Descoberta de moedas antigas deve mudar história do Muro das Lamentações

 

DA REUTERS, EM JERUSALÉM

Arqueólogos israelenses anunciaram o achado de moedas antigas que podem subverter as crenças largamente mantidas sobre as origens do Muro das Lamentações de Israel, um dos locais mais sagrados para o Judaísmo. O anúncio da descoberta foi feito nesta quarta-feira.

Por séculos, muito do que se pensava sobre o muro era que ele fora construído pelo rei Herodes (que detém má fama, na tradição do Cristianismo, por ser algoz nos esforços de perseguição do bebê Jesus, de acordo com a história original dessa religião).

Abir Sultan/Efe

Moedas descobertas sob o Muro das Lamentações, em Jerusalém, devem mudar a história da construção do local

Moedas achadas sob o Muro das Lamentações, em Jerusalém, devem mudar história da construção do local

Mas arqueólogos afirmaram ter encontrado moedas enterradas sob os alicerces do muro, e que foram cunhadas 20 anos depois da morte do rei Herodes, em 4 d.C. –o que demonstra que a estrutura foi completada pelos reinados sucessores.

A descoberta pode significar uma revisão nos guias turísticos para as multidões que visitam a cidade.

"Cada guia turístico baseado na história de Jerusalém responde ‘Herodes’ quando perguntado sobre quem construiu o muro", disse a autoridade de antiguidades de Israel, em comunicado.

"Essa partícula da informação arqueológica ilustra o fato de que a construção do muro foi um projeto enorme que levou décadas e que não foi completado durante a vida de Herodes", disse a autoridade israelense.

A autoridade disse que os historiadores acadêmicos já tinham conhecimento, a partir de fatos narrados pelo historiador judeu Flávio Josefo (37 ou 38 d.C. – 100 d.C), de que o muro fora completado pelo bisneto de Herodes.

Mas esse relato não ajudou a dissipar a história popular de que Herodes concluiu o Muro das Lamentações. As moedas foram a primeira evidência concreta para fazer uma atualização da versão de Flávio Josefo.

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Rede de TV católica remove apresentador de programa gayzista depois de campanha de protestos

 

Matthew Cullinan Hoffman

22 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — A maior rede de televisão católica do Brasil decidiu acabar com um novo programa polêmico dirigido por um famoso político socialista e gayzista.

A TV Canção Nova cancelou o programa depois de uma campanha de protesto pela internet realizada por telespectadores indignados, liderada pela conta de Twitter #CançãoNovaSemPT.

O site católico brasileiro “Sentir com a Igreja” postou charge retratando Edinho Silva sendo “defenestrado”.

O programa “Justiça e Paz”, que era transmitido semanalmente desde 3 de novembro, tinha como destaque Edinho Silva, que se anunciava como “sociólogo”, mas que é também líder do Partido dos Trabalhadores do Estado de São Paulo.

Comentaristas católicos rapidamente apontaram para o fato de que Edinho abertamente promove a agenda política gayzista, e dirige um partido que está buscando legalizar o assassinato de bebês em gestação em todo o Brasil, no nome da “saúde pública”.

Durante as eleições nacionais do ano passado, a máquina política do Edinho liderou o ataque contra os bispos católicos que buscaram alertar acerca das políticas pró-aborto do Partido dos Trabalhadores, de acordo com Wagner Moura, um dos maiores blogueiros católicos do Brasil.

“O presidente do Partido dos Trabalhadores do Estado de São Paulo é o mesmo que, em 2010, promoveu diretamente a perseguição do documento da Divisão Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, o qual pede que os católicos não votem em políticos pró-aborto como a presidenta Dilma Rousseff”, escreve Moura.

“Por meio dos advogados do Partido dos Trabalhadores, o presidente foi até o Tribunal Eleitoral para impedir o prosseguimento da impressão dos documentos”, acrescenta Moura. Depois que o documento foi confiscado pelas autoridades, o ato foi declarado ilegal por um tribunal brasileiro.

A descrição do programa que agora está cancelado, chamado “Justiça e Paz”, pode ainda ser encontrada no site da Canção Nova. O programa era apresentado também pelo bispo esquerdista Demétrio Valentini, e iria “discutir temas sociais a partir da doutrina social da Igreja, contida no Catecismo da Igreja Católica. Entrarão em pauta assuntos como democracia, saúde, educação, greves, sindicatos e liberdade religiosa”.

De acordo com o ativista católico brasileiro Antonio Donato, vários outros políticos foram também removidos da programação da TV Canção Nova, inclusive Gabriel Chalita, Eros Biondini, Paulo Barbosa, Myriam Rios e Lu Alckmin.

O site católico brasileiro “Sentir com a Igreja” respondeu à notícia com uma charge retratando Edinho Silva como “defenestrado” (jogado pela janela) da sede da Canção Nova por Jesus e um bispo católico.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/catholic-tv-network-removes-homosexualist-program-host-following-protest-ca

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Governo do Brasil tenta fechar rede de TV católica em conflito existente por causa do aborto

 

Matthew Cullinan Hoffman

SÃO PAULO, Brasil, 23 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — O governo federal do Brasil, atualmente controlado pelo Partido dos Trabalhadores pró-aborto, está tentando fechar a maior rede de TV católica do Brasil em evidente retaliação por remover apresentadores do PT (http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2011/11/rede-de-tv-catolica-remove-apresentador.html) da programação.

TV Canção Nova

De acordo com ativistas pró-vida locais, a decisão de atacar a TV Canção Nova parece ser o episódio mais recente de um conflito em andamento entre o governo e a Igreja Católica do Brasil pelo fato de que a Igreja Católica rejeita as políticas pró-aborto e pró-homossexualismo do Partido dos Trabalhadores.

De acordo com os meios de comunicação locais, o Ministério Público Federal entrou com ação civil para revogar as licenças da TV Canção Nova e também da estação católica conhecida como TV Aparecida, pois sua documentação não seguiu os procedimentos adequados quando suas licenças foram concedidas em 1997 e 2001. O MPF nega que sua decisão tenha a ver com o conteúdo da programação das TVs.

Contudo, o ataque contra as estações ocorreu apenas dois dias depois que a TV Canção Nova anunciou que estaria removendo um proeminente político do Partido dos Trabalhadores de sua programação depois de um protesto por parte de católicos por causa do apoio do PT ao aborto legalizado bem como às uniões civis homossexuais e a leis contra a “homofobia”.

Ativistas pró-vida do Brasil acreditam que a estação foi pressionada a aceitar os líderes do Partido dos Trabalhadores depois das calorosas disputas das eleições presidenciais de 2010. Dilma Rousseff, a candidata do Partido dos Trabalhadores, quase perdeu essas eleições devido às posturas polêmicas do PT, as quais foram publicamente denunciadas por bispos e padres católicos.

Um padre da TV Canção Nova denunciou o Partido dos Trabalhadores durante as eleições como pró-aborto, gayzista e marxista e disse que nunca votaria neles, provocando a fúria do PT.

Durante as eleições o governo confiscou materiais que mostravam para o público o ensino da Igreja Católica sobre o direito à vida, e de acordo com as reportagens ameaçou líderes católicos com o cancelamento do tratado do Brasil com o Vaticano, o qual inclui verbas governamentais para as escolas. O confisco foi mais tarde julgado como ilegal por um tribunal do Brasil, embora as eleições já tivessem passado e Rousseff tivesse sido eleita.

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