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Pastor foragido da Justiça é preso em SP

 

  Um pastor que estava foragido do presídio de Tremembé, em São Paulo, foi capturado na noite dessa terça-feira na Vila Alpina, zona leste. Segundo a polícia, ele cumpria pena por estupro de uma menina de 13 anos, que ocorreu em 1991.
  José Leonardo Sardinha havia conseguido, em janeiro deste ano, o direito a cumprir a pena no regime semiaberto, mas acabou fugindo. Pastor Sardinha, como era conhecido pelos fiéis, abriu uma igreja Assembleia de Deus e vivia tranquilamente na Vila Alpina.
  Há 30 dias, a polícia vinha monitorando o líder espiritual. Ele foi preso enquanto dirigia um culto na igreja. Depois, foi encaminhado ao 56º Distrito Policial.

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Quatro avisos aos pastores envolvidos com essas eleições

 

Por Tiago Lino Henriques em 1 de agosto de 2012
Tags: eleições, igreja, mensagem, pastores, pode trabalhar nas eleições, polêmicas

Quatro avisos aos pastores envolvidos com essas eleições

Já foi dada a largada para a campanha eleitoral e até o dia das eleições seremos bombardeados por placas de propaganda, intermináveis pedidos de votos, seja pela TV, internet ou mesmo pelo depósito de correspondências de nossas casas. Nesse bolo eleitoral, o que tem me preocupado é o aumento de pastores envolvidos com algum político, engajado em conseguir votos ou mesmo como candidato. Isso é perceptível aqui na minha região e, tenho certeza, é uma tendência por todo o Brasil.

Sendo assim, é bom frisar algumas verdades para os – espertinhos – pastores ou membros que estejam pensando em usar sua igreja local como ferramenta de votos, se aproveitando da influência e até do carinho cultivado pelas ovelhas. Vamos a eles:

1. Usar o púlpito como plataforma política é uma tremenda demonstração de oportunismo e falta de conversão.

Pense muito bem no que representa o púlpito de uma igreja e respeite a finalidade a ele destinada ao longo de 2000 anos de cristianismo. Nas palavras do reformador Calvino, o Púlpito é o lugar de onde Deus governa sua igreja e, portanto, não utilize-o para candidato – honesto ou não, cristão ou não – pedir votos, pois isso é uma tremenda afronta à Bíblia, um desrespeito a Deus e a seus liderados. Dele devem sair palavras de salvação para um povo que anseia por Deus e pela vida eterna e não mensagens políticas para eleitores. Ele é um lugar para ser dirigido por santos, idôneos e autênticos evangelistas.
É bom lembrar que políticos querendo um púlpito para fazer campanha política não vão faltar nessas eleições, haja vista a polêmica influência evangélica no resultado das últimas eleições. Há registros de que um congresso muito conhecido teria recebido verba de um candidato a presidente para discursar em uma de suas reuniões. Isso é crime, corrupção e pecado!

2. Pressionar, manipular ou exigir o voto da membresia para um determinado candidato é crime eleitoral.

O Brasil, pelo menos oficialmente, não tolera e condena o “voto de cabresto”, aquele voto que é obtido por meio de pressões ou ameaças vindas de alguém superior em troca de favores. Há muitos pastores que, se valendo de seu carisma e influência, apontam descaradamente e orientam em quem deve votar seu rebanho. Isso é crime e, se for comprovado, pode dar cadeia. Portanto, não tome os caminhos que muitos líderes já corrompidos tomaram, indo após outros “deuses”.

3. Ministério e vida política não se misturam

Não vejo problemas em termos políticos evangélicos. Mas é necessário que sejam evangélicos políticos primeiro. Com isto quero dizer que devam fazer política sob a ética e a cosmovisão cristã, dando exemplo como tal e servindo o povo, independente de classe econômica, religião ou cor.
Agora, para tal é necessário uma completa separação de ministério e carreira política. Para se lançar, é fundamental renunciar todas as funções de liderança e de destaque na igreja e preservá-la de qualquer associação indevida com seu nome, ambições e comportamento após eleito, seja bom ou ruim. O Censo brasileiro mostrou que houve um crescimento significativo de evangélicos e isso, naturalmente, vai resultar em mais candidatos do segmento. Para tais, com grande chance de serem despreparados, vai a dica: Igreja é uma congregação de santos e não de eleitores.

