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Pesquisadores dos Estados Unidos desenvolvem ‘nanomotor’

 

Primeiro motor do tamanho de uma única molécula 1 nanômetro de comprimento e é movido a eletricidade

06 de setembro de 2011 | 8h 41

 

Agência Fapesp

SÃO PAULO – Um grupo de pesquisadores da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, desenvolveu o primeiro motor do tamanho de uma única molécula movido a eletricidade. A novidade foi publicada no dia 4 na revista Nature Nanotechnology.

Ilustração do funcionamento do nanomotor - Divulgação

Divulgação

Ilustração do funcionamento do nanomotor

Motores microscópicos como esse são considerados de grande potencial para utilização na fabricação de dispositivos para as mais variadas aplicações, da engenharia à medicina.

O novo motor mede apenas 1 nanômetro de comprimento, isto é, seria preciso 1 bilhão deles enfileirados para chegar a 1 metro. Trata-se de um grande feito, pois até então o menor motor do tipo tinha 200 nanômetros de comprimento.

"Tem havido um progresso significativo na construção de motores moleculares movidos a luz e por reações químicas, mas essa é a primeira vez que um motor molecular movido a eletricidade é demonstrado. Fomos capazes de demonstrar que podemos fornecer eletricidade a uma única molécula e conseguir com que ela execute algo que não seja aleatório", disse Charles Sykes, um dos autores do estudo.

O grupo pretende submeter o novo motor aos editores do Guinness World Records.

Sykes e colegas foram controlaram e observaram o motor molecular com eletricidade com a ajuda de um microscópio de tunelamento LM-STM, que opera em baixas temperaturas. O equipamento emprega elétrons no lugar da luz para "ver" moléculas.

O grupo usou a ponta metálica do microscópio para fornecer uma carga elétrica em uma molécula de sulfeto de metil-butila posicionada sobre uma superfície de cobre. A molécula tem átomos de carbono e hidrogênio que formam uma estrutura com dois braços, com quatro carbonos de um lado e um do outro.

Os cientistas verificaram que, ao controlar a temperatura da molécula, controlavam também sua rotação. Temperaturas em torno de 267 ºC negativos se mostraram ideais para observar o funcionamento do motor molecular.

Para o futuro, o desafio será fazer com que o motor molecular opera em temperaturas mais elevadas.

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ESO pode ter supertelescópio capaz de ‘ver’ outras Terras

 

 

SALVADOR NOGUEIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O supertelescópio E-ELT deve receber o aval para o início de sua construção no fim do ano. "Ele será capaz de visualizar planetas do tamanho da Terra em estrelas próximas. Será o único capaz disso", afirmou Tim de Zeeuw, astrônomo holandês, diretor-geral do ESO (Observatório Europeu do Sul), durante a 36a Reunião Anual da Sociedade Astronômica Brasileira, em Águas de Lindóia (SP).

O E-ELT (sigla inglesa de Telescópio Europeu Extremamente Grande) seria o primeiro do tipo a ter um espelho da ordem de 40 metros.

Atualmente, os maiores telescópios do mundo têm de 8 a 10 metros. Há vários projetos concorrentes, mas a iniciativa europeia tem tudo para ser a primeira a sair do papel.

Swinburne Astronomy Productions/ESO

Concepção artística do supertelescópio; aparelho terá espelho de metros e custará 1 bilhão de euros

Concepção artística do supertelescópio; aparelho terá espelho de metros e custará 1 bilhão de euros

"Esperamos conseguir o sinal verde para a construção em dezembro", afirmou. "É complicado porque precisamos que todos os países-membros do ESO concordem. Todos os países parecem dispostos, mas uma coisa é uma conversa informal, outra é ir à reunião e votar favoravelmente", disse Zeeuw.

O ESO é composto por 14 países-membros (o Brasil será o 15º, e o primeiro não europeu, quando o Congresso Nacional ratificar o acordo assinado pelo governo no fim do ano passado).

Cada país deverá investir 250 milhões de euros ao longo de dez anos de construção. Parte desse dinheiro irá para custos operacionais e outras despesas –só o telescópio custará 1 bilhão de euros.

A importância de captar diretamente a luz de um planeta pequeno é que se pode descobrir sua composição. Presença de oxigênio na atmosfera, por exemplo, seria um forte indicativo de vida.

Hoje, o máximo que se consegue saber sobre planetas como a Terra é a massa e o diâmetro.

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El simbolismo de los números en la Biblia

Juan Antonio Monroy

 
La adivinación en la Biblia (4)

El simbolismo de los números en la Biblia

Aunque la Biblia jamás considera que un número sea sagrado o mágico por sí mismo, algunos de ellos sí reciben un valor particular

06 DE DE 2011

La Aritnomancia como tal, o práctica utilizada por los ocultistas para adivinar mediante el juego de los números, no tiene precedentes en la Biblia, pero el misterio de los números y el alto grado de simbolismo y de generalización que representan, sí ocupan un lugar relativamente destacado en las páginas del Libro.
En este delicado campo conviene no confundir los números con las cifras. Los ocultistas enseñan que cada nombre encierra un número, causa y significado de su existencia. Esto lo hacen reduciendo una cifra a un solo número y aplicándole un significado esotérico. La Biblia no va por ese sendero. Aunque en el Libro se pueda leer el empleo convencional o simbólico de algunos números, las cifras ofrecen informes históricos precisos o aproximados.
Aunque la Biblia jamás considera que un número sea sagrado o mágico por sí mismo, algunos de ellos reciben un valor particular . Son especialmente números simbólicos el 3,4,7,10,40,70,12,24,48,72.
De entre todos ellos destaca el número 7. Caín se venga 7 veces y Lamec 77 ( Génesis 4:15-24 ). El justo cae siete veces al día ( Proverbios 24:16 ). De María Magdalena fueron expulsados siete demonios ( Marcos 16:9 ). Hay que perdonar no siete, sino setenta veces siete ( Mateo 18:21 ). En Daniel se habla de siete naciones poderosas ( Daniel 7:1 ). Siete semanas, sobre las que tanto han escrito los futurólogos ( Daniel 16:9 ).
Con ayuda de una Concordancia hemos tenido la paciencia de contar las veces que se cita el número siete en la Biblia. Exactamente 323 veces, de ellas 250 en el Antiguo Testamento y 73 en el Nuevo. Sólo en el último libro de la Escritura, el Apocalipsis, el número siete se menciona 38 veces.
El número sagrado del pueblo judío es el doce. Está relacionado con el ciclo anual, doce meses lunares, doce constelaciones zodiacales. (Véase Apocalipsis 12:1 ). Israelitas e ismaelitas conforman doce tribus cada uno de ellos ( Génesis 49:28 y 25:12-16 ). Los patriarcas de Israel fueron doce ( Hechos 7:8 ). Cristo respeta este número al elegir a doce apóstoles ( Marcos 3:13-14 y Mateo 19:28 ).
Ocultistas que emplean la numerología para averiguar el carácter y el futuro de las personas afirman que el valor oculto de los números, que viajó por todo el oriente, se asienta en la Biblia. No es así. El simbolismo de los números en la Escritura es un hecho, pero en ningún caso se lee que las representaciones numéricas fuesen utilizadas para predecir el futuro de alguien.

Autores: Juan Antonio Monroy

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