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‘Por qué dejé de ser ateo’, libro de Josué Ferrer, listo para descarga gratuita

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‘Por qué dejé de ser ateo’, libro de Josué Ferrer, listo para descarga gratuita

“El objetivo primordial de este libro nunca fue ganar dinero sino ganar almas", declaró el editor Álex Valdovinos.

07 DE AGOSTO DE 2012, VALENCIA

El profesor y escritor valenciano Josué Ferrer ha liberado recientemente su libro Por qué dejé de ser ateo, un ensayo publicado en 2009 por Editorial Dinámica, con prólogo de dos grandes pensadores de España: José de Segovia y José Grau.  Es decir que la obra ahora se encuentra también en formato PDF, listo para descargar de forma completamente gratuita, como obsequio del autor y de la editorial.
“Muchos me han dicho que estoy loco por dejar que la gente se descargue gratis mi obra. Pero yo soy defensor de la cultura libre.  Creo que descargarse algo no es robarlo. Creo que compartir un libro no te convierte en un criminal sino en alguien interesado en la lectura. Si me piratean un libro, no pienso que he perdido una venta sino que he ganado un lector”, comenta Ferrer.
Por su parte, el editor Álex Valdovinos aclara que “el objetivo primordial de este libro nunca fue ganar dinero sino ganar almas”. Por ello, como editorial les gustaría “que pudiera llegar al máximo número de ateos posible, para que se den cuenta de que creer en Dios no es algo irracional sino perfectamente razonable. Y una magnífica forma de llegar a los ateos era liberar el libro para que se lo pueda descargar gratis quien quiera”.
EN DEFENSA DEL CRISTIANISMO
Josué Ferrer era un ateo furibundo, blasfemo y anticlerical que finalmente se convirtió a Cristo. Este valenciano ha escrito un texto contundente en defensa del cristianismo, donde responde a las preguntas y argumentos más frecuentes dentro del ateísmo militante: ése que hace campaña con autobuses, organiza campamentos infantiles y vende millones de libros de sus principales gurús mediáticos.
La obra cuenta la experiencia personal del autor y desmonta los cincuenta argumentos más frecuentes del ateísmo, entre ellos: “si Dios existiera ya se habría demostrado”, “si Dios es bueno ¿por qué permite desgracias en el mundo?” o “Jesús fue únicamente un hombre y no la divinidad”.
ES RAZONABLE CREER EN DIOS
Ferrer responde a estos y otros argumentos escépticos desde la perspectiva de alguien que hasta no hace mucho militaba en el ateísmo más combativo. Y lo hace respaldándose sobre todo en la ciencia, para poder demostrar “que la ciencia y el cristianismo no resultan incompatibles,  como erróneamente se suele creer, sino que más bien se complementan”, dice el autor.
“El objetivo del libro es que el lector ateo pueda darse cuenta de que creer en Dios es más racional, razonable y científico de lo que a priori él pueda pensar”, explica Ferrer.  “Desde las universidades y otros círculos pseudointelectuales, los escépticos tienden a identificar ateísmo con progreso y se considera que el cristianismo es una rémora del pasado, fruto de la ignorancia y la superstición. Y esto es una falacia. De hecho, los científicos más importantes de la historia eran todos creyentes”, comenta el autor.
El libro puede adquirirse desde la página web de la Editorial Dinámica ( www.editorialdinamica.com ) y también se puede descargar gratuitamente desde aquí.

© Protestante Digital 2012

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Tags: ateismo, Josué Ferrer, ciencia, preguntas, argumentos, cristianismo

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SIMBOLISMO EM LONDRES 2012 – A TORRE DE BABEL

Que verdade é essa?

 

Idemir

Babel-2012Os jogos olímpicos são recheados desimbolismos ocultistas e rituais minuciosamente planejados pela elite, que passam despercebidos pela grande maioria da população. O mundo todo participa em sua ignorância, e ainda vibra, sem saber que estão celebrando o ocultismo e a Nova Ordem Mundial.

