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“Deus prefere ateus amáveis a cristãos com ódio”, afirma igreja, líderes religiosos comentam

PorAna Araújo | Repórter do The Christian Post

A Igreja Metodista Unida, localizada na cidade de Portland, Oregon, EUA, causou polêmica nesta semana ao colocar em seu letreiro a frase “Deus prefere ateus amáveis a cristãos com ódio”.

  • letreiro

    (Foto: Reprodução)

    Letreiro causa polêmica entre ateus e cristãos

A resposta entre os americanos foi imediata, o administrador da igreja Kay Pettygrove disse que recebeu centenas de e-mails sobre o letreiro assim que ele foi instalado. Ele afirma ainda que se surpreendeu por ter cerca de 30 respostas positivas, para cada negativa.

“Eu recebi um email de um homem Mórmon jovem dizendo: ‘Muito obrigado. Isso me fez repensar a forma como eu trato as pessoas'”, ele explicou ao jornal americano The Blaze. “Muitos ateus disseram: ‘Se houvesse mais igrejas como a sua, provavelmente reconsideraria.”

Para ele, o objetivo de fazer as pessoas refletirem foi atingido para além dos 385 membros da igreja, e que o letreiro mostra uma hospitalidade radical para quem já se sentia alienado sobre o sistema de fé da religião.

Entre alguns líderes religiosos opiniões divergiram sobre a mensagem. O jornalista e pesquisador Johnny Bernardo e o Reverendo Augustus Nicodemus comentaram o fato com exclusividade ao The Christian Post.

Para Johnny a mensagem mostra uma realidade que afeta as igrejas em todo mundo com relação aos “cristãos com ódio”: “há falta de amor, compromisso e vivência cristã em sua plenitude”.

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Ele justificou dizendo que devido ao rápido crescimento da igreja nos últimos anos o “espírito de unidade que caracterizava os cristãos primitivos tem sido perdido ao longo dos séculos”.

“Somos hoje uma igreja de templos, uma igreja cuja realidade gira em torno de liturgias, reuniões eTeologia da Prosperidade. Precisamos de menos igrejas e mais cristianismo puro e simples”, afirmou.

Jhonny acredita que “ateus, católicos e espíritas são, sim, exemplos de que mesmo diante da ausência de uma religiosidade contínua ou profunda, o amor pode ser demonstrado e vivido no dia-a-dia”.

Já Nicodemus pensa que a igreja se equivocou em sua afirmativa. O reverendo considera que a igreja está equivocada ao assumir que “diante de Deus, o ódio é pior que a incredulidade”.

“O ódio e a incredulidade são igualmente desagradáveis diante de Deus, não importa se da parte de ateus ou cristãos”.

Para explicar, ele citou ao CP o trecho da Bíblia Apocalipse 21.8, que diz que “quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte”. Nesta passagem, explica Augustus Nicodemus, os incrédulos e assassinos aparecem na mesmíssima lista dos que não entrarão no Reino de Deus.

O letreiro da igreja de Oregon continua causando polêmica e a imagem de seu letreiro se espalhou mundialmente por meio de mídias sociais online. Mesmo com tanta discussão, o Reverendo Tom Tate, responsável pelo templo, diz que não se arrepende e que gostou da reflexão gerada pela sua iniciativa.

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DODANIN PEREIRA – Pastor e missionário da JMN morre aos cem anos no TO

100 anos  de vida DODANIMmamae e eu batismo de Indigenashomenagem 99 anos

Faleceu, na tarde da última sexta-feira, dia 30, o pastor Dodanin Pereira Gonçalves, missionário aposentado da Junta de Missões Nacionais. O obreiro foi sepultado em Itacajá, TO, onde, durante anos, desenvolveu seu ministério.Pr. Dodanin foi nomeado pela JMN em 1942, seguindo para a cidade de Carolina, no Maranhão. Em Itacajá, onde passou a maior parte de seu ministério, levou a mensagem do evangelho aos índios kraôs. Ainda nesse município, o missionário também chegou a ser diretor no Lar Batista F.F. Soren, ao lado de sua esposa Edith Duarte Pereira, nos anos de 1946 a 1950.

Após sua saída do Lar, Pr. Dodanin nunca deixou de cooperar com os missionários que passaram pela instituição. Foi ele quem doou a propriedade para a JMN construir a primeira sede do Lar Batista F.F. Soren, na cidade de Itacajá, e mais uma fazenda de 107 hectares no município de Piacá, onde eram cultivadas roças de arroz, feijão e outros que serviam de mantimento para o Lar Batista.

Oremos pela família do pr. Dodanin, para que o Espírito de Deus console a todos. A este grande servo de Deus, as homenagens da Junta de Missões Nacionais.

Data: 5/4/2012 08:58:26
Fonte: JMN

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Evangélicos podem comer ovos de Páscoa?

 

PorAndrea Madambashi | Repórter do The Christian Post

Ao que a Páscoa se aproxima, e milhares se preparam para celebrar o momento religioso com ovos de chocolate, muitos se perguntam se comer os simbólicos ovos de chocolate não desvirtua o real sentido do evento.

  • ovos de pascoa

    (Foto: Divulgação)

    Ovos de Páscoa.

 

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O motivo é que a data nada tem a ver com ovos, sendo uma festa judaica e lembrada pelos cristãos como o tempo em que Jesus morreu na cruz e depois ressuscitou.

Assim surge a pergunta: Os evangélicos comem ovos de Páscoa?

Para entender o assunto, e responder a questão, o escritor, conferencista e Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, rev. Augustus Nicodemus explica em um artigo em seu blog, sobre o significado da Páscoa e a importância do evento para os cristãos.

Segundo Nicodemus, a Páscoa é uma festa judaica que se refere ao episódio da Décima Praga narrado no Antigo Testamento.

Neste dia, ele explica, o anjo da morte “passou por cima” das casas dos judeus no Egito e não entrou em nenhuma delas para matar os primogênitos. Depois disso, os israelitas saíram do Egito, livres da escravidão de 400 anos e o dia foi instituído como festa da “páscoa” por Moisés.

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A festa, tornou-se a mais importante festa anual dos judeus, quando sacrificava-se um cordeiro que era comido com ervas amargas e pães sem fermento.

Segundo o reverendo, Jesus Cristo foi traído, preso e morto durante a celebração em Jerusalém, tendo sua morte ocorrida numa sexta, e sua ressurreição num domingo.

Na quinta-feira, Jesus determinou aos seus discípulos que comessem pão e tomassem vinho em memória dele. “Estes elementos simbolizavam seu corpo e seu sangue que seriam dados pelos pecados de muitos – uma referência antecipada à sua morte na cruz”.

Nicodemus esclarece, assim, que a Páscoa não é celebrada pelos cristãos, pois é uma festa judaica. É um momento em que se lembra o sacrifício de Jesus, e se come pão e vinho em memória dele.

“E isto não somente nesta época do ano, mas durante o ano todo”, faz ele a ressalva.

Para concluir, ele afirma que coelhos, ovos e outros apetrechos populares que foram acrescentados ao evento, nada têm a ver com o significado da Páscoa judaica e nem da ceia do Senhor celebrada pelos cristãos.

O que fazer então com a Páscoa, bem como as crendices acrescentadas a ela? O teólogo deixa sugestões:

(1) rejeitá-las completamente, por causa dos erros, equívocos, superstições e mercantilismo que contaminaram a ocasião;
(2) aceitá-las normalmente como parte da cultura brasileira;
(3) usar a ocasião para redimir o verdadeiro sentido da Páscoa.