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Professora pode ser punida por expressar consolo de Cristo

 

Alunos da professora a apoiam, mas bullying da mídia e do governo ameaçam linchar sua carreira

Julio Severo

Uma professora evangélica, que falava do consolo de Cristo aos alunos, está na mira implacável de organizações de religiões afro-brasileiras e da “justiça” depois que os meios de comunicação a acusaram de provocar bullying contra um aluno, rapaz de 15 anos, que segue uma religião afro-brasileira. O principal ato de bullying foi uma bola de papel atirada nas costas do rapaz.

Pais de aluno: inconformados com a mensagem de consolo de Cristo

Numa pesquisa na internet, pude constatar que todas as matérias da imprensa estão contra a ProfªRoseli Tadeu Tavares de Santana, praticamente pedindo o linchamento do caráter e do trabalho dela. A mídia evangélica fez pouco diferente, apenas copiando o conteúdo secular, demonstrando falta de originalidade e incapacidade de investigar os fatos.

Posso até imaginar o papel da grande mídia evangélica quando o governo do Anticristo estiver totalmente estabelecido: copiará tudo o que a imprensa do Anticristo “noticiar”.

Pelas insinuações dos inflamadores e copiadores, até parecia que professora atacava todas as religiões.

Mas essas insinuações, que a mídia tentou passar com tanto ardor, se dissiparam quando, numa das matérias hostis à professora, pude ler os comentários de alunos e mães de alunos, alguns dos quaiscopio aqui:

Há 1 ano atrás , eu estava com problema sério na família… devido à separação do esposo. Sou católica, mas graças às reflexões que a professora Roseli faz na escola, minhas filhas chegavam em casa falando do alivio que traziam quando a professora fazia as reflexões. — Maria Aparecida de Matos

Nossa a professora é maravilhosa, eu ja fui aluna. Tudo isso é uma bobagem, ela foi umas das melhores professora! Tudo mundo sabe que isso aí é mentira do menino. — Alessandra, ex-aluna da Roseli

Eu acho uma bobeira tudo isso q esse magno ae está fazendo, parece q ñ tem coisa pra fazer além de critica uma professora q é maravilhosa q nem a ela… TUDO Q ELA FAZ É REFLEXÃOZINHA APENAS DE 5 MINUTINHOS. GOSTO PRA CARAMBA DAS REFLEXÃO. — Felipe Evaristo 2ºE

Eu estudei com essa professora dez da 5º serie, ela não lê a Bíblia mais sim usa um minuto de sua aula para fazer uma Oração. Ela não prega a sua religião mais sim faz uma reflexão de 1min em suas aulas que isso eu entendo que não faz mal a ninguém independente de sua religião. — Yuri Sena

Uaaaaaauuuuu! Vamos ao que interessa! O menino recebeu uma bolada de papel nas costas… Realmente isso indica claramente um caso se bullying. (rsrsr).Vamos crucificar essa professora, pois, afinal de contas nenhum professor de escola pública emite suas opiniões pessoais na sala de aula, seja ateu ou pagodeiro. (kkkkk). — Elmo Pires da Silva

É muita sacanagem com a professora, sou aluna da escola e é a primeira vez que acontece isso. Uma excelente professora Roseli é muito queria pelos professores e alunos da escola . — Leticia Soares

Um rapaz de uma religião afro-brasileira falou, e a mídia e o governo (no caso, também o governo imoral do PSDB em São Paulo) imediatamente se colocaram na postura de atirar primeiro e fazer perguntas depois. A palavra dos outros alunos não teve valor.

A professora não pregava Bíblia e nem pregava sua igreja. Apenas fazia uma reflexão de encorajamento espiritual — e tudo o que toque no nome de Cristo incomoda adeptos da bruxaria.

E se fosse o contrário? Se a professora emitisse opiniões pessoais a favor da bruxaria, a mídia a massacraria porque um estudante cristão se sentiu incomodado, sendo o único cristão numa sala de aula onde a maioria vem da bruxaria?

Aliás, no caso das religiões afro-brasileiras, os livros didáticos e instruções governamentais requerem que os professores toquem no assunto da “cultura” das religiões afro-brasileiras de forma positiva.

Os professores também recebem ordem de pregar o “evangelho gay”, numa enxurrada de lições sobre a suposta normalidade da homossexualidade.

Tente criticar essa pregação estatal oficial em favor da “cultura” da bruxaria ou do gayzismo, e a mídia, o governo e os apoiadores dessa pregação se juntarão para condenar você a um linchamento moral.

No meio dessa selva de imposição estatal da bruxaria e gayzismo, uma professora indefesa apenas usa sua voz para falar do consolo de Cristo, e o inferno se levanta.

