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Bachmann fala acerca de perspectivas seculares sobre políticos cheios do Espírito Santo

 

Marcus Yoars

Na parte dois desta entrevista exclusiva para Marcus Yoars, editor da revista Charisma, a candidata à presidência dos Estados Unidos e antiga leitora da Charisma Michele Bachmann fala como ela ouve Deus, fala sobre o Estado e a igreja nos Estados Unidos e mais. A parte 1, onde a congressista abriu o coração sobre sua fé e raízes carismáticas,está aqui.

Charisma: Raramente temos a oportunidade de fazer tal pergunta a um candidato: Como você diria que ouve Deus?

Michele Bachmann, candidata à presidência dos Estados Unidos

Bachmann: Sou uma mulher que acredita profundamente no poder da oração. E toda oração é comunicação com o Senhor. É derramar e expressar nosso coração, nossa alma, ao Senhor e então escutar ao que o Senhor quer falar conosco. Tenho visto que Deus tem sido muito fiel em minha vida e sou agradecida por isso. É por isso que penso que a oração é fundamental, pois é desse jeito que permanecemos em comunicação com o Senhor.

Charisma: O que Deus está lhe dizendo nesta temporada da vida?

Bachmann: Olha só, fidelidade. Quando entrei no Congresso a única coisa que eu precisava fazer era não só me humilhar, mas permanecer num contínuo estado de confissão de pecados diante do Senhor. Por isso, diariamente confesso meus pecados diante do Senhor. Além disso, tento com todas as forças me manter distante do pecado. E com a ajuda dEle, esse é o único jeito que dá para se fazer. O poder dEle e o braço direito dEle são suficientes para me manter, sustentar e segurar no caminho que Ele escolheu.

Charisma: Você acha que a igreja está perdendo terreno nos Estados Unidos?

Bachmann: Penso que o Senhor tem sido fiel a nós como nação, mas Ele é também fiel a nós como indivíduos. O governador Bradford escreveu em seu Diário da Colônia de Plymouth que o que trouxe os peregrinos aos Estados Unidos foi levar o Evangelho às pessoas que não conheciam Jesus Cristo. Podemos ser extremamente gratos que as pessoas que queriam no início fundar esta nação o fizeram com o propósito de levar o Evangelho a esta nação. O versículo da minha vida é 2 Coríntios 3:17: “Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.” Esse para mim é um princípio dos Estados Unidos. Temos conhecido a liberdade como nenhuma outra nação, pois penso que o Evangelho de Jesus Cristo tem tido liberdade de ser proclamado aqui.

Charisma: Você chega a se sentir sobrecarregada com seu chamado?

Bachmann: Quase qualquer desafio na vida pode sobrecarregar. E acho que provavelmente a coisa mais intelectualmente exigente que já fiz foi ser uma mãe cuidando de filhos em casa. Penso que não há nada mais poderoso nem eterno do que o papel de ser mãe. Nossos cinco filhos biológicos conhecem o Senhor. Até onde meu marido e eu sabemos, não há maior legado que já teremos do que criar nossos filhos para conhecer o Senhor e andar de acordo com os caminhos dEle.

Charisma: Por que você acha que os que são cheios do Espírito Santo, em particular, são vistos como extremistas na esfera política?

Bachmann: Acho que as pessoas precisam ter liberdade de expressar sua fé e adorar o Senhor livremente e do jeito que quiserem. O que vi é que quando um cristão se torna cheio do Espírito Santo, eles são pessoas que genuinamente acreditam que Deus é quem Ele afirma que é, e que elas acreditam que a Palavra de Deus é infalível. Isso é provavelmente assustador para um mundo descrente — ver pessoas que acreditam no Deus do universo. Saber que servimos um Deus todo-poderoso, não mais tememos os homens. Tememos Deus mais do que tememos os homens. E isso é de uma perspectiva positiva, pois sabemos que a eternidade é tão real quanto este mundo. É importante para nós crermos num Deus fiel e todo-poderoso.

Charisma: O que você diria para as mães que escolheram permanecer no lar, para as pessoas no mercado de trabalho ou para os estudantes que querem fazer uma diferença em seu mundo?

