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El cerebro humano integra el milagro religioso mejor que lo imposible no religioso

 

El cerebro humano integra el milagro religioso mejor que lo imposible no religioso

Investigadores llegaron a esta conclusión por el análisis de la actividad cerebral de varios grupos de personas.

31 DE ENERO DE 2012, MADRID

Es un hecho demostrado que la mente humana detecta rápidamente cuándo algo es irreal en el mundo que nos rodea. Pero, por alguna razón que aún se desconoce, el cerebro asimila mejor y encuentra menos sorprendente aquellas ideas imposibles o sobrenaturales cuando se relacionan con el hecho religioso, han constatado científicos españoles del Instituto de Salud Carlos III de Madrid.
Los investigadores compararon las reacciones de un grupo de personas al leer milagros religiosos y otras ideas imposibles no relacionadas con el mundo teológico. “El cerebro humano ve más aceptable que se muevan montañas a que se muevan edificios", según uno de los autores del estudio.
Las conclusiones de este estudio se han publicado en la versión digital de la revista científica Social Neuroscience y está dirigido por Manuel Martín-Loeches, investigador del Instituto de Salud Carlos III y profesor de la Universidad Complutense de Madrid.
BASES CIENTÍFICAS
El experto Martín-Loeches ha explicado que el cerebro detecta con mucha rapidez cuándo algo es imposible en el mundo real:  "existen unas leyes físicas, biológicas y psíquicas que son sistemáticas, se descubren con apenas meses de edad y conocerlas es, precisamente, una de las razones clave para nuestra supervivencia".
En este sentido, asegura que está comprobado que para que un mito o un relato religioso tenga impacto se deben mezclar hechos posibles e imposibles, pues éstos últimos llaman la atención, elevan el interés, sorprenden, y la historia se recuerda más fácilmente. "Unas gotas de irrealidad, la dosis justa, garantizan el éxito de un relato", según este investigador.
Partiendo de esto, el equipo que dirige Martín-Loeches, quiso constatar si las ideas imposibles de los relatos religiosos tenían una naturaleza especial, algo que las haga distintas en el cerebro distintas (o a la inversa, que el cerebro está estructurado de tal manera que “funciona” de forma que es capaz de asimilar la idea de lo sobrenatural en relación a lo religioso, pero no lo irreal que no entra en ese campo).
ANALIZANDO LA RESPUESTA A LO SOBRENATURAL
Para explorar esta idea, los investigadores analizaron la actividad cerebral de un grupo de 30 personas mientras leían milagros e ideas imposibles extraídos de textos religiosos reales y compararon dicha actividad del cerebro con la obtenida mientras leían ideas imposibles pero no incluidas en textos religiosos .
Para estar seguros de que las ideas o hechos imposibles religiosos no eran conocidos ni resultaban familiares a los voluntarios del estudio, se extrajeron de diversos relatos ajenos a la religión cristiana, imperante en la sociedad occidental. Así, de un total de 180 oraciones, los participantes tenían que decir si éstas eran o no posibles.
De cada oración, tres versiones: la religiosa ("de su mente surgió la luna" (en este caso extraída de textos védicos)); una similar pero ajena a los textos religiosos ("de su mente surgió la casa"); y una equivalente y posible ("de su mente surgió la idea"). El equipo de Martín-Loeches, para llegar a las conclusiones del estudio, lo que hizo fue analizar y medir la actividad cerebral de cada individuo ante la exposición y lectura de estas tres frases.
Para ello utilizó una medida de actividad cerebral que expresa la cantidad de incongruencia o irrealidad que el cerebro humano encuentra cuando lee o escucha una oración y que se conoce como "onda cerebral N400".
Se llama así porque se activa a las 400 milésimas de segundo tras escuchar una palabra que no encaja y su origen está en las redes cerebrales que conforman el conocimiento semántico, donde está almacenado el conocimiento del mundo y cómo funcionan las cosas.
Según Martín-Loeches, por alguna razón que aún permanece en la incógnita, los cerebros de los voluntarios encontraron menos sorprendentes las ideas imposibles religiosas que las imposibles no religiosas .
"El cerebro humano ve más aceptable, asimila mejor, que se muevan montañas a que se muevan edificios", según este psicólogo. Según este experto, ahora queda por determinar qué es lo que hace que unas ideas sean apropiadas para un mito religioso y cuáles no.

Fuentes: Efe

© Protestante Digital 2011

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Atividades de monitoração do FBI abrangerão a internet inteira, principalmente redes sociais como Facebook e Twitter

 

Julio Severo

A polícia federal dos EUA, conhecida como FBI, divulgou quietamente detalhes de planos para monitorar continuamente as informações mundiais do Facebook, Twitter e outras redes sociais, oferecendo uma rara oportunidade de ver as atividades do FBI. Outros órgãos do governo americano estão também envolvidos na vigilância das mídias de internet, mas não divulgam nada de suas atividades nem revelam até que ponto estão monitorando os usuários.

