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Pastora é Assassinada Dentro da Igreja no Peru por se Recusar a Dar Dízimo a Bandido

 

Por Andrea Madambashi|Repórter do The Christian Post

Pastora é assassinada em Peru dentro de igreja evangélica com dois tiros em tentativa de roubo de dízimo em frente aos fiéis.

Elsa Rosa Gómez Guzmán, 50, que era pastora da igreja evangélica El Shaddai de Condevilla em Lima, capital do país, estava em meio a um culto no momento em que o bandido entrou no templo.

Segundo relatos da mídia, o sujeito entrou para matar e roubar os dízimos e ofertas de Gómez em frente a todos os presentes na igreja.

O assassino, que chegou em uma moto juntamente com outros três sujeitos por volta das 20:30h. Os suspeitos entraram na igreja e um deles dirigiu-se à pastora e disparando contra o seu abdômen.

A polícia peruana revelou que a líder religiosa tinha um dos filhos em uma prisão. Apesar disso, ainda não foi confirmada nenhuma informação da relação disso com o assassinato.

Segundo a agência Orbita, o motivo do crime teria sido aparentemente por que ela não quis entregar o dízimo. A pastora chegou a ser levada para o hospital, mas não resistiu.

Depois de não conseguir tirar o dinheiro e atirar na pastora, os criminosos escaparam em direção à Av. Universitária, uma das principais avenidas de Lima.

Vizinhos da zona se queixaram da falta de patrulhagem na região, e familiares estavam aflitos com a situação.

Não há ainda informações de se a polícia conseguiu encontrar os suspeitos. Entretanto, testemunhas descreveram o assassino que no momento usava uma gorra e lentes escuras como possuindo uma pele morena e uma cicatriz na face direita.

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Os novos centros da Fé (trecho)

 

A construção de megatemplos mostra a força do cristianismo brasileiro, acirra a disputa por fiéis e revela como orar entre milhares de pessoas ajuda a sentir-se mais perto de Deus

HUMBERTO MAIA JUNIOR

 

Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra na edição da revista Época de 19/dezembro/2011.

PRIMEIRA COMUNHÃO O padre Marcelo Rossi na primeira missa do Santuário Mãe de Deus, em outubro. A inauguração oficial da igreja está prevista para 2012 (Foto: Juca Varella/Folhapress)PRIMEIRA COMUNHÃO
O padre Marcelo Rossi na primeira missa do Santuário Mãe de Deus, em outubro. A inauguração oficial da igreja está prevista para 2012 (Foto: Juca Varella/Folhapress)

Jesus Cristo disse aos apóstolos, segundo o Evangelho de Mateus: “…E sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”. Inspirados nessa passagem da Bíblia, há 1.600 anos os cristãos erguem templos para louvar a Deus. No começo, eram simples e pequenos; no Renascimento, esculturas e pinturas de mestres como Michelangelo e Ticiano fizeram das igrejas palcos da grandiosidade do talento do homem; no século XX, os templos católicos perderam esses adereços litúrgicos e parte relevante de sua frequência. Agora, na primeira década do século XXI, as igrejas de todas as denominações cresceram. Ganharam capacidade de reunir, de uma única vez, dezenas de milhares de fiéis – a despeito de inovações como a televisão, o rádio e a internet, que tornaram os líderes das igrejas famosos e inventaram o exercício remoto e quase impessoal da fé. Ao custo de centenas de milhões de reais, os megatemplos se multiplicam nas grandes cidades brasileiras e atraem multidões antes vistas apenas em shows e jogos de futebol. Como exibição de fé, são verdadeiros monumentos a atestar o vigor do cristianismo brasileiro. Do ponto de vista social, testemunham o enorme desejo de participar que anima as multidões de fiéis. Se Deus está presente onde duas ou três pessoas se reúnem em nome Dele, como diz a Bíblia, os fiéis imaginam que sua presença será ainda mais intensa quando se reúnem 30 mil, 50 mil, 150 mil pessoas.

Megatemplos são construídos em todo o país e por várias religiões: a Igreja Católica inaugurará em 2012 o Santuário Mãe de Deus, para 100 mil pessoas, em São Paulo. Em Belo Horizonte, Minas Gerais, a Catedral Cristo Rei vai abrigar até 25 mil pessoas quando for consagrada, em três anos. Entre os evangélicos, várias denominações prometem inaugurar suas megaconstruções. Em Guarulhos, na Grande São Paulo, a Igreja Mundial do Reino de Deus planeja construir a Cidade de Deus, para 150 mil pessoas. No Recife, a Assembleia de Deus conclui o projeto de um templo para 30 mil pessoas. Em Belo Horizonte, a Igreja Batista de Lagoinha planeja acolher num mesmo teto 35 mil pessoas. “Os brasileiros têm necessidade de grandes basílicas e catedrais, de lugares grandes para congregar e orar”, diz o padre Marcelo Rossi, criador do Santuário Mãe de Deus.