Bachmann: Olha, eu penso que é ser fiel onde quer que estejamos. Quando somos fiéis no pouco, então o Senhor nos confia com mais. Eu firmemente creio que jamais deveríamos desprezar os inícios pequenos. Deus de forma brilhante designa desafios. Ele os embrulha com papel de presente porque é durante esses momentos que nosso caráter é forjado. Passo por dias muito difíceis, mas Ele já tirou muitos desertos de minha vida. E penso que precisamos abraçar esta ideia: de nos deixarmos ser continuamente usados pelo Senhor para sermos fiéis nessas ocasiões. Davi era um rapazinho que trabalhava como pastor de ovelhas. Ele era o menos importante de sua família. Mas Deus usou Davi e no final o ungiu para ser o maior rei da história de Israel, porque ele foi fiel. Se formos fiéis, há algo muito mais além que o Senhor tem para nós porque temos de ver a alegria da jornada. Jesus Cristo morreu por todos os homens. Ele se tornou pecado de modo que não tivéssemos de conhecer o pecado. Nós nunca veríamos a morte. Por isso, quando recebemos a justiça dEle e a vestimos como manto, é isso o que nos permite entrar na eternidade e no céu.

Tradução: www.juliosevero.com

Fonte: Revista Charisma

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La Catedral de Cristal será católica

California-EEUU

La Catedral de Cristal será católica

Será la Catedral de Santa Ana, fruto de su bancarrota en 2010 tras años de luchas internas entre la familia de su fundador.

 

La famosa -pero en los últimos tiempos conflictiva- Catedral de Cristal del sur de California será finalmente vendida a la Iglesia Católica, tras un acuerdo para solucionar su bancarrota que fue aprobado el pasado jueves por un juez; a pesar de que todo apuntaba a que iba a ser adquirida por la Universidad Chapman.

La organización del doctor Schuller había entrado formalmente en bancarrota el pasado mes de octubre de 2010, con impagados de más de cincuenta millones de dólares.

Según la resolución judicial el edificio aún podrá ser utilizado durante tres años por sus actuales propietarios, y a partir de ahí comenzarán las reformas .

Será, además de templo católico, centro pastoral y escuela parroquial, y por ello habrá que adaptar su interior para el culto católico: altar central, tabernáculo, baptisterio e incluso la “cátedra”, esto es, la silla del obispo.

Aunque será difícil que sea conocida de otro modo que Catedral de Cristal, el nombre que llevará el templo será Catedral de Santa Ana.

UN LUGAR EMBLEMÁTICO
La Catedral de Cristal es una espectacular construcción que se eleva en la localidad de Garden Grove (California, EEUU) y pertenecía a una comunidad protestante fundada en 1955. Se terminó en 1980 y todo su exterior está formado por diez mil paneles de vidrio, habiéndose así convertido en una atracción para curiosos, además de para los fieles del Doctor Robert H. Schuller y los miles de telespectadores que seguían al programa televisivo nacional “La hora del poder” que se emitía desde allí.

La Catedral de Cristal, pionera en iniciar el movimiento de megaiglesias en Estados Unidos tras su apertura en 1970, se declaró en bancarrota en 2010 después de años de luchas internas entre la familia del fundador de la Iglesia, el reverendo Robert H. Schuller y líderes de la misma.

La mega iglesia cristiana se ha visto sacudido por una reciente controversia más. Robert Schuller, conocido por su programa internacional la Hora de Poder, quedó fuera de la junta directiva de la Catedral de Cristal de este año.
VENTA DE LA CATEDRAL

FOTO - CATEDRAL DE CRISTAL VISTA INTERNA  A la subasta del templo acudieron varias instituciones. La diócesis católica de Orange venció finalmente en el concurso de acreedores a la Chapman University, que había asimismo mostrado una oferta (algo menor, aunque era la preferida por los fieles de la Catedral de Cristal como compradora).

Sheila Schuller Coleman, hija del fundador, buscó tranquilizar a los miembros y simpatizantes de este lugar icónico de culto el jueves pasado, diciendo que “todavía hay tiempo para que Dios intervenga y salve los Ministerios de la Catedral de Cristal. Quiero asegurarles que no es demasiado tarde para un milagro”, dijo la directora de Ministerios de la iglesia.

