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A Aliança com Deus e seus Efeitos

 

Avatar de ariana horsaiPor ariana horsai em 24 de agosto de 2012

A Aliança com Deus e seus Efeitos

Este cálice é a nova aliança no meu sangue
1Corintios 11:25b

A palavra aliança é muito conhecida na bíblia e aparece 299 vezes entre o velho e novo testamento. O velho testamento retrata a aliança que Deus fez com seu povo através da Lei e o novo testamento retrata a aliança que Deus fez com pessoas individualmente através de Jesus Cristo. Falamos que aliança simboliza acordo, tratado, contrato, união entre duas partes. O que em geral não falamos é que aliança na verdade é apenas a casca, a exterioridade, a parte de fora, a fidelidade é a essência. Aliança é a maneira de materializarmos sentimentos, convicções, e se observarmos de um modo geral, a aliança é a maneira materializarmos a fidelidade que temos para com Deus e que ele tem para conosco.
A aliança só existe quando há fidelidade a Deus. Por isso que não podemos resumir nossa aliança com Deus através apenas de exterioridade: discursos, serviços ou atividade. A aliança é ter uma vida santa diante de Deus.
Para entendermos exatamente o que significa uma aliança com Deus em sua essência, é importante verificarmos o que o velho testamento diz, pois desde aquela época Deus já manifestava a necessidade de uma aliança e tentou estabelecer uma aliança com o povo.

O PRINCÍPIO DE UMA ALIANÇA COM DEUS

Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel. Então, o povo respondeu à uma: Tudo o que o SENHOR falou faremos. E Moisés relatou ao SENHOR as palavras do povo.Êxodo 19:5,6,8

Deus fala algo maravilhoso sobre a aliança, seu povo que a guardar será transformado em:
A Propriedade peculiar de Deus – A palavra hebraica sugere algo muito precioso que alguém reserva para si com um carinho especial;

O Povo especial – “dentre todos os povos”;

O Reino de sacerdotes – demonstra a idéia de Deus já naquela época de que todos tivéssemos acesso direto a Deus através de Jesus Cristo;

A Nação santa – a idéia de santo no velho testamento é de algo separado do uso comum e profano, algo exclusivo para Deus.
Deus constituiu uma aliança porque através dela queria transformar um povo. No novo testamento a idéia é a mesma.

Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz
1 Pedro 2:9

A aliança que Deus faz é para nos transformarmos em povo de Deus, raça eleita por Deus, nação santa, Deus quer fazer uma aliança contigo para te abençoar.
Temos algumas outras características sobre esta aliança:

A ALIANÇA SIGNIFICA QUE NÓS PODEMOS CONTAR SEMPRE COM DEUS

Quando estiveres em angústia, e todas estas coisas te sobrevierem nos últimos dias, e te voltares para o SENHOR, teu Deus, e lhe atenderes a voz, então, o SENHOR, teu Deus, não te desamparará, porquanto é Deus misericordioso, nem te destruirá, nem se esquecerá da aliança que jurou a teus pais.
Deuteronômio 4:30,31

A ALIANÇA IMPLICA EM RELACIONAMENTO COM O SENHOR

Porque tu és povo santo ao SENHOR, teu Deus; o SENHOR, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra. Não vos teve o SENHOR afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o SENHOR vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o SENHOR vos tirou com mão poderosa e vos resgatou da casa da servidão, do poder de Faraó, rei do Egito. Saberás, pois, que o SENHOR, teu Deus, é Deus, o Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e cumprem os seus mandamentos.
Deuteronômio 7:6-9

Deus recorda verdades para conosco:

Ele nos escolheu;

Ele nos amou;

Ele cumpriu suas promessas libertando seu povo;

Ele é fiel.

Em todos os casos notamos algo importante: Deus faz a sua parte em sua aliança. E nós? Fomos exortados a voltarmos para Deus, escutarmos sua voz, obedecermos. O que Deus espera de nós? O que faremos em relação a sua aliança?

Então, o povo respondeu à uma: Tudo o que o SENHOR falou faremos. E Moisés relatou ao SENHOR as palavras do povo.
Êxodo 19:8

Que haja hoje em seu coração a vontade e decisão de obedecer a Deus e assim cumprir a sua aliança.

