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“Periguete” de novela da Globo vai se tornar cantora gospel

O casal Valdirene e Carlito formará uma dupla de cantores e farão sucesso com canções religiosas.

por Leiliane Roberta Lopes

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“Periguete” de novela da Globo vai se tornar cantora gospel
“Periguete” de novela da Globo vai se tornar cantora gospel

A personagem Valdirene (Tatá Werneck) de “Amor à Vida” vai finalmente se tornar evangélica e, pela sinopse apresentada pelo autor Walcyr Carrasco, irá se tornar cantora gospel fazendo uma dupla com o personagem Carlito (Anderson Di Rizzi).

No episódio marcado para ir ao ar em 6 de setembro, Valdirene e sua mãe, Márcia (Elizabeth Savalla), vão reencontrar Maristela (Vera Mancini) que há meses atrás deu uma Bíblia de presente para a jovem.

Maristela vai questionar se a jovem já começou a ler o Livro Sagrado e ela vai responder que não teve tempo. “Comecei, parei. É que tava muito ocupada tentando agarrar um milionário”.

Em resposta Maristela vai dizer: “Acredite em Cristo e não te faltarão riquezas”. Mesmo fazendo sátira com a afirmação, a jovem vai entender o conselho e buscar mudar os rumos de sua vida.

Antes desse encontro Valdirene terá uma grande decepção. No dia de seu casamento com Ignácio (Carlos Machado) ela decide relevar que está grávida e é surpreendida com a informação de que o noivo é estéril. Por conta disto o casamento é anulado e Valdirene vai acabar aceitando se casar com Carlito.

A forma como a conversão acontecerá, assim como as atitudes que a personagem passará a ter depois de se tornar evangélica é o que tem preocupado já que a última personagem convertida representada nas novelas da Globo gerou muito polêmica. No caso de Valdirene a desconfiança é ainda maior, visto que a personagem é humorística.

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Silas Malafaia ensina a diferenciar profecia de “profetadas”

Os cristãos precisam ser regidos pela Bíblia e não por palavras de profetas

por Leiliane Roberta Lopes

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Silas Malafaia ensina a diferenciar profecia de “profetadas”
Silas Malafaia ensina a diferenciar profecia de “profetadas”

A famosa “profetada” já fez com que muitas pessoas caíssem da fé por trazer revelações falsas que trazem confusão e desilusão. Mas como saber se a profecia veio mesmo de Deus ou se o proeta está mentindo? O novo artigo do pastor Silas Malafaia para o site Verdade Gospel fala exatamente sobre isso, tentando ensinar como discernir o que vem ou não de Deus.

Nas lições dadas pelo pastor presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo encontramos o conhecimento das Escrituras, pois quem conhece a Bíblia e tem um relacionamento com Deus dificilmente vai cair no engano. “Se esses irmãos incautos tivessem um conhecimento mais profundo das Escrituras e um relacionamento mais próximo com o Senhor, discerniriam o engodo desses falsos profetas”, escreveu Malafaia.

O artigo mostra dois exemplos clássicos de quem se deixou levar por palavras mentirosas: “O profeta fulano de tal disse que eu deveria abandonar meu emprego, e ir para outro país servir a Deus como missionário. Eu obedeci, e todas as portas se fecharam para mim”; ou “a irmã Doquinha profetizou que eu deveria casar com aquele rapaz. Então, terminei o meu noivado com o homem que eu amava, e agora estou sozinha e amargurada”.

Para o primeiro caso o pastor explica que quando Deus chama uma pessoa para o ministério ele confirma de outras formas, incluindo pela revelação da Palavra, pelo testemunho do Espírito e até mesmo sustentando a pessoas de todas as formas.

No caso das profecias para relacionamentos o conhecimento da Palavra faria com que a pessoa soubesse que Deus nos deu o poder de decidir com quem iremos nos casar, essa decisão não é de Deus.

“Nem os pais, nem psicólogos, médicos, pastor ou ‘profeta’ podem tomar qualquer decisão no lugar do outro. Ninguém, mesmo que tenha o dom de profecia e tenha recebido uma revelação quanto a algum fato da vida de outra, possui autoridade para dizer com quem esta deve casar-se. O máximo que pode fazer é compartilhar a informação, especialmente se tal pessoa corre o risco de unir-se a alguém perigoso.”

