Categorias
Artigos

Vozes que clamam nos desertos do Brasil: Não desistam!

Julio Severo

Governo e meios de comunicação usam toda a sua força para impor sobre a população todos os seus caprichos ideológicos. Poucos têm coragem para desafiar esses gigantes, que têm apoio de bancos, ONU, etc. E nós, os poucos, nos sentimos sozinhos. Eles querem impor aborto, homossexualismo e até destruir a estrutura e autoridade de nossas famílias. Nós, os poucos que nos atrevemos a não aceitar, nos sentimos impotentes para proteger a nós, nossas famílias e nossos filhos.

Não podemos fazer quase nada para resistir a esses gigantes cheios de dinheiro e poder estatal, porém se temos uma mensagem, devemos entregá-la.

Se temos uma mensagem para despertar as pessoas para as ameaças que estão sobre suas cabeças e famílias, temos de entregá-la, ainda que elas pareçam estar dormindo ou desinteressadas. Temos de publicar essa mensagem, ainda que a reação das pessoas seja muitas vezes a indiferença. Temos de continuar mandando e-mails com essa mensagem, embora muitos dos que a receberão nada verão de importante.

A mensagem é realmente importante, mas enfrenta o deserto de muitos corações.

Eu estava ouvindo uma música do cantor Lucas Brandt, e me lembrei de todos nós que clamamos no deserto. Lembrei-me também de um evento para centenas de pastores em Florianópolis em 2008, onde tive oportunidade de falar sobre os perigos da agenda gay e do governo do PT. Então, um dos pastores me perguntou: “Quem é você?” Consciente de minha pequenez diante das imensas forças contra nós, tudo o que pude responder àquela multidão de pastores foi: “Sou apenas uma voz que clama no deserto”.

Mas não sou eu apenas. Há muitas vozes que clamam nos desertos do Brasil.

Não devemos nos desanimar. Quando meu livro “O Movimento Homossexual” foi publicado em 1998 pela Editora Betânia, a maioria do público achava que, na melhor das hipóteses, meus alertas eram exagerados, que nunca haveria nenhuma ameaça de doutrinação homossexual nas escolas; na pior das hipóteses, fui tachado de lunático, por ter avisado que em poucos anos o movimento homossexual estaria com governo e mídia sob seu controle. Desgraçadamente as ameaças prognosticadas em meu livro acabaram se tornando realidade.

Eu e meu livro clamamos no deserto durante muitos anos. Em 2002, quando Nilson Fanini, Estevam Hernandes, Guilhermino Cunha, Silas Malafaia, Robson Rodovalho, Jabes Alencar, Robinson Cavalcante, Bispo Rodrigues, Anthony Garotinho, Marina Silva, Walter Pinheiro, Magno Malta, Marcelo Crivella e outros poderosos líderes evangélicos estavam dando apoio público para Lula e para o PT, eu, do meu cantinho escuro e insignificante, estava clamando no deserto, denunciando que Lula e o PT usariam o governo para promover o aborto e o homossexualismo.

Denunciei a aliança evangélica pró-Lula que envolvia a união de igrejas tradicionais (Nilson Fanini, Guilhermino Cunha, Robson Cavalcante, etc.), pentecostais (Jabes Alencar, Silas Malafaia, etc.) e neopentecostais (Marcelo Crivella, Estevam Hernandes, Robson Rodovalho, etc.).

Enquanto os líderes evangélicos mais poderosos do Brasil estavam apoiando Lula e o futuro governo petista, eu estava clamando no deserto.

Não sou o primeiro nem o último a fazer isso. João Batista, que estava na linhagem espiritual de Elias, bradava publicamente para o rei Herodes: “Pela Lei de Deus, você não tem permissão de casar com a esposa do seu irmão!” Marcos 6:18 diz que ele bradava contra a imoralidade do poderoso político frequentemente!

Com essa firmeza bíblica é que ele preparou o caminho do Senhor.

Quantos no Brasil estão preparando o caminho do Senhor? Quantos estão preparando o Brasil para as visitações de Deus? Quantos estão dispostos a andar nos passos de Elias e João Batista?

