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Procuradoria pede retirada do termo ‘Deus seja louvado’ das cédulas de real

DE SÃO PAULO

O Ministério Público Federal entrou com uma ação civil pública nesta segunda-feira (12) em que pede que as novas cédulas de real passem a ser impressas sem a expressão "Deus seja louvado".

O pedido, feito pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, diz que a existência da frase nas notas fere os princípios de laicidade do Estado e de liberdade religiosa.

BC lança moeda comemorativa com homenagem a Goiás

Reprodução

Cédula de real com a inscrição "Deus seja louvado"

Cédula de real com a inscrição "Deus seja louvado"

"A manutenção da expressão ‘Deus seja louvado’ […] configura uma predileção pelas religiões adoradoras de Deus como divindade suprema, fato que, sem dúvida, impede a coexistência em condições igualitárias de todas as religiões cultuadas em solo brasileiro", afirma trecho da ação, assinada pelo procurador Jefferson Aparecido Dias.

"Imaginemos a cédula de real com as seguintes expressões: ‘Alá seja louvado’, ‘Buda seja louvado’, ‘Salve Oxossi’, ‘Salve Lord Ganesha’, ‘Deus não existe’. Com certeza haveria agitação na sociedade brasileira em razão do constrangimento sofrido pelos cidadãos crentes em Deus", segue o texto.

O Banco Central, consultado pela Procuradoria, emitiu um parecer jurídico em que diz que, como na cédula não há referência a uma "religião específica", é "perfeitamente lícito" que a nota mantenha a expressão.

"O Estado, por não ser ateu, anticlerical ou antirreligioso, pode legitimamente fazer referência à existência de uma entidade superior, de uma divindade, desde que, assim agindo, não faça alusão a uma específica doutrina religiosa", diz o parecer do BC.

O texto do BC cita ainda posicionamento do especialista Ives Gandra Martins, em que afirma que a " Constituição foi promulgada, como consta do seu preâmbulo, ‘sob a proteção de Deus’, o que significa que o Estado que se organiza e estrutura mediante sua lei maior reconhece um fundamento metafísico anterior e superior ao direito positivo".

Segundo o texto do BC, a expressão apareceu pela primeira vez na moeda nacional em 1986, nas cédulas de cruzados, por orientação do então presidente, José Sarney, e foi mantida nas notas de real por determinação de Fernando Henrique Cardoso, então ministro da Fazenda.

O responsável pelas características das cédulas é o Conselho Monetário Nacional, que tem entre seus membros o presidente do BC.

A Procuradoria pede que a União comece a imprimir as cédulas sem a frase em até 120 dias. Pede ainda que haja uma multa simbólica de R$ 1 por dia de descumprimento.

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‘Senti Deus’, diz Lady Gaga em show no Rio de Janeiro

 

Por Luana Santiago | Correspondente do The Christian Post

A cantora nova-iorquina Lady Gaga, 26 anos, que iniciou sua turnê no Brasil na última sexta feira (09), no Rio de Janeiro, declarou emocionada que sentiu Deus.

  • Lady Gaga

    (Foto: Divulgação)

    Show de Lady Gaga na Indonésia é proibido

O show que aconteceu no Parque dos Atletas, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio levou a cantora às lagrimas.

"Vir ao Rio mudou minha vida. Senti Deus nesse lugar. Aqui é um lugar onde os sonhos se tornam realidade. Brasil, eu te amo", disse Gaga durante um intervalo na apresentação.

Durante show Gaga não dispensou elogios e declarações de amor aos fãs brasileiros. "Não importa a língua que vocês falam. Vocês são o futuro, são tudo. Estou muito feliz e emocionada. Sei como é caro estar aqui e chegar até aqui. Vocês são o meu orgulho, a minha honra", declarou.

No sábado (10) a cantora publicou uma foto com uma tatuagem na nuca escrito Rio de modo estilizado perto de sua nuca. No mesmo dia, depois de fazer a tatuagem, foi estendido na varanda do hotel em que ficou hospedada uma faixa com a frase “I love Rio” reiterando seu apreço pela cidade brasileira.

Neste domingo (11), a turnê “Born this way ball” seguiu para São Paulo, no Estádio do Morumbi. O último compromisso no Brasil é Porto Alegre, no Estacionamento da Fiergs, nesta terça-feira (13).

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Muçulmano endemoniado quer destruir esfinge pirâmides de Gizé, no Egito

 

Murgan Salem al-Gohary é conhecido no Egípcio por fazer apologia à violência em nome da religiãoFoto: Reprodução

Originalmente no TERRA

Um líder jihadista egípcio convocou a população muçulmana para destruir a Esfinge e as Pirâmides de Gizé, informa o site árabe Al Arabiya. Murgan Salem al-Gohary, que afirma ter ligações com o Talibã, pediu que os egípcios repetissem o que foi feito no Afeganistão, quando estátuas de Buda foram removidas após a chegada dos fundamentalistas ao poder.

Talibans e a estátua milenar destruída.

"Todos os muçulmanos devem aplicar os ensinamentos do Islã e remover tais ídolos, como nós fizemos no Afeganistão quando destruímos as estátuas de Buda", disse Gohary no sábado em entrevista a um canal privado amplamente assistido por egípcios e árabes, segundo a Al Arabiya. "Alá ordenou que o profetá Maomé destruísse ídolos".

Em resposta aos comentários de Gohary, o vice-presidente do Ennahda, partido governista da Tunísia, ligou para o programa e afirmou que o histórico comandante militar muçulmano Amr ibn al-Aas optou por deixar as construções ancestrais intactas quando conquistou o Egito. "Então quem é você para fazer isso?", perguntou Sheikh Abdel Fattah Moro. "O Profeta destruiu ídolos porque as pessoas os veneravam, mas ninguém venera a Esfinge e as Pirâmides".

Gohary, 50 anos, é conhecido no Egito por defender a violência. Ele já foi sentenciado duas vezes à prisão durante o regime do ex-presidente Hosni Mubarak. Uma das sentenças o condenava à prisão perpétua, mas ele foi libertado por uma ordem judicial após a queda do antigo regime.

Seus comentários foram feitos um dia após milhares de ultraconservadores religiosos egípcios se reunirem na Praça Tahrir para pedir a aplicação da Sharia (lei islâmica) à nova Constituição do país.

Genizah

Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2012/11/muculmano-endemoniado-quer-destruir.html#ixzz2C2hu7R00
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