Os outros cristãos, em vez de ficarem do lado dela em apoio, se limitam a copiar e repetir o comportamento selvagem e animalesco da imprensa.

A professora poderia ter usado sua voz para falar o que a mídia e o governo querem ouvir: combate à “homofobia”, as maravilhas da sodomia, etc. Ela poderia também exaltar a “cultura” do candomblé. E certamente ela só receberia elogios, e até condecorações. Mas ela preferiu falar do consolo de Cristo.

O testemunho cristão é a vida do cristão. Quando o cristão silencia seu testemunho por medo da mídia e Estado, sua vida morre espiritualmente.

Durante séculos, milhões de cristãos foram martirizados por darem bom testemunho de Cristo. Eles perderam a vida, principalmente nas mãos do Estado.

Ainda não chegamos a esse ponto no Brasil. Mas a mídia e o governo, ambos fanaticamente pró-aborto e pró-homossexualismo, já estão ensaiando passos nessa direção. Eles, juntamente com organizações de religiões afro-brasileiras (amplamente apoiadas pelo Estado), estão prontos para crucificar a reputação e a carreira da professora cristã.

Fonte: www.juliosevero.com

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Joyce Meyer, que já foi abusada sexualmente, fala sobre livrar-se da culpa e da vergonha do passado

 

PorAndrea Madambashi | Repórter do The Christian Post

Muitas vezes a ruína das pessoas, é lembrar-se de seu passado e viverem escravas de culpas e vergonhas. Como livrar-se disso?

  • joyce-meyer-christian-post

    (Photo: C3 Conference via The Christian Post)

    Televangelista Joyce Meyer fala durante uma sessão da noite na Conferência C3 em 17 de fevereiro de 2011 na Igreja Fellowship em Dallas, Texas.

A famosa evangelista Joyce Meyer falou em uma de suas palestras nesta sexta-feira sobre livrar-se da culpa e da vergonha do passado, trazendo à tona seu próprio passado quando foi sexualmente abusada por seu pai.

Citando Hebreus 6:1 (“Por isso, deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até à perfeição, não lançando de novo o fundamento do arrependimento de obras mortas e de fé em Deus”), ela diz que obras mortas é culpa.

“E culpa é a nossa maneira de tentar pagar de nosso modo aquilo que fizemos errado”, explica a evangelista.

Meyer, mesmo sabendo que para alguns a mensagem de redenção é muito profunda e às vezes difícil de entender diz, “mas se a transgressão foi removida como você pode permanecer culpado?”

Há pessoas que ficam viciadas na culpa, segundo ela. “Eu não me sinto correta se eu não me sentir errada…”

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“Mas você pode sentar-se à mesa do Rei mesmo que você ainda sinta coisas erradas em você. Você pode sentar-se à mesa do Rei, mas você deve estar disposto a levantar-se e tomar o seu lugar”, disse ela à sua grande audiência.

Meyer ressalta que Deus muitas vezes quer te dizer “saia debaixo da mesa e pare de agir como se você não merecesse.”

O acusador, diz ela, é Satanás, e os Cristãos tem que ser capazes de dizer quando recebem acusações dele, que “isso não é da sua conta”.

Meyer relembra um duro período de sua vida em que ela sentia-se mal porque seu pai havia abusado dela sexualmente. Ela tentou muitas coisas depois para livrar-se disso, mesmo em sua vida espiritual, mas sentia que quanto mais fazia pior ficava.

“Eu era uma problemática antes da salvação e então depois eu era uma salva problemática. A pior coisa do mundo é não ser salvo." Então ela relembra os Cristãos e ressalta sobre a salvação. "Mas a pior coisa do mundo é ainda ser salvo e não apreciar isso”.

Assim, Meyer encoraja a todos a apreciarem dessa abundância da vida e ter mais paz. “Como você pode desfrutar de sua vida, se você nem mesmo se ama? Deus criou a você e você tem que amar o que ele criou.”

“Deus conhece o seu coração. Se você quer fazer certo e está fazendo tudo para crescer, então Deus conhece o seu coração, e vai te ajudar a te colocar onde você quer estar,” motivou a evangelista.

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Os momentos mais sublimes da vida de Jesus – os seus últimos.

