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Casal que Beija pela Primeira Vez no Casamento Chama Atenção para Tema Virgindade

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

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Um vídeo com o primeiro beijo de um casal no dia de seu matrimônio está circulando pela internet e causando controvérsias entre os internautas.

Muitos acham a situação engraçada e até inusitada, mas não são poucos os casais que optam por esperar até o casamento para terem relações sexuais e até para dar o primeiro beijo.

No Brasil o movimento ‘Eu Escolhi Esperar’, incentiva a preservação da pureza sexual até o casamento.

O movimento partiu de um grupo de jovens de uma igreja evangélica do Mato Grosso do Sul que adotou a castidade como princípio de vida.

Carolina Dolzan, de 21 anos, e Lucas Dolzan, de 22 anos, se casaram em julho deste ano após cinco anos de namoro e são adeptos do movimento.

Eles disseram ao G1 que durante todo o período em que estiveram juntos até antes do casamento, não tiveram relação sexual.

“Decidi me preservar, me resguardar para a pessoa certa. Quando o conheci, soube que era essa pessoa e a medida que o tempo foi passando e nós conhecemos melhor, essa certeza só foi aumentando”, comenta Carolina.

Para o pastor Nelson Júnior, da organização não-governamental Mobilizando o Brasil (MOB), do movimento ‘Eu Escolhi Esperar’, a pureza sexual tem um significado muito mais amplo do que simplesmente a virgindade e pode acarretar em mudanças na vida de quem faz a escolha.

Segundo o líder religioso, “ser puro sexualmente não significa que a pessoa tem que ser virgem". às vezes a pessoa já teve uma relação, diz ele, que provocou mágoa e sofrimento e depois decide se manter casta até encontrar a pessoa certa.

“As escolhas provocam mudanças na vida dessa pessoa. A vida é feita de escolhas. Hoje somos nós que escolhemos, amanhã somos escolhidos”, comenta.

Nelson Júnior diz ainda que uma das grandes ferramentas de disseminação do conteúdo do movimento tem sido a internet. O assunto é um dos mais comentados em uma das principais redes sociais em Campo Grande.

Na palestra que explanou sobre o assunto em Campo Grande, mais de mil jovens estiveram reunidos na sede da igreja evangélica.

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‘Miojo milagroso’ com apenas dez calorias vira dieta da moda

 

 

JULIANA CUNHA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Aos 51, Nigella Lawson é linda, tem uma pele incrível e é famosa por suas receitas e seus hábitos em extinção, como fumar, beber e comer sem culpa, sempre provando pratos calóricos na TV e lambendo os dedos de satisfação.

A chef e apresentadora inglesa (GNT, quinta, 18h) age como se manteiga, vinho e chocolate fossem entidades sagradas, nunca antes difamadas por médicos e entusiastas da magreza.

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Parecia teletransportada de um tempo em que saúde e corpinho não eram sinônimos e pressões por "vida saudável" eram mais flexíveis.

Karime Xavier/Folhapress

Com apenas dez calorias por porção e aparência pálida, macarrão japonês faz sucesso em dietas de emagrecimento

Com apenas dez calorias por porção e aparência pálida, macarrão japonês faz sucesso em dietas de emagrecimento

Eram. Nigella emagreceu. Do dia para a noite, a sex symbol do orgulho gordo surgiu menos corpulenta. Ela não diz quantos quilos perdeu, mas atribui o feito ao macarrão "konjac" (tubérculo usado na mesa japonesa).

"Nigella quis perder alguns quilos, mas seu desejo nunca foi ficar muito magra. Ela valoriza o prazer de comer e não acha que as mulheres precisam ser magras para serem bonitas e saudáveis", informou a assessoria.

Um mês antes de a musa do "food porn" (movimento de fetichização da comida) ter aparecido mais magra, seu site falava do ingrediente: "Estamos empolgadas por termos descoberto o miojo milagroso, um tipo de massa livre de carboidratos".

Em abril, Nigella dizia à revista "Australia’s Woman’s Weekly" que pareceria mais velha se emagrecesse: "Mas tenho momentos de dúvida. Todas as mulheres às vezes pensam ‘meu Deus, não posso sair, meus quadris estão muito grandes’. Mas há uma faixa na qual cada um se sente bem, eu não posso passar dela". Duas semanas atrás, o "Daily Mail" mostrava a apresentadora mais magra.