No passado, o culto estatal a Baal envolvia sacerdotes homossexuais, sacrifícios de bebês e muita bruxaria, mas havia o profeta Elias para bradar. O moderno culto estatal a Baal envolve a sacralização do homossexualismo, do aborto e muita proteção estatal à bruxaria como “cultura”. Mas onde estão os modernos Elias?

Quantos bradaram contra o baalismo pró-aborto e pró-homossexualismo de Lula? Quantos hoje bradam contra o baalismo pró-aborto e pró-homossexualismo de Dilma Rousseff?

É evidente que eu e outros poucos que bradamos enfrentamos um deserto imenso de resistência e apatia.

Contudo, quer as pessoas ouçam ou deixem de ouvir, nossa missão é entregar a mensagem — mesmo em face de indiferença e oposição.

Para que os “clamadores no deserto” não se desanimem, disponibilizo a linda canção de Lucas Brandt aqui: http://youtu.be/BvMjYRvBcxE

Estou divulgando-a para animar cada um de vocês, em todos os cantos do Brasil, a passar o ano inteiro de 2012 clamando nos desertos do Brasil.

Clamemos, pois o clamor prepara o caminho para as visitações sobrenaturais de Deus. E ainda que a sociedade, por sua dureza e por se submeter docilmente a um governo imoral e injusto, não puder experimentá-las, nós que clamamos veremos a fidelidade de Deus.

E ainda que a liderança cristã, por sua dureza e por suas pérfidas alianças com um governo imoral e injusto, não puder experimentá-las, nós que clamamos veremos a fidelidade de Deus.

“Alguém está gritando: ‘Preparem no deserto um caminho para o Deus Eterno, abram ali uma estrada reta para o nosso Deus passar! Todos os vales serão aterrados, e todos os morros e montes serão aplanados; os terrenos cheios de altos e baixos ficarão planos, e as regiões montanhosas virarão planícies. Então o Eterno mostrará a sua glória, e toda a humanidade a verá. O próprio Deus Eterno prometeu que vai fazer isso.’ Alguém diz: ‘Anuncie a mensagem!’ ‘O que devo anunciar?’ — eu pergunto. ‘Anuncie que todos os seres humanos são como a erva do campo e toda a força deles é como uma flor do mato. A erva seca, e as flores caem quando o sopro do Deus Eterno passa por elas. De fato, o povo é como a erva. A erva seca, a flor cai, mas a palavra do nosso Deus dura para sempre.’ Você, mensageiro de boas notícias para Jerusalém, suba um alto monte; você, mensageiro de boas notícias para Sião, entregue a sua mensagem em voz alta. Fale sem medo com as cidades de Judá e anuncie bem alto: ‘O seu Deus está chegando!’” (Isaías 40:3-9 BLH)

Para conhecer outras músicas de Lucas Brandt, acesse: www.lucasbrandt.com.br

Fonte: www.juliosevero.com

Categorias
Artigos

Hungria pede benção de Deus para a sua nova fase política

 

Por Ana Araújo | Repórter do The Christian Post

A nova constituição da Hungria entrou em vigor no dia primeiro de janeiro e vem chamando a atenção por vários aspectos. Um deles é por trazer, pela primeira vez, uma referência religiosa explícita em sua nova Carta Magna, "Deus abençoe os húngaros".

Muitos outros aspectos foram abordados na Carta Magna vem causando polêmica. Um deles é a decretação que o embrião será considerado como ser humano desde a concepção, o que torna mais difícil a legalização do aborto.

A constituição também estipula do matrimônio somente entre casais heterossexuais, excluindo qualquer possibilidade de reconhecimento de casamentos homossexuais.

Apesar das abordagens que parecem favorecer o lado religioso, não significou sua aprovação por parte destes e nem de outros setores da sociedade. Manifestações e críticas aumentaram com as mudanças que refletem uma transição do modelo de república para o poder nacionalista e confessional.

Críticas são relacionadas também às reformas se referem ao Banco Central, à justiça e à lei eleitoral. A principal medida que caracteriza estas reformas foi suprimir a palavra “república” do nome do país, que a partir de agora, passa a se chamar apenas “Hungria”.

