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SEM APOSENTAR O CAJADO

 

Billy Graham escreve sobre velhice. Ministérios focam a 3ª idade

Por: Redação Creio

         Conhecido por sua seriedade e por suas conferências missionárias, Billy Graham completou na última segunda-feira, dia 07, 93 anos. Mas para quem pensa que ele aposentaria o cajado se enganou. O líder prepara um livro ‘Nearing Home: Life, Faith, and Finishing Well’ (Próximo do Lar Celestial: Vida, Fé e Acabar Bem) em que fala sobre os problemas da terceira idade.

Na obra, ele relata situações que ocorrem durante o envelhecimento e revela as dificuldades pelas quais tem passado. “Nunca pensei em viver até esta idade. Por toda minha vida me ensinaram como morrer porquanto sendo cristão, mas nunca alguém me ensinou como deveria viver nos anos antes de eu morrer”. Graham ainda confessa que gostaria muito de ter ouvido mais sobre como viver bem durante a reta final da vida: “Desejava que o fizessem, pois agora sou um homem velho, e acreditem, não é fácil”.Para o grande pregador, a Bíblia não esconde os problemas que todos enfrentam quando envelhecem nem “pinta a velhice como um tempo para ser desprezado ou um fardo para ser suportado com os dentes cerrados”. Ressalta que os tempos de velhice não são “inúteis e ineficazes”. Pelo contrário, “Deus tem um motivo para nos manter aqui”.

Mas não é fácil chegar na terceira idade e muitos ministérios reclamam de falta de material. Visando sanar este problema o Seminário Palavra da Vida (PV) desenvolveu o projeto Águia. Com o texto lema em Salmos 92: 14-15a : “Mesmo na velhice darão fruto, permanecerão viçosos e verdejantes, para proclamar que o Senhor é justo”, o projeto começou há quatro anos e surgiu da necessidade de criar suporte a igrejas que trabalhavam com a terceira idade.

O Águia vai além e não visa ser apenas um projeto para juntar idosos para entretenimento ou passeio, ele propõe treinamento para a evangelização. “Como o objetivo maior da PV é atingir os jovens com o evangelho de Cristo, entendemos que idade madura não significa velhice, mas sim um grupo de pessoas com experiência de vida, mas muitas vezes inativas. Cremos que em qualquer idade as pessoas são ensináveis e aptas para evangelizar.”, frisa Gilson César Brito, coordenador do programa de encontros da 3ª idade na entidade.

O primeiro encontro aconteceu em novembro de 2008, reunindo cerca de 100 pessoas. Em 2011 foram dois. No geral o Águia é composto por quatro etapas, com duração de quatro dias, onde é oferecido treinamento em evangelismo, estudos bíblicos, reuniões sociais, jantares temáticos, tempo de lazer dirigido e atividades onde eles demonstraram seus talentos.

Data: 10/11/2011
Fonte: Com informações do Verdade Gospel

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Os palhaços são profetas!

 

Danilo Fernandes

Genizah

A manifestação é sempre pacífica. Mesmo quando agredidos estes irmãos não esboçam reação. Eles já foram roubados, empurrados e xingados com palavras de baixíssimo calão saindo dos microfones de pregadores e cantores gospel famosos.

De cabeça baixa diante da truculência verbal de quem não aceita a Verdade.

Uma cena quase inimaginável há alguns anos. Quem pensaria que um grande pastor como Silas Malafaia iria, em uma cruzada, chamar um irmão seu de babaca e filho do diabo (sic) apenas porque este estaria a carregar uma faixa com nada mais do que um versículo bíblico:

O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males, e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé. I Tm 6:3-10

Mas Silas o fez. Não uma vez, mas em três ocasiões: No Rio de Janeiro, em São Paulo e, mais recentemente no Maranhão. E sabe o pior? Foi aplaudido em pelo menos duas destas vezes. Alguém, realmente cristão, pode conceber algo assim?

O movimento começou em 2010, entre os líderes, o casal Paulo e Vera Siqueira da IEQ e muitos outros blogueiros apologéticos. Alguns irmãos, entre outros, Pablo Silva, também blogueiro,  filmaram os primeiros protestos trazendo espanto aos crentes na internet. Os blogs de maior tráfego e influencia desde 2009 como o Genizah e Púlpito Cristão publicaram reportagens acerca dos protestos, bem como, artigos  dando respaldo bíblico aos manifestantes pacíficos e refutando a teologia "por trás" das marchas. Muitos outros blogs e sites ajudaram nas convocações dos protestos e na denúncia do aproveitamento político destes ajuntamentos de religiosos.

