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Tribunal determina fechamento de mesquitas em São Paulo. Dilma condena na ONU perseguição islâmica aos cristãos

 

Julio Severo

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou nesta terça-feira, 25, o fechamento de todas as mesquitas em São Paulo pelo fato de que os seguidores da religião muçulmana têm sistematicamente perseguido, torturado e assassinado anualmente milhares de cristãos em países islâmicos. Horas antes, a presidente Dilma Rousseff condenou a violenta perseguição muçulmana aos seguidores de Cristo no discurso de abertura da 67.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Nessa altura, você deve estar se beliscando e dizendo: “Uau! Será que estou bêbado e não estou lendo direito?” Ou: “Será que o Julio Severo bebeu?”

De fato, conhecendo o comportamento da Justiça brasileira e da presidente com histórico de terrorista, é impossível imaginá-los agindo contra sua própria natureza.

A verdade é: O Tribunal de Justiça de São Paulo nunca reconheceu a perseguição aos cristãos em países islâmicos. Portanto, no que depender desse nobre tribunal, os islâmicos terão total liberdade para propagar no Brasil suas ideias doces e angelicais. Quanto aos cristãos nos países islâmicos, talvez os nobres juízes pensem: por que é que eles não aceitam as “ideias doces e angelicais” do “profeta” Maomé?

Quanto ao islamismo, houve realmente uma ação dos nobres juízes, conforme noticiou o jornalEstadão: “O Tribunal de Justiça de São Paulo proibiu nesta terça-feira, 25, o site YouTube de exibir o trailer do filme ‘Inocência dos Muçulmanos’, que é ofensivo ao islamismo”.

O título do artigo do Estadão é ainda mais interessante: “Justiça proíbe exibição no Brasil de filme que ofende Maomé”.

Agora é eu que digo: “UAU!” Já pensou esse mesmo jornal dizendo: “Justiça proíbe exibição no Brasil de filmes que ofendem Jesus Cristo”. Ou: “Justiça proíbe exibição nas paradas gays de imagens que ofendem Jesus Cristo”.

Mas não. Como se não bastassem agir como se fossem adoradores do homossexualismo, agora querem também impor que um Estado laico é um Estado sem Cristianismo, mas que se prostra diante do nome de Maomé.

A senhora Dilma Rousseff realmente esteve na ONU. Como representante máxima do maior país católico do mundo, ela tinha a obrigação moral (ainda mais que seu governo é obcecado por direitos humanos até para formigas e adoradores do ânus) de pelo menos condenar a perseguição, tortura e martírio de católicos em países islâmicos. Mas, para ser fiel ao seu passado de terrorismo e comunismo, ela preferiu agir conforme sua própria natureza. O jornal Estadão, na mesma matéria, anuncia: “A presidente Dilma Rousseff condenou a islamofobia no discurso de abertura da 67.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas”.

Na ONU, Dilma condena o preconceito ao islamismo

Na ONU, diante de todas as nações, a preocupação mais importante da presidente do Brasil é a islamofobia — isto é, o “preconceito” ao islamismo como “religião de paz e amor”!

Lição de moral do Tribunal de Justiça de São Paulo e de Dilma: Nunca condene, critique ou ofenda os opressores, perseguidores, torturadores, estupradores e martirizadores islâmicos de cristãos!

Se muçulmanos estivessem sendo perseguidos, estuprados e mortos aos milhares por ano em países católicos e evangélicos, faria sentido Dilma condenar a “islamofobia”. Mas está ocorrendo exatamente o contrário: homens, mulheres e crianças estão sendo presas fáceis de violências, estupros e assassinatos apenas por dizerem que acreditam que Jesus Cristo é o Filho de Deus. E os EUA, o maior país evangélico do mundo, e o Brasil, o maior país católico do mundo, não bocejam uma simples palavra de condenação aos governos islâmicos assassinos.

Pelo menos, os seguidores de Maomé têm muito mais coerência. Os presidentes de países islâmicos defendem os muçulmanos e sua religião com unhas e dentes — enquanto outros muçulmanos os defendem com bombas e matanças. O presidente islâmico do Irã, Arábia Saudita, Egito ou Líbia jamais apareceria na ONU para condenar a “catolicofobia” ou a “cristianofobia”.

Já Dilma Rousseff, presidente do maior país católico do mundo, está pronta para condenar a “islamofobia” e jogar os católicos na arena dos leões homossexuais e islâmicos.

Se enquanto islâmicos perseguem, estupram e matam cristãos, Dona Dilma prefere aparecer na ONU para condenar a “islamofobia”, fico pensando: O que ela faria se os católicos começassem a dar o troco para todos os muçulmanos do Brasil, perseguindo-os, torturando-os e matando-os? Será que Dona Dilma apareceria na ONU para condenar a “catolicofobia”?

Acho que a esquizofrenia ideológica dela tem outra explicação: com seu passado terrorista, ela só pode apoiar a maior força motivadora do terrorismo internacional moderno — que é exatamente o islamismo.

Daí, tanto faz Dona Dilma condenar na ONU a “islamofobia” ou o “terrorismofobia”.