Mais no meu blog http://filhosdosenhoraltissimo.blogspot.com.br/

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O cristão e as promessas de vitória

 

Posted: 24 Aug 2012 09:05 AM PDT

Eu estranho quem deseja enfatizar mais as lutas do que as vitórias. É necessário pregar os dois lados da situação.
Muitos citam Jó como se o caso dele corroborasse com a ideia de que Deus quer que os cristãos vivam em sofrimento. Quem quiser falar do sofrimento de Jó, fale… Mas deve contar a experiência completa; Jó venceu o diabo e conquistou tudo o que perdeu, ficou duas vezes mais rico, teve tudo que perdeu em dobro. Confira: Jó 42.10.
Deus abençoa. Não é plano de Deus que as pessoas vivam em sofrimento. A vontade dEle é que todo cristão seja liberto de problemas e não viva como um prisioneiro deles.
Existem muitas promessas contidas nas Escrituras Sagradas. Quando a Bíblia Sagrada menciona lutas, também promete o livramento, a superação das lutas. As promessas são a Palavra de Deus, compromissos dEle com quem o serve. Ele cumpre o que promete!

Você se sente bem com quem coloca em dúvida a sua promessa. Deus também não. É preciso crer nas palavras empenhadas por Deus.

Está escrito:

“Tenho vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” – João 16:33.

"Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós; (…) mas em todas as coisas somos mais que vencedores" – Romanos 8.31, 37.

"Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" – João 8.36.

Jesus recomenda ter paz. Por quê? Porque Ele liberta de verdade e o liberto não é apenas um vencedor, é muito mais, o liberto por Cristo é mais do que vencedor. Isto é promessa bíblica exposta claramente. Não é heresia, não.

E.A.G.

Eliseu Antonio Gomes http://belverede.blogspot.com.br

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Riesgo de un conflicto bélico de Irán con EEUU e Israel

Informe de la ONU

 

Riesgo de un conflicto bélico de Irán con EEUU e Israel

La evidencia de avances del programa nuclear de Irán aviva el riesgo de un ataque de Israel o EEUU. La ONU posee información de que Teherán ha elevado su capacidad de enriquecer uranio.