Seguranças truculentos da Renascer afanam faixas de protestantes na marcha São Paulo 2011

Desde então, manifestações espontâneas de outros grupos carregando as mesmas frases tem surgido em diversas marchas, como a mais recente, em Belo Horizonte, convocada por um vídeo produzido pelo blogueiro Mariel Marra – postado neste site – e no site Web Evangelista, de Wagner Lemos – ambos blogueiros de Belo Horizonte.

De tudo o que se tem reportado sobre estas manifestações alguns aspectos saltam aos olhos, pelo seu absurdo, tanto mais em se tratando de um evento liderado, organizado e voltado para o povo de Deus:

Malafaia: São uns babacas!

1) A violência e o comportamento truculento dos líderes. quando confrontados, pacificamente, por um pequeno grupo portando faixas com versículos bíblicos, em meio a uma multidão de frenéticos seguidores de seus trios elétricos. Em São Paulo, tivemos uma irmã grávida empurrada por seguranças dos líderes da Renascer que ainda lhe roubou as faixas de protesto. Em outra ocasião, estes mesmos líderes, orquestraram uma vaia da multidão contra os poucos e indefesos manifestantes. No Rio de Janeiro, Silas Malafaia xingou um grupo que empunha as faixas de protesto e, em outra ocasião, usou de truculência espiritual ao chamar seus irmãos na fé de filhos do diabo. Nesta última manifestação de Belo Horizonte, outro pastor famoso, o Sr. Jorge Linhares, da prestigiada Igreja Batista Getsemani chamou os manifestantes de palhaços e depois propôs à multidão de "marchantes" que o acompanhasse em uma “oração imprecatória” contra o mal presente naquele lugar (no caso, os coitados dos ativistas) e logo orquestrou para que a multidão dirigisse as suas mãos em direção ao pequeno grupo,  enquanto puxava o coro de frases do tipo: “a mão dedeus vai pesar sobre vocês” e outras pérolas do breviário de maldições gospel. Que cena de novela!

Parte dos manifestantes da marcha de BH 2011

2) A esmagadora maioria dos participantes destas manifestações se portam como torcedores de futebol. Não olham mais para Jesus, mas para seus times e os seus técnicos. Ignoram as exortações bíblicas expostas nas faixas e se manifestam com ódio aos ativistas, como se a Palavra de Deus escrita nos cartazes e faixas fosse alguma espécie de palavrão. Apresentam comportamento desordeiro e intimidador, enquanto atendem a ridículos pedidos de seus líderes aboletados em trios elétricos: “PULA PELO AMOR DE DEUS!”; “Deus quer ouvir seu brado de vitória”; e outros gritos de guerra. Nem de perto lembrando aqueles irmãos mártires, que há dois mil anos atrás, frequentavam outro espetáculo para multidões, onde morriam em oração trucidados por feras, justamente por não negarem a um Deus crucificado, humilhado: Um Jesus em nada glorificado nestas micaretas de evangélicos de segunda linha.

De cabeça baixa diante da humilhação, os manifestantes do bem não cansam de lembrar aos desordeiros destas paradas religiosas o quanto suas atitudes são divergentes do Evangelho. Na última manifestação paulistana, os protestantes se dispuseram a varrer um trecho de rua, representativo da imundice deixada por um povo arruaceiro que diz marchar pelo Príncipe da Paz. Resultado: Houve quem se sentisse incomodado com a atitude. Ultrajado na sua própria falta de civilidade! Não faltaram olhares ameaçadores e gritos de impropérios.
É muito bom que estas coisas se cumpram e esta turba veja seus ídolos adornados em ouro humilhando irmãos na fé.

Jorge Linhares impõe a mão em "oração imprecatória" sobre a parte maligna da marcha, no caso os pobres manifestantes, risos. A multidão acompanha e "benze" os ativistas.