Entre as mudanças na lei eleitoral, destacam-se a permissão dos pais votarem em nome dos filhos menores e do poder passar a ter o direito de nomear os seus comissários políticos para chefiar as forças militares, policiais e de segurança, justiça e comunicação social com mandatos de nove a 12 anos.

Curta-nos no Facebook

A Constituição também reduziu aproximadamente de 300 para apenas 14 as comunidades que vão se beneficiar de subvenções públicas.

Para agravar a revolta da população, a oposição será silenciada nos meios de comunicação. O regime já anunciou o fechamento da última rádio independente do país, a Klubradio. A licença da estação passará a pertencer a outro grupo, que ainda não foi revelado.

Apesar da greve de fome feita por muitos profissionais em forma de protesto, centenas de jornalistas e outros trabalhadores da mídia já foram demitidos durante o novo regime. Uma cláusula na constituição prevê a aposentadoria de jornalistas que se mostrarem muito críticos.

A nova constituição define o modelo de regime idealizado pelo primeiro-ministro conservador Viktor Orban. Ela foi aprovada por uma maioria de dois terços no Parlamento, e contando com o apoio da extrema direita fascista, que dispõe de milícias organizadas e autorizadas.

As denúncias da oposição de esquerda, ecologistas e representantes da sociedade civil não foram suficientes para evitar que as grandes mudanças no país fossem feitas. Eles caracterizaram o ministro como "autocrata", por ele não ter aceitado as críticas da União Europeia sobre a compatibilidade das novas leis com o direito comunitário.

Fora do país, a nova constituição também vem causando repúdio. O Fundo Monetário Internacional e o governo de Bruxelas suspenderam as negociações com Budapeste sobre um possível auxílio financeiro devido às novas medidas legislativas no país que, segundo eles, não respeita o princípio da independência.

O ex-primeiro-ministro belga e presidente dos Liberais no Parlamento Europeu, Guy Vergofstadt, considerou a nova Constituição o cavalo de Troia. Ele explicou que é o sistema político mais autoritário fundamentado na perpetuação do poder de um único partido.

Apesar das reações negativas, o governo não deu sinais de diminuir a radicalidade das mudanças.

Categorias
Noticias

Cee Lo Green criticado por dar trecho religioso à letra de Imagine (vídeo)

 

PorAna Araújo | Repórter do The Christian Post

O cantor americano Cee Lo Green sofreu repúdio ao dar um tom religioso na música “Imagine”, de John Lennon, durante sua participação nos shows da virada de ano na Time Square, Nova York, transmitido para vários lugares do mundo pela televisão.

  • Cee-Lo-Green

    (Photo: Reuters)

    O cantor americano Cee Lo Green sofreu repúdio ao dar um tom religioso na música “Imagine”, de John Lennon, durante sua participação nos shows da virada de ano na Time Square, Nova York.

A mudança foi simples. Na estrofe “imagine there’s no countries / it isn’t hard to do / nothing to kill or die for / and no religion too”, o músico trocou a última frase “and no religion too” por “and all religion is true”.

Em tradução livre para o português, os trechos trocados foram “nada para morrer ou matar / e sem religiões também”, por “nada para morrer ou matar / e todas as religiões são verdades”.

Em seu Twitter, Cee Lo Green tentou explicar a alteração, dizendo que a intenção não foi desrespeitar a letra, mas sim “celebrar a multiculturalidade religiosa” e que “apenas queria cantar sobre um mundo onde as pessoas pudessem acreditar no que quisessem”.

Apesar da tentativa de retratação, as manifestações desgostosas continuaram entre os usuários do microblog. O usuário @geekysteven, por exemplo, postou “se ‘toda religião é verdadeira’ seria um lugar muito sombrio”.

Outras manifestações chegaram a ser reproduzidas pelo jornal americano The Guardian, como “O John Lennon deve estar às voltas no túmulo neste momento” e “cantaste o ‘Imagine’ vestindo um casaco de pele e joias caras e tornou a letra pró-religião”.

Curta-nos no Facebook

O cantor, na tentativa de não dar continuidade à polêmica, chegou a apagar as respostas dadas por ele no Twitter.

Assista ao vídeo que mostra a apresentação do cantor:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=NOC5ufbqdGE