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Mais americanos perdem fé de que Obama seja cristão

 

Kathleen Gilbertimage

WASHINGTON, D.C., EUA, 19 de agosto de 2010 (Notícias Pró-Família) — Apesar das garantias da Casa Branca e da insistência pessoal de Barack Obama de que ele é cristão praticante, de acordo com uma recente pesquisa de opinião pública mais americanos estão ficando céticos de que o presidente dos EUA realmente pratica a fé que ele afirma.

Uma pesquisa de opinião pública do Centro de Pesquisas Pew revelou que aproximadamente de cada cinco americanos, um (18 por cento) crê que Obama é muçulmano, e só um em três (34 por cento) crê na afirmação do presidente de que ele seja cristão — um número que chegou ao ponto máximo exatamente em meados de outubro de 2008. Quarenta e três por cento estavam incertos. Até mesmo entre os filiados ao Partido Democrático, o número de pessoas que creem que Obama seja cristão caiu 9 pontos desde o ano passado.

A pesquisa de Pew foi conduzida antes de o presidente Obama dar seu apoio polêmico a um centro islâmico e mesquita que líderes religiosos têm a intenção de construir perto do Marco Zero, o local dos ataques terroristas islâmicos que destruíram o World Trade Center de Nova Iorque em 11 de setembro de 2001. Obama anunciou seu apoio durante um jantar na Casa Branca celebrando o começo do jejum islâmico do ramadã.

Outra pesquisa de opinião pública da revista Time revelou que 47 por cento creem que Obama é cristão, e quase um em quatro (24 por cento) crê que ele é muçulmano. Vinte e quatro por cento não quiseram responder ou estavam incertos, e 5% disseram que ele não é nem cristão nem muçulmano.

Barack Obama, cujo pai e padrasto eram muçulmanos, frequentou escolas muçulmanas e cristãs na Indonésia antes que ele tivesse afirmado que se converteu ao Cristianismo como adulto.

Joshua DuBois, conselheiro da Casa Branca, disse para o jornal Washington Post que Obama é “diligente e tem compromisso pessoal para com sua própria fé cristã”, e culpou as “campanhas de desinformação” por espalharem a noção contrária. “Certamente há pessoas que têm a intenção de espalhar falsidades acerca do presidente e seus valores e convicções”, disse ele, afirmando que a fé de Obama desempenha uma “parte importante” em sua vida diária.

Embora a reportagem do Washington Post tivesse certeza de que os americanos estão “errados” em seu ceticismo com relação à fé do presidente — estimulados pelos “boatos e falsidades espalhados pela internet” —, tem havido muito pouco para apoiar a afirmação de Obama de que ele segue a fé cristã, além das garantias pessoais e retórica de discurso dele.

Conforme Tim Graham do site www.NewsBusters.org comenta: “O número de cultos de domingo aos quais Obama compareceu desde sua posse não é mais que cinco”. Desde a eleição de 2008, a família Obama não está nem mesmo indo à igreja para celebrar o Natal.

A imagem da campanha de Obama como cristão devoto ajudou a influenciar importantes líderes cristãos a apoiar o candidato, dando credibilidade de que o presidente praticaria os valores conservadores que ele parecia pregar. Contudo, as políticas do presidente estão demonstrando ser bem o oposto, à medida que Obama vem sistematicamente promovendo uma radical agenda legislativa pró-aborto e antifamília.

A legislação federal de saúde, pela qual a Casa Branca colaborou intimamente com a Federação de Planejamento Familiar [notória organização pró-aborto nos EUA] para garantir mais financiamento de impostos públicos para o aborto, está classificada entre as maiores realizações pró-aborto do governo de Obama. Obama vem também lutando para que mais impostos públicos sejam usados para financiar o aborto em outros países mediante vários canais, e ele é um forte defensor das pesquisas com células-tronco embrionárias.

Além disso, um constante tema do governo dele tem sido fazer concessões aos grupos homossexuais de pressão política, repudiando a Lei Federal de Defesa do Casamento, a proibição de homossexuais assumidos nas forças armadas e a proibição de adoções homossexuais, enquanto ao mesmo tempo ele luta para aprovar leis homossexuais de não discriminação no emprego bem como leis homossexuais contra “crimes de ódio”. Embora não tenha desejado celebrar publicamente o Dia Nacional de Oração na Casa Branca, Obama regularmente realiza festas em homenagem aos líderes homossexuais que se tornaram famosos por lutar pelos “direitos gays”, inclusive o Mês do Orgulho Gay e Lésbico e os Tumultos de Stonewall.

Apesar de que no passado ele era classificado como moderado no espectro político, o presidente Obama se gabou para jornalistas na noite de segunda-feira de que seu governo está avançando “a agenda legislativa mais progressista… não só numa geração, mas também duas, talvez três”.