Com a motivação certa e a coragem que o Senhor lhes dá, de agora em diante sempre haverá mais e mais irmãos para incomodar esta cambada de exploradores da fé. Não só eles, mas nós aqui nos blogs e sites apologéticos, atingindo milhões, como disse o mano Carlos Moreira, somos a mosca na sopa deles:

Eis aí os inimigos da Cruz de Cristo! Eles estão diante de nossos olhos! Quem ousará os repreender? Quem se levantará contra eles? São feiticeiros do sagrado, traficantes de um “evangelho” falsificado, intermediários do “divino”. Eles se auto-proclamam “apóstolos”, “evangelistas”, “missionários”, “patriarcas”, “bispos”, mas na verdade são sinagoga de satanás, vendilhões de uma religião oca e vazia, de liturgias dessignificadas, de ritos de ocasião, da fé commoditizada, comercializada como produto de supermercado. Mas um dia eles haverão de se encontrar com o Senhor de toda a Terra, estarão diante do Leão da Tribo de Judá, não mais do Cordeiro de Deus.

"marchante de Gizuz " se revolta ao ver versículos bíblicos condenando suas práticas pagãs e lança impropérios aos ativistas.  Na bandana, "Jesus te ama". Já no coração…

Fomos chamados para pregar aquilo que não se quer ouvir, para proclamar aquilo que incomoda. Metemos o dedo na ferida, fazemos a alma virar ao avesso, à consciência arder, o coração se compungir. Sim, o Espírito do Senhor está sobre nós ele nos ungiu para pregar o “dia da vingança do nosso Deus”!

Wagner Lemos: Não somos palhaços, somos cristãos.

Somos Chicos, Veras, Leonardos, Mários, Wagners, Ruys, Ciros, Paulos, Pedros, Fernandos, Robsons, Renatos, Caios, Eliezeres, Joanas, Rodrigos, Alans, Zés, Thiagos,  etc. Somos muitos que não se dobraram. Somos as moscas na sopa desta cambada!

Nas ruas ou nesta internet cristã, temos experimentado um verdadeiro milagre. A partir de poucos pioneiros temos hoje este espaço imenso frequentado por milhões de evangélicos.
Milhares de blogs e sites, cada qual com seu estilo, mas em quase todos, os resultados de uma revolução única no mundo: A teologia popular.

Que maravilha poder ver tantos blogueiros evangélicos talentosos inaugurando esta forma inovadora, coloquial, de discussão teológica e que atrai milhões de crentes, de todas as denominações e diferentes formações a participar de debates calorosos. Uma turma que não está dando brecha para os falsos profetas! Uma geração de crentes que não irá ser petisco destes lobos.

E agora? E dai?

"Primeiro marido" pergunta ao manifestante
o que vem a ser o Evangelho Puro e Simples.

Dai que estamos incomodando. E muito! Os falsos profetas se preocupam com o que escrevemos, ensinamos e noticiamos. Se antes éramos desdenhados, agora somos temidos. Eles leem o que escrevemos e tratam de nos depreciar, denegrir, desmerecer. Somos pastores recalcados, bandidos, invejosos, críticos sem obras, etc. Sabemos que isto não é verdade. O que escrevemos em nossos blogs, a Verdade do Evangelho e a nossa prática bereana estará evidente a quem se dispuser a ler.
E agora acorda até uma parte da igreja adormecida, de uma geração antiga e “cordata”, de líderes voltados somente para o seu próprio rebanho; Ainda que tenha sido somente agora, quando o esgoto podre invadiu seus pequenos arraias.
Levantou-se também parte da geração passiva, a turma do deixa disto, do jeitinho, cordial ao melhor estilo  Buarque de Holanda e que assistiu calada o mal florescer e provocar tamanho estrago no “avivamento” nacional. E quem foi que disse que o cristão deve ser cordial diante da apostasia e da corrupção? Quem foi este profeta contemporizador que não se acha em parte nenhuma da Bíblia? Quem são estes profetas do bom mocismo que boa parte da antiga geração de líderes parece querer imitar? Que acordem os demais santos! Chega deste mundanismo protestante politicamente correto a substituir o princípio Ecclesia semper reformanda est!
Subversivos: Todo cuidado é pouco. Não haverá mudança sem confronto.

Observem com cuidado com quem estamos lidando. Estes homens há muito se venderam a uma engrenagem insaciável. Se algum dia foram retos, em dado momento se dispuseram a comprar mais horários de TV, a fazer mais shows, a ter mais igrejas e, para tanto, construíram uma máquina cada vez maior e mais dispendiosa e, para sustenta-la, precisam de mais produtos, mais campanhas, mais ofertas e já não há mais Evangelho e nem Amor.

Estas pessoas estão presas ao orgulho. Vaidade é o motor do ciclo de destruição por elas perpetrado.