Fonte: www.juliosevero.com

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Dios existe, es suizo, y Google Maps es su profeta

 

Dios existe, es suizo, y Google Maps es su profeta

La imagen de Google Maps que han interpretado como Dios

Mientras Apple falla estrepitosamente con sus mapas, Google “encuentra a Dios” en Suiza.

26 DE SEPTIEMBRE DE 2012, SUIZA

Un pequeño rincón al norte de Suiza, muy cerca de la frontera con Liechtenstein es el lugar donde vive el Dios visible. Al menos es lo que parece indicar Google Maps, el potente servicio cartográfico online del gigante de la Red, que muestra una extraña imagen capturada en el cielo en su Street View.
El programa de mapas muestra la imagen en la coordenada 47.110579,9.227568 del buscador.
El punto, apenas un kilómetro al este de la localidad de Murg, en Saint Gallen, corresponde a una carretera que bordea un lago en una zona montañosa. Si se activa el modo de visualización fotográfica de Google Maps se observa en el cielo una mancha que podría interpretarse como alguien con el brazo derecho extendido hacia arriba .
Algunos interpretan incluso que se trata de la silueta de la Virgen María junto a Jesucristo. Lo cierto es que al avanzar con el ratón por el recorrido de la carretera, la forma sigue apareciendo, por lo que lo más probable es que la ‘aparición’ se deba simplemente a un fallo en la cámara que tomó la imagen o a algo que se pegó en el cristal que la protege.
APPLE Y GOOGLE ¡VAYA PAR DE DOS!
El curioso hallazgo, que fue uno de los temas más comentados en Twitter en España a lo largo de la mañana de su descubrimiento, y llega justo en plena polémica por la actualización del sistema operativo de Apple, el iOS a su versión 6, en la que los mapas ofrecidos por la compañía han perdido tantísima calidad y precisión que muestran, por ejemplo, el español río Ebro en pleno Amazonas brasileño.
Mientras Apple falla estrepitosamente con sus mapas, Google “encuentra a Dios”. Toda una imagen de la tecnología y el hombre actuales, que acaban fallando en lo práctico y desbarrando en lo espiritual.

Fuentes: Agencias

© Protestante Digital 2012

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Churchill e o Islã

 

26, setembro, 2012

Fonte IPCO

Paulo Emanuel de Oliveira Freitas

Todos sabemos da capacidade de discernimento e percepção de Winston Churchill. Ele serviu o Departamento de Estado do Império Britânico durante muito tempo em países islâmicos e as conclusões a que ele chegou em 1899 (!!!) sobre o islã não são diferentes das conclusões de Joseph Conrad (1857-1924), nobre polonês que se naturalizou inglês e se tornou um dos maiores escritores da língua inglesa.

O breve discurso abaixo de Winston Churchill foi proferido por ele em 1899, quando ele era um jovem soldado e jornalista. Provavelmente estabelece a visão atual de muitos, mas, por estar expressa pelo lúcido Churchill, em seu escorreito texto em língua inglesa, da qual ele era um mestre, ganha notável realce. Sir Winston Churchill foi, sem dúvida, um dos maiores homens dos séculos XIX e XX.

Ele foi um jovem soldado corajoso, um jornalista brilhante, um extraordinário político e estadista, líder aliado da II Grande Guerra e primeiro-ministro britânico, para quem o mundo ocidental há de ter para sempre uma grande dívida. Ele morreu em 24 de janeiro de 1965, com a idade de 90 anos e, depois de uma vida a serviço de seu país, lhe foi concedido um funeral de chefe de estado.

ESTE É O DISCURSO:

“Quão terríveis são as maldições que o islamismo impõe a seus devotos! Além do frenesi do fanático, que é tão perigoso em um homem como hidrofobia em um cão, há essa apatia fatalista temerosa. Os efeitos são visíveis em muitos países: hábitos ultrapassados, desastrados sistemas de agricultura, lentos métodos de comércio e insegurança da propriedade sempre existem entre os seguidores do Profeta, em tese ou ao vivo.

“Um sensualismo degradado priva essa vida de sua graça e requinte, o próximo de sua dignidade e santidade. O fato de que, no direito muçulmano cada mulher deve pertencer a algum homem como sua propriedade absoluta, como uma criança, uma esposa ou concubina, deve atrasar a extinção final da escravidão até que a fé do Islã tenha cessado de ser uma grande potência entre os homens.

“Muçulmanos individuais podem mostrar qualidades esplêndidas, mas a influência da religião paralisa o desenvolvimento social de quem segui-la.

“Nenhuma outra força retrógrada forte existe no mundo como ela. Longe de estar moribundo, o Islamismo é militante e sectário da fé. Ele já se espalhou por toda a África Central, levantando guerreiros destemidos em cada etapa; e apesar do cristianismo abrigado nos braços fortes da ciência, e a ciência por si, contra os quais vêm lutando, a civilização da Europa moderna pode cair, como caiu a civilização da Roma antiga.”

Sir Winston Churchill

(Fonte: The River War, first edition, Vol II, pages 248-250 London)