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Senado recua em devolução de passaporte diplomática de R. R. Soares

 

MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA

O Senado informou nesta terça-feira que não poderá pedir de volta os passaportes diplomáticos concedidos a terceiros a pedido da Casa.

Segundo avaliação da Consultoria do Senado, a devolução fica a cargo do Itamaraty, responsável pela concessão do documento.

Senador terá que devolver passaporte diplomático de bispo
Sarney desautoriza senadores a pedirem passaportes ao Itamaraty
Itamaraty renova passaporte diplomático do pastor R. R. Soares
Itamaraty renova superpassaporte de Edir Macedo

Fernando Donasci – 12.set.2007/Folhapress

Missionário R.R. Soares, da Igreja Internacional da Graca de Deus

Missionário R.R. Soares, da Igreja Internacional da Graça de Deus

Hoje, a Mesa Diretora do Senado decidiu que irá publicar uma portaria proibindo os senadores de requisitarem o documento para terceiros.

A avaliação preliminar, repassada pelo primeiro-secretário do Senado, o senador Cícero Lucena (PSDB-PB), era que a medida seria retroativa. A consultoria teve outro entendimento.

Assim, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) teria que devolver o passaporte diplomático que solicitou para o líder da Igreja Internacional da Graça de Deus, R. R. Soares, e sua mulher Maria Magdalena B. R. Soares.

As regras mantêm previsão para que cada parlamentar solicite esse tipo de passaporte apenas para sua esposa e seus filhos menores de idade.

Os documentos do bispo e sua mulher foram renovados em nome do Senado, mas a pedido de Crivella, que fez o ofício diretamente sem passar pelo aval do comando do Senado.

Crivella disse que tomou a iniciativa para garantir isonomia de tratamento as lideranças religiosas, uma vez que bispos católicos também podem requerer o documento especial. O senador disse que o pedido tem relevância social.

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Talibãs podem ser descendentes de uma das doze tribos de Israel

Dois geneticistas tentarão comprovar pela primeira vez se o principal grupo étnico que forma o movimento talibã, os pashtuns, tem origens bíblicas e se seus membros são possíveis descendentes de uma das tribos perdidas de Israel.
O israelense Karl Skorecki e a indiana Shahnaz Ali tentarão descobrir se existe algum vínculo entre os pashtuns e a tribo bíblica de Efraim, informou nesta terça-feira (12) o jornal israelense “Yedioth Ahronoth”.
Essa tribo era uma das dez que formavam o Reino de Israel, conquistado pelos assírios por volta do ano 722 a.C. e cujos habitantes foram deportados por toda a região.
Antigas crenças indicam que algumas tribos chegaram até a Índia, onde conservaram suas tradições durante centenas de anos, mas acabaram integradas à cultura local.
Por sua vez, os pashtuns, que vivem no leste e no sul do Afeganistão e em diversas áreas do Paquistão, surgiram da região de Uttar Pradesh, no noroeste da Índia, não longe de onde supostamente foram assentados os israelitas deportados.
Entre os pashtuns existem lendas que remontam sua origem ao Egito faraônico, ao sustentar que são descendentes de egípcios que fugiram com Moisés e se integraram entre os israelitas.
Para confirmar a possível relação, Shahnaz vai comparar as provas genéticas que conseguiu no noroeste da Índia com as do israelense Skorecki, subdiretor do Hospital Rambam de Haifa e o maior especialista mundial em “genética judaica”.
Trata-se do primeiro estudo científico para tentar confirmar ou rejeitar essas lendas e tradições, às vezes milenares, mediante a busca de concordâncias genéticas.
A investigação, pedida pelo Ministério de Exterior de Israel, durará de três meses a um ano.
Uma funcionária do hospital Rambam confirmou à Agência EFE a chegada de Ali, mas não forneceu mais informações sobre a investigação porque o diretor da equipe, Skorecki, está no exterior.
Parentesco reconhecido
Em 2005, o Rabinato de Israel reconheceu a origem judaica de outra tribo de origem indiana, Lu-Shi, que se concentra em uma região próxima a Uttar Pradesh.
Seu nome significa literalmente “Dez Tribos”. O Rabinato considerou com base em provas científicas, culturais e religiosas que seus membros são os descendentes da tribo de Menashé/Manassés, o irmão de Efraim.
Os dois foram os únicos descendentes de José, filho favorito do patriarca Jacó/Israel, neto por sua vez de Abraão.
Sem que exista nenhuma prova, o estreito parentesco entre as duas tribos poderia explicar em princípio a proximidade geográfica que seus descendentes eventualmente elegeram para o exílio, ao contrário das outras oito tribos das quais nunca mais se teve notícia.
A Lu-Shi, uma tribo com 750 mil a 1,2 milhão de pessoas radicadas nas regiões de Mizoram e Manipur (nordeste da Índia), foi descoberta em 1979 por um rabino que se surpreendeu com seus rituais judaicos. Eles conservam uma bênção coletiva que declara: “nós, os filhos de Menashé, ainda levamos o legado”.
Graças à decisão do rabinato, mais de mil dos agora chamados “Filhos de Menashé” foram amparados nos últimos anos pela Lei do Retorno ao Estado de Israel, em processo de nacionalização automática para judeus e seus descendentes até a terceira geração.
Carlos Martins
Leonardo C. Santos
Teólogos

