23/08/2011 – 17h18
DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
Atualizado às 17h30.
O forte terremoto de magnitude 5,8 que atingiu a costa leste dos Estados Unidos nesta terça-feira danificou prédios públicos em Washington e foi sentido em Nova York.
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Veja galeria de fotos do momento após o terremoto
No tremor, brasileira corre para a rua enquanto todos ficam no porão
‘Pensei que fosse cair tudo’, diz brasileiro ao sentir terremoto
‘Foi um susto’, relata correspondente da Folha sobre terremoto
O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) registrou o tremor às 13h51 (14h51 em Brasília) e com profundidade revisada de apenas 0,1 km –quanto menor a profundidade, maior a chance dos efeitos serem sentidos.
Michael Bocchieri/France Presse

Pessoas de aglomeram nas ruas de Manhattan após tremor; terremoto atinge Washington e é sentido em NY
O Pentágono foi esvaziado por causa do tremor, que, segundo o USGS, teve seu epicentro perto de Richmond, Virginia, a 139 km da capital americana.
A Catedral de Washington –o prédio mais alto da cidade– sofreu danos após o tremor, de acordo com o porta-voz Richard Weinberg. A principal torre do edifício sofreu danos de menor proporção.
Pablo Martinez Monsivais/Associated Press

Catedral Nacional de Washington, que ficou danificada após terremoto
Três pináculos da torre central da igreja caíram, e um quarto estava em risco, segundo Weinberg.
De acordo com o Corpo de Bombeiros de Washington, o prédio da Embaixada do Equador também ficou danificado.
O Serviço de Parques nacionais de Washington disse que todos os monumentos foram esvaziados, inclusive o recém-inaugurado memorial Martin Luther King Jr, mas que não houve registro de danos.
PÂNICO
Em Washington, os prédios tremeram por alguns segundos e as calçadas se encheram de pessoas, que correram para as ruas. A maioria tentava se comunicar com parentes, mas as linhas telefônicas sofreram interrupções.
Jim Lo Scalzo/Efe

Policial em rua de Washington após terremoto; catedral e embaixada ficam danificadas
No metrô, o terremoto também foi sentido, mas o serviço foi mantido normalmente.
O tremor, segundo o jornal "Washington Post", foi sentido por pouco mais de 30 segundos –o suficiente para acionar os alarmes anti-incêndio no distrito comercial. O jornal relata que os prédios da capital foram esvaziados, incluindo parte da Casa Branca.
Segundo as agências de notícias, contudo, o tremor foi sentido ainda em Filadélfia, Nova York, Pensilvânia, Ohio e até o resort de Martha’s Vineyard, onde o presidente Barack Obama passa suas férias. Há ainda relatos de que foi sentido em Chapel Hill, na Carolina do Norte e até mais ao norte, em Rhode Island.
NOVA YORK
Em Nova York, vários prédios também foram esvaziados, mas nenhum incidente com vítimas foi registrado até as 18h (horário local).
Milhares de pessoas deixaram suas casas no bairro do palácio da Justiça, ao sul de Manhattan. Não havia sinal de pânico. A cidade usou os procedimentos de evacuação que foram adotados após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.
O terremoto também foi sentido na ilha de Martha’s Vineyard, em Massachusetts, onde o presidente Barack Obama passa férias com a família.
TRANSPORTES
Os voos com partida e chegada em Nova York foram retomados após sofrer atraso. Voos do aeroporto internacional John F. Kennedy e Newark estavam suspensos devido ao tremor, segundo o porta-voz da Autoridade Aeroportuária de Nova York e Nova Jersey.
Autoridades suspenderam temporariamente os voos para inspecionar as condições das pistas e torres de controle.
A operadora Amtrak disse que seus trens tiveram que reduzir velocidade entre Baltimore e Washington para inspecionar linhas férreas, estações e a infra-estrutura em geral após o tremor.
De acordo com a companhia, não há registro de feridos, mas passageiros devem enfrentar atrasos.
CANADÁ
Os moradores de Toronto, News Brunswick e Ottawa, no Canadá, também sentiram os efeitos do terremoto de magnitude 5,9 que ocorreu na tarde desta terça-feira a centenas de quilômetros, perto de Louisa, na Virgínia (EUA).
A polícia de Toronto disse via o microblog Twitter que recebeu inúmeras ligações de moradores relatando o tremor, mas que, até o momento, não há informações de danos.
Vários funcionários de escritórios em Toronto reportaram ter sentido suas mesas tremerem, segundo o jornal canadense "The Globe Mail".
Editoria de Arte/Folhapress