Embora a pesquisa de opinião pública da revista Time tenha revelado um número praticamente igual de americanos divididos classificando o desempenho de Obama como presidente, a Pesquisa de Acompanhamento Diário da Opinião Pública sobre o Presidente dos Relatórios Rasmussen revelou que, entre os eleitores americanos durante vários meses, o número de pessoas que desaprovam o presidente é o dobro dos que o aprovam. Atualmente, de acordo com Rasmussen, 26 por cento dos eleitores aprovam fortemente o desempenho de Obama como presidente, enquanto 44 desaprovam.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

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Fé; – Religiosidade reduz risco de depressão, diz estudo do BID

 

 

 

Os habitantes dos países mais religiosos da América Latina, como Brasil, Honduras e Panamá, têm menos risco de sofrer depressão, segundo um novo estudo do BID.

O relatório do Banco Interamericano de Desenvolvimento divulgado ontem assinala, além disso, que as pessoas que vivem em áreas urbanas tem mais probabilidades de sofrer depressão, uma situação que se agrava se nesses centros urbanos existir uma grande desigualdade social.

O estudo, que analisou dados de 93 países obtidos por pesquisas de opinião pública realizadas pelo instituto Gallup no ano de 2007, assinala também que o nível de renda, medido segundo o Produto Interno Bruto per capita, não afeta a possibilidade de depressão.

O relatório patrocinado pelo BID e elaborado pelos economistas da Universidade da República no Uruguai, Natalia Melgar e Máximo Rossi, é o primeiro a realizar uma análise sobre o impacto de fatores como o desempenho econômico na depressão.
Os pesquisadores utilizaram como referência os EUA, pela ampla disponibilidade de dados e pesquisa sobre o tema.

Segundo Natalia e Rossi, os moradores de Etiópia, Coreia do Sul e Bolívia são os que têm mais possibilidades de sofrer depressão, enquanto os da Mauritânia, Albânia e Dinamarca os que têm menos chances.

Os autores descobriram que, entre os 14 países com maior disparidade de renda que experimentaram menores possibilidades de sofrer depressão, pelo menos oito tinham uma alta percentagem de religiosidade: Honduras, Panamá, Níger, Senegal, Jamaica, Uganda, Brasil e Moçambique.

Data: 24/9/2010

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Ciência Estudos

Estudo indica que Moisés teve ajuda do vento para abrir o Mar Vermelho

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WASHINGTON (AFP) – Pesquisadores americanos acreditam ter descoberto o exato ponto onde Moisés teria dividido as águas do Mar Vermelho, 3.000 anos atrás, para que o povo judeu pudesse fugir em segurança do faraó egípcio, e também como ele teria conseguido: com uma ajudinha do vento.

“As pessoas sempre foram fascinadas por essa história do Êxodo, indagando se tinha base em fatos históricos”, estimou Carl Drews, do Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas, principal autor do estudo, publicado no site da Public Library of Science.

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“O que este trabalho mostra é que a descrição das águas se abrindo de fato possui uma base nas leis da física”, acrescentou.

A Bíblia descreve como os israelitas “passaram pelo meio do mar no chão seco”, com uma parede de água de cada lado, enquanto um forte vento soprava do leste.

Os pesquisadores não podiam simplesmente usar a Bíblia como referência para deduzir a localização geográfica da travessia, porque “embora o autor do Êxodo tenha tentado de fato apontar o local onde Moisés atravessou, infelizmente os nomes usados não são mais reconhecidos”, disse o cientista à AFP.

Drews e seu coautor, o oceanógrafo Weiqing Han, da Universidade do Colorado, focaram sua busca pelo local onde a travessia poderia ter ocorrido em um ponto onde há uma faixa de terra na água, descartando lugares considerados anteriormente por outros estudos, como o Golfo de Suez ou em um ponto perto de Aqaba, na atual Jordânia.

A dupla descobriu que, quando o vento sopra, a água pode se levantar e se “dividir” no local da faixa de terra, explicou Drews.

“Um monte de refugiados pode correr pelo meio, e quando o vento para, a água subitamente volta a ficar como antes, atingindo quem estiver no caminho”, afirmou.

Drews e Han chegaram a um local no leste do Delta do Nilo, em um sítio arqueológico chamado de Tell Kedua, a norte do Canal de Suez na costa mediterrânea.

Neste ponto, acreditam que um antigo braço do Nilo e uma lagoa costeira um dia tenham formado um ‘U’ à beira do Mar Mediterrâneo.

Com a ajuda de um satélite, os cientistas fizeram um modelo da área, e modificaram o terreno para que se parecesse com a forma que tinha há 3.000 anos. Depois, preencheram o modelo com água e fizeram vento soprar.

De acordo com seus cálculos, um vento de 100 km/h soprando durante 12 horas teria sido capaz de empurrar a água em até dois metros de profundidade por cerca de quatro horas – tempo suficiente para que Moisés e seu povo atravessassem para a liberdade.

Fonte Yahoo

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.