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‘Estou indo para o céu,` disse vítima do estupro coletivo à família

 

PorAnugrah Kumar | Repórter do The Christian Post tradutor Amanda Gigliotti

O pai de luto de uma mulher de 23 anos de idade, que morreu na semana passada depois de ser brutalmente estuprada e agredida em um ônibus em movimento na capital nacional da Índia, disse que ela fez um gesto de que estava indo para o céu, em sua última conversa com ela no hospital no Natal.

  • estupro coletiva

    (Foto: Reuters)

    Caixão da vítima de estupro na Índia é carregado para o aeroporto de Cingapura.

"Ela fez um gesto com os dedos de que ela estava indo para o céu," a BBC citou o pai, de religião hindu e cujo nome está sendo retido, dizendo na quarta-feira, o dia anterior à polícia ser formalmente esperada para acusar cinco dos seis suspeitos, com idade entre 18 e 35 anos, de estupro e assassinato.

Em meio a pedidos para a pena de morte para todos os acusados, o sexto acusado afirmou que ele é juvenil e a polícia está realizando testes para determinar a sua idade real.

Os registros da polícia dizem que o suspeito menor de idade estuprou a estudante de fisioterapia de 23 anos de idade duas vezes, depois que ela foi atingida com barras de ferro e caiu inconsciente. Eu extraí seu intestino com as mãos nuas e sugeri que ela fosse jogada fora do veículo em movimento desprovida de suas roupas, segundo o jornal Hindustan Times.

A lei prevê uma pena máxima de três anos em uma casa correcional para jovens.

"O jovem deve ser punido primeiro … ele foi o único que atraiu a minha filha para o ônibus e a torturou sem piedade. Ele deveria ser enforcado como os outros cinco acusados," disse o pai da vítima ao Economic Times.

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Em 19 de dezembro, três dias após o incidente hediondo, a vítima, que é conhecida por diversos pseudônimos, incluindo Nirbhaya (destemida) e Damini (depois de um filme de língua hindi sobre um caso de estupro), havia dito a sua mãe, "eu quero viver."

Os médicos descreveram-na como "psicologicamente composta e otimista sobre o futuro." Em 26 de dezembro, ela foi levada de um hospital em Nova Déli para Hospital Mount Elizabeth, em Singapura, onde morreu em 29 de dezembro.
"Um dia [no hospital], ela segurou a mãe e sussurrou, ‘Mamãe, eu sinto muito, sinto muito", disse o pai.

A vítima, que estava entre os melhores alunos de sua classe, ganhava bem e queria retribuir o pai, que trabalha como carregador no aeroporto internacional de Nova Déli e vendeu sua terra ancestral para financiar seus estudos.

"Lembro-me perguntar-lhe uma vez, quem são seus amigos?" disse seu pai à BBC. "E ela respondeu:" Papai, só meus livros são meus amigos."

A mulher foi nascida e criada no sudoeste de Déli. Seus pais emigraram de uma pequena vila nas proximidades do estado de Uttar Pradesh, em 1983. Seu pai disse que queria construir um hospital em sua aldeia natal. Ela sempre encontrou uma maneira de conseguir o que queria. "Se ela colocasse em sua mente que ela queria ter um doce, mesmo o lojista tinha que ceder", disse eu.

"Ela estudava dia e noite. Nós nem sequer sabíamos quando ela dormia e acordava", seu irmão foi citado como dizendo. "Ela não tinha medo de ninguém. Nós nunca poderíamos imaginar que tal destino lhe sucederia. Ela nunca deve ter imaginado."

O trágico incidente ocorreu na noite de 16 de dezembro, quando a mulher e seu amigo embarcou em um ônibus privado – sendo conduzido por joyriders – depois de assistir a um filme em Déli do Sul. O jovem os teria convidado, dizendo que o ônibus estava indo onde queriam ir.

Os seis homens dentro do ônibus começaram assediar a mulher. Quando seu amigo interveio, bateram-lhe na cabeça com uma barra de ferro várias vezes até que ele ficasse inconsciente. Quando a mulher tentou resgatá-lo, eles bateram-na com a mesma barra. Eles se revezaram estuprando-a e agredindo-a. Segundo relatos, os ferimentos indicam que um objeto contundente, possivelmente um macado de roda enferrujado, pode ter sido usado para a penetração.

O acusado então jogou os dois a partir do ônibus em movimento, e tentou atropelar a vítima. Seu amigo, que recuperou sua consciência no momento, arrastou-a para um canto para salvá-la.

Os amigos da vítima disseram à Agence France-Presse que ela estava noiva do amigo que a acompanhava. "Eles fizeram todos os preparativos do casamento e tinham planejado uma festa de casamento em Nova Déli," amiga e vizinha Meena Rai foi citada como dizendo. A cerimônia aconteceria em fevereiro.

