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Activistas gays boicotean la campaña navideña del Ejército de Salvación

En EEUU

 

Activistas gays boicotean la campaña navideña del Ejército de Salvación

Les acusan de homofobia, por su postura sobre la práctica homosexual, aunque ayudan a personas de la comunidad gay.

29 DE NOVIEMBRE DE 2011, EEUU

Los tradicionales cubiletes rojos del Ejército de Salvación que se colocan en la entrada de las tiendas durante la temporada de Navidad en Estados Unidos están alterando a algunos grupos gay. Activistas LGBT (lesbianas, gays, bisexuales, transexuales) están convocando a un boicot de los donativos por lo que entienden como homofobia del Ejército de Salvación, debido a su postura sobre la práctica homosexual.
Bil Browning  escribiendo en el blog LGBQT en The Bilerico Project: "A medida que las vacaciones se acercan, el Ejército de Salvación se instala frente a las tiendas para recoger los donativos de los compradores. Si usted se preocupa por los derechos gay, esquivará su petición en favor de una caridad que no discrimina activamente a la comunidad LGBT. El Ejército de Salvación tiene un historial de discriminación activa contra gays y lesbianas".
Mientras tanto, se ha creado una página de Facebook llamada "Boicot al Ejército de Salvación" que ahora tiene más de 2.000 seguidores. La descripción de la página dice: "El Ejército de Salvación no es sólo una obra de caridad, sino una iglesia evangélica promoviendo el cristianismo conservador y la política anti-gay."
RESPUESTA DEL EJÉRCITO DE SALVACIÓN
El mayor George Hood, secretario de relaciones públicas para EEUU del Ejército de Salvación, respondió a las acusaciones de los grupos LGBT sobre discriminación. Dijo que el desacuerdo entre el Ejército de Salvación y grupos de activistas gay se centra en cuestiones teológicas pero no de discriminación.
"El Ejército de Salvación y la comunidad gay nunca van a llegar a un acuerdo sobre el tema", dijo Hood el pasado lunes. Afirmó que el Ejército de Salvación no va a cambiar sus creencias acerca de temas teológicos de la misma forma que los grupos gay tampoco van a cambiar sus puntos de vista.
Para conocer la postura del Ejército de Salvación sobre la práctica homosexual basta visitar su página web . En ella explica que como institución tienen una visión positiva de la sexualidad humana pero dentro del matrimonio heterosexual: "La intimidad sexual se entiende como un don de Dios para ser disfrutado dentro del contexto del matrimonio heterosexual. Sin embargo, desde el punto de vista cristiano, las relaciones sexuales íntimas no son indispensables para una vida sana, plena y rica. Aparte del matrimonio, la norma bíblica es el celibato."
Pero aunque el Ejército de Salvación, como iglesia, tiene claras sus ideas teológicas sobre las relaciones homosexuales, su objetivo principal como se describe en su declaración de misión es la de "predicar el evangelio de Jesucristo y satisfacer las necesidades humanas en Su nombre sin discriminación" de ningún tpo, incluida la orientación sexual de la persona..
Hood señaló que los grupos LGBT han boicoteado las campañas navideñas de recogida de ofrendas en los últimos años, pero no han tenido un impacto negativo en ninguno de los años anteriores, sino al contrario . Dijo que en los últimos dos o tres años, la organización realmente rompió todos los récords durante su campaña navideña. El año pasado, a pesar de la crisis económica el Ejército de Salvación recaudó $142 millones de dólares, que "fue un 5 por ciento de incremento respecto al año anterior."
Al final, dijo Hood, lo lamentable es que cuando hay un boicot no es el Ejército de Salvación el que se verá afectado, sino "la gente que servimos y ayudamos", entre ellos muchas personas de la comunidad gay. "Si las personas se niegan a dar, son los pobres y los necesitados los que sufren."

Fuentes: The Christian Post

© Protestante Digital 2011

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Magno Malta: “Meu partido está ‘assim’ de homossexual”

 

Enquanto discursava contra a aprovação do projeto de lei que criminaliza a chamada homofobia, o senador Magno Malta se esforçou para dizer que não tem nada pessoal contra os gays. E se empolgou: contou ter sido atendido por cinco cabelereiros homossexuais antes do casamento de sua filha, mostrou uma foto em que aparece abraçado ao travesti Moa, vereador pelo PR em Nova Venécia (ES) e ainda garantiu que o colega de legenda não é exceção: “O meu partido está ‘assim’ de homossexual”, disse ele. As declarações foram dadas nesta terça-feira em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos do Senado.