Cuidado! Estas pessoas estão viciadas na fama e no poder. A admoestação não lhes pesa o coração, ao contrário, incendeia o pior que há nelas. Estamos enfiando a não na toca da cobra, sem luva. Estamos tocando em onça com a vara curta.

Estes urubus não vão largar sua carniça sem briga. Portanto, ore ao Senhor por direção e conselho, não ceda à tentação da vaidade e permaneçamos juntos. Vigiando e orando.

Recadinho aos falsos profetas
Vendilhões: Sigam com as campanhas difamatórias contra blogueiros por e-mail, revistas, folhetos e TV. Lamentem suas perdas. Chamem os profetas de filhos do diabo! Façam o que quiserem neste seu desespero! Pois não tenham dúvidas, viemos para fazer esta vossa fonte secar! Pode bater que o fermento só cresce.

O evangelho não é o caminhão do faustão. E este negócio de plante as suas sementes para colher vitória é slogan de banco. Gizuz rendeu quanto este mês, Malafaia? Passou a poupança?

Veja os últimos relatos dos participantes do protesto na Marcha para Jesus em Belo Horizonte, nos seus blogs:

http://estrangeira.wordpress.com/2011/10/12/protestos-pacificos-marcaram-a-marcha-pra-jesus-bh-2011/
http://www.webevangelista.com/2011/10/com-uma-motivacao-simples-e-singela-nos.html

Genizah

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La confrontación católica y su visión de los evangélicos


Manuel de León

 
España: la segunda Reforma protestante (3)

La confrontación católica y su visión de los evangélicos

A pesar de todo, los resultados parecían ser alentadores.