O incidente causou indignação em toda a Índia, onde milhares de cidadãos exigem leis duras de estupro e melhor proteção para as mulheres.

Um total de 635 estupros foram relatados à polícia na cidade, entre janeiro e novembro de 2012, de acordo com a Press Trust of India. Dos 754 suspeitos presos, apenas um até agora foi condenado.

"Esses crimes não são contra o corpo de uma mulher, mas contra a sua alma", o Chefe de Justiça da Índia Altamas Kabir, disse na quarta-feira.

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Pastores pedem heroína evangélica à Globo

06/01/2013 – 06h00

 

ALBERTO PEREIRA JR.
ANNA VIRGINIA BALLOUSIER
DE SÃO PAULO

Nos próximos dias, o coordenador dos projetos especiais da Globo, Amauri Soares, vai almoçar com o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

Espaço dos evangélicos na TV aumenta

Entre prato principal e sobremesa, o executivo e o religioso, que está à frente de 125 igrejas com cerca de 40 mil fieis no país, discutirão interesses comuns entre emissora e evangélicos.

Até o fim de janeiro, Soares também se reunirá com o bispo Robson Rodovalho, da igreja Sara Nossa Terra, que tem 35 templos no país e já atraiu para o seu rebanho familiares do apresentador Silvio Santos.

Os encontros com os líderes evangélicos seguem uma agenda que teve início em 12 de novembro passado, quando Soares recebeu 17 deles no Projac, os estúdios do canal no Rio.

Durante horas, os religiosos acompanharam gravações e negociaram apoio e cobertura para a Marcha para Jesus, o Dia do Evangélico e o Dia da Bíblia.

Por sua vez, os líderes prometem apoiar o Festival Promessas, que a Globo criou em 2011 para divulgar a música gospel. A emissora confirma os encontros mas não comenta detalhes das conversas.

"Nos últimos cinco anos, a Globo se aproximou desse público porque tem lhe conferido não somente peso de formação de opinião, mas também de mercado consumidor", explica Karina Bellotti, doutora da Unicamp que estuda mídia e religião.

Para ela, "é importante destacar que a bancada evangélica cresceu no Congresso, assim como o poder aquisitivo de muitos evangélicos que ocupavam a classe C".

"Se você for colocar qualquer coisa aí [na reportagem], põe que não há nenhum acordo para nos proteger", ressalta o pastor Silas Malafaia. "Que cada pastor que pague a conta pela sua besteira."

"A decisão [de abrir mais espaço para evangélicos] é deles", completa Rodovalho.

MOCINHA EVANGÉLICA

Para os dois, chegou a hora de a Globo quebrar o último grande tabu: investir em personagens evangélicos na teledramaturgia. Quiçá numa mocinha do horário nobre.

No começo de 2012, a Folha questionou Octávio Florisbal, então diretor-geral da emissora, sobre o assunto. Ele desconversou.
De lá para cá, a Globo emplacou duas coadjuvantes evangélicas: Ivone (Kika Kalache), de "Cheias de Charme", e Dolores (Paula Burlamaqui), de "Avenida Brasil".

Izabel de Oliveira, coautora de "Cheias de Charme", diz não ter recebido orientação para criar a personagem.

No Projac, segundo a assessoria da Globo, os religiosos "manifestaram o interesse em falar sobre o perfil atual do evangélico brasileiro para autores e roteiristas".

"A emissora considera a contribuição relevante, assim como as que recebe de vários segmentos da sociedade, inclusive de outras religiões", informou a Globo em nota.

A palestra proposta pelos líderes, porém, não ocorreu. "O Amauri me explicou que a teledramaturgia é muito independente", diz Malafaia.

Quatro autores procurados pela Folha se recusaram a falar sobre o tema. Silvio de Abreu foi exceção. "Sinto muito, nunca tratei de personagem religioso em nenhuma novela nem pretendo".

Evangélicos veem mais holofote em outras religiões. Os casamentos em folhetins são geralmente católicos. Novelas espíritas são constantes.

E, se há personagens evangélicos, "é crente, mas vagabundo. É pastor, mas safado", dispara Malafaia.

Fotomontagem

O ator Edson Celulari, imagem de televisão mostrando o bispo Sérgio Von Helder, a atriz Kika Kalache

O ator Edson Celulari, imagem de televisão mostrando o bispo Sérgio Von Helder, a atriz Kika Kalache

APERTO DE MÃO

A cena de pastores no Projac seria inimaginável em 2008. Malafaia atacava: "Em 25 anos, vin-te e cin-co [pontua cada sílaba], lembro de apenas uma reportagem boa na Globo sobre evangélicos. E tem semana em que, todo dia, o ‘Jornal Nacional’ fala bem da Igreja Católica".

Desde então, o pastor reduziu as farpas trocadas com a Globo. Afirma ter apertado a mão de João Roberto Marinho, vice-presidente das Organizações Globo, no fim de 2010, numa reunião "muito legal" no escritório dele, segundo o religioso.