(Gabriel Castro, de Brasília)

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Vídeo “180” alcança milhões de visitas e leva “milhares” à causa pró-vida

httpv://www.youtube.com/watch?v=7cBA9Be9fDs

Kathleen Gilbert
2 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — O criador do filme pró-vida “180”, que se tornou um fenômeno na internet, diz que está recebendo “milhares” de testemunhos descrevendo como a lembrança inesquecível do Holocausto no filme e os argumentos sobre o aborto convenceram os que escreveram as cartas a se opor ao aborto legalizado.
O vídeo se tornou um grande fenômeno no YouTube depois de seu lançamento em setembro, alcançando a segunda colocação entre os vídeos mais debatidos e assistidos e a terceira colocação entre os filmes favoritos do mês passado, de acordo com dados postados na página de Facebook de Pro-Life Rocks. Mais de 1 milhão de pessoas já o assistiram. Para assistir ao filme: http://www.youtube.com/watch?v=7cBA9Be9fDs
O documentário pró-vida de 33 minutos tem uma abertura com cenas perturbantes de vários jovens que não conseguem reconhecer Adolf Hitler, uma ignorância que o autor e entrevistador Ray Comfort liga à aceitação generalizada do moderno Holocausto: o aborto legalizado. Enquanto jovens adultos que são entrevistados no filme são forçados a conectar a matança legalizada de judeus com o fato de que a sociedade está aceitando a matança de bebês em gestação, eles são vistos mudando de opinião, passando a se opor ao aborto.
“Assistir ao 180 é como andar na montanha-russa — uma experiência que provoca emoções —, pois assistimos pessoas se contorcendo enquanto são colocadas num dilema moral com perguntas do tipo ‘se enterraríamos judeus vivos (algo que aconteceu na Segunda Guerra Mundial), sob a ponta de um revólver nazista’”, disse Comfort. “O filme testa o caráter para mostrar o quanto as pessoas valorizam a vida humana. Ficar ignorante do que é possivelmente a parte mais sombria da história humana inevitavelmente resultará na desvalorização da vida, e uma repetição do Holocausto”.
Comfort diz esperar que o filme “possa estar chegando até uma escola secundária perto de você”: no mês passado, entre 180.000 e 200.000 exemplares do DVD de 33 minutos foram distribuídos para as 100 mais importantes universidades dos EUA, e agora o autor, que é judeu e co-apresentador de um programa de TV, está voltando a atenção para as escolas secundárias.
Embora alguns possam fazer objeção à iniciativa de dar lição sobre o Holocausto para adolescentes da escola secundária, Comfort, que é pastor evangélico e judeu, diz que os Estados Unidos hoje precisam muito de tal educação.
“Voltei aos nossos estúdios [depois de filmar 180] com 14 entrevistas com pessoas que acham que [Hitler] era comunista, ou um ator, ou que até mesmo nunca tinham escutado o nome dele”, disse ele. “Esses jovens são um tanto ignorantes quanto ao que é possivelmente a parte mais sombria da história humana, pois o sistema de educação dos EUA os deixou na mão”.
Comfort disse que os vídeos do 180 estão “rapidamente desaparecendo das prateleiras, como se fossem sorvetes vendidos em pleno verão quente”, nas campanhas locais de doação.
Mas a coisa mais fascinante sobre 180 não é sua popularidade, mas seu impacto em audiências que são a favor do aborto, diz ele. “A coisa estupenda é que as pessoas que assistem a esse filme mudam da posição pró-aborto para a posição pró-vida”, disse Comfort. “Temos recebido milhares de e-mails de pessoas, muitas das quais mudaram enquanto estavam assistindo ao filme”.
Uma estudante de escola pública secundária na Virginia Ocidental escreveu um e-mail sobre como o 180 ajudou a mudar a mente da sala de aula inteira dela acerca do aborto. “Nesta semana passada em nossa aula de educação cívica estávamos escrevendo trabalhos didáticos sobre leis que desejávamos mudar nos EUA. Depois de assistir a esse vídeo, minha escolha é mudar as leis de aborto, e como eu desejava que fosse ilegal”, escreveu ela.
Depois que eu havia acabado de ler meu trabalho didático, surgiu um debate na aula (obviamente) sobre como é que eles achavam que o aborto deveria ser uma escolha, principalmente se o bebê está doente ou a causa da gravidez é um estupro. Mas logo que começamos a comparar essa situação com Hitler e os judeus, a mente de todos começou a mudar… Por causa do filme 180, pude mudar a opinião da minha classe inteira sobre o aborto e no final da aula, todos os 25 estudantes e meu professor haviam levantado a mão concordando que o aborto propositado deveria ser ilegal.
Outro escreveu simplesmente: “Eu costumava votar em candidatos pró-aborto. Mas nunca mais farei isso. NUNCA”.
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Os primeiros cristãos condenavam o aborto como “entre os piores pecados”
Importantíssimo vídeo pró-vida de Ronald Reagan sobre aborto
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/180-breaks-13-million-views-while-thousands-tell-of-pro-life-conversions
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