O fenômeno do miojo da Nigella repete o padrão de celebridades: surgem magras, indicam o produto responsável, aí consumidoras enlouquecidas movem montanhas atrás do emagrecedor da vez.

No Brasil, o miojo atende pelo nome de "itokonnyaku" e é encontrado na Liberdade.Em outros países, o santo é chamado de "konnyaku", "shirataki", "konjac". Os americanos criaram um nome que vende: "miracle noodle" (miojo milagroso). Dezenas de sites oferecem o produto, incluindo o Amazon.

Karime Xavier/Folhapress

Chamado de "miojo milagroso", o "shirataki" é composto por fibras solúveis e água

Chamado de "miojo milagroso", o "shirataki" é composto por fibras solúveis e água

O macarrão de Nigella é uma espécie de melancia das massas. Contém 97% de água e 3% de fibras -na forma de uma substância viscosa chamada glucomanan.

É ela que faz o alimento ser usado no emagrecimento e no controle de colesterol, glicose, triglicérides, pressão. No Japão, é conhecido como "vassoura para o estômago".

"Em contato com a água, o glucomanan se expande, criando grande volume no estômago. A pessoa se sente satisfeita", diz a nutricionista Fernanda Pisciolaro.

O macarrãozinho age como uma redução de estômago temporária, explica o nutrólogo Eric Slywitch: "O estômago comporta 1,5 litro. Esse alimento preenche cerca de 300 ml quando consumido sem exagero. Isso ajuda a emagrecer sem sentir fome".

Ele lembra, no entanto, que o miojo milagroso tem poucos nutrientes.

LÍNGUA DO DIABO

No Japão, o miojo emagrecedor também é conhecido como "língua do diabo". Além de ser vendido em forma de macarrão é encontrado em um bloco que lembra goiabada cascão. Nessa forma, tem cheiro forte, textura gelatinosa e é chamado de "konnyaku".

Para Diogo Celente, cozinheiro do Prana Sushi, delivery de Porto Alegre que serve o alimento nessa forma de bloco, o mérito do ingrediente insosso é incorporar os temperos: "É como chuchu".

Um grande bloco de "konnyaku" tem apenas dez calorias e provoca grande sensação de saciedade por conta das fibras solúveis. No Prana Sushi, esse bloco é fatiado e grelhado com shoyo.

Karime Xavier/Folhapress

Chef Adriano Kanashiro prepara "itokonnyaku" com cogumelos e salmão

Chef Adriano Kanashiro prepara "itokonnyaku" com cogumelos e salmão

No Japão, há quem compre o bloco e o transforme em macarrão em casa. Segundo o chef Dylan Koishi, isso é muito difícil: "Eu nunca fiz, mas minha avó fazia". Por conta do gosto sem graça, ele sugere o uso em sopas e cozidos, para absorver o sabor dos caldos.

Quando recebe forma de macarrão, o alimento pode se transformar em "shirataki" ou em "itokonnyaku". A diferença entre os dois é a espessura e a textura, mas levam os mesmos ingredientes ("konjac" e água).
cachoeira branca

O "shirataki" (cachoeira branca, em japonês) é mais fininho e difícil de ser achado no Brasil. É vendido nos EUA em embalagens que incluem temperos prontos.

Há outras opções, como miojos feitos de tofu levemente mais calóricos (cinco calorias para cem gramas) e menos tradicionais no Japão.

Os "shiratakis" de tofu foram popularizados em Nova York em 2008, quando a então executiva da Warner Brothers e autora de livros gastronômicos Lisa Lillien passou meses escrevendo sobre as vantagens dessa massa em seu site.

Na época, uma marca de "shirataki" chegou a incluir em suas embalagens selos dizendo que o produto havia sido recomendado por Lillien.
Lillien permanece fiel ao "shirataki" de tofu. Ela conta que já provou a versão da moda, feita com "konjac": "Muita gente tem comprado essa versão por ter menos calorias que o miojo de tofu, mas acho que não vale a pena. O macarrão com tofu tem só 20 calorias por pacote e a textura é bem mais parecida com que o que conhecemos por massa."