Iremos analisar alguns dos simbolismos presentes nas olimpíadas de Londres 2012 e também tentar entender seus significados.

Piramide-inacabadaO simbolismo em torno do evento indica claramente a celebração da coroação pirâmide com o olho de Hórus, tão esperada pelos ocultistas. É o término da Torre de Babel, iniciada há milhares de anos pelo rei  Nimrod que é considerado o primeiro e mais excelente mestre da fraternidade maçom.

Nimrod foi o fundador da Babilônia, o primeiro rei da terra e o primeiro a tentar se tornar um ditador mundial, a tentar criar um governo único mundial.

Gn 11: 4“Disseram mais: Eia, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo cume toque no céu, e façamos-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.”

Nimrod estava contruindo uma torre que chegasse até os céus, uma torre para a adoração dos astros, sol, lua e as estrelas, mostrando assim que poderiam fazer sua própria salvação e rejeitando a salvação de Deus.

Após isso Deus confundiu as línguas, fazendo que o povo se espalhasse por novas terras, derrubando assim o conceito da Nova Ordem Mundial naquela época.

Curiosamente, a cerimônia abertura das olimpíadas começou com uma orquestra tocando Nimrod por Enigma variatios.

Anish Kapoor, o criador da escultura que fica do lado de fora do estádio, teria se inspirado na torre de Babel para sua criação.

Orbit-Tower-Torre-de-Babel

“Eu queria a sensação de instabilidade, algo que estava continuamente em movimento. Tradicionalmente, uma torre é piramidal em estrutura, mas temos feito muito pelo contrário, temos uma forma fluindo, enrolando que as mudanças como você anda em torno dela. … É um objeto que não pode ser entendido como tendo uma imagem singular, a partir de qualquer uma perspectiva. Você precisa viajar ao redor do objeto, e através dele. Como uma Torre de Babel, que exige a participação real do público ” – Anish Kapoor

“Há uma espécie de sentido medieval a ele de chegar até o céu, construindo o impossível. Uma procissão, se quiser. É uma espiral longa e sinuosa: a loucura que aspira a ir até acima das nuvens e tem algo místico sobre isso “. – Anish Kapoor

No encerramento das olimpíadas de 2008, uma torre de Babel foi se erguendo, apontando para as olimpíadas de Londres em 2012.

Torre de babel-Jogos Olimpicos 2008

Torre de babel- Jogos Olimpicos 2008

Voltando para a cerimônia de abertura, encontramos outra imagem, que também faz lembrar a torre de Babel.

Zigurate-Babel-Londres-2012

Na peça que supostamente conta a história da Inglaterra, os camponeses vão deixando a colina em meio a fumaça, e caminham em direção à Inglaterra Industrial, ou estariam deixando a torre de babel logo após a confusão das línguas, e caminhando em direção à nova Babilônia?

Asherah-Inglaterra-Industrial-Londres-2012

As chaminés que se erguem em meio ao cenário, parecem simbolizar Pólos Aserá, mencionado na bíblia como bosques ou pilares sagrados, os quais Deus condenou por ser uma adoração pagã.

Não plantarás nenhuma árvore como asera, ao pé do altar do Senhor teu Deus, que fizeres, Deuteronômio 16:21

“e levantou um altar a Baal na casa de Baal que ele edificara em Samária;
também fez uma asera. De maneira que Acabe fez muito mais para provocar à ira o Senhor Deus de Israel do que todos os reis de Israel que o antecederam.”
1 Reis 16:32-33

Aserá (Astarte, Astorete ou Asterote) é um símbolo fálico pagão que é cultuado como a deusa da fertilidade, conhecida tanto como mãe de Baal, como por mulher dele e foi criada na Babilônia, na época de Nimrod.

