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Para Quem Pensa Estar em Pé (I)

 

Por Rev. Augustus Nicodemus|Colunista Convidado do The Christian Post

Faz alguns anos fui convidado para ser o preletor de uma conferência sobre santidade promovida por uma conhecida organização carismática no Brasil. O convite, bastante gentil, dizia em linhas gerais que o povo de Deus no Brasil havia experimentado nas últimas décadas ondas sobre ondas de avivamento. “O vento do Senhor tem soprado renovação sobre nós”, dizia o convite, mencionando em seguida o que considerava como evidências: o movimento brasileiro de missões, crescimento na área da ação social, seminários e institutos bíblicos cheios, o surgimento de uma nova onda de louvor e adoração, com bandas diferentes que “conseguem aquecer os nossos ambientes de culto”. O convite reconhecia, porém, que ainda havia muito que alcançar. Existia especialmente um assunto que não tinha recebido muita ênfase, dizia o convite, que era a santidade. E acrescentava: “Sentimos que precisamos batalhar por santidade. Por isto, estamos marcando uma conferência sobre Santidade…”

  • nicodemus

Dei graças a Deus pelo desejo daqueles irmãos em buscar mais santidade. Entretanto, por detrás dessa busca havia o conceito de que se pode ter um “avivamento” espiritual sem que haja ênfase em santidade! Parece que para estes irmãos – e muitos outros no Brasil – a prática dos chamados dons sobrenaturais (visões, sonhos, revelações, milagres, curas, línguas, profecias), “louvorzão”, ajuntamento de massas em eventos especiais, e coisas assim, são sinais de um verdadeiro avivamento. É esse o conceito de avivamento e plenitude do Espírito que permeia o evangelicalismo brasileiro em nossos dias. Parece que a atuação do Espírito, ou um avivamento, identifica-se mais com essas manifestações externas e com a chamada liberdade litúrgica, do que propriamente com o controle do Espírito Santo na vida de alguém, na vida da igreja, na vida de uma comunidade.

Lamentavelmente, os escândalos ocorridos nas igrejas vêm confirmar nosso entendimento de que em muitos ambientes evangélicos, a santidade de vida, a ética e a moralidade estão completamente desconectados da vida cristã, dos cultos, dos milagres, da prosperidade em geral.

Uma análise do conceito bíblico de santidade destacaria uma série de princípios cruciais, dos quais destaco alguns aqui (outros princípios serão mencionados num próximo post):
1) A santidade não tem nada a ver com usos e costumes. Ser santo não é guardar uma série de regras e normas concernentes ao vestuário e tamanho do cabelo. Não é ser contra piercing, tatuagem, filmes da Disney, a Bíblia na Linguagem de Hoje. Não é só ouvir música evangélica, nunca ir à praia ou ao campo de futebol e nunca tomar um copo de vinho ou uma cerveja. Não é viver jejuando e orando, isolado dos outros, andar de paletó e gravata. Para muitos, santidade está ligada a esse tipo de coisas. Duvido que estas coisas funcionem. Elas não mortificam a inveja, a cobiça, a ganância, os pensamentos impuros, a raiva, a incredulidade, o temor dos homens, a preguiça, a mentira. Nenhuma dessas abstinências e regras conseguem, de fato, crucificar o velho homem com seus feitos. Elas têm aparência de piedade, mas não tem poder algum contra a carne. Foi o que Paulo tentou explicar aos colossenses, muito tempo atrás: “Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade” (Colossenses 2.23).

2) A santidade existe sem manifestações carismáticas e as manifestações carismáticas existem sem ela. Isso fica muito claro na primeira carta de Paulo aos Coríntios. Provavelmente, a igreja de Corinto foi a igreja onde os dons espirituais, especialmente línguas, profecias, curas, visões e revelações, mais se manifestaram durante o período apostólico. Todavia, não existe uma igreja onde houve uma maior falta de santidade do que aquela. Ali, os seus membros estavam divididos por questões secundárias, havia a prática da imoralidade, culto à personalidade, suspeitas, heresias e a mais completa falta de amor e pureza, até mesmo na hora da celebração da Ceia do Senhor. Eles pensavam que eram espirituais, mas Paulo os chama de carnais (1Coríntios 3.1-3). As manifestações espirituais podem ocorrer até mesmo através de pessoas como Judas, que juntamente com os demais apóstolos, curou enfermos e ressuscitou mortos (Marcos 10.1-8). No dia do juízo, o Senhor Jesus irá expulsar de sua presença aqueles que praticam a iniqüidade, mesmo que eles tenham expelido demônios e curado enfermos (Mateus 7.22-23).

3) A santidade implica principalmente na mortificação do pecado que habita em nós. Apesar de regenerados e de possuirmos uma nova natureza, o velho homem permanece em nós e carece de ser mortificado diariamente, pelo poder do Espírito Santo. É necessário mais poder espiritual para dominar as paixões carnais do que para expelir demônios. E, a julgar pelo que estamos vendo, estamos muito longe de estar vivendo uma grande efusão do Espírito. Onde as paixões carnais se manifestam, não há santidade, mesmo que doentes sejam curados, línguas “estranhas” sejam faladas e demônios sejam expulsos. Não há nenhuma passagem em toda a Bíblia que faça a conexão direta entre santidade e manifestações carismáticas. Ao contrário, a Bíblia nos adverte constantemente contra falsos profetas, Satanás e seus emissários, cujo sinal característico é a operação de sinais e prodígios, ver Mateus 24.24; Marcos 13.22; 2Tessalonicenses 2.9; Apocalipse 13.13; Apocalipse 16.14.

4) O poder da santidade provém da união com Cristo. Ninguém é santo pela força de vontade, por mais que deseje. Não há poder em nós mesmos para mortificarmos as paixões carnais. Somente mediante a união com o Cristo crucificado e ressurreto é que teremos o poder necessário para subjugar a velha natureza e nos revestirmos da nova natureza, do novo homem, que é Cristo. O legalismo não consegue obter o poder espiritual necessário para vencer Adão. Somente Cristo pode vencer Adão. É somente mediante nossa união mística com o Cristo vivo que recebemos poder espiritual para