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El Evangelio según Los Simpson

 

El Evangelio según Los Simpson

El Reverendo Lovejoy es un claro representante de lo peor de la religión organizada

06 DE DICIEMBRE DE 2011

Después de tantos años, Los Simpson siguen siendo el programa de televisión más visto en todo el mundo. Su filosofía es ahora objeto de estudio en muchas universidades . El libro del periodista judío Mark A. Pinsky, El evangelio según Los Simpson , investiga la dimensión religiosa de esta serie animada . La obra fue traducida a nuestro idioma por la editorial mexicana Selector en 2010.
Este título pertenece a una popular serie de libros en lengua inglesa, que publica una editorial protestante llamada Westminster-John Knox , que tiene una amplia distribución general en Estados Unidos. La colección comenzó en 1965 con la obra de un pastor evangélico presbiteriano fallecido hace dos años, Robert L. Short (1932-2009). Su libro The Gospel According to Peanuts  comentaba las tiras cómicas en periódicos de personajes como Charlie Brown o Snoopy, que hacía un dibujante llamado Schulz (1922-2000), perteneciente a una de las denominaciones pentecostales americanas que lleva el nombre de Iglesia de Dios.
El siguiente libro más conocido de la serie es tal vez El evangelio según los Simpson , que tuvo una gran repercusión en los medios de comunicación norteamericanos. Su autor es un periodista judío que ha trabajado para el Ejército israelí y está especializado en información religiosa. Aunque no es cristiano, Pinsky conoce muy bien a los evangélicos , sobre los que ha escrito un libro mostrando la complejidad y pluralidad de este movimiento. Tiene otro título en esta colección sobre El evangelio según Disney, que no ha sido todavía traducido al castellano.
INTERESANTE SERIE
El único volumen de esta serie que se ha publicado en España es El Evangelio según Hollywood, escrito por Greg Garrett, un profesor episcopal de la universidad protestante más importante de Estados Unidos –Baylor, un centro de origen bautista que hay en Waco, Texas–. La obra traducida por la editorial católica Sal Terrae en Santander el año 2008, es la única que hay disponible en nuestro país de un catálogo que abarca estudios sobre El Evangelio según América , Bruce Springsteen , Harry Potter, Oprah , la ciencia ficción , Star Wars, los Beatles o Tolkien .
Es cierto que no todos los escritores son siempre evangélicos en el sentido conservador del término –ya que hay judíos como Pinsky, pero también unitarios universalistas como Symynkywicz, que escribió un libro sobre Springsteen–, pero hay títulos con mucha claridad sobre la fe cristiana –como el del británico Steve Turner acerca de los Beatles –, que merecerían ser traducidos al castellano.
IMAGEN PROVOCATIVA
FOTO - SIMPSON 1  Cuando el creador de Los Simpson , Matt Groening, era boy-scout , cuenta en una entrevista que robó una Biblia de la habitación de un hotel, y subrayó todo aquello que le parecía sucio. Cuando lo descubrió su jefe de exploradores, Groening dijo que para aplacar su furia le contó que había dicho a Dios: "Sé que me perdonarás por no creer en Ti". La imagen provocativa de esta serie de animación contrasta con sus continuas referencias a la iglesia, la oración y la Biblia. Pero ¿en qué consiste el evangelio según Los Simpson ?
Para entender el Evangelio según Los Simpson  hay que darse cuenta que abarca desde la sanidad por fe hasta las misiones, pasando por el unitarismo o los parques de atracciones cristianos. Esta curiosa mezcla de fascinación y sospecha está muy bien reflejada en los dos personajes que representan más claramente la religión en la serie: Ned Flanders y el Reverendo Lovejoy…
¿SAN FLANDERS?
Flanders es un irritante evangélico que vive al lado de los Simpson. A pesar de ser algo reprimido (“di cualquier cosa, que no lo habré hecho”), y a menudo fanático (“yo guardo hasta la comida kosher , por si acaso”), Ned es un verdadero cristiano , que muestra su fe por sus obras. Homer le describió una vez como alguien “más santo que Jesús”. El Reverendo Lovejoy es, sin embargo, un pastor que representa casi todas las denominaciones  en su Primera Iglesia de Springfield, donde van los Flanders, los Simpson, y casi todo el pueblo. Tiene el aspecto pomposo y sedante de un tele-evangelista del valium . Su fundamentalismo es a veces incendiario (“la ciencia ha fracasado de nuevo ante las aplastantes evidencias de la religión”), pero otras frío y profesional (“hago lo que puedo con un material como éste”). Homer le ha descrito en una ocasión como “el tipo que da esos sermones en la iglesia, capitán cómo-se-llame”…
FOTO - SIMPSON 1 A  Cuando, en un episodio, Flanders tiene que adoptar a los hijos de los Simpson, descubre que todavía no han sido bautizados, por lo que llama angustiado al Reverendo. Éste, irritado por haber sido molestado cuando estaba disfrutando de sus trenes en miniatura, responde con desprecio: “Ned, ¿has pensado en alguna de las otras principales religiones? Son prácticamente lo mismo”. Inmediatamente su tren se estrella, soltando humo. Ned coloca entonces un cartel en la puerta que dice “nos hemos ido a bautizar”, y se dirige al río. Allí los niños son finalmente “rescatados” por Homer, que logra evitar que el agua caiga de un cáliz dorado. Aunque el intento de Ned de un bautismo forzado es poco admirable, sin embargo, es interesante que su sinceridad nunca se pone en cuestión. Es una persona auténtica, que a veces se muestra fuerte, pero también tiene sus debilidades…
El Reverendo Lovejoy, sin embargo,  es un claro representante de lo peor de la religión organizada . Su fe es algo nominal y vacío. Se enorgullece de haber vuelto a poner la maqueta en el vestíbulo de la iglesia, como uno de sus grandes actos de fe. Y cuando un cometaFOTO - SIMPSON 2 

