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Pastor desafia cristãos a limparem suas almas

 

PorLillian Kwon | Christian Post Reporter tradutor Amanda Gigliotti

Para muitos cristãos não tem importância assistir filmes violentos, de linguagem depreciativa e com alguma cena de sexo. Mas para um pastor essas práticas podem envenenar suas almas e afastá-los de Deus.

  • Craig Groeschel

    (Foto: Lifechurch.tv)

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O pastor Craig Groeschel lidera uma das maiores igrejas que crescem em tamanho e número no país, a LifeChurch.tv. Ele não chama os cristãos a viverem separados do mundo como numa bolha, mas alerta àqueles que seguem a Jesus para serem mais cuidadosos com o que se permitem em suas vidas. Caso contrário, eles podem ser como uma rã numa chaleira com água prestes a ferver.

Em outras palavras, muitos não percebem que estão escaldando suas próprias almas.

“Não podemos, indiscriminadamente, deixar que os aspectos do mundo e da cultura ao nosso redor influenciem nosso estilo de vida”, Groeschel diz em seu mais recente livro, Soul Detox (sem título em português).

O Edmond, pastor de Oklahoma, cuja igreja cresceu para 15 campi, relembra seus primeiros 18 anos os quais seus pais fumavam. Desde então, ele não se incomodava com o cheiro até chegar à faculdade.

“Eu não percebia o quão doentio estava minha casa até estar fora de lá tempo suficiente para respirar melhor e ver a diferença”, conta Groeschel. De fato, depois de viver pela primeira vez num ambiente livre do fumo, na faculdade, ao retornar para casa, fiquei chocado.”

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“Assim que cheguei até a porta, a fumaça veio até minha cara”.

Da mesma maneira, Groeschel acredita que muitas pessoas não estão tão conscientes “da regressão espiritual”. Isso não inclui apenas a toxicidade da mídia, mas também os relacionamentos nocivos, pensamentos negativos e o materialismo, os quais causam dependência, entre outras coisas.

“Penso que muitos de nós Cristãos não percebemos que estamos respirando todo tipo de coisas nocivas para nós”, disse ao The Christian Post.

“Cristãos”, insistiu, “são consumidos espiritualmente.”

“Precisamos entender que não somos um corpo com uma alma, mas uma alma que habita num corpo”, pregou no último fim de semana na Life Church.

“É uma batalha diária consigo mesmo”, Groeschel admitiu ao CP.

Não são só os cristãos que são bombardeados com várias mensagens da mídia, muitos são convencidos, também, de que é melhor uma vida “divertida, feliz e significativa” a qual o mundo nos oferece, ao invés de Deus.

“Os cristãos contentam-se com uma vida que é menor do que a que Deus quer nos dar; e são seduzidos pela cultura e em aceitar as coisas que podem ser prejudiciais às nossas almas, quando o que Deus tem a dar é o melhor para se viver”, lamentou ao CP.

“Eu diria que quanto mais perto de Cristo eu estiver, menos que eu queira as coisas que este mundo me oferece e que quanto mais eu me desvio dele mais eu desejo as coisas desse mundo. É um tipo de escolha diária e muitas vezes hora a hora, minuto a minuto de tentar focar-me em Cristo e naquilo que é eterno pois é muito fácil ser sugado pelas coisas que não são Dele e nem para Ele.”

Groeschel encoraja os Cristãos a desintoxicarem suas almas do medo, da culpa e de todas as impurezas que poluem seu relacionamento com Deus. E ele deseja que os crentes perguntem a Deus como eles podem gastar seu tempo com Ele para de verdade ouví-lo.

“Para aqueles que seguem a Jesus, tudo o que fizermos, não importa onde, devemos refletir nosso amor e compromisso com Ele”, diz em seu livro Soul Detox.

“Viver uma vida sem pecado é impossível, pela natureza pecaminosa que temos”, disse ao CP “Mas penso que há um nível de pureza por meio de Cristo o qual é possível viver e bem, isso é muito maior que muitos de nós imaginamos”.