A ascensão da Babilônia, inclusive seus deuses, são cultuados abertamente nos jogos olímpicos. A torre de Babel sendo completada simboliza a união dos povos em uma só nação, uma só língua e uma só religião simboliza a Nova Ordem Mundial, sendo comandada por um só líder, o Anticristo.

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malminorismo

“Eu o soltarei, depois de castigá-lo” – Lc 23,16

 

mal menor

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

“Quando se trata de dois males morais, a obrigação é de rejeitar a ambos, porque o mal não pode ser objeto de escolha”, diz Mons. Elio Sgreccia. E prossegue: “e isso também quando, rejeitando aquele que se apresenta como mal menor, se provocasse um mal maior” [1].

O bioeticista italiano dá o seguinte exemplo. Alguém recebe a ordem de cometer um furto ou falsificar documentos com a ameaça de que, se não o fizer, haverá violência sexual ou morte de outras pessoas. O furto não deve ser cometido, porque é moralmente mal. Se, da rejeição do furto resultar uma vingança, com um mal moral ainda maior, isso não será imputado a quem decidiu não fazer o mal.

A doutrina acima exposta é frequentemente descurada por alguns defensores da vida. Na Itália os políticos aprovaram a lei 174 de 1978 (lei do aborto) a fim de impedir as práticas terroristas (mal maior?) que se previa que iriam ocorrer caso o tema fosse proposto a um referendo popular solicitado pelo Partido Radical[2]. “A quem ainda tentava recordar a gravidade da legalização do aborto, respondia-se: Maiora premunt [3].

No Brasil há quem pense que, para conter a ânsia dos que querem o casamento entre pessoas do mesmo sexo, deve-se aceitar algum reconhecimento jurídico (diverso do casamento) às duplas de homossexuais. Essa posição é contrária à da Congregação para a Doutrina da Fé, que já declarou que tais uniões não merecem nenhum tipo de reconhecimento legal:

Em presença do reconhecimento legal das uniões homossexuais ou da equiparação legal das mesmas ao matrimônio, com acesso aos direitos próprios deste último, é um dever opor-se-lhe de modo claro e incisivo.

[…]

Se todos os fiéis são obrigados a opor-se ao reconhecimento legal das uniões homossexuais, os políticos católicos são-no de modo especial, na linha da responsabilidade que lhes é própria[4].

Há quem pense ainda em aceitar (com emendas) o PLC 122/2006 (projeto de lei anti-“homofobia”), a fim de frear outras investidas do movimento homossexualista contra a Igreja Católica. Mas como aceitar uma lei que dá direitos ao vício contra a natureza?

Em 28 de maio de 2008, no julgamento dos embriões humanos (ADI 3510), o Ministro Menezes Direito, em vez de declarar inconstitucional o artigo 5º da Lei de Biossegurança, resolveu, em seu voto, “interpretar” o texto de modo a salvá-lo, fazendo concessões ao uso de células embrionárias humanas. O embrião não poderia ser morto, mas uma ou duas de suas células poderiam ser retiradas (o que é moralmente inaceitável, pois pode acarretar danos ou a morte do embrião) para fins de pesquisa ou terapia. Essa opção de ceder ao “mal menor” – já em si inaceitável – teve consequências desastrosas. Primeiro: prevaleceu o mal maior, ou seja, a lei foi considerada constitucional sem restrições. Segundo: a tentativa de mudar a lei a pretexto de “interpretá-la” abriu caminho para que, alguns anos mais tarde, o STF usasse do mesmo artifício para reconhecer a “união estável” de pessoas do mesmo sexo e para aprovar o aborto de crianças anencéfalas.

A tentativa de ceder à prática de um “mal menor” para evitar um mal maior não é nova. Pôncio Pilatos, verificando a inocência de Jesus, em vez de soltá-lo imediatamente, procurou satisfazer parcialmente o desejo dos acusadores, a fim de evitar a sua condenação à morte: “Este homem nada fez que mereça a morte. Por isso eu o soltarei, depois de castigá-lo” (Lc 23,15-16). Essa decisão, além de imoral, foi inútil. De nada adiantou a flagelação e a coroação de espinhos. Depois de apresentar à multidão Jesus flagelado e coroado de espinhos, dizendo “Eis o homem”, os chefes dos sacerdotes e os guardas gritaram “Crucifica-o! Crucifica-o!” (Jo 19,6). E Pilatos acabou decretando a sentença de morte.

