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Miss Mundo 2011 Ivian Sarcos: ‘Deus Sempre Recompensa’

 

Por Amanda Gigliotti|Repórter do The Christian Post

Após ser coroada a vencedora do Miss Mundo 2012 em Londres, a Miss Venezuela, Ivian Sarcos descreve a vitória como uma recompensa de Deus.

Sarcos, 21, levou o prêmio de beleza suprema no Centro de Exposições de Londres neste domingo, derrotando a filipina Gwendoline Ruias. Depois de Ruias, veio Amanda Victoria Vilanova Perez de Porto Rico, em terceiro lugar.

“Estou muito fez com esse triunfo. Não há palavras para expressar o que eu sinto. Eu estou super agradecida pela vida”, disse ela ao El Impulso, publicação venezuelana.

A Miss Mundo 2011 teve uma história única da qual ela se tornou órfã na idade de oito anos e depois disso passou cinco anos em um convento. De acordo com a Agence French Presse, seu sonho era se tornar uma freira, mas depois desistiu da idéia e foi estudar na Universidade Central da Venezuela.

“Infelizmente, eu perdi meus pais em uma idade muito jovem, o que me levou a estudar por cinco anos em um convento. Eu passei cinco anos lá e meu sonho era me tornar uma freira”, disse a nova Miss Mundo, como relatou a AFP.

Sarcos acredita que os tempos difíceis que ela enfrentou valeram, porque Deus sempre recompensa, informou o El Impulso.

“Acredite em mim, eu sempre fiz bem. Eu acho que essa atitude está relacionada com os golpes da vida. Em um dado momento chega a recompensa em tua vida, e, muitas vezes, quando menos você espera vem. Eu sempre fui uma mulher que atuou bem. Tenho uma consciência super limpa e todas as coisas más que eu passei valeram porque Deus sempre recompensa você com outras coisas”.

Como Miss Mundo, Sarcos disse que ela quer trabalhar “extremamente” duro para dar o melhor de si e fazer enaltecer o nome da Venezuela.

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(Foto: Reuters)

Ganhadora do concurso de Miss Mundo 2011, Ivian Sarcos.

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Cientistas brasileiros anunciam descoberta de droga contra obesidade

 

Em vez de inibir o apetite ou diminuir a absorção de gorduras, a nova droga elimina vasos sanguíneos que alimentam o tecido adiposo

09 de novembro de 2011 | 22h 00

Alexandre Gonçalves

Cientistas brasileiros que trabalham nos EUA descobriram uma nova classe de remédios para emagrecimento. Em vez de inibir o apetite ou diminuir a absorção de gorduras, a nova droga elimina vasos sanguíneos que alimentam o tecido adiposo. O estudo, divulgado na última edição da Science Translational Medicine, apresentou resultados promissores em testes com primatas.

Há mais de uma década, o casal brasileiro Renata Pasqualini e Wadih Arap coordena um laboratório no MD Anderson Cancer Center, ligado à Universidade do Texas em Houston (EUA). Os dois pesquisadores observaram que o sistema circulatório é mais complexo que uma rede uniforme de “encanamentos” para o sangue. A superfície dos vasos sanguíneos é diferente em cada órgão ou tecido.

“Na prática, identificamos um sistema de endereços moleculares no corpo”, explica Renata, comparando o organismo humano a uma cidade. Segundo a analogia, bastaria descobrir o “CEP” correto do tecido que necessita de tratamento para desenvolver uma droga capaz de “endereçá-lo” com precisão.

No tecido adiposo, o “CEP” chama-se proibitina, uma proteína presente de forma abundante na membrana das células dos vasos sanguíneos que alimentam as células de gordura. A equipe coordenada pelos brasileiros desenvolveu uma molécula que se liga à proibitina e, ao mesmo tempo, inibe o suprimento de sangue para o tecido adiposo. Estratégia parecida já é usada no tratamento de certos tipos de câncer.

A droga – batizada de adipotídio – foi testada em camundongos em 2004 e mereceu um artigo na revista Nature Medicine. Os animais perderam cerca de 30% do seu peso com a droga. Agora, os pesquisadores decidiram testar em modelos mais próximos aos seres humanos.

Macacos também sofrem naturalmente de obesidade e, como humanos, desenvolvem diabete tipo 2 e doenças cardiovasculares. Por isso, são um ótimo modelo para testar a nova droga.

“A maioria dos remédios contra obesidade que funcionam em roedores é abandonada nos testes em primatas”, explica Renata. “Os experimentos com camundongos são limitados, pois seu metabolismo e sistema de controle de apetite e saciedade são diferentes dos de primatas, mesmo os humanos.”