 

Publicado por Everson Barbosa em 31 de March de 2012
Tags: a morte, cristo, crucificação, jesus, mensagem de páscoa, palavra, palavra de Deus, para a páscoa,pascoa, sobre, venceu

 

Os momentos mais sublimes da vida de Jesus – os seus últimos

“Jesus sabia exatamente o que estava vindo e começou a orar…”

Começou na noite de quinta-feira, no mês judeu de Nisan (Abril), por volta do ano 30 d.C. Um dos discípulos de Jesus, Judas Iscariotes, planejou traí-lo por trinta moedas de prata. O sinal de morte: um beijo. No jardim do Getsêmani, pouco distante de Jerusalém, Jesus sabia exatamente o que estava vindo e começou a orar. Seu coração quase não podia suportar tamanho peso: “A minha alma está cheia de tristeza até a morte” (Mateus 26.38). Então, a multidão apareceu com espadas e porretes. Judas beijou Jesus, e o prenderam. Os discípulos de Jesus se acovardaram e deixaram-no sozinho.

A Paixão de Jesus frente ao Sinédrio

Jesus foi levado ao Sinédrio, que estava pronto para colocá-lo em julgamento no meio da noite. A acusação decisiva foi blasfêmia:

O sumo sacerdote lhe tornou a perguntar, e disse-lhe: És tu o Cristo, Filho do Deus Bendito? E Jesus disse-lhe: Eu o sou, e vereis o Filho do homem assentado à direita do poder de Deus, e vindo sobre as nuvens do céu. E o sumo sacerdote, rasgando as suas vestes, disse: Para que necessitamos de mais testemunhas? Vós ouvistes a blasfêmia; que vos parece? E todos o consideraram culpado de morte. (Marcos 14.61-64)

“Então cuspiram-lhe no rosto e lhe davam punhadas, e outros o esbofeteavam, a dizer-lhe: Profetiza, Cristo, quem é o que te bateu?. E os servidores davam-lhe bofetadas.” (Mateus 26.67-68; Marcos 14.65).

Enquanto isto, próximo à corte, seu discípulo Pedro que havia dito: “Ainda que me seja necessário morrer contigo, de modo nenhum te negarei” (Marcos 14.31) o negou três vezes: “Não conheço tal homem” (Mateus 26.72). Quando Jesus olhou para ele, Pedro deixou o local e chorou amargamente.

A Paixão de Jesus frente a Pilatos e Herodes

Então eles entregaram Jesus ao governador romano, Pilatos, ainda no começo da sexta-feira. Depois do interrogatório, Pilatos o enviou ao Rei Herodes, que estava na cidade e esperou ver Jesus fazer um milagre. Herodes e seus soldados trataram Jesus com desrespeito, colocaram-lhe uma veste real para ultrajá-lo, e o enviaram de volta para Pilatos.

De acordo com um estranho costume, Pilatos ofereceu libertar um prisioneiro e dar à multidão a escolha entre Jesus e Barrabás, um notório terrorista que “tinha num motim cometido uma morte” (Marcos 15.7). A multidão escolheu Barrabás e gritou para que Jesus fosse crucificado. Eles fizeram-no ser uma ameaça ao império, que reivindicava ser um rei. “Se soltas este, não és amigo de César; qualquer que se faz rei é contra César” (João 19.12). Pilatos estava na parede. Deveria matar um homem inocente ou arriscar a aparência de sedição?

Pilatos tomou sua decisão. Lavou suas mãos, numa tentativa inútil de remover sua culpa por ter libertado Barrabás e entregue Jesus aos soldados. “Estou inocente do sangue deste justo. Considerai isso.”, ele disse (Mateus 27.24). O aconteceu nas horas seguintes está além de descrição ou ilustração. Os meros fatos não contam a história inteira. Porém, eles são cruciais.

Jesus foi oprimido. A palavra não é capaz de transmitir a realidade da tortura.

Açoitamento era uma preliminar legal a toda execução romana, e somente mulheres, senadores e soldados (exceto em caso de deserção) eram excluídos. O instrumento usual era um chicote curto (flagrum ou flagellum), de diversas formas, apenas uma ou muitas tiras de couro, de tamanhos diferentes, com esferas de metal ou garras feitas com ossos bovinos amarrados nelas. Para o castigo, o homem tinha suas roupas rasgadas e suas mãos eram amarradas. As costas, quadris e pernas eram chicoteados por dois soldados ou um, em diversas posições. Não se sabe se o número de açoites foi limitado a 39, de acordo com a lei judaica[1].

Depois da tortura, o batalhão inteiro de soldados se reuniu ao redor deste homem fraco e sangrando, e colocaram uma capa escarlate nele. Pressionado pelo peso da túnica sobre seus ombros dilacerados, Jesus recebeu uma cana em sua mão direita e ajoelharam-se diante dele, zombando “Salve, Rei dos Judeus”. Os soldados bateram nele com suas próprias mãos. Eles cuspiram nele. Fizeram uma coroa cheia de espinhos – provavelmente não aqueles que vemos em rosas, mas um tipo mais longo, parecido com lâminas. Então, eles não apenas colocaram a coroa, mas bateram em sua cabeça – cravando os espinhos em seu crânio (Marcos 15.17-19).

