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Em nome de Ala: Muculmanos atiram acido em Pastor evangelico

Uganda: muçulmanos demonstram a natureza pacífica da sua ideologia atirando ácido no rosto de pastor evangélico

Líderes cristãos do Uganda condenaram um ataque muçulmano contra um pastor local. O pastor, que teve ácido atirado no rosto à véspera do Natal, ficou com o olho direito cego e um dos lado do rosto desfigurado.

Suspeita-se que o ataque ao Pr. Umar Mulinde da Igreja Vida do Evangelho em Kampala, Uganda, deva-se ao fato de que ele se converteu do islamismo para o Cristianismo. Segundo a New Vision, não só o pai de Mulinde foi líder islâmico, como ele também vem de uma rígida família muçulmana. O pastor era um sheik antes de se abraçar o Cristianismo — decisão que gerou muita comoção na sua comunidade.

O ataque ocorreu por volta das 21h na véspera do Natal, e logo após, o pastor foi levado de emergência para o International Hospital Kampala pelos membros da igreja.

O estado do pastor, porém, estabilizou-se o suficiente para ele poder compartilhar detalhes do ocorrido:

Fui atacado por um homem que alegou ser cristão. Ele chamou-me em voz alta dizendo “pastor, pastor!” Quando me virei, ele despejou ácido em cima do mim, queimando-me parte do rosto. À medida que eu me afastava do atacante, outro homem atirou-me líquido nas costas e fugiu gritando “Allah Akbar” (Alá é grande).

O pastor revelou que já por algum tempo que recebia ameaças, mas que nunca as levou a sério — até agora.

Fonte: Perigo Islâmico

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DEVOCIONAL: Bons tempos

Falava-lhes da coluna de nuvem, e eles obedeciam aos seus mandamentos e aos decretos que Ele lhes dava. (Sl 99.7.)

Quais foram os bons tempos da nossa vida? Quais foram os bons tempos da nossa família? Quais foram os bons tempos da nossa igreja? Quais foram os bons tempos da história do povo de Deus?

Certamente os bons tempos, os bons mesmo, não são os tempos de fartura, os tempos de vacas gordas, os tempos de estábulos cheios de bois e currais cheios de ovelhas, de canteiros cheios de verdura e de campos cheios de cereais, de bosques cheios de árvores frutíferas e de florestas cheias de árvores silvestres.

Numa análise criteriosa, os bons tempos são aqueles que o salmista traz à memória em meio a um poema laudatório: “Falava-lhes [o Senhor] da coluna de nuvem, e eles [Moisés e Arão] obedeciam aos seus mandamentos e aos decretos que Ele lhes lava” (Sl 99.7).

Quando Deus fecha a boca e pára de falar é uma desgraça. O maior de todos os castigos é quando Deus se torna incomunicável. Que o diga o rei Saul (1 Sm 28.6)! O que provoca o silêncio de Deus é a desobediência humana. Portanto, bons tempos são aqueles em que Deus fala e o homem obedece.

Bons tempos são os tempos de verdadeira comunhão com Deus. Tempos não de altivez. Tempos de reuniões de oração. Tempos de santidade privada e de santidade pública. Tempos de adoração. Tempos sem atritos na família e na igreja. Tempos sem traição conjugal, sem separação, sem divórcio. Tempos de testemunho marcante. Tempos de envolvimento na sociedade. Tempos de paixão pelas almas e de obra missionária. Tempos do chamado “primeiro amor”. Tempos de avivamento sério. Tempos de derramamento do Espírito!

Retirado de Refeições Diárias com Sabor dos Salmos (Editora Ultimato, 2006)

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GAYS E A IGREJA: Silas Malafaia diz que ex-BBB está com medo

 

 

O pastor Silas Malafaia (foto) comentou a entrevista do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), onde afirma que a igreja que prega ‘cura dos gays’ na TV deve ser punida.
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), ex-ganhador do Big Brother Brasil 2005 disse em entrevista ao site UOL e à Folha que deve ser sancionada uma lei para padres e pastores que atacarem homossexuais em seus programas de TV e rádio e que promoverem campanhas de ‘recuperação’ ou ‘cura’ da homossexualidade.
Segundo ele, a punição deve ser estabelecida em lei. “A afirmação de que homossexualidade é uma doença gera sofrimento psíquico para a pessoa homossexual e para a família dessa pessoa”, disse. “Eu acho que tem que haver uma sanção. Eu quero que a gente compare, simplesmente, com outros grupos vulneráveis para saber se é bacana. Alguém que chegue e incite violência contra mulheres e contra negros, ou contra crianças nesse país… Vai ser bem aceito?”.
Jean Wyllys falou sobre o assunto no programa “Poder e Política – Entrevista” conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues.
O deputado afirmou que os religiosos “são livres para dizerem no púlpito de suas igrejas que a homossexualidade é pecado”. O problema seria o uso de concessões públicas para “demonizar e desumanizar uma comunidade inteira, como é a comunidade homossexual”. Ele também criticou mudanças feitas pela senadora Marta Suplicy (PT-SP)ao Projeto de Lei 122 de 2006, que propõe tornar crime atitudes homofóbicas – como já ocorre com o racismo no Brasil.
Segundo Wyllys, o texto apresentado por Marta “foi redigido pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que não é homossexual e, muito pelo contrário, não tem muita simpatia pela comunidade homossexual”.
O pastor Silas Malafaia comentou o episódio
“A verdade: quer nos calar a qualquer custo. Não suporta a crítica ao comportamento homossexual!!! Quer rasgar o art. 5 da constituição.
A mentira que ele diz: que os pastores promovem estes tipos de serviços nos seus cultos em dizer: ‘vocês homossexuais, venham para os nossos programas de terapia e de cura de homossexualidade’. Mentiroso de marca maior. Os pastores pregam a libertação de qualquer tipo de pecado. São os próprios homossexuais que pedem ajuda para serem libertos.
O medo de Jean Wyllys: uma consulta popular nas próximas eleições para o povo decidir se apoia ou não a união homoafetiva. Ele já sabe qual ė o pensamento da sociedade Brasileira: NÃO!
O que Jean Wyllys finge que não sabe:
1. Que ninguém nasce homossexual.
2. É uma questão comportamental, portanto não se pode comparar a racismo. Vamos ter que fazer leis para todos os comportamentos do ser humano.
3. Crime de injúria já esta previsto em lei seja para homossexuais, seja para heterossexuais.
4.Criticar homossexuais, evangélicos, ou seja lá quem quer que seja, é principio basilar do Estado Democrático de Direito.
Como tenho dito repetidas vezes: o grupo social mais intolerante da pós modernidade são os grupos homossexuais, que querem calar e criminalizar a opinião. É só ler o famigerado PLC 122 que ele defende, para confirmar todas as minhas palavras”, disse o pastor.