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Três feiticeiros tentaram acabar com o culto de uma igreja fazendo bruxarias na porta da igreja. Confira nesse vídeo o poder de Deus em ação.

 

Para assistir ao confronto, siga este link

:http://juliosevero.blogspot.com/2012/12/feiticeiros-africanos-atacam-pastor.html

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes”. Efésios 6:10-13

Fonte: Fé em Jesus

Divulgação: www.juliosevero.com

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Igreja Católica oferece o perdão dos pecados antes do fim do mundo, diz site

 

Por Luana Santiago | Correspondente do The Christian Post

O polêmico e suposto dia em que ocorrerá o fim do mundo, 21 de Dezembro de 2012, está ainda causando que muitos se preparem para o acontecimento. Entre eles, uma igreja católica está oferecendo perdão dos pecados.

  • Pedir perdão

    (Foto:Divulgação)

    Site oferece desconto em perdão

Segundo a Acontecer Cristiano, a Igreja Católica de Assis, na Umbria, Itália, organizou uma campanha de “perdão dos pecados” pela pequena quantia de 16 dólares (cerca 35 reais).

“De acordo com as previsões, o mundo está a chegar ao fim. Mas não tema, o perdão dos pecados tem a chancela da Igreja Católica de Assis (…)”. “(…) Neste período cinzento e deprimente que atravessa a Humanidade, oferecemos a todos um presente maravilhoso, uma oferta incrível de 50% nas indulgências.”

Os membros da Igreja Católica se oferecem para apagar os pecados dos interessados que adquirirem a oferta.

“As absolvições são o primeiro passo no caminho para Deus. O comprador já começará praticando o bem, pois o valor do produto será doado a instituições de caridade”, diz o anúncio.

De acordo com uma publicação, o anúncio ainda explica que, para obter o perdão, as pessoas devem ser mais gentis demonstrando preocupação com as dificuldades alheias. A oferta seria uma forma de tomar esta atitude – pois o valor arrecadado será doado a instituições de caridade.

A notícia causou polêmica e as opiniões sobre o assunto se dividiram. Muitos consideraram o anúncio uma piada, enquanto outros ficaram indignados por considerar que a questão do perdão deve ser tratada com seriedade.

Essa não foi a primeira ação polêmica de preparação para o fim do mundo. Segundo o jornal Russia Today, uma agência de turismo na Ucrânia começou recentemente a oferecer tickets para o céu e o inferno.

Além disso, outras lojas em cidades da Rússia começaram a vender kits de sobrevivência que incluem: velas, fósforos, sabonete, cereais e outros.

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Astroteologia

 

Nós, humanos, somos seres limitados. Criativos e inovadores, conseguimos ampliar em muito a nossa compreensão do mundo por meio da aplicação diligente da razão e, complementarmente, das artes.

Isso porque, se a ciência e as artes têm algo em comum, é justamente a tentativa de estender nossa visão de mundo, de ampliar as fronteiras do conhecimento, revelando aspectos inusitados do real. Um teorema e um poema são reflexões do possível, seja o concreto ou o onírico. A imaginação lança mão de todos os recursos à sua disposição para dar sentido à existência.

Talvez seja por isso que o teólogo americano Reinhold Niebuhr escreveu que "o homem é o seu maior problema". Nossas filosofias, ciências e religiões são tentativas de compreender a existência apesar de nossa miopia, isto é, de nossas limitações sobre o que vemos e entendemos.

Nessa busca, não é coincidência que a crença religiosa funcione como uma bússola para tantas pessoas. Como explicar a origem do Universo? Ou da vida? Ou por que temos uma mente capaz de refletir sobre essas questões complexas?

Tais questões são, hoje, parte da pesquisa científica de ponta. Vivemos numa época peculiar, em que o que antes era província exclusiva da religião faz parte do discurso rotineiro da ciência. Porém, por não termos ainda respostas, essas questões continuam nos assombrando.

Talvez um dos dilemas da humanidade seja a angústia de poder contemplar o divino sem sê-lo. Temos a capacidade de imaginar a perfeição, a ausência de dor, a imortalidade; mas, tirando a ficção e a fé, não temos como transcender nossa realidade carnal, os limites temporais e espaciais. Ou será que temos?

Considerando que a ciência moderna tem apenas quatro séculos (marcando seu início com Kepler e Galileu), e percebendo o quanto já fizemos em tão curto prazo, imagine o que nos espera em mil anos?

Ou 10 mil anos, se, claro, não nos destruirmos antes disso. A ciência nos permite já uma manipulação dos genes de criaturas, a ponto de podermos modificar o que comemos e mesmo alcançar curas diversas.

Extrapolando a expansão tecnológica para o futuro, alguns afirmam que, em algumas décadas, chegaremos a um ponto em que nossa hibridização com máquinas será tão profunda que não poderemos mais nos dissociar delas. Caso essas previsões se concretizem -e, a meu ver, já estão ocorrendo-, seremos, como escrevi aqui recentemente, uma nova espécie, além do humano.

Agora imagine que, tal como nós, outras criaturas inteligentes em algum canto da galáxia descobriram a ciência. Só que o fizeram, digamos, 1 milhão de anos antes de nós, o que em termos cósmicos não é nada.

Essas criaturas teriam se transformado completamente ao se hibridizar com máquinas. Seriam, talvez, apenas informação, existindo em campos energéticos no espaço.

Teriam o poder de criar vida, escolhendo suas propriedades. Poderiam, por exemplo, ter nos criado, ou a alguns de nossos antepassados, como parte de um experimento. Poderiam, por exemplo, estar nos observando, como nós observamos animais no zoológico ou no laboratório. Essas entidades imateriais, mas existentes, seriam nossos criadores. Seriam eles deuses, mesmo se não sobrenaturais?

Marcelo Gleiser

Marcelo Gleiser é professor de física e astronomia do Dartmouth College, em Hanover (EUA). É vencedor de dois prêmios Jabuti e autor, mais recentemente, de "Criação Imperfeita". Escreve aos domingos na versão impressa de "Ciência".