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Algeciras celebra su festival evangélico

En Cádiz

 

Algeciras celebra su festival evangélico

Teatro, cante flamenco y exposición de la Biblia en un ambiente festivo con presencia del alcalde y del pastor Juan José Cortés.

22 DE AGOSTO DE 2011, ALGECIRAS

Un grupo de cantantes, músicos y palmeros fueron los encargados de inaugurar el festival cultural evangélico flamenco que se celebró en la Plaza Antonio Rubio, en el que los encargados de guiar el culto realizado a Jesucristo fueron los pastores de la iglesia del Río Ancho y de El Saladillo ante más de 100 asistentes.
El programa del festival consistió en una serie de cantes de "flamenco gospel" que amenizaron la ceremonia, la presentación del disco de uno de los hermanos evangélicos y la representación de una obra teatral.
El festival de cante flamenco fue especial ya que  contó con la presencia del también pastor Juan José Cortés  de Huelva, padre de la pequeña Mariluz que fue asesinada hace tres años, que compartió parte de su vida y su predicación con los hermanos asistentes.
PRESENCIA INSTITUCIONAL
Al evento asistieron representantes del Partido Popular (PP) y del Partido Andalucista (PA). El alcalde de la ciudad, José Ignacio Landaluce, afirmó acudir a los eventos de la iglesia evangélica siempre que se le convoca , ya que es el “sitio en el que más calor se les da a los concejales”, y donde se encuentran muy a gusto.
Además, según el alcalde, los fieles evangélicos siempre le han transmitido sus inquietudes, necesidades, sueños y anhelos con mucha alegría, al igual que celebraban el culto con cantes y música.
Landaluce aseguró que coincide con Cortés en “las peticiones por los cambios que se tienen que producir en las leyes, que deben acomodarse a la realidad”. También apostó por mejorar Algeciras y sus barriadas gracias al trabajo conjunto de su partido y la oposición.
El pastor de El Saladillo afirmó que, además de ser un acto cultural y social, el festival evangélico quería servir para mostrar a las personas que “existen soluciones para la drogadicción y la inclusión social” . El pastor aseguró que, desde el festival, los presentes honraban a Dios como Iglesia y como personas.

Fuentes: Europa Sur

© Protestante Digital 2011

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Muçulmanos Usam Pretextos para Destruírem Igrejas

 

Por Portas Abertas|

INDONéSIA (48º) – Militantes islâmicos, que são suspeitos de incendiar três igrejas domésticas na província de Sumatra este mês, talvez tenham tomado tal atitude por motivações políticas, disseram alguns líderes cristãos.

Uma multidão de muçulmanos queimou os locais de encontro da Igreja Protestante Batak Karo (GBKP) e da Igreja Pentecostal da Indonésia (GPDI), em 1º de agosto, além de uma Igreja Metodista da Indonésia, no dia 2 de agosto, todas no distrito de Kuantan Singingi.

O líder da GBKP, Sahan Tarigan, disse que havia cerca de 100 pessoas em motocicletas que foram até a igreja, às 11 horas do dia 1º de agosto. Eles atiraram pedras, ameaçaram os membros da igreja com facas e, finalmente, jogaram gasolina no templo, incendiando a igreja. Não houve vítimas.

“Não sabemos de onde eles vieram, mas certamente não temos nenhum problema com a população local”, disse o líder à rádio. “Aqueles que queimaram a igreja não são os moradores que vivem ao nosso redor.”

Tarigan disse que a casa onde a igreja se reunia era da GBKP há quase três anos e que os moradores da região nunca se opuseram a qualquer culto ali. Ele disse que não sabe por qual razão os muçulmanos incendiaram as igrejas. Segundo informações, a igreja não tinha autorização de funcionamento e o barulho que ela fazia incomodava muito os muçulmanos, que jejuam durante o dia, em razão do Ramadã.

Mas o secretário-executivo da Comunhão das Igrejas na Indonésia, Jeirry Sumampow, disse suspeitar de motivos políticos. Nas eleições que ocorreram em abril, as igrejas no distrito de Tengah Kuantan apoiaram o candidato que venceu. “Na época das eleições, houve muita tensão, porque os cristãos declararam abertamente apoio ao candidato vencedor”, disse ele.

Sumampow disse lamentar que a polícia estivesse agindo de forma lenta para reagir e investigar os ataques dos dias 1 e 2 de agosto, o que contribuiu para que uma terceira igreja fosse atacada depois

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Enterro de Cristã Gera Confusão em Comunidade

 

Por Portas Abertas|

íNDIA (32º) – Os moradores da região aderem à religião tradicional do país, onde é comum o ritual da cremação. As pessoas da aldeia ficaram chateadas por Krishna ter virado as costas aos deuses tradicionais para adorar a Jesus, tanto na vida dela quanto na morte.Os moradores da região aderem à religião tradicional do país, onde é comum o ritual da cremação. As pessoas da aldeia ficaram chateadas por Krishna ter virado as costas aos deuses tradicionais para adorar a Jesus, tanto na vida dela quanto na morte.

As pessoas acreditavam que, se pudessem cremá-la, ao invés de enterrá-la, ela voltaria a receber o favor de seus deuses. Então confrontaram a ideia dos cristãos, que queriam enterrá-la.

“Eles nos disseram que, se tentássemos enterrá-la, iriam destruir a igreja”, disse o missionário Prem Rai Rangom. Ele também era pastor de Krishna. Então Prem e sua congregação deixaram o corpo de Krishna em sua casa por três dias, enquanto ele e outros pastores tentavam formular um acordo pacífico para o conflito.

Finalmente, a polícia interveio e disse que Krishna poderia ser enterrada, mas não em sua terra. Em vez disso, eles tiveram que enterrá-la em um terreno distante de sua aldeia. Mas os problemas não tinham acabado para eles.

Os moradores ainda estão com raiva dos cristãos. Eles os culpam por causar a desarmonia na comunidade. Um dos porta-vozes da comunidade disse que Prem tinha uma semana para tirar a igreja da aldeia. Os extremistas estão ameaçando demolir o prédio da igreja, se os cristãos continuarem com os cultos.

A igreja se reúne em uma casa alugada, cujo dono preocupado, pois existe o risco de a propriedade ser danificada. Ele disse a Prem e aos membros da igreja que não mais poderiam se reunir ali para fazer seus cultos.

Prem está pedindo oração para que Deus lhe dê sabedoria e força para encorajar os cristãos a não se abalar com a situação e continuar sendo testemunhas corajosas diante dos moradores da comunidade.

Fonte: Gospel for Asia