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Marcos Witt abandona Lakewood Church (Houston)

Danilo Montero, nuevo pastor

 

Foto - Iglesia de Marco Witt

Marcos y Miriam Witt se despiden de la congregación hispana de Lakewood Church, que fundaron, y pastorearon durante 10 años.

16 DE SEPTIEMBRE DE 2012, EEUU

Ya desde hace más de dos meses, el pastor Danilo Montero estaba desempeñando el cargo como pastor interino, mientras Marcos Witt preparaba un largo tiempo sabático, que comenzó la semana pasada, tras finalizar su gira «25 Concierto Conmemorativo».
A partir de este domingo 16 de septiembre, después de hacerse el anuncio oficial de la salida de Marcos Witt de la iglesia y del pastorado, se instala como pastor Danilo Montero  de forma permanente para atender a la congregación hispana de Lakewood Church.
Marcos Witt desde el año pasado, comenzó a sufrir problemas de salud . A partir de entonces, ha estado bajo cuidado médico, y le insistieron que era tiempo de tomar un descanso de la agenda apretada que ha mantenido por tanto tiempo y de manera ininterrumpida. Marcos y Miriam han resuelto aceptar ese consejo y descansarán por un espacio de al menos tres meses, antes de iniciar cualquier proyecto nuevo.
Marcos Witt en 1987 fundó CanZion Producciones. En 1994, fundó los Institutos CanZion. En el año 2000 fundó Lidere y en el 2002, la congregación hispana de Lakewood.
LA DESPEDIDA
Foto - Marcos Witt Este domingo, Marcos Witt anunció pública y oficialmente su renuncia a la congregación de la Iglesia Lakewood. Acompañado de su esposa Miriam y los pastores Joel Osteen y Danilo Montero, Marcos Witt se despidió de la congregación que él fundó.
“El día de hoy, domingo 16 de septiembre de 2012, se cumplieron diez años desde que Miriam y yo celebramos un compromiso con el pastor Joel Osteen de fundar y dirigir a la congregación Hispana de Lakewood Church… Hoy, se termina este ciclo y comienza uno nuevo para la Familia Witt” al entregar esta “renuncia definitiva” explicó.
Tras palabras de gratitud de Marcos y su esposa Miriam, explicó Marcos que en esta nueva etapa “nos hemos trazado la meta de celebrar un sabático ministerial y personal, después de 31 años en el ministerio sin parar . Durante este sabático, seguiremos buscando la voluntad de Dios para conocer cuáles son sus planes para nosotros. Estamos seguros que Él nos guiará”.

Fuentes: Canzion

© Protestante Digital 2012

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‘Lula é Deus`: Marco Feliciano responde à declaração de Marta Suplicy, ‘trindade arrogante’

 

PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

Depois da declaração polêmica da defensora de longa data dos direitos LGBT no Brasil, a senadoraMarta Suplicy, de que "Lula é deus", Marco Feliciano reagiu através de seu Twitter chamando isso de “arrogante”.

  • Marta suplicy

    (Foto: Reuters)

    O projeto de lei 122/06 que visa criminalizar a homofobia foi “sepultado” pela senadora Marta Suplicy mas já tem “outro na manga” com as “mesmas diretrizes”.

 

A declaração de Marta foi feita nesta quarta-feira, nas vésperas de ela assumir o Ministério da Cultura, substituindo Ana de Hollanda, demitida após reclamar de baixo orçamento do Ministério.

"Lula é deus, eu sou quem faz, e Dilma tem boa reputação", declarou Marta Suplicy, referindo-se ao poder que ela acredita que o trio trará para seu partido (PT) para vencer as eleições de 2012, para prefeitos e vice-prefeitos e vereadores.

"Assim, com a entrada do trio, vai dar certo. Eu combinei que iria entrar na hora e estou entrando", acrescentou.

O deputado e pastor Marco Feliciano, que tem se envolvido nos conflitos em curso entre ativistas gays e evangélicos, criticou fortemente sua postura.

"Marta e suas heresias. A arrogância precede a queda", escreveu ele no blog micro. "Marta Suplicy, ativista gay assumida, ridiculariza sempre os q tem fé e agora diz q ‘Lula é deus’. Em q planeta? Afirmação + que estúpida!"