18 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — O governo poderia economizar literalmente bilhões com a simples medida de adotar passos modestos para combater o desenfreado índice de divórcio, de acordo com proeminentes líderes que lutam para reformar as leis de divórcio.
O divórcio “coloca pesos reais nas crianças, adultos e Estado”, aponta W. Bradford Wilcox, diretor do Projeto Nacional de Casamento da Universidade de Virginia.
W. Bradford Wilcox divórcio “coloca pesos reais nas crianças, adultos e Estado”
“Sobre o Estado, os libertários e os conservadores precisam compreender que quando um casamento se desmorona, as despesas em tribunais sobem, as crianças provavelmente sofrerão fracassos na escola e mais tarde no mercado de trabalho, mais agentes policiais serão necessários para lidar com meninos e rapazes delinquentes, etc. Por isso, o desmoronamento do casamento faz com que o tamanho e a dimensão da autoridade estatal expandam”.
Os custos do divórcio, e as campanhas para reformar as leis de divórcio, foram o tema de um recente artigo do jornal Washington Times, onde se noticia que em média um divórcio custa 2.500 dólares, só de início. Mas isso não leva em conta os custos de apoio vindo do governo para famílias onde só há uma mãe ou um pai, apoio que a reportagem do jornal diz pode custar entre 20 e 30 mil dólares por ano. Multiplique essa cifra pelo número de famílias divorciadas com apenas um dos pais na liderança, e estamos olhando números que chegam aos bilhões de dólares.
Michael McManus, codiretor de Marriage Savers (Salvadores de Casamentos), concorda com Wilcox acerca dos custos do divórcio, tanto financeiros quanto sociais, apontando para uma citação do discurso feito em 2008 no Dia dos Pais pelo então candidato Obama, de que as crianças “que crescem sem um pai têm uma probabilidade 5 vezes maior de viver em pobreza e cometer crimes, 9 vezes mais probabilidade de abandonar a escola e 20 vezes mais probabilidade de terminar na prisão”.
“Se pudéssemos cortar o índice de divórcio dos Estados Unidos pela metade, pouparíamos 500.000 crianças por ano de passar pela experiência de ver seus pais se divorciando”, diz McManus.
McManus cita Michael Reagan, cujos pais Ronald Reagan e Jane Wyman se divorciaram, que escreveu: “O divórcio é onde dois adultos tomam tudo o que importa para uma criança — o lar dessa criança, a família dessa criança e o senso de ser amada e protegida dessa criança — e quebram tudo, deixando tudo em ruínas no chão, e então vão embora e deixam a criança para limpar a bagunça toda”.
“Os Estados Unidos têm tido um divórcio para cada dois casamentos nos últimos 36 anos”, comenta McManus. “Nosso índice de divórcio é o triplo do da Inglaterra ou França. Depois de 5 anos, 23% dos Americanos se divorciaram, em comparação com apenas 8% na Inglaterra ou França e 10% no Canadá”.
Wilcox aponta para o fato de que embora nem todas as crianças cujos pais se divorciam sofrerão, “suas chances de sofrer aumentam de modo acentuado”.
“Crianças anseiam conhecer e serem conhecidas por seus pais, amar e serem amadas por seus pais e verem o pai e a mãe amarem um ao outro”, diz ele. “O divórcio deixa muitos, ou até mesmo todos, desses anseios irrealizados”.
A reforma das leis de divórcio foi testada nos estados de Louisiana, Arkansas e Arizona, que têm uma lei de “casamento de aliança”. “Casais de aliança” participam de educação e aconselhamento matrimonial, de acordo com o jornal.
Mark Boitano, senador do Estado do Novo México, também introduziu uma Lei de Redução de Divórcio dos Pais na sessão deste ano, uma iniciativa com a qual os defensores da reforma das leis de divórcio estão entusiásticos, e que esperam seja só o começo de um movimento maior. A lei imporia um período de “reflexão” para os casais que desejam se divorciar, bem como educação para casais, com o objetivo de reduzir os índices de divórcio. O senador Boitano não respondeu a um pedido de entrevista feito por LifeSiteNews até o momento da publicação desta reportagem.