Os planos do FBI, conforme foram divulgados, incluem a contratação de empresas que construam um sistema de monitoração que ajude o FBI a vasculhar tudo na internet.

O documento indica que o FBI quer usar a mídia social para mirar usuários ou grupos de usuários específicos, observando que os agentes do FBI precisam “localizar causadores de problemas… e analisar seus movimentos, vulnerabilidades, limitações e possíveis ações adversas”.

Quem será classificado como “causador de problemas”? Uma das políticas prioritárias do governo dos EUA é promover a agenda gay no mundo inteiro. Sendo um órgão federal, o FBI poderia se desalinhar dessa política? É evidente que sua monitoração favorecerá os interesses do governo americano em tudo — inclusive na proteção e promoção da agenda gay.

Já há casos do governo americano monitorando cidadãos cristãos nos EUA que não têm nenhum envolvimento com terrorismo:

* O FBI tem monitorado indivíduos e grupos cristãos opostos ao aborto e ao “casamento” gay.

* O FBI tem perseguido uma mãe cristã e sua filha exclusivamente porque ela abandonou o lesbianismo e porque sua ex-amante lésbica exige a posse da menina.

* O FBI foi denunciado pelo grande site WND por monitorar um pregador evangélico.

O perigo nessa tendência americana é que outras polícias do mundo poderão imitar o FBI. Se o FBI pode monitorar cristãos por suas opiniões contra o aborto e o homossexualismo, por que a polícia federal do Brasil não pode copiar?

Sem nenhum mau exemplo dos EUA, o Brasil já enfrenta sérias ameaças, com um governo dirigido por indivíduos com histórico criminoso e terrorista comunista. São indivíduos que interpretam a “democracia” como um regime onde eles têm liberdade de fazer o que bem entendem, inclusive calar seus inimigos.

E por pura coincidência, o PT descobriu que o maior obstáculo para a implantação de sua ditadura e controle sobre a mente e coração do povo é a mídia evangélica: programas de TV e sites que defendem os valores cristãos, se opondo ao aborto e ao homossexualismo.

Por questão ideológica, o governo do PT, assim como todo governo socialista fanático, dá preferencia para Cuba. Por isso, a nova lei brasileira obrigando as mulheres grávidas a serem registradas se inspirou em Cuba.

Contudo, já que o FBI está demonstrando capacidade maior de monitorar os que ameaçam o governo americano com opiniões contrárias aos dogmas estatais do aborto e do homossexualismo, por que a polícia federal brasileira quereria ficar de fora desse controle?

O Brasil adora imitar lixo americano. Os grupos gays brasileiros, por exemplo, são imitadores fiéis dos grupos gays americanos.

O perigo é real, ainda mais que o governo americano, que anda obcecado pela agenda gayzista e abortista, tem tido um relacionamento com a ABGLT, a maior organização gay do Brasil.

Em 2010, a secretária de Estado Hillary Clinton deu uma mãozinha para que a ABGLT fosse oficialmente credenciada dentro da ONU. Ela deu essa ajuda depois que todos os esforços do governo Lula em prol da ABGLT na ONU falharam.

Além disso, há uma informação obtida de que a ABGLT já está tendo contatos com o FBI.

Com a ajuda do governo do PT, a ABGLT quer calar no Brasil cristãos que denunciam a agenda gay. Com a ajuda do FBI e do governo americano, o que a ABGLT poderia fazer com brasileiros nos EUA que denunciam em português a agenda gay? Como se sabe, Silas Malafaia e eu temos estado na mira da ABGLT.

Se o governo brasileiro — que é amante da truculência ditatorial cubana — se interessar pelo monitoramento dos cidadãos através do sistema de vigilância do FBI, a imitação será o próximo passo.

Teremos pois um FBI para pegar brasileiros conservadores nos EUA e um FBI tupiniquim para imitar o lixo policialesco americano.

Será o Fim do Brasileiro Independente?

Com informações do New Scientist.

Fonte: www.juliosevero.com

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A chocante diminuição dos cristãos nos Estados Unidos

Comentário de Julio Severo: Este artigo, escrito por um evangélico americano, poderá provocar reações de dúvidas em muitos leitores: “Mas os EUA não são a nação mais cristã do mundo? Os EUA não são o país mais evangélico do mundo?” Afirmativamente. Mas a igreja evangélica americana está em crise. Por exemplo, a maior denominação presbiteriana dos EUA (conhecida pela sigla PCUSA) está agora oficialmente ordenando pastores gays e lésbicas. A PCUSA é a mãe da Igreja Presbiteriana do Brasil.

