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O TESTEMUNHO DAS ESCRITURAS.

 

Por Leandro Borges

“Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-lo-ei por mim mesmo, os meus olhos o verão, e não outros; de saudade me desfalece o coração dentro de mim”. (Jó cap.19 vers.25,26,27).

O Testemunho do Antigo testamento:  Na passagem bíblica citada acima, observe que o patriarca Jó foi consolado por essa doutrina enquanto passava pelo oceano de aflições. Alguns afirmam que essa passagem não faz referência à ressurreição, mas apenas expressa a confiança de Jó em que Deis lhe haveria de restituir a prosperidade. No entanto, ele fala de um Ser cujo nome é Redentor, que não se achava na terra naquele tempo, mas haveria de aparecer mais tarde na história do mundo. Se isso não exprime a fé do patriarca em um Messias vindouro, o que exprimiria entã ??? Jó fala do próprio corpo sendo destruído pelos vermes: seria possível exprimir o estado de morte em termos mais claros ??? Como isso pode ser uma referência à adversidade temporal ??? Se as palavras de Jó não se referem à destruição do corpo e à vida subseqüente, pouco sentido parecem ter. Portanto, ele está declarando a certeza de que ressuscitará e verá a Deus no futuro.

Os profetas também anunciaram em linguagem clara a sua fé na ressurreição do corpo.

Isaías, era um aristocrata de nascimento, bem educado e por chamado divino tornou-se um proclamador dos oráculos de Deus. Ele foi o instrumento escolhido por Deus em Jerusalém. Observe que no (cap.26 vers.19), Isaías diz o seguinte: “Os vossos mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho, ó Deus, será como o orvalho de vida, e a terra dará à luz os seus mortos”.

Observe também que em (Daniel cap.12 vers.2), Daniel ajunta o seu testemunho ao de Isaías: “Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna e outros para vergonha e desprezo eterno”.

Essas duas passagens já são o suficientes para demonstrar que os patriarcas e profetas, guiados por inspiração divina, penetravam as espessas nuvens que encobriam o túmulo e avistavam a glória da ressurreição no último dia.

O Testemunho do Novo Testamento: Cristo, nos evangelhos, sustenta essa preciosa doutrina. Os saduceus, que não acreditavam na ressurreição, vieram ter com Jesus e o interrogaram sobre o assunto. Duas resposta podem ser encontradas em (Lucas cap.20 vers.37,38), (Mateus cap.22 vers.31,32) e também em (Marcos cap.12 vers.26,27), no qual para que você possa estudar melhor esta matéria, vamos citar estas 3 respostas abaixo:

“E que os mortos hão de ressuscitar, Moisés o indicou no trecho referente à sarça, quando chama ao Senhor o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. Ora, Deus não é Deus de mortos, e sim de vivos; porque para Ele todos vivem. Então, disseram alguns dos escribas: Mestre, respondeste bem!”

“E, quanto à ressurreição dos mortos, não tendes lido o que Deus vos declarou: Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos”.

“Quanto à ressurreição dos mortos, não tendes lido no livro de Moisés, no trecho referente à sarça, como Deus lhe falou: Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ora, ele não é Deus de mortos, e sim de vivos”.

As palavras citadas aqui por Jesus foram proferidas a Moisés conforme nos mostra (Êxodo cap.3), e o Senhor declara que foram ditas “acerca da ressurreição dos mortos”. Mas observe que em (João cap.5 vers.28,29), Jesus também disse o seguinte: “Não vos maravilheis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que dizeram o mal, para a ressurreição da condenação”.

É importante você saber que os apóstolos também deram testemunhos da ressurreição, observe bem (Filipenses cap.3 vers.20,21) que diz o seguinte: “A nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas”.

Uma outra observação importante, é encontrada em (1 Tessalonicenses cap.4 vers.14 á 18), que diz o seguinte: “Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até a vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras”.

No novo testamento, o mais extenso e teologicamente rico argumento sobre a doutrina da ressurreição foi escrito por Paulo.

A doutrina da ressurreição está claramente estabelecida nas Escrituras.

QUE DEUS TE ABENÇOE…

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Vaticano sugere a criação de uma autoridade financeira “com competência universal”

 

A ideia da Santa Sé é criar um órgão que faça uma reforma no sistema econômico atual e evite novas crises

Vaticano sugere a criação de uma autoridade financeira “com competência universal”

 

Foto - VATICANO

Tentando interferir nas crises econômicas mundiais, o Vaticano vai apresentar na próxima segunda-feira um documento que propõe a criação de uma “autoridade pública com competência universal” que fará uma reforma no sistema financeiro internacional.

O documento foi elaborado pelo Conselho Pontifício Justiça e Paz, liderado pelo cardeal africano Peter Kodwo Appiah Turkson e foi intitulado de “A reforma do sistema financeiro internacional na perspectiva de uma autoridade pública de competência universal”.

O Papa Bento XVI já se pronunciou muitas vezes dizendo que era a favor de uma “intervenção pública” no sistema financeiro mundial e chegou a denunciar  o sistema econômico atual e suas consequências sobre os setores mais pobres da população, em particular os camponeses.

“A crise financeira mundial demonstrou a fragilidade do sistema econômico atual e das instituições a elas conectadas”, declarou o Papa no mês de abril. A crises financeiras tem atingido vários países desde 2008 e por esse motivo o chefe da Igreja Católica afirma que é  ”um erro considerar que o mercado é capaz de se autorregular, sem a necessidade de uma intervenção pública e sem referências morais internacionais”.

Bento XVI também falou sobre o aumento do calor dos alimentos e acusou a especulação financeira do setor. “É preciso investir no setor agrícola”, disse ele em uma mensagem enviada à Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) pelo Dia Mundial da Alimentação.

Fonte: Gospel Prime

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Decisão Sobre Casamento Gay É Adiada no STJ

 

Por Jussara Teixeira|Correspondente do The Christian Post

O tema casamento civil entre pessoas do mesmo sexo foi colocado ontem, quinta-feira, em votação no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Quatro dos cinco ministros da quarta turma do STJ votaram a favor da união civil, mas o ministro Marco Aurélio Buzzi fez um pedido de vista ao processo, de forma a ter mais tempo para analisar a questão.

Ainda não há data para a retomada do julgamento. Enquanto o julgamento não terminar, os ministros ainda podem mudar seus votos.

Caso seja favorável ao casamento civil homossexual, o STJ abre importante precedente para casos similares, embora a decisão do órgão não se torne regra a ser aplicada a todos os casos parecidos, ao contrário de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de acordo com o Terra.

O processo foi movido por duas empresárias gaúchas que recorreram ao STJ depois que tiveram autorização para seu casamento recusada por um cartório.

As duas vivem juntas há cinco anos e desejam mudar o estado civil. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, contudo, julgou improcedente a ação, o que levou as gaúchas a recorrerem ao STJ.

Em maio deste ano, o STF reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Segundo o IG, o STF deixou em aberto a possibilidade de casamento, o que provocou decisões desencontradas pelos juízes de primeira instância.

As diferenças entre as duas entidades são claras: a união estável acontece a partir da convivência entre o casal; já o casamento civil é um contrato jurídico-formal estabelecido entre duas pessoas, segundo a publicação.

O pastor Silas Malafaia, líder da Associação Vitória em Cristo, iniciou uma campanha no Twitter em que convoca seus seguidores a enviar email aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STJ) para que o órgão não reconheça a união homoafetiva como casamento.

Malafaia postou no microblog os emails de vários ministros do STJ para que mensagens fossem enviadas contra a validação do casamento homossexual.