4. Ensine seus membros a exercerem cidadania

Por fim, vejo que é função de toda liderança instruir seus membros quanto a importância da democracia, do serviço público, da cidadania e da política. Não apenas em época de eleições, mas formar um grupo de pensadores e pessoas conscientes de sua função e importância na sociedade; que um bom governo passa por bons políticos; que bons políticos governam para o povo e não para seus interesses; que, como cidadãos, temos o direito e o dever de exigir uma boa administração e serviço por parte daqueles em quem confiamos nosso voto. Isso sim é ser uma igreja com um pensamento político correto.
Essa postura certamente irá afastar políticos aproveitadores, ministros oportunistas e preservar a igreja e nossos púlpitos, tão corrompidos.
Que o Senhor preserve os púlpitos e as verdadeiras igrejas desse ataque do inferno. Certamente ele o fará onde o verdadeiro evangelho é pregado e onde há pastores e não lobos.

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Pessoas tentam comprar “passagens” em Arca de Noé com medo

FIM DO MUNDO

 

O milionário holandês Johan Hubiers afirma ter tido um sonho em 1992, onde via a Holanda sendo inundada pelas águas. “Naquela manhã, acordei decidido a me preparar para a pior das possibilidades”. Cristão convicto, passou a dedicar seu tempo livre para construir uma “Arca de Noé” com metade do tamanho descrito pela Bíblia.

A arca tornou-se uma espécie de “cartão postal” da região. Ele calcula que teve 600.000 visitantes. Foi então que ele percebeu que a embarcação, que misturava zoológico (embora os animais sejam de plástico e resina) e museu, era uma maneira de ele compartilhar a sua fé.

Em 2008, Hubiers começou a construir outra arca, dessa vez do tamanho exato descrito pela Bíblia. Ele investiu um milhão e meio de dólares e edificou a réplica da Arca de Noé com uma estrutura de aço e coberta de madeira. Ele e sua equipe soldaram as estruturas de 25 barcos e depois usaram “pinho sueco” para envolver o alicerce metálico.Pesando cerca de 3.000 toneladas, a embarcação contém quarto de dormir, um teatro, restaurante e salão de conferências com assento para 1.500 pessoas. Medindo cerca de 135 metros de comprimento, 22,5 metros de largura e 13,5 metros de altura, o navio tem quatro andares. Foram quatro anos e três meses de dedicação.

O holandês tentou colocar sua Arca para navegar no rio Tâmisa, em Londres, durante os Jogos Olímpicos. Ele pretendia usar como um instrumento de evangelização, mas as autoridades inglesas não permitiram, alegando que a embarcação não segue os regulamentos exigidos pela lei. ”Queremos falar sobre Deus para as pessoas. Nós queríamos criar algo que pode ajudar a explicar a Bíblia em termos reais.” Mesmo assim, o barco continua chamando atenção. Deborah Venema-Huibers, filha do empresário e “gerente” da Arca, disse que eles foram contatados por várias pessoas ao redor do globo interessadas em “comprar” uma passagem na Arca. Entre risos, ela explica que a maioria dessas pessoas acredita nas profecias maias de que o mundo acabará este ano.

Por enquanto, Huibers não pretende vender passagens para quem deseja fugir de um novo dilúvio, mas já avisa que começou a trabalhar em um novo projeto: impedir que o Mar Morto seque totalmente. Para isso, ele já projeta um sistema de encanamento que levará água do Mar Mediterrâneo para o rio Jordão. Por enquanto, as autoridades israelenses ainda não se manifestaram se darão permissão para isso.