"Ninguém deu mais pau na Globo do que eu. Se um veículo nos denigre, você acha o quê? Disse isso pro João. Ele até riu", diz Malafaia.

"No passado, éramos corpos estranhos, não tínhamos nenhum diálogo", afirma Rodovalho. Agora é diferente. "No Projac, Amauri falou bastante do slogan: ‘A gente se vê por aqui’." Procurados, João Roberto Marinho e Amauri Soares não quiseram comentar os encontros.

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La tribu perdida de Manasés vuelve a Israel

Creen que es un cumplimiento profético 

 

La tribu perdida de Manasés vuelve a Israel

Miembros de la tribu Bnei Menashe, llegando al aeropuerto de Tel Aviv.

Unos cincuenta miembros de la tribu de Bnei Menashe, que se identifica como la tribu perdida de Manasés, emigra a Israel desde el noreste de la India.

04 DE ENERO DE 2013, ISRAEL

A finales de diciembre, unas cincuenta personas procedentes del norte de la India llegaban a Israel para establecerse en su nueva patria.  Se trata de miembros de la tribu Bnei Menashe, en el noreste de la India, de los que ya han emigrado a Israel unos 2.000, hasta que hace cinco años el gobierno israelí paralizó su ‘aliya’, es decir, el retorno de las tribus, que se considera un cumplimiento profético de un pasaje de Isaías.
Unos cincuenta miembros de la tribu Bnei Menashe llegaron al aeropuerto de Ben Gurion, cuenta Chris Mitchell para CBN News. Esto es porque ha vuelto a ponerse en marcha el retorno de estos indios de religión judía, después de que el gobierno paralizase su llegada hace cinco años.
“Siento como que estoy en casa”, expresó un miembro de la tribu. “Estoy emocionado, abrumado. No puedo explicar con palabras lo que siente mi corazón”, decía otro de los miembros de la tribu. La decisión del Gobierno permitirá continuar con el retorno de unas 7.000 personas.
“Las diez tribus se perdieron para nosotros durante muchos siglos, pero nunca se perdieron en términos de su identidad”, Michael Freund, uno de los impulsores históricos del retorno de este grupo desde la India.
Para él, se trata de un cumplimiento profético. “El profeta Isaías dice ‘al tera qui ka ani’, que significa ‘No temas porque yo estoy contigo’. ‘Me israch avi zerecha’, que se traduce como ‘desde el Oriente traeré tu descendencia”.
“Estos son los descendientes de Israel y ellos están regresando desde el este”, asegura Freund. “Es como si el titular de hoy fuera escrito por el profeta Isaías unos 2.600 años atrás. Es algo fenomenal”.
UNA HISTORIA A DEBATE
Según la historia bíblica, el imperio asirio exilió a la tribu de Manasés de su tierra hace casi 3.000 años. Algunos mantienen que estos exiliados, que se establecieron en el noreste de la India, mantuvieron sus raíces judías durante más de 2.000 años.
En el caso de la tribu de Bnei Menashe, se produjo un importante debate a mediados de la década pasada sobre si realmente se trataba de descendientes de la tribu de Manasés o si, por el contrario, el mito se había establecido en la población a partir de la llegada de misioneros cristianos a esta tierra en el siglo XIX.
Aunque las pruebas de ADN no dieron una confirmación sobre el asunto, hay signo culturales (una canción que recuerda al canto de María, algunos rituales, la tendencia al monoteísmo) que algunos estudiosos han vinculado con las probables raíces judías de, al menos, parte de los pobladores, que seguramente luego se mezclarían con los habitantes del lugar, guardando algunas de las costumbres judías.
ABANDONARON EL CRISTIANISMO
Parte del impulso por regresar a Israel viene, sin embargo, de una visión que tuvo un líder tribal, Challianthanga, en la que veía a su pueblo regresando a Israel. Desde ese momento, la mayoría de los pobladores adoptaron tradiciones judías que combinaron con su fe en Jesús como mesías. Sin embargo, en 1975 se registra que cientos de habitantes de la tribu rechazan definitivamente su fe en Jesús para abrazar un judaísmo ortodoxo.
De hecho, una de las condiciones impuestas por el Gobierno israelí para aceptar esta masiva llegada es la conversión de los 7.200 habitantes de la tribu al judaísmo.
En el regreso de Bnei Menashe han participado también varias organizaciones cristianas.  “De hecho, los profetas dicen que cuando Dios reúna a su pueblo judío de todos los confines de la tierra, los gentiles ayudarían en la tarea”, explicó David Parsons, de la Embajada Internacional Cristiana en Jerusalén.
En enero se espera la llegada de otros 300 miembros de la tribu.

Fuentes: CBN News, Wikipedia

Editado por: Protestante Digital 2013

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