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Superior Tribunal de Justiça inocenta molestador de meninas: e aprova sexo infantil–As vítimas estavam “longe de serem inocentes”

 

Matthew Cullinan Hoffman

2 de abril de 2012 (LifeSiteNews.com) — O Superior Tribunal de Justiça decidiu que um molestador de meninas que cometeu atos sexuais com três meninas de doze anos não é culpado de estupro porque “as vítimas estavam longe de serem inocentes”.

O caso, cujo número exato está sendo ocultado do público, provocou reações indignadas de autoridades de direitos humanos e organizações civis.

De acordo com o Superior Tribunal de Justiça, as três vítimas vinham tendo envolvimento com prostituição por algum tempo, e tinham pois capacidade de dar consentimento para os atos em questão. O veredicto sustentou a decisão de um tribunal de primeira instância que afirmou: “A prova trazida aos autos demonstra, fartamente, que as vítimas, à época dos fatos, lamentavelmente, já estavam longe de serem inocentes, ingênuas, inconscientes e desinformadas a respeito do sexo”.

“Embora imoral e reprovável a conduta praticada pelo réu, não restaram configurados os tipos penais pelos quais foi denunciado”, acrescentou o tribunal.

O Superior Tribunal de Justiça concordou com o raciocínio do tribunal de primeira instância, acrescentando que “não se pode considerar crime fato que não tenha violado, verdadeiramente, o bem jurídico tutelado — a liberdade sexual —, haja vista constar dos autos que as menores já se prostituíam havia algum tempo”.

O tribunal também rejeitou a ideia de que há uma “presunção absoluta” de falta de consentimento por parte das meninas de doze anos.

“Para a Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a presunção de violência no crime de estupro tem caráter relativo e pode ser afastada diante da realidade concreta”, informou o serviço noticioso do tribunal. A decisão se aplica à lei em vigor quando o abuso sexual ocorreu, em 2002.

Maria do Rosário Nunes, a ministra de direitos humanos do Brasil, reagiu com indigação à decisão, comentando que implica que “os direitos humanos de crianças e adolescentes podem ser relativizados”, e pediu que a Procuradoria-Geral da República entre com um recurso para anular a decisão.

“Com essa sentença, um homem foi declarado inocente da acusação de estupro de três menias vulneráveis, que na prática significa impunidade para um dos crimes mais graves cometidos contra a sociedade brasileira, disse ela num comunicado à imprensa.

“Relativizar direitos das crianças e julgá-las de acordo com a origem social, se já estavam nas ruas, julgar uma criança que foi vítima de abuso sexual compreendendo-a como responsável pela violência que ela sofreu é sem dúvida um ato de perversidade que vai contra toda a legislação protetiva de direitos das crianças e dos adolescentes no Brasil”, também declarou ela.

A Associação Nacional dos Procuradores da República denunciou a decisão como uma afronta ao “ao princípio da proteção absoluta de crianças e adolescentes, garantido pela Constituição Federal, e indica uma tolerância dessa prática nefasta, em vez de desestimulá-la”.

“Vamos deflagrar conjuntamente uma campanha envolvendo instituições públicas e organizações sociais para combater a exploração sexual de menores… Essa decisão [do STJ] trafega na contramão da necessidade de proteção da cidadania”, declarou também a ANPR.

A decisão chega num momento em que legisladores federais estão considerando uma reforma do código penal que reduzirá a idade de consentimento sexual na lei existente de 14 a 12 anos de idade. A mesma reforma reduzirá as penas para o infanticídio após o nascimento, e eliminará as penas para o aborto em vários casos.

Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Brazilian court acquits child molester: says victims were ‘far from being innocent’

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Sacerdote se confunde e mostra imagens pornográficas na Irlanda

ESCÂNDALO EM APRESENTAÇÃO

 

O sacerdote Martin Mcveigh mostrou as imagens inapropriadas no início de uma apresentação de Power Point e causou inquietação entre os presentes.

A Igreja Católica da Irlanda confirmou nesta segunda-feira que investiga um sacerdote que, por engano, mostrou imagens pornográficas quando conversava com um grupo de pais em um colégio primário de Pomeroy (Irlanda do Norte).

Em comunicado, o primaz irlandês, cardeal Séan Brady, informou que o sacerdote Martin Mcveigh "mostrou, sem se dar conta, imagens inapropriadas" no início de uma "apresentação de Power Point, o que causou inquietação entre os presentes".

"O sacerdote declarou que não tem conhecimento das ofensivas imagens. A arquidiocese entrou em contato imediatamente com a PSNI (Polícia da Irlanda do Norte) que de acordo com as provas disponíveis disse que não havia delito algum", afirmou Brady.

A máxima autoridade católica na Irlanda acrescentou que Mcveigh "coopera com uma investigação sobre este assunto, realizada pela arquidiocese".

Segundo um comunicado redigido pelos pais dos alunos, o fato aconteceu no dia 26 de março na Saint Mary’s School durante uma reunião na qual o religioso conversaria sobre a Primeira Comunhão, e pelo menos um menor estava presente.

A nota explica que imagens de homens apareceram na tela depois que Mcveigh introduziu um cartão de memória em seu computador portátil.

"Agitado e nervoso", continua o texto, o sacerdote extraiu o cartão rapidamente e abandonou a sala sem oferecer "explicação alguma ou desculpas".

A reunião com "um coordenador e professores" continuou em sua ausência, mas os "pais que viram as imagens estavam horrorizados e distraídos".

Mcveigh retornou "20 minutos depois" e retomou sua apresentação, que concluiu com a advertência aos pais de que "as crianças recebem dinheiro demais por sua Primeira Comunhão e deveriam considerar dar uma parte à Igreja".

Data: 3/4/2012 08:38:00
Fonte: EFE

Milagre–Bebê nasceu sem sangue

 

Médicos não sabem como menina que nasceu sem sangue sobreviveu

A pequena Olivia Norton cresceu. Mas, segundo os médicos, graças a um “milagre”. A menina nasceu de forma prematura com um número irrisório de hemoglobinas, o que fez com que ela fosse classificada oficialmente como “sem sangue”.

Os médicos deram a ela menos de duas horas de vida. Olivia assim que nasceu precisou de 2 transplantes de sangue, que não é nada fácil para um recém nascido aguentar, mas por um milagre como relatado pelos médicos, a pequena Olivia sobrevive.

A mãe, Louise Bearman, de 31 anos, contou ao “Sun” sobre o horror de dar à luz um “bebê-fantasma”. O sangue da filha havia se esvaído na corrente sanguínea de Louise. A inglesa começou a sentir que havia algo errado quando o bebê passou três dias sem dar chutes na sua barriga e o instinto de mãe logo alertou para ir em busca de ajuda – Louise pede para que as mães confiem em seus instintos com a seus filhos que podem salvar a vida deles.

“Olivia era o meu primeiro bebê, então eu não sabia o que esperar. Mas certamente eu não achei que ela seria daquela cor branca”, comentou a mulher, de Witham (Inglaterra).

A enfermeira neonatal Sharon Pilgrim disse que em 20 anos de profissão nunca viu alguém nascer com níveis tão baixos de hemoglobina.

“O hospital todo ficou maravilhado e chamou Olivia de ‘bebê-milagre’. Os médicos ainda não sabem o que aconteceu. É uma dessas coisas esquisitas”, disse Louise.

Data: 3/4/2012 08:38:00
Fonte: O Diário