Enquanto a confissão para alguns é o ponto de partida para a desintoxicação das suas almas, para outros, podem ver alguns filmes. Na dúvida, pergunte-se: “Isso vai me aproximar de Cristo ou me afastar dele?

Se é normal, a escolha é sua, recomenda Groeschel. Se existe uma nocividade em potencial, “não desperdice seu tesouro mais importante”.

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Por quê os cristãos devem continuar se opondo ao casamento homossexual?

 

PorAndrea Madambashi | Repórter do The Christian Post

Depois da declaração de Obama de apoio ao casamento homossexual, uma nova discussão foi iniciada no meio religioso e entre grupos pró-família sobre como continuar a luta da proteção do casamento tradicional.

  • bandeira gay

    (Foto:REUTERS/Kimberly White)

    Cristãos homossexuais criam igreja própria

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Faltando apenas seis meses para as eleições, o presidente dos Estados Unidos declarou “que os casais de mesmo sexo devem ser capazes de se casar”. O anúncio veio depois que o vice-presidente, Joe Biden, disse se sentir "confortável" com o casamento entre pessoas do mesmo sexo e do secretário de Educação, Arne Duncan, apoiar explicitamente essas uniões.

Cristãos de várias partes do país e do mundo criticaram a postura do presidente, que também se declara cristão evangélico, acreditando que isso vai contra os ensinamentos da Bíblia.

Para o cristão Kevin DeYoung, os cristãos não devem ficar calados e muito menos desistir da causa pela proteção do casamento entre homem e mulher.

Young diz que pode haver a tentação de pensar “Não vale a pena ficar nessa batalha” ou “Não temos que mudar nossa posição pessoal. Vamos continuar falando a verdade e defender a Bíblia em nossas igrejas, mas ir nas praças públicas para falar do casamento gay é contra-produtivo. É perda de tempo.”

Entretanto, o líder cristão aponta para várias razões de por que os cristãos devem continuar a oporem-se publicamente contra o casamento homossexual.

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Primeiramente, falando dos Estados Unidos quando há a questão do casamento gay é posta em votação, a maioria vota para o casamento tradicional. Até o momento 30 estados americanos já definiram constitucionalmente o casamento como entre homem e mulher.

Em segundo lugar, ele diz que a promoção e o reconhecimento legal das uniões homossexuais não é do interesse do bem comum. Segundo ele, a sociedade que diz que a definição de sexo e a unidade da família é opção dela própria, não é uma sociedade que serve seus filhos, suas mulheres, ou seu próprio bem-estar à longo prazo.

A outra razão é que o casamento não é simplesmente um termo usado para descrever os "relacionamentos preciosos" para as pessoas. Mas a palavra tem um significado ao longo da história, que é “mais que união de coração e mentes, é união de corpo”.

“Casamento, citando um conjunto de estudiosos, é ‘uma união abrangente de duas pessoas sexualmente complementares que completam sua relação pelo ato generativo por sua natureza cumprido pela concepção de uma criança”, disse ele.

Segundo ele, permitir a legalização do casamento gay também normaliza o que é ainda considerado um comportamento desviante. “Em nossa época de hiper-tolerância tentamos evitar estigmas, mas estigmas podem ser uma expressão de verdade comum. Quem sabe quantas coisas pecaminosas estúpidas evitamos de fazer porque sabíamos que não seriam aprovadas por nossos companheiros de igreja e nossa comunidade que consideraria vergonhosas”.

Young alerta para que as pessoas não sejam inoscentes pensando que um compromisso “livre-trânsito” será apreciado por todos se os cristãos conservadores deixarem de ser tão “dogmáticos”.

Ele prevê que o próximo passo de rendição ao desistir de lutar pelo casamento tradicional será a conquista, sugerindo que a pressão cultura não irá parar com apenas permitir casamento entre homossexuais, mas isso irá até se aceitar e celebrar que a homossexualidade é um dos grandes presentes da Diversidade.

“O objetivo não é chegar a diferentes expressões de casamento, mas é uma eliminação de todas as definições completamente”.