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"Trindade arrogante", completou Feliciano referindo-se ao trio "Lula, Dilma e Marta".

Com tal declaração, a senadora foi questionada se haveria qualquer sentimento de vingança por ter sido substituída na disputa pela cidade de São Paulo nestas eleições. Ela negou, mas admitiu que foi um momento triste para ela.

"Eu fiquei triste quando aconteceu e não escondi de ninguém. Mas disse: na hora que achar que faço a diferença eu entro. Eu falei com o Haddad: primeiro vai gastar sola de sapato, conhecer a cidade", ela respondeu.

Marta Suplicy foi a pessoa-chave nas tentativas de implementar um material amplamente criticado, o "kit gay", contra a homofobia nas escolas públicas e do projeto de lei para criminalizar a homofobia no país. O material foi suspenso por Dilma Rousseff depois de pressão dos deputados evangélicos no início deste ano e o projeto de lei PLC 122 ainda está pendente no Congresso.

Sendo agora ministra da Cultura, Marta pode tornar-se uma outra "dor de cabeça" para os cristãos evangélicos, de acordo com Feliciano. Os evangélicos, que estavam "felizes" com a aprovação de um projeto de lei que reconhece a música gospel como manifestação cultural, agora têm uma sensação de "tensão" do que se esperar de seu Ministério.

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Papa clama por liberdade de religião no Oriente Médio, protestos continuam contra o filme anti-islâmico

 

PorAndrea Madambashi | Repórter do The Christian Post

O Papa Bento XVI clamou por liberdade religiosa no Oriente Médio neste sábado, durante a sua visita ao Líbano. A visita ocorre em meio a uma nova onda de protestos que eclodiram na sexta-feira devido ao filme anti-muçulmano a "inocência dos muçulmanos", que levou ao ataque mortal ao consulado dos EUA na Líbia esta semana.

  • embaixada americana

    (Foto: Reuters)

    Pessoas fazem protestos na frente da embaixada americana, no Cairo, 11 de setembro de 2012.

O papa falou a funcionários do governo, diplomatas estrangeiros e líderes religiosos no palácio presidente em Monte Líbano, nos subúrbios ao sul de Beirute, no segundo dia da visita.

"Não nos esqueçamos de que a liberdade religiosa é um direito fundamental do qual derivam muitos outros direitos", disse ele, de acordo com a Associated Press.

Cristãos e muçulmanos no Líbano têm compartilhado o mesmo espaço, segundo ele, algumas vezes na mesma família e perguntou-lhes: "Se é possível nas famílias por que não em sociedades inteiras?"

Ele disse que deve ser possível para todos a praticar religião com liberdade e sem perigo para a vida.

Bento quer que o Líbano, país com a maior percentagem de cristãos no Oriente Médio, seja um exemplo de convivência para a região.

Ele convidou o público “a testemunhar com coragem, dentro e fora de estação, onde quer que você se encontre, de que Deus quer a paz, que Deus confia a paz a nós."

Horas depois de sua chegada sexta-feira, a violência eclodiu no norte do Líbano por causa do filme anti-muçulmano. De acordo com autoridades de segurança libanesas, uma multidão ateou fogo a um restaurante KFC e Hardee na cidade portuária de Tripolli.

Manifestantes entraram em confronto com a polícia, que abriu fogo, deixando pelo menos um dos atacantes morto e 25 pessoas feridas, incluindo 18 policiais que foram atingidos com pedras e vidro, relataram os oficiais.

As autoridades libanesas aumentaram a segurança para o papa. Licenças de armas foram suspensas e a visita foi confinada ao centro do Líbano e áreas cristãs do norte.

O filme "Inocência dos muçulmanos", que gerou os protestos, ridiculariza o profeta Maomé, retratando-o como uma fraude, um mulherengo e um molestador de criança.

A onda de ataques sexta-feira deixou pelo menos sete pessoas mortos nas áreas do Oriente Médio da África, que incluem a Tunísia, Egito, Líbano, Sudão, Iêmen, Índia, Israel, Bahrein, Bangladesh, Afeganistão, Iraque, Irã, Paquistão, Síria, Qatar, Grã-Bretanha, Turquia e Cisjordânia.