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Foto de Seminu dentro da Igreja revolta fiéis

Diocese vai à Justiça contra foto de seminu em igreja no interior de SP

Imagens revoltaram católicos e também foram feitas em cemitério municipal.
Segundo Diocese, fotógrafo e modelo não tinham autorização para as fotos.

Do G1 Rio Preto e Araçatuba

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Um ensaio fotográfico deixou a comunidade católica de Catanduva (SP) revoltada. Fotos de modelos usando roupas íntimas foram tiradas dentro da Igreja Matriz da cidade. A Diocese está investigando como essas pessoas entraram no local e vai levar o caso à Justiça.

A polêmica surgiu quando as fotos foram parar nas redes sociais. O trabalho feito por um fotógrafo profissional, que presta serviços para prefeitura, retrata modelos como anjos dentro da igreja de São Domingos. Alguns registros também usaram também cemitérios da cidade como locação. "As fotos ficaram no meu facebook há muito tempo, desde o meio do ano passado. As pessoas estão distorcendo o fato agora. Não pensei em malícia, nem em prejudicar a igreja, não foi minha intenção. Quando fui tirar a foto, não tinha ninguém lá para pedir autorização", disse Márcio Costa, fotógrafo das imagens.

Fotos foram divulgadas nas redes sociais (Foto: Reprodução / TV Tem)Fotos foram divulgadas nas redes sociais e causaram indignação (Foto: Reprodução / TV Tem)

Mesmo sendo consideradas "uma expressão artística e cultural" pelo fotógrafo, as fotos tiradas na Igreja Matriz incomodaram os integrantes da diocese de Catanduva. Eles alegam que faltou bom senso ao usar um templo religioso como cenário de um trabalho que não tem caráter educacional, e por isso, com a ajuda do advogado da diocese, Flávio Thomé, vão levar o caso à Justiça.

Para Thomé, o principal erro do autor das imagens foi não pedir autorização para entrar e realizar as fotos dentro de um ambiente que, apesar de aberto a toda a população, continua sendo propriedade privada. "Inúmeras pessoas ligaram na paróquia para avisar das fotos. A Diocese ficou surpresa e com uma vontade muito grande de censurar. Os padres se mostraram muito sentidos. A igreja é um símbolo sagrado e é crime praticar tal ato, pode-se gerar ação de danos morais e ação penal tanto para o fotógrafo, quanto para os modelos", comenta Thomé.

O padre responsável pela Paróquia não quis falar sobre o assunto, mas nas ruas os moradores também desaprovaram a atitude do fotógrafo. Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura de Catanduva, o fotógrafo é funcionário do local, mas o trabalho foi realizado pelo estúdio particular dele, não tem nenhuma ligação com o órgão e, por isso, não irá se posicionar sobre o assunto.

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É possível tornar-se um ex-gay? Ex-homossexuais afirmam que tal mudança é possível

 

Por Luana Santiago | Correspondente do The Christian Post

Nos Estados Unidos em Bakersfield, na Califórnia, o ex-homossexual Blake Smith, é um dos muitos ex-gays que afirmam que a combinação entre terapia e oração fez seus sentimentos homossexuais “praticamente desaparecer".

  • casamento-homossexual

    O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) realizou nesta terça-feira (02) o primeiro casamento gay.

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Smith, 58, esteve em um casamento por dezessete anos no qual tentou resistir ao máximo aos desejos homossexuais, combatendo suas necessidades dia a dia, porém sonhando com elas a cada noite. Ele comenta que durante a maior parte de sua vida tinha desejos homossexuais, "meu corpo todo ansiava por contatos sexuais masculinos".

Apesar dos desejos, Smith acreditava por motivos religiosos o comportamento homossexual estava errado e decidiu procurar terapia e em encontros de final de semana com grupos com nomes como "as pessoas podem mudar" e "jornada para a masculinidade".

Há oito anos, Smith é casado com sua segunda esposa que conhece sua história. "Depois dos 50 anos, pela primeira vez consigo olhar para uma mulher e achá-la realmente ‘gostosa’".

