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Kaká pode voltar a jogar no São Paulo

 

 

PorLuciano Portela | Colaborador do The Christian Post

O jogador Kaká, do Real Madrid, poderá retornar ao Brasil para jogar novamente pelo São Paulo, nove anos depois de sua saída do clube, segundo o jornal espanhol AS.

O meio-campista cristão, ex-membro da Igreja Renascer, teria se reunido com o dirigente do clube, Marco Aurélio Cunha, nesta última quinta-feira (24). A reunião aconteceu em um restaurante de São Paulo, e a pauta principal seriam as opções de acordo existentes para sua volta.

 

A reunião teria grande relevância por conta do papel de Cunha no clube tricolor. Ele é membro do Conselho Deliberativo e candidato às próximas eleições para a presidência do São Paulo em 2014. Caso concretize a contratação de Kaká, Cunha já conquistaria boa parte do apoio que ele almeja para alcançar o posto.

O cartola já ocupou outro cargo mais importante, quando esteve como superintendente de futebol, no time do Morumbi, entre 2002 até janeiro do ano passado. Mas, até hoje exerce ordens de comando, já que o atual treinador Emerson Leão, foi contratado sob seu apadrinhamento.

Agora, para repatriar o jogador evangélico, o próximo passo seria formalizar a ideia através de propostas concretas ao Real. A equipe paulista teria em mente um plano de marketing para arrecadar os 9 milhões que desejam oferecer. A estratégia seria semelhante ao contrato que o Santos firmou com Neymar, onde reuniu um conjunto de vários patrocinadores que cobrem grande parte do salário do jovem craque.

Apesar da boa intenção, o Real Madrid poderia dificultar as negociações por conta da proposta, bem maior, indicada pelo Paris Saint Germain (PSG), que prometeu 25 milhões de milhões para o meia brasileiro. Entretanto Kaká teria interesse em regressar para estar perto de sua família e obter maiores chances de voltar à Seleção, já que provavelmente seria titular absoluto no São Paulo, o que não acontecesse na equipe madrilenha.

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Kaká

(Foto: REUTERS/Juan Medina)

Kaká celebra gol no Champions League

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Papa fala pela primeira vez sobre escândalo

 

O papa Bento 16 falou pela primeira vez sobre o vazamento de documentos confidenciais do Vaticano e disse que a cobertura da imprensa sobre o escândalo não corresponde aos fatos.

Em declarações feitas ao fim de sua audiência semanal com peregrinos em Roma, o papa disse que as informações divulgadas por alguns veículos de comunicação haviam amplificado hipóteses infundadas e foram além dos fatos, criando uma imagem do Vaticano que não corresponde à realidade.

Bento 16 também manifestou confiança em seus colaboradores mais próximos. Os documentos vazados sugerem episódios de corrupção e lutas internas de poder nas altas esferas do Vaticano.

O mordomo do papa, Paolo Gabriele, foi preso acusado de conexão com o caso. As autoridades prosseguem com investigações em busca de outros possíveis culpados.

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Rosane Malta: "Fé me livrou da maldição do Impeachment de Collor"

EX PRIMEIRA DAMA DO BRASIL

Foto -Roseane Collor

A ex-primeira-dama Rosane Malta, que revelou ter se convertido ao evangelho, afirmou que pretende lançar ainda este ano, um livro com sua biografia em entrevista concedida a TV Folha a repórter Eliane Trindade.

Vinte anos após o impeachment de seu então marido, Fernando Collor, a biografia de Rosane mostrará seu ponto de vista sobre as questões que envolveram a ascensão e queda do ex-presidente.

Na entrevista concedida à TV Folha, Rosane afirmou que planeja uma carreira política: “Tá uma coisa de ‘stand by’. Já pensou? Fernando no Senado e eu, como federal? Seria uma boa ideia”, sorri.

Sobre o assunto, Rosanne criticou a aproximação de seu ex-marido com inimigos políticos históricos: “Política é exatamente isto. É Lula junto com Collor. É Collor junto com Renan Calheiros”, afirmou, fazendo referência à reunião promovida recentemente pela presidente Dilma que reuniu os ex-presidentes FHC, Lula e Collor, além da atuação deste último no Senado, em parceria com Calheiros, desafeto em outros tempos.

Rosane Malta acredita que foi sua conversão ao evangelho que a livrou da “maldição do impeachment”, que levou à morte o irmão de Fernando Collor, Pedro Collor, e o tesoureiro da campanha do ex-presidente, PC Farias.

Data: 30/5/2012 09:14:18
Fonte: Folha