09 DE NOVIEMBRE DE 2011

No sólo la falta de libertad religiosa y la confrontación católica se manifestó en Madrid, sino en los lugares más apartados como las Islas Canarias.
En el libro “ Dos años en las Canarias”  de Charles F. Barker [i] el autor describe su experiencia como colportor y representante de la Sociedad Bíblica Británica y Extranjera, llegando a las Palmas el 21 de septiembre de 1885 procedente de Tánger. Las agresiones constantes se manifestaban con detenciones ilegales o quema de libros en su presencia donde el cura del lugar presidía la hoguera. Un ejemplo nos lo pone el autor en este relato: “En Valsequillo pasé cierto tiempo con el alcalde que parecía interesado en los libros. Cuando me dirigía a otro lugar, más de 20 hombres vinieron tras mi y me pidieron que se los dejara ver. Uno de ellos compró un evangelio; entonces me dijeron que el alcalde deseaba verme. Les dije que lo vería a mi regreso de la aldea a la que me dirigía y me dijeron que había prohibido la venta de libros. Cuando volví me encontré al alcalde en casa del cura. Me dijo que los libros contenían temas sacrílegos y que, por lo tanto, no se podían vender allí. El cura aseguró que yo había sido detenido en otro pueblo y que un ejemplar de las Escrituras había sido destruido en mi presencia; ninguna de estas afirmaciones era verdad”. De estas historias de valentía y coraje está llena España por el testimonio de los creyentes evangélicos.
Si comparamos con la obra de los Fliedner y otras escuelas evangélicas [ii] en el resto de España, no parece tanto el éxito educativo de los católicos que se movían a la “defensiva” en todos los campos. En una especie de "vademécum" publicado en Madrid, Imprenta del Sucesor de J. Cruzado C/ Blasco de Garay en 1893 [iii] , dice, (refiriéndose a Asturias donde en el informe vaticano solo se hacía mención de la Obra en Besullo y Gijón, ambas con capilla y escuela) que " también hay Misión Evangélica en Noreña, Trubia, San Miguel de Grado, Naveces y otros puntos." En este mismo folleto – de 39 páginas- se nos dan datos de la Obra en España aportando una estadística de la Obra Evangélica, con estos datos:
ASISTENTES A LA ESCUELA DE NIÑAS 2.095
ASISTENTES A LA ESCUELA DE NIÑOS 2.545
ASISTENTES A LAS ESCUELAS DOMINICALES 3.231
ASISTENTES A LOS CULTOS 9.194
PREDIC ADORES DEL EVANGELIO 35
INSTRUCTORES DE ESCUELAS DOMINICALES 183
LOCALES PARA CAPILLAS Y ESCUELAS 112
MIEMBROS COMULGANTES 3.442
PASTORES 56
PROFESORAS DE ESCUELA 78
PROFESORES DE ESCUELA 61
El nuncio Federico Tedeschini informó en 1930 a Pietro Gasparri, Secretario de Estado, sobre la “propaganda protestante”, sus resultados durante esos sesenta años y los medios para combatirla.
Los datos resumidos eran estos:
“1º. La estadística del Protestantismo en España, desde luego, no es alarmante, gracias a Dios, como podrá ver V. Eminencia por la relación que sigue:
Existen en toda España 145 Capillas, 11.227 afiliados a la secta y 78 escuelas con 6.000 alumnos en conjunto. La proporción de afiliados es de uno por cada dos mil, incluidos los de nacionalidad inglesa y alemana que suman un buen número. Los focos principales se hallan en Madrid (2 capillas, 750 afiliados, 10 escuelas con 729 alumnos), Barcelona (13 capillas, 1.075 afiliados y 8 escuelas con 916 alumnos), Tarrasa, provincia de Barcelona y diócesis de Barcelona (6 capillas, 400 afiliados y 4 escuelas con 100 alumnos), Sabadell, provincia y diócesis de Barcelona (3 capillas, 300 afiliados y 4 escuelas con 400 alumnos), Rubí, provincia y diócesis de Barcelona (1 capilla, 200 afiliados y 1 escuela con 500 alumnos), Figueras, provincia y diócesis de Gerona (2 capillas, 433 afiliados y 2 escuelas con 91 alumnos), Lorca, provincia de Murcia y diócesis de Cartagena (5 capillas y 2000 afiliados, sin escuelas), Cartagena (5 capillas y 130 afiliados, sin escuelas), Sevilla (2 capillas, 137 afiliados, 2 escuelas con 336 alumnos), Mahón-Mallorca (1 capilla, 400 afiliados, 1 escuela con 30 alumnos), Marín, provincia de Pontevedra y diócesis de Santiago (es centro de varios pueblos que en conjunto tiene 7 capillas, 600 afiliados y 4 escuelas con 300 alumnos, el Pastor de Marín tiene categoría de Obispo). En San Sebastián, diócesis de Vitoria, hay 200 afiliados y 1 capilla. Estas ocho provincias y diócesis tienen máxima parte de los protestantes en España. Las otras 40 provincias se hallan, puede decirse, libres de la peste evangélica, excepción hecha de unos pocos en Valencia, Granada, Coruña y Bilbao.Como se ve, después de tantos años como han transcurrido desde que se rompió en mala hora la unidad Católica y se estableció la tolerancia de cultos en España, los avances hechos por los protestantes en esta nación no son muy halagadores para ellos; están casi en donde estaban cuando comenzaron, y si se compara el escaso número de adeptos (11.000 contando los alemanes e ingleses) con los esfuerzos, en energías y dinero, que han hecho, el fracaso es evidente. Y es que, como ya hizo notar Balmes, en España el Protestantismo no encuentra ambiente”.
Este somero y restringido informe dejaba patente que el movimiento protestante en España, no había alcanzado cifras destacadas. También el ensayo sobre el protestantismo de Klaus Van Der Grijp [iv] , indica que este no había alcanzado unos resultados sobresalientes ante el potencial socio-religioso católico.
Sin embargo las fuentes de donde lo cita como el discurso de Boehmer ante la Sociedad Gustavo Adolfo titulado “ Die evangelische Bewegung in Spanien. Ein Vortrag auf Anregung der Halleschen Studentenschaft und für dieselbe gehalten am 22. Juli 1869 Eduardo Boehmer, muestran lo contrario pues el discurso incide más en las dificultades que provenían de la falta de libertad religiosa pues los resultados parecían ser alentadores.
Así cita en este discurso Boehmer que la capilla de Madrid tenía 800 miembros de manera que “los asientos actuales no son suficientes”. Como podemos ver sólo en esta capilla había más miembros que los aportados por el nuncio en todo Madrid.


[i] Dos años en las Canarias  Autor Charles F. Barker Ediciones IDEA, 2006

[ii] Tesis doctoral de Juan Manuel Quero Moreno “ El protestantismo en la renovación del sistema educativo en España”  UCM Madrid 2008

[iii] Es posible que este Vademecum  sea de los prime ros y que haya sido promovido por los Fliedner, cuya aportación a la estadística, direcciones de obreros y pastores, con sus puntos de contactos y actividades de la Obra en España, siempre fueron una preocupación constante de esta familia hasta el día de hoy.

[iv] Investigando la historia del protestantismo ibérico . KLAUS VAN DER GRIJP Anales de Historia Contemporánea, 17 (2001)

Autores: Manuel de León

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