Revoltados com os rumos da PCUSA, presbiterianos representando 500 congregações, conforme relatou o Rev. Augustus Nicodemus em seu blog O Tempora! O Mores!, se reuniram para fundar uma denominação presbiteriana conservadora. 500 é um número grande, mas o total de congregações da PCUSA soma 11.000! Portanto, os dissidentes conservadores são menos de 5% desse total, deixando para a vasta maioria presbiteriana dos EUA os sinais inconfundíveis não de uma apostasia periférica, mas de uma apostasia de proporções colossais.

Com esse quadro apocalíptico diante dos nossos olhos, não é difícil entender no artigo abaixo quando o autor americano menciona evangélicos que falam com “mortos” e creem em reencarnação. Eis o artigo americano:

Nas décadas recentes, a percentagem de cristãos nos Estados Unidos está diminuindo sem parar, principalmente entre os jovens.

Os Estados Unidos foram fundados principalmente por cristãos que estavam buscando escapar de perseguição religiosa. Para esses primeiros colonizadores do que são hoje os Estados Unidos, a fé cristã era o próprio centro de suas vidas, e influenciou profundamente as leis que eles fizeram e as estruturas governamentais que eles estabeleceram.

No mundo inteiro, o Cristianismo é de longe a maior religião. De acordo com o Pew Forum on Religion & Public Life, há atualmente 2,2 bilhões de cristãos no mundo, de modo que tão cedo o Cristianismo não está em perigo de desaparecer. Aliás, em algumas regiões do globo o Cristianismo está experimentando crescimento explosivo.

Mas nos Estados Unidos, o quadro é diferente. As igrejas estão diminuindo, o ceticismo está aumentando e a apatia acerca de questões espirituais parece estar no apogeu de toda a história americana.

De acordo com Dave Olson, diretor de plantio de igrejas da Igreja Evangélica Covenant, somente 18,7% de todos os americanos frequentam regularmente uma igreja.

Mas o que está acontecendo com a fé dos jovens americanos é ainda mais alarmante.

Grande número de jovens americanos que iam a igreja enquanto estavam crescendo estão hoje abandonando as igrejas completamente. Um recente estudo do Grupo Barna descobriu que aproximadamente 60 por cento de todos os cristãos entre as idades de 15 e 29 anos não têm mais nenhum envolvimento com igrejas.

Esses jovens não só abandonaram a igreja, mas também abandonaram todas as formas de espiritualidade cristã.

Uma pesquisa do LifeWay Christian Resources entre jovens deu os seguintes resultados:

* 65% raramente ou nunca oram com outros e 38% quase nunca oram sozinhos.

* 65% raramente vão a reuniões de adoração.

* 67% não leem a Bíblia ou nenhum texto religioso regularmente.

Mas os jovens não estão rejeitando apenas a igreja.

A realidade é que eles estão também rejeitando os princípios fundamentais da fé cristã.

Uma pesquisa conduzida pelo Grupo Barna revelou que menos que 1 por cento de todos os americanos entre as idades de 18 e 23 têm uma cosmovisão cristã.

O Grupo Barna perguntou aos participantes da pesquisa se eles concordavam com as seguintes seis declarações:

1) Crer que existe uma verdade moral absoluta.

2) Crer que a Bíblia é completamente precisa em todos os princípios que ensina.

3) Crer que Satanás é considerado um ser ou força real, não meramente simbólica.

4) Crer que não dá para uma pessoa ir ao Céu tentando ser boa ou fazendo boas obras.

5) Crer que Jesus Cristo viveu uma vida sem pecado na terra.

6) Crer que Deus é o Criador onisciente e onipotente do mundo e que Ele governa o universo hoje.

Menos de 1 por cento dos participantes concordou com todas essas declarações.

Isso é simplesmente assombroso.

Mas não são apenas os jovens que estão rejeitando os princípios fundamentais da fé cristã.

Números ainda maiores de “evangélicos” estão rejeitando esses princípios.

Uma pesquisa revelou que 52 por cento de todos os evangélicos americanos acreditam que “pelo menos algumas religiões não-cristãs podem levar à vida eterna”.

Outra pesquisa revelou que 29 por cento de todos os evangélicos americanos afirmam que já tiveram contatos com os mortos, 23 por cento acreditam em astrologia e 22 por cento creem em reencarnação.

Sem dúvida, o panorama religioso dos Estados Unidos está mudando.

Nas recentes décadas, a frequência à igreja vem diminuindo sem parar, a percentagem de americanos que se consideram cristãos está caindo e o número de pessoas que têm convicções cristãs conservadoras está despencando.

O que tudo isso significará para o futuro dos Estados Unidos?

Tradução e adaptação: www.juliosevero.com