La junta de la iglesia aprobó el acuerdo después de que una corte de California ordenase que se decidiera vender la propiedad entre la diócesis católica de Orange y la Universidad de Chapman.

ALEGRÍA CATÓLICA
“Este resultado nos permite tener una catedral lo suficientemente grande como para satisfacer nuestras necesidades presentes y futuras”, dijo Tod D. Brown, el obispo católico de Orange, en un comunicado el pasado jueves.

A las arcas católicas le costará 57,5 millones de dólares, una cifra elevada, pero que es poco más de la mitad de lo que le iba a costar construir una nueva a la diócesis de Orange, en California.

“Estoy sorprendido y agradecido de que tanta gente me dijera que esperaba que tuviéramos éxito. Es claro que muchos de nuestros laicos comprendan la necesidad y la importancia de una catedral para los católicos en el condado de Orange”.

Fuentes: ReL, CNN

© Protestante Digital

27-5-16-a 006

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Los exhibió públicamente en la cruz…

Leopoldo Cervantes-Ortiz

Estamos ante las fuerzas empeñadas en establecer el “anti-reino” de Dios en el mundo.

Los exhibió públicamente en la cruz…

 

19 DE NOVIEMBRE DE 2011

…y despojando ( apekdysámenos ) a los principados y a las potestades, los exhibió públicamente ( edeigmátisen en parresía ), triunfando sobre ellos ( thriambeúsas ) en la cruz. Colosenses 2.15, RVR 1960
1. LOS “PRINCIPADOS Y POTESTADES”
La reiterada mención paulina de los “principados y potestades” inicia con un pasaje que subraya la importancia que otorgaba a estas realidades en relación con la fe que él tenía en Cristo. Se trata de Romanos 8.38-39, en donde afirma tajantemente que ninguna cosa puede apartar al creyente “del amor de Dios que es en Cristo Jesús”. En la lista, que incluye a la muerte, la vida, los ángeles, lo presente, lo por venir, lo alto y lo profundo, los principados y potestades también son considerados un factor entre ellos. El teólogo reformado Hendrikus Berkhof subraya que “la secuencia es de lo más notable” y que “Pablo se refiere a un número de realidades que son parte de nuestra existencia terrenal y cuyo papel es uno de dominio”. Según esto, el apóstol insiste en que estas potestades son capaces de condicionar la vida terrenal y que no se trata sólo de entidades meramente espirituales o abstractas.
La vida humana siempre está condicionada y muchas cosas pueden condicionar también el compromiso de los creyentes con Cristo hasta conseguir que se ponga en entredicho. Combinando este pasaje con las advertencias y señalamientos de Colosenses 2.8ss, Berkhof resume:
Pablo observa que la vida es gobernada por una serie de poderes. Habla del tiempo (lo presente y lo por venir), de espacio (lo alto, lo profundo), de la vida y la muerte, de política y filosofía, de la opinión pública y de la ley judía, de tradiciones piadosas y del curso fatal de las estrellas. Apartado de Cristo, el hombre está a la merced de estos poderes. Ellos circundan, llevan y guían su vida. Las demandas del presente, el temor por el futuro, el Estado y la sociedad, la vida, la muerte, la tradición y la moralidad ─todas estas cosas son nuestros “tutores y cuidadores”, las fuerzas que unifican el mundo y la vida de los hombres y que los protegen del caos.(1)
Las siguientes dos menciones aparecen en I Cor 2.8 y 15.24-26. En la primera hay una acusación directa hacia “los príncipes de este siglo” ( arjóntos tou aionos ), idénticos a las potestades, quienes “crucificaron al Señor de la gloria” como parte de una confrontación directa, “de poder a poder” con Dios. “En y detrás de estas autoridades visibles Pablo puede ver poderes superiores en acción”.
En la segunda, en alusión expresa al salmo 110, el apóstol afirma que el reino de Dios y de su Hijo se establecerá como resultado de un conflicto que “suprimirá a todo dominio, autoridad y potencia ( jótan katargése pasan arjén kai pasan exousian kai dúnamin )”.