Mas a terapia com a oração que conseguiram mudar seus desejos sexuais mais básicos é algo que a maioria dos cientistas diz jamais ter sido provada empiricamente.

Recentemente, uma lei que impede “terapias de conversão sexual” para menores foi aprovada na Califórnia. Entretanto, segundo o Nytimes, a aprovação da lei aumentou a pressão sobre homens que vivem como gays e que desejam tais tratamentos.

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Alguns ex-gays afirmam que isso representa uma contestação à sua validade pessoal e contestam a lei afirmando que sua experiência pessoal é prova suficiente de que o tratamento pode funcionar.

A lei assinada pelo governador Jerry Brown alega que tais “terapias não científicas levam os jovens à depressão e ao suicídio", acrescentando que essas práticas "agora ficarão relegadas à lata de lixo da história".

Ainda segundo a publicação, muitos ex-gays guardam seu segredo, mas se reúnem discretamente em grupos de apoio em todo país, compartilhando ideias sobre como evitar tentações ou, mesmo, como revelar seu passado a mulheres com quem estejam saindo.

Alguns deles estão tentando salvar casamentos heterossexuais ou esperam um dia casar-se com uma mulher. Outros optam pelo celibato como alternativa superior aos que veem como vida de pecado homossexual.

Para alguns grupos religiosos, o homossexualismo masculino deriva da dinâmica familiar, por conta de um pai distante ou de uma mãe dominadora, ou de abusos sexuais sofridos na infância. Tais grupos acreditam que confrontar essas feridas psíquicas pode causar mudança no desejo sexual.

No Brasil, recentemente, o testemunho do ex-homossexual e atual pastor Joide Miranda, de 47 anos, casado há 17 anos tocou a muitos. Ele afirma que a comunhão com Deus “restaurou minha identidade”.

Segundo ele, a homossexualidade é conduta aprendida e compartilha da opinião de que um dos motivos que leva uma pessoa a tornar-se homossexual é o relacionamento com os pais na infância.

Joide assumiu a homossexualidade aos 12 anos e aos 14 virou travesti. Ele comentou que viveu uma relação homoafetiva com um italiano dos 21 aos 26 anos, quando teve a oportunidade de conhecer a Cristo deixou tudo para trás, e diz estar 100% restaurado.

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Pastora americana agredida no Rio de Janeiro sai da UTI, marido pede orações

 

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

Renee Elliott Murdoch, 44, que sofreu traumatismo craniano depois de ser atingida na cabeça por um morador de rua, saiu da UTI e está se comunicando, segundo seu marido informou neste domingo.

  • renee murdoch

    (Foto: Rede Fonte)

    Pastor Renee Murdoch da igreja interdenominacional Luz às Nações, no Rio de Janeiro.

 

Renee, que é pastora da igreja interdenominacional Luz às Nações, no Rio de Janeiro. foi movida para a Unidade de Terapia Semi-Intensiva e dorme cerca de 20 horas por dia.

"Hoje, em resposta à nossa oração, a Renee está se comunicando muito, ela está dormindo menos e acordada muito (sic). Temos que continuar. Mas Deus com certeza vai responder as nossas orações", informou o seu marido Philip Murdoch, que também é pastor da igreja, através de vídeos de atualizações sobre o estado de saúde de sua esposa postados em sua conta no Twitter.

O hospital Copa D’Or, em Copacabana, onde ela está internada, também informou que ela não está mais sedada, respira se o auxílio de aparelhos e “apresenta sinais de melhora neurológica”. Ainda não há previsão de alta.

A pastora corria na ciclovia na Praia da Barra da Tijuca, no dia 26 de outubro quando Alexandre Luis de Oliveira Francesco, de 38 anos a atacou com uma barra de ferro.

De acordo com informações da mídia, Alexandre estava depredando um quiosque e agrediu a americana que passava por ali. Ele foi levado à delegacia e autuado por tentativa de homicídio.

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Pastora Renee e seu marido são casados desde 1994. Eles pastores da Igreja que fundaram há doze anos e lideram um movimento interdenominacional de plantação de igrejas pelo Brasil. Eles têm quatro filhos, Julia, Micah, Caroline e Ethan.