Para ilustrar tudo quanto foi dito, vale a pena transcrever um texto de Mons. Juan Sanahuja, em seu livroPoder global e religião universal, de leitura obrigatória para todos os defensores da vida:

A pressão social, o medo de sermos qualificados de fundamentalistas e um sincero, ainda que equivocado, espírito de salvar o que pode ser salvo frente à avalanche de projetos, leis e costumes iníquos, podem fazer-nos cair na tentação de negociar o que é inegociável e, portanto, ceder quanto ao que não nos pertence — a ordem natural e a doutrina de Jesus Cristo. Essa atitude nos fará cair na opção do mal menor, nummalminorismo moralmente inadmissível.

Que sirva para ilustrar o exemplo do Servo de Deus Jerôme Lejeune. Aos 33 anos, em 1959, Lejeune publicou sua descoberta sobre a causa da síndrome de Down, a “trissomia do 21”, e isto o transformou em um dos pais da genética moderna. Em 1962 foi designado como especialista em genética humana na Organização Mundial da Saúde (OMS) e, em 1964, foi nomeado Diretor do Centro Nacional de Investigações Científicas da França; no mesmo ano, é criada para ele, na Faculdade de Medicina da Sorbonne, a primeira cátedra de Genética fundamental. Transforma-se assim em candidato número um ao Prêmio Nobel de Medicina.

Aplaudido e lisonjeado pelos grandes do mundo, deixa de sê-lo em 1970, quando se opõe ferozmente ao projeto de lei do aborto eugênico. Lejeune combateu omalminorismo que infectou os católicos na França; estes supunham que cedendo no aborto eugênico freavam as pretensões abortistas e evitavam uma legislação mais permissiva. Os argumentos de Lejeune eram muito claros: não podemos ser cúmplices, o aborto é sempre um assassinato, quem está doente não merece a morte por isso e, mais ainda, longe de frear males maiores o aborto eugênico abre as portas para a liberalização total desse crime. Sua postura lhe rendeu uma realperseguição eclesial que se juntou à perseguição civil,acentuada por sua defesa do nascituro nas Nações Unidas.

Também em 1970, participou de uma reunião na OMS, na qual se tentava justificar a legalização do aborto para evitar abortos clandestinos. Foi nesse momento, quando se referindo à Organização Mundial, que disse: “eis aqui uma instituição de saúde que se tornou uma instituição para a morte”. Nessa mesma tarde, ele escreveu para sua esposa e filha dizendo: “Hoje eu joguei fora o prêmio Nobel”.

Em nenhum momento deu ouvidos aos prudentes, que o aconselhavam calar-se para chegar mais alto e assim poder mais influir[5].

Notas:

[1] SGRECCIA, E. Manuale di Bioetica, v. 1, Milano: Vita e Pensiero, 2007, p. 236.

[2] Na Itália o Partido Radical equivale ao Partido dos Trabalhadores no Brasil. Ambos promovem a “cultura da morte”.

[3] “Coisas maiores nos compelem” (a legalizar o aborto). CASINI, Carlo. A trent’anni dalla Legge 194 sull’interruzione volontaria della gravidanza, Siena: Cantagalli, 2008, p. 24.

[4] CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ, Considerações sobre os projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais, 3 jun. 2003, n. 5. e 10.

[5] SANAHUJA, Juan Claudio. Poder global e religião universal, Campinas, SP: Ecclesiae, 2012, p. 138-140.

Fonte: www.providaanapolis.org.br

Divulgação: www.juliosevero.com

 

 

 

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.