É a Bíblia quem deve nortear a vida do cristão e não as palavras de pessoas que se auto intitulam profetas de Deus. “O Senhor nos deu algo precioso: Sua Palavra, a nossa bússola e Carta Magna, para pautar nossas escolhas e decisões. Na Bíblia, Deus revelou os princípios que regem a vida e os relacionamentos”, ensina o apresentador do programa Vitória em Cristo.

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Muçulmanos preparam ataque terrorista contra judeus em datas proféticas

Israel alerta sobre grande risco de atentados no exterior.

por Jarbas Aragão


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Muçulmanos preparam ataque terrorista contra judeus em datas proféticas
Muçulmanos preparam ataque terrorista contra judeus em datas proféticas

Desde o início dos conflitos que tomaram conta do Egito nos últimos dias, surgiram especulações sobre o que motivou os militares a darem mais um golpe de Estado.

A maioria das agencias de notícias não reportaram algumas das atividades “secretas” da Irmandade Muçulmana, organização politico-religiosa que estava por trás do presidente deposto, Mohamed Morsi. Agora, surgem notícias de que, em aliança com o Hamas, eles pretendiam “abrir as portas do inferno” contra Israel.

O Hamas, que domina parte da Palestina, afirma ter cerca de 35 mil combatentes, prontos para a guerra. Eles não estão sozinhos, há o apoio de outras organizações terroristas o Comitê de Resistência Popular e a Jihad Islâmica Palestina. Além de um apoio velado do governo do Irã.

Quando o Egito retirou o seu embaixador em Israel, a luz vermelha acendeu que algo grave estava prestes a acontecer. Foi então que os militares moderados do Egito resolveram agir.

Com tamanha pressão política, esperava-se que o presidente Barack Obama se pronunciasse. Contudo, Washigton se nega a suspender sua ajuda militar anual de US$ 1,3 bilhão ao Egito. Embora não apresente um motivo plausível para isso, provavelmente seja para esconder como esse dinheiro é gasto. Quase todo esse dinheiro é enviado ao Cairo pelo programa de Financiamento Militar Estrangeiro (FMF). Acaba voltando para os Estados Unidos quando o governo egípcio compra armamentos.

Os americanos também enviam para lá equipamentos militares de segunda mão, graças ao programa de Artigos de Defesa Excedentes. Por exemplo, entre os sofisticados armamentos comprados nos últimos anos estão aviões de combate F-16, aviões de reconhecimento E2-C Hawkeye, helicópteros Apache e Sikorsky, aviões de transporte C-130, Sidewinder, mísseis Sparrow, Improved-Hawk e Hellfire, tanques de guerra M-1A1 Abrams e M60A1, e veículos blindados M113A2. Algo que seria injustificável para um país que não está em guerra com ninguém a mais de 40 anos, excetuando a tensão constante com Israel.

Esta semana surgiram más notícias para os judeus. O Departamento de Contraterrorismo de Israel afirmou que existe uma orquestração no exterior contra os judeus que vivem em outros países. A lista inclui 41 países em que podem ocorrer ataques terroristas no próximo mês. Em oito deles existiria um “risco concreto muito alto” (Irã, Líbano, Síria, Iraque, Arábia Saudita, Iêmen, Sudão e Somália). Na Argélia, Djibuti, Mauritânia, Líbia, Tunísia, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Jordânia, Kuwait e Catar o perigo é classificado como “alto”.

O mês de setembro foi escolhido por que coincide com o aniversário dos ataques aos EUA em 11/9/2001 e principalmente datas proféticas para os judeus. Segundo o calendário judeu, o próximo mês é Tishri, quando são celebradas as festividadesde Rosh Hashanah (Festa das Trombetas/Dia do Julgamento/Ano novo, no 1.º dia), Yom Kippur (Dia da Expiação- 10º dia) e Sucot (festa dos Tabernáculos- 21º dia).

Não por coincidência que nesta mesma época, em 1973, ocorreu a “Guerra do Yom Kippur”, último grande conflito de estados árabes contra Israel. Liderados pelo Egito e Síria, caças cruzaram as linhas de cessar-fogo no Sinai e nas Colinas de Golã, na tentativa de recuperar parte dos territórios perdidos em 1967, durante a Guerra dos Seis Dias.

O Departamento de Contraterrorismo acredita que pode ser o início de uma “campanha de terrorismo global” promovida pelo Irã e o grupo libanês Hezbollah, além da Al Qaeda. Outro “estopim” para o conflito poderá ser a declaração do primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, de que seu governo tem provas que foi Israel quem articulou a derrubada de Morsi. Com informações EFE, Times of Israel e Front Page Mag.