual

Muitos defensores dessas manifestações dizem que estão na liberdade do Espírito (cf. Gl 5.13), 13 Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Porém a Bíblia não avaliza toda e qualquer manifestação. No culto genuinamente pentecostal deve haver julgamento, discernimento, análise, exame (1 Co 14.29,33,37).

29 E falem dois ou três profetas, e os outros julguem.

33 Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos.

37 Se alguém cuida ser profeta, ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor.

O “cair no poder”, a “unção do riso” e outros “moveres” não têm apoio das Escrituras e não podem ser equiparados, por exemplo, ao batismo com o Espírito Santo (como evidência  de falar em outras línguas), o qual é mencionado com total clareza na Palavra de Deus (Jl 2.28,29; Mc 16.15-20; At 2; 10; 19; 1 Co 12-14, etc.).

Em Lucas 4.35, está escrito: “E Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te e sai dele. E o demônio, lançando-o por terra no meio do povo, saiu dele, sem lhe fazer mal”. O Senhor não arremessa pessoas ao chão mediante sopros “ungidos” e golpes de paletó. Quem gosta de lançar as pessoas ao chão é o Diabo (Mc 9.17-27). E um da multidão, respondendo, disse: Mestre, trouxe-te o meu filho, que tem um espírito mudo;E este, onde quer que o apanhe, despedaça-o, e ele espuma, e range os dentes, e vai definhando; e eu disse aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam.E ele, respondendo-lhes, disse: Ó geração incrédula! até quando estarei convosco? até quando vos sofrerei ainda? Trazei-mo.E trouxeram-lho; e quando ele o viu, logo o espírito o agitou com violência, e, caindo o endemoninhado por terra, revolvia-se, escumando.E perguntou ao pai dele: Quanto tempo há que lhe sucede isto? E ele disse-lhe: Desde a infância.E muitas vezes o tem lançado no fogo, e na água, para o destruir; mas, se tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós, e ajuda-nos.E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê. E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! ajuda a minha incredulidade.E Jesus, vendo que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e não entres mais nele.  E ele, clamando, e agitando-o com violência, saiu; e ficou o menino como morto, de tal maneira que muitos diziam que estava morto. Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou.

  Marcos 9:17-27

Jesus, o maior Pregador que já andou na terra, e seus apóstolos nunca impuseram as mãos sobre pessoas para levá-las ao chão. Eles jamais sopraram sobre elas ou lançaram parte de suas roupas a fim de derrubá-las (cf. Jo 20.22). O apóstolo João caiu como morto, por não ter suportado a presença real da glória do Cristo ressurreto, mas não perdeu a consciência (Ap 1). Não foi o Senhor Jesus quem o derrubou.
Os neopentecostais e os pentecostais desavisados citam também textos como 2 Crônicas 5.14 e 1 Reis 8.10,11 e dizem: “Os sacerdotes não resistiram à glória de Deus e caíram no poder”. Veja o que a Bíblia realmente diz: “E sucedeu que saindo os sacerdotes do santuário, uma nuvem encheu a Casa do SENHOR. E não podiam ter-se em pé os sacerdotes para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do SENHOR enchera a Casa do SENHOR” (1 Rs 8.10,11). A frase “não podiam ter-se em pé” denota que os sacerdotes “não puderam permanecer ali” (ARA). Eles não suportaram permanecer no local ministrando!

Deus os abençoe neste dia.

Fonte: Missões no tempo do fim