25 DE AGOSTO DE 2012, EEUU

La posibilidad de una acción militar contra Irán, incluso antes de las elecciones norteamericanas, ha aumentado considerablemente tras la revelación de nuevos datos que parecen probar que ese país ha aumentado la producción de combustible nuclear que podría ser utilizado para la construcción de armas atómicas. Estados Unidos sigue creyendo que ese peligro no es todavía inminente, pero el Gobierno israelí considera que es urgente frenar la nuclearización de Irán por cualquier medio.
“Ayer mismo recibimos pruebas de que Irán continúa acelerando su trabajo para conseguir armas nucleares y está ignorando por completo las exigencias internacionales”, declaró el primer ministro israelí, Benjamin Netanyahu, tras conocerse las informaciones de que Irán ha instalado centenares de nuevas centrifugadoras para el enriquecimiento de uranio y está protegiendo sus instalaciones nucleares secretas para burlar la vigilancia internacional.
Los hechos recientes, que detallaremos a continuación, han colmado la paciencia de Israel, donde las voces a favor de una acción militar, encabezadas por el propio Netanyahu y por su ministro de Defensa, Ehud Barak, se sienten cada día con más autoridad para reclamar el bombardeo de algunas instalaciones . Recientemente el Canal 10 israelí afirmó en sus informativos que Israel “está decidido a atacar a Irán antes de que se celebren las elecciones presidenciales en Estados Unidos”; y Barak comentó a la Radio de Israel que se vuelve cada vez "más urgente" una acción sobre Irán.
EL INFORME DE LA OIEA
La agencia nuclear de la ONU —el Organismo Internacional de la Energía Atómica (OIEA)— publicará la próxima semana, según han anticipado el diario The New York Times y la agencia Reuters, un informe en el que recoge la instalación de las centrifugadoras en la base militar de Fordo, cerca de la ciudad de Qom, en unas instalaciones subterráneas que se suponen a salvo de cualquier tipo de ataque desde el aire.
Los expertos alertarán, igualmente, según los medios citados, de que eso forma parte de un esfuerzo de las autoridades iraníes por acelerar el enriquecimiento de uranio al nivel del 20%, un grado que deja a Teherán muy cerca del adecuado para la construcción de armas atómicas . El Gobierno iraní ha sostenido siempre que necesita esa pureza del uranio con fines médicos y ha negado que tenga un propósito militar.
NEGOCIACIONES “DE PAZ” INFRUCTUOSAS Y TENSAS
Esta revelación coincide con el estancamiento de las conversaciones que las potencias internacionales han sostenido en los últimos meses con Teherán y con una creciente sensación de que no hay forma de resolver este asunto por medios diplomáticos . El grupo que negocia con Irán –EE UU, China, Rusia y la Unión Europea- ofreció recientemente una propuesta para enriquecer el uranio fuera de Irán, pero nunca obtuvo una respuesta clara. Ayer mismo, representantes del Gobierno iraní se reunieron en Viena con funcionarios del OIEA, que quieren inspeccionar diversas instalaciones iraníes sospechosas, sin que se llegase a acuerdos concretos.
Se va imponiendo la idea de que Irán está tratando de ganar tiempo mientras avanza en su programa nuclear, con la convicción de que no se producirá un ataque contra sus plantas antes de las elecciones del 6 de noviembre en EE UU . El jefe de los inspectores de la OIEA, Herman Nackaerts, ha pedido, para poner a prueba la buena voluntad de Irán, según Reuters, acceso a la base militar de Parchin, donde se cree que los científicos iraníes han realizados pruebas de explosivos que se requieren para la construcción de armas nucleares.
EL BINOMIO ISRAEL – EEUU
Por todo ello, las voces a favor de una acción militar, encabezadas por Netanyahu y su ministro de Defensa, tienen cada vez más fuerza y peso. El principal muro de contención ante esa corriente hasta ahora ha sido la Administración de EE UU, donde aún se considera precipitado el recurso a la fuerza . Incluso después de la última advertencia de la OIEA sobre la aceleración del programa nuclear, fuentes de los servicios secretos norteamericanos citadas por The New York Times consideran que Irán está todavía a meses de distancia, quizá años, de desarrollar una cabeza nuclear que pueda ser transportada en un misil.
En contra de la opinión de Netanyahu, el presidente Barack Obama ha sostenido hasta ahora que los esfuerzos diplomáticos no han sido agotados aún, y que todavía hay tiempo para darle una oportunidad a la negociación.
El primer ministro de Israel ha encontrado ahora un aliado a su causa en Washington: el candidato presidencial republicano, Mitt Romney, que criticó la posición de Obama el mes pasado tras reunirse en Jerusalén con Netanyahu. A poco más de dos meses para las elecciones, Obama no querrá aparecer ante la opinión pública norteamericana como débil en la protección de Israel, el gran aliado de EE UU en Oriente Próximo, lo que complica su posición y abre una posibilidad para un ataque a corto plazo .
Otro argumento a favor del tándem Netanyahu-Romney es que no está funcionando adecuadamente el aislamiento de Irán pretendido por Obama . El hecho de que las autoridades iraníes hayan sido capaces de instalar nuevas centrifugadoras es una prueba de ello. Otra es la reunión que el Movimiento de Países No Alineados celebrará la próxima semana en Teherán, el 30 de agosto, con la asistencia del secretario general de la ONU, Ban Ki-moon.
EGIPTO SE ACERCA A IRÁN, TRAS 30 AÑOS DE DISTANCIA
Por si esto fuera poco fuentes cercanas al presidente Mohamed Morsi han anunciado que acudirá a esta cumbre. Será la primera visita de un jefe de Estado egipcio a Irán en más de tres décadas, un gesto que pone de manifiesto el acercamiento entre ambos países, lo que podría presagiar ciertos cambios en la geoestrategia en Oriente Medio.
El ascenso a la presidencia del islamista Morsi y sus primeras acciones en política exterior han hecho renacer las esperanzas en Teherán sobre la creación de una alianza con el gigante árabe que mine el bloqueo regional al que se encuentra sometido como castigo por su programa nuclear. “Egipto es un pilar en la región, y tiene una estatura especial entre los países árabes e islámicos… y queremos relaciones de amistad y hermandad con él”, declaró el ministro de Exteriores iraní, Ali Akbar Salehi, esta semana al periódico Al Ahram. Además de acudir a la cumbre de Teherán, Morsi propuso recientemente incluir a Irán en la resolución del conflicto sirio, propuesta rechazada tajantemente por Occidente.
La espita del gas está abierta y el ambiente caldeado. Sólo falta que a alguien se le ocurra poner en práctica la idea de iniciar el fuego.

Fuentes: El País

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