amenaza destruir Springfield, Homer se lamenta diciendo: “En momentos así me gustaría que fuera un hombre religioso”. Pero el Reverendo corre histérico por la calle, gritando: “¡Se acaba todo!, ¡ya no hay más rezos!”. Sin embargo, Ned ha construido un refugio al que invita a todo el pueblo. Y cuando está tan lleno que no se puede cerrar la puerta, se ofrece como mártir. Le dice entonces a su hijo: “Si me vuelvo loco de miedo, quiero que dispares a papá si intenta volver adentro”. La gente sale entonces avergonzada, y lo único que destruye el cometa es el refugio…
LA OFENSA DE LA CRUZ
Para uno de los autores de Los Simpson , Steve Tompkins, “la calidad del humor está en proporción indirecta con las verdaderas creencias de la persona”. Ya que “cuánto más se muestren, menos divertido resulta”. Su papel es provocar, dice Mark Pinsky –el escritor de este libro, que ha grabado todos los episodios de la serie y mantenido entrevistas con varios de sus autores–. Uno de ellos, Al Jean, dice que se considera “alguien que cree en las enseñanzas de Jesucristo, pero no es un gran aficionado de la religión organizada”. Él comenzó a trabajar en la serie en 1989, por lo que ha escrito con Reiss más de doscientos episodios. “Desde muy temprano mostramos a los personajes yendo a la iglesia”, dice. Pero “la gente es muy sensible con estas cosas”, por lo que evitan siempre las imágenes de Cristo, sobre todo en la cruz.
Marge dice a los niños que deben ir a la iglesia para “aprender moral y decencia”. Así sabrán “cómo amar a su prójimo”. Pero la escena siguiente muestra al Reverendo en el púlpito con una cita apócrifa del Antiguo Testamento, llena de violencia sangrienta. Ya que el evangelio según Los Simpson  es eso: la necesidad de vivir en paz y amor con tus vecinos… Pero la realidad es otra. Y es ahí de donde parte el verdadero Evangelio. No de bonitos deseos y buenas obras, sino de la impotencia del hecho de que no podemos vivir como debiéramos.
El cristianismo no consiste por lo tanto en los sacrificios de Flanders, ni en la vida cómoda del Reverendo, sino en el sacrificio que Cristo hizo una vez y para siempre. Esa es la única buena obra que nos salva. Por lo que no se trata de ser buenos, sino nuevos.  Y eso es algo que sólo el Espíritu de Dios puede hacer por medio de nuestra confianza en la justicia de otro, Cristo Jesús, que llevó nuestras contradicciones bajo el peso de esa cruz que no pueden mostrar Los Simpson , porque su mensaje sigue siendo demasiado ofensivo.

Autores: José de Segovia Barrón

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