Se insiste en la supresión y no en un proceso de continuidad natural o de identificación con algún régimen histórico: el Reino de Dios es una realidad y una esperanza que se sitúa más allá de los esfuerzos humanos por conseguir mejores situaciones de vida, algo que se coloca en situaciones sociales y políticas condicionadas por ideologías, partidismos e intereses muy determinados. Las potestades espirituales, enunciadas desde esta percepción teológica, participan en estos procesos a contracorriente de los designios divinos y en un “bando opuesto” a las directrices divinas y a las acciones salvíficas realizadas en Cristo.
Es decir, estamos ante las fuerzas empeñadas en establecer el “anti-reino” en el mundo.
2. EXHIBICIÓN PÚBLICA DE LAS POTESTADES EN LA CRUZ
En Colosenses 2, los efectos de la muerte de Jesús en la cruz son presentados en el marco de la anulación del decreto divino contra el pecado humano, cuya “acta” ( jeirógrafon ) fue clavada en la cruz con Cristo para quitarla de en medio (v.14). Ese momento climático, cuando Jesús estuvo en la cruz, representó el triunfo definitivo e irreversible sobre las potestades que se oponen a los planes redentores de Dios. La Traducción en Lenguaje Actual vierte así el v. 15: “Dios les quitó el poder a los espíritus que tienen autoridad, y por medio de Cristo los humilló delante de todos, al pasearlos como prisioneros en su desfile victorioso”.
Los “rudimentos del mundo” ( stoijeia), entre los que están las potestades, ya no pueden dominar la vida de los seguidores/as de Jesús, por lo que esta lectura político-espiritual de su cruz y muerte apunta hacia una teología del establecimiento del triunfo de los proyectos divinos de vida sobre los planes de muerte, vigentes aún, de las potestades terrenales y espirituales contrarias la voluntad del Creador y Redentor, presentes en las estructuras cósmicas e históricas que dominan sobre la existencia de millones de personas:
Los poderes gobiernan la vida humana fuera de Cristo. Se manifiestan en tradiciones humanas (v. 8), en la opinión pública que amenaza seducir a los cristianos en Colosas para que se aparten de Cristo. Se manifiestan en la observancia cuidadosa y timorata de requerimientos sobre abstinencia de comida y bebida, o días de fiesta (vv. 16-20). Todo esto puede resumirse “en mandamientos y doctrinas de hombres”. Los “poderes mundiales” bajo los cuales la humanidad languidece, y bajo los cuales los colosenses están en peligro de volver a ser sujetos son definitivamente reglamentos religiosos y éticos […] En el v. 14 se habla de estas estructuras como la forma en que estos principados y potestades gobiernan sobre los hombres, o más bien los poderes son  las estructuras. El punto principal es que Cristo por medio de su cruz ha desenmascarado y desarmado la autoridad casi divina de estas estructuras.
En la cruz, Jesús luchó y venció a estos dominios político-espirituales a los que la imaginación popular identifica con “ángeles caídos” o espíritus malignos que desafían su condición de criaturas para oponerse a los designios de Dios . En la cruz, afirma Pablo, los poderes mostraron su fiereza y potencial destructivo. Allí salió a la luz la fuerza con que intentaron impedir la redención, pues por definición se oponen a que triunfe el amor y la justicia. “Antes de esto habían sido aceptados como las realidades más básicas y últimas, como los dioses del mundo. […] Ahora que el verdadero Dios aparece en Cristo sobre la tierra, viene a ser aparente que los poderes son hostiles a Dios, actuando, no como sus instrumentos sino como sus adversarios”. Los instrumentos humanos y sobrehumanos al servicio de esta enemistad han sido vencidos de una vez y para siempre en la cruz de Jesús. Esos poderes no gobiernan el mundo, aunque visiblemente pueda parecerlo: la cruz los desarmó e inhabilitó para siempre. Ésa es la realidad más grande para la fe cristiana y hay que asumirla no con triunfalismo, sino con una responsabilidad activa en la promoción de la venida del Reino de Dios.

  (1) H. Berkhof, Cristo y los poderes. Grand Rapids, TELL, 1985, pp. 21-22.
Foto: copyright (c) 123RF Stock Photos

Autores: Leopoldo Cervantes-Ortiz

©Protestante Digital 2011

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