O fenômeno é mundial e multirreligioso. Estados Unidos, Coreia do Sul e Guatemala têm grandes templos. Na Nigéria, a Winners Chapel (Capela dos Vencedores) acolhe 250 mil fiéis. No islamismo, a ideia de que a multidão amplifica a experiência religiosa é antiga. “Maomé diz que a oração em conjunto é 27 vezes maior do que a oração individual”, afirma o xeque Jihad Hassan, presidente do Conselho de Ética da União Nacional Islâmica, em São Paulo. Por isso, as principais mesquitas do mundo árabe, em Meca e Medina, estão frequentemente em obras de ampliação. A Mesquita do Profeta, em Medina, na Arábia Saudita, foi aberta no ano 622 com capacidade para centenas de fiéis – adequada à população da cidade, que girava em torno de 2 mil pessoas. Hoje, Medina tem uma população de quase 2 milhões de pessoas, e a mesquita pode abrigar 1 milhão de fiéis.

No mundo cristão, o fenômeno dos templos multitudinários teve início na década de 1970, como reflexo da popularização das igrejas evangélicas. No Brasil, começou nos anos 1980, quando as igrejas evangélicas passaram a comprar grandes salas de cinema abandonadas, com capacidade para até 2 mil pessoas. Dez anos depois, surgiram edifícios religiosos como a Catedral Mundial da Fé, sede da Igreja Universal do Reino de Deus, no Rio de Janeiro, que abriga 15 mil fiéis. A Igreja Católica, representada por seu ramo carismático, reagiu – dentro de suas tradições arquitetônicas. “Um espaço que leve à reflexão não pode ser confundido com um auditório ou ginásio. Um local profano pode acomodar as pessoas, mas não ajuda na experiência religiosa”, diz o arquiteto Ruy Ohtake, autor do projeto do Santuário Mãe de Deus. A construção do templo é financiada pelo padre Marcelo Rossi com o dinheiro de doações e da venda do CD e do livro Ágape (publicado pela Editora Globo), que, juntos, já venderam 9 milhões de exemplares.

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Indiana de 62,8 cm faz 18 anos e se torna a menor mulher do mundo

16/12/2011 07h32 – Atualizado em 16/12/2011 14h31

 

Jyoti Amge ‘roubou’ o título, que antes pertencia a Bridgette Jordan.
Recorde foi confirmado em medição em Nagpur.

Do G1, com agências internacionais

 

A mulher mais baixa do mundo é uma estudante indiana que mede 62,8 cm de altura, anunciou nesta sexta-feira (16) a organização do livro Guinness de Recordes Mundiais.
Jyoti Amge recebeu o título ao completar 18 anos, que comemorou em família em Nagpur, leste de Mumbai.
"Ela mede 62,8 cm. Foi medida três vezes durante as últimas 24 horas, pois o tamanho pode variar durante levemente durante um dia", afirmou à AFP Rob Molloy, do livro de recordes Guinness.
"Os médicos a mediram em nossa presença em três oportunidades. E tiramos uma média", acrescentou.

Jyoti Amge, de 18 anos e 62,8 centímetros, é medida nesta sexta-feira (16) na cidade indiana de Nagpur. Ela foi considerada a menor mulher do mundo pelo Livro Guinness de Recordes. Ela obteve o título, anteriormente pertencente à americana Bridgette Jorda (Foto: AP)Jyoti Amge, de 18 anos e 62,8 centímetros, é medida nesta sexta-feira (16) na cidade indiana de Nagpur (Foto: AP)

A jovem recebeu seu certificado com um grande sorriso, sob o olhar de seu pai Kisan e de sua mãe Ranjana. "Estou muito contente com este recorde", declarou.
Jyoti Amge, que sofre de acondroplasia, a forma mais comum de nanismo que mantém seu corpo no tamanho de um bebê de quatro meses, sonhar em fazer carreira no cinema de Bollywood, segundo seu pai.

A detentora anterior do título de a menor mulher do mundo era uma americana de 69,49 cm, Bridgette Jordan, de Illinois.

Jyioti em casa, antes da cerimônia de premiação (Foto: AP)Jyoti em casa, antes da cerimônia de premiação (Foto: AP)