A Paixão de Jesus na Cruz

Eles o levaram para uma montanha chamada Gólgota (latim: Calvário), fora da cidade, e o pregaram numa cruz. Martin Hengel escreveu um estudo histórico-científico sobre a crucificação no mundo antigo. Ele cita Lucius Seneca, em meados do primeiro século, que escreveu sobre uma variedade de crucificações: “Eu vejo cruzes, não apenas de um tipo, mas feitas de diferentes maneiras; algumas têm suas vítimas de ponta-cabeça, algumas empalam as suas partes íntimas; outros têm seus braços quebrados no madeiro”[2]http://www.monergismo.com/textos/cristologia/piper_momentos_sublimes.htm – nota2. Hengel cita outra fonte antiga (Pseudo-Manetho) sobre o método de crucificação: “Punidos com os braços estendidos, eles viam a estaca como seu destino; eles eram fixados e pregados no mais doloroso tormento, uma comida maligna para aves de rapina e cães”[3]http://www.monergismo.com/textos/cristologia/piper_momentos_sublimes.htm – nota3. Em suma, Hengel diz que “era uma sensação terrivelmente ofensiva, ‘obscena’ no sentido original da palavra”[4]. E entre os judeus, a maldição divina era adicionada ao escândalo humano, porque na lei judaica, o Torá, diz-se: “porquanto o pendurado [num madeiro] é maldito de Deus” (Deuteronômio 21.23).

“E era a hora terceira, e o crucificaram” (Marcos 15.25). Isto quer dizer 9 horas da manhã. Pilatos ordenou uma placa sobre sua cabeça: “Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus” (João 19.19). Transeuntes o ridicularizavam: “Tu, que destróis o templo, e em três dias o reedificas, salva-te a ti mesmo. Se és Filho de Deus, desce da cruz” (Mateus 27.40). Os soldados o humilharam. Os príncipes dos sacerdotes com os escribas e anciãos uniram-se ao coro: “Salvou os outros, e a si mesmo não pode salvar-se. Se é o Rei de Israel, desça agora da cruz, e crê-lo-emos” (Mateus 27.42). E mesmo os criminosos que estavam crucificados com ele, insultavam-no.

Jesus bebeu o cálice de sofrimentos variados, e rejeitou qualquer anestésico contra a dor. “Deram-lhe a beber vinagre misturado com fel; mas ele, provando-o, não quis beber” (Mateus 27.34). Por volta do meio-dia, próximo ao fim, ele gritou “Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mateus 27.46). Surpreendentemente, estas aparentes palavras sem esperança são as exatas palavras no início do Salmo 22, do Antigo Testamento, que então termina como um Salmo de grande esperança. O salmista, que parece começar em desespero, finalmente exulta em Deus e diz: “Então declararei o teu nome aos meus irmãos; louvar-te-ei no meio da congregação” (v.22). A igreja primitiva não perdeu a conexão entre as palavras agonizantes de Jesus e a esperança final deste salmo. Eles aplicaram estas próprias palavras de triunfo à Cristo, depois de sua ressurreição (Hebreus 2.12). Sim, havia um tipo de abandono da parte de Deus na cruz, mas o abandono não foi total.

Depois de três horas na cruz, Jesus morreu. Seus discípulos viram um espantoso e transformador momento de diferentes ângulos e os sumarizaram de diferentes formas. Mateus diz: “E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito” (Mateus 27.50). João escreve: “E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito” (João 19.30). Lucas, que não estava lá, mas que pôde ter conseguido esta informação com a mãe de Jesus, escreve: “E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou” (Lucas 23.46).

Para ter certeza de que ele estava morto, um soldado romano “lhe furou o lado com uma lança” (João 19.34). Ele foi retirado da cruz por sua família e amigos, e colocado em um túmulo comprado, numa caverna. Pilatos deu ordem para que o túmulo fosse selado e guardado. Uma grande pedra foi usada para fechar a entrada da tumba e soldados ficaram de guarda. Lá, o corpo repousou até o começo da manhã de domingo.

Notas

[1] – William D. Edwards, et. al., “On the Physical Death of Jesus”, The Journal of the American Medical Association 255 (21 de março de 1986), 1457-1458.

[2] – Dialogue 6, De consolatione ad Marciam, 20.3, citado por Martin Hengel, Crucifixion (Philadelphia: Fortress, 1977), 25

[3] – Hengel, Crucifixion, 9.

[4] – Ibid., 22.

Traduzido por Josaías Jr. |
Fonte: iPródigo