Os pesquisadores usaram macacos reso no experimento. A veterinária Kirstin Barnhart, coautora do artigo, explica que os animais obesos eram “espontaneamente” gordos. Ou seja, não receberam dieta especial. Simplesmente, como muitos humanos, evitaram exercícios físicos.

Durante quatro semanas, eles receberam injeções de adipotídio. Os animais tiveram uma redução de 10% da massa corporal em um tratamento de quatro semanas. A gordura abdominal diminuiu 27%. No grupo controle, os níveis de gordura cresceram um pouco no período.

Um estudo realizado com macacos magros que também receberam a droga mostrou que eles não sofreram diminuição de peso. Ou seja, a droga age de forma seletiva no tecido adiposo, especialmente na gordura visceral.

Um dos principais problemas das drogas disponíveis no mercado são os efeitos adversos, que incluem aumento no risco de enfarte ou de depressão. O adipotídio provocou um aumento no volume de urina eliminada e uma leve desidratação, sintomas de um impacto na droga nos rins. “Mas o efeito (adverso) renal é dependente da dose, previsível e reversível”, afirma Kirstin.

“O medicamento já foi licenciado pela Universidade do Texas para uma empresa californiana chamada Ablaris Therapeutics”, conta Arap. Mas ele não arrisca uma previsão de quantos anos serão necessários para a droga chegar ao mercado.

O endocrinologista Walmir Coutinho, da PUC do Rio, comemora o resultado. “Mais de 60% das pessoas que tentam deixar de ser obesas precisam da ajuda de medicamentos”, recorda Coutinho. “Será mais uma ótima opção de tratamento.”


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Neymar fica no Brasil

Sucesso de marketing, Neymar pode faturar até R$ 60 mi anuais

 

BERNARDO ITRI
DO PAINEL FC
LEONARDO LOURENÇO
ENVIADO ESPECIAL A SANTOS
RAFAEL REIS
DE SÃO PAULO

Para os marqueteiros, Neymar tem potencial para aumentar seu faturamento a médio prazo em até 150%.

Segundo especialistas da área, os ganhos do atacante com a exploração de imagem podem chegar a até R$ 60 milhões anuais nas próximas quatro ou cinco temporadas.

Ricardo Nogueira – 07.nov.2011/Folhapress

Neymar comemora seu gol na partida contra o Vasco, na Vila Belmiro

Neymar comemora seu gol na partida contra o Vasco, na Vila Belmiro

Com o contrato assinado ontem com o Santos, o jovem jogador passa a ficar com o valor integral pago por seus patrocinadores e irá aumentar seu rendimento para mais de R$ 24 milhões por ano.

"Ele ainda tem um bom potencial de faturamento. Sua curva de crescimento vai subir bastante", afirmou José Cocco, um dos pioneiros do marketing esportivo no país.

Os últimos meses mostram bem como o valor da marca Neymar tem crescido em uma velocidade enlouquecedora.

A Folha apurou que vincular sua imagem ao santista custava R$ 800 mil por ano no começo de 2011. Depois, subiu para R$ 2 milhões. E agora alcançou R$ 3 milhões –o Banco do Brasil negocia um acordo nesses termos.

E a tendência para os próximos anos, desde que Neymar não tenha uma queda de desempenho, é que o preço fique cada vez mais alto, mesmo que ele cumpra a promessa de continuar no futebol brasileiro até a Copa de 2014.

"Ele é um fenômeno um pouco diferente. Em função das redes sociais, virou global sem ter de ir para a Europa. Seus gols e dribles rodam o mundo pelo YouTube", disse José Carlos Brunoro, da Brunoro Sport Business.

Brunoro, no entanto, faz uma ressalva. Neymar precisa tomar cuidado com a quantidade e importância das empresas com que firma acordo. O risco é se tornar "figurinha batida" no meio publicitário e, assim, desgastar a marca.

"A imagem do Neymar precisa ser qualificada, como o futebol dele. O ideal é que ele seja garoto-propaganda de no máximo seis empresas, mas todas bem grandes", declarou o marqueteiro.

O atacante já alcançou a cota (Nike, Panasonic, Tenys-Pé, Lupo, Ambev e Red Bull), mas pretende continuar aumentando a quantidade de parceiros. Além do Banco do Brasil, também negocia com uma empresa de telefonia.

Para Fábio Wolff, da Wolff Sports, o sucesso publicitário de Neymar é ampliado pela escassez de ídolos esportivos no Brasil que preencham os requisitos necessários para ter a imagem explorada.

"Os números que rodeiam o garoto eram impensáveis tempos atrás. Deste jeito, o céu é o limite."