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Hallan la iglesia más antigua de EEUU, donde creen que se casó Pocahontas

En Virginia

 

Hallan la iglesia más antigua de EEUU, donde creen que se casó Pocahontas

El arqueólogo William Kelso, junto a las banderas que marcan los restos de la iglesia protestante

Un arqueólogo afirma haber descubierto restos de la iglesia protestante donde asegura que en 1614 se casó la princesa indígena popularizada por la película de Walt Disney.

29 DE NOVIEMBRE DE 2011, EEUU

El arqueólogo William Kelso aseguró haber hallado el lugar donde en 1614 se casó la princesa indígena popularizada por la película de Walt Disney . “Estoy absolutamente seguro", afirmó tras describir algunas de las coincidencias
"Esta es la primera iglesia" protestante de las decenas de miles que hay actualmente en Estados Unidos, y fue usada entre 1608 y 1616 , declaró William Kelso, jefe del equipo arqueológico de Jamestown, Virginia , ubicado al sureste de Washington DC.
La zona del templo y sus alrededores, cuidadosamente excavada, reveló grandes agujeros de postes de dos metros de profundidad, así como restos de cuatro tumbas.
En los próximos meses los arqueólogos se dedicarán a cavar las tumbas."Sabemos las edades, y tenemos registros de bautismo", dijo Kelso, entusiasmado ante la posibilidad de confirmar las identidades con el estudio de los huesos y los dientes.
Teniendo en cuenta el tamaño de los agujeros para los postes de madera, Kelso dijo que la iglesia era capaz de soportar el pesado techo del edificio, construido con la técnica de "mud and stud" (barro y madera).
"La religión jugó un papel importante" en la pequeña comunidad , dijo Kelso, de pie cerca del río donde pequeñas banderas marcaban el contorno del edificio de la iglesia. Los colonos "trabajaron duro en la construcción de esta gran iglesia, y llegó a ser muy importante para la colonia".
Según los expertos, otras dos iglesias protestantes fueron construidas antes que ésta en Estados Unidos, pero no quedaron vestigios de ellas. Kelso está seguro de que ésta es la más antigua que queda.
POCAHONTAS
Aquí, "en abril de 1614, se casó con el colono inglés John Smith la princesa indígena Pocahontas, la hija predilecta del jefe Powhatan. Estoy absolutamente seguro", dijo Kelso.
Pocahontas es conocida mundialmente tras la película de dibujos animados de Walt Disney que transformó en una historia de romance su encuentro con el colono inglés.
En esa zona, cerca del río James, unos cien hombres desembarcaron el 14 de mayo de 1607 con la misión de fundar la primera colonia inglesa en América.

De acuerdo con descripciones de la iglesia registradas en documentos del secretario de la colonia, el espacio construido descrito coincide con lo que se puede ver hoy a través de los restos hallados. "Estoy convencido porque son las dimensiones correctas", dijo Kelso.
Las cuatro tumbas encontradas también coinciden con las de los cuatro miembros importantes de la colonia que habrían sido enterrados cerca de la iglesia. Kelso dijo que entre ellos había un caballero, dos capitanes y el reverendo Robert Hunt, el primer pastor protestante en llegar al lugar.
Señalando el sitio donde Pocahontas seguramente se paró cuando se casó con el colono inglés, Kelso destacó la importancia del evento en la historia colonial, que permitió la paz con los indios que poblaban estas tierras y permitir nuevos asentamientos en lo que hasta entonces era territorio hostil para los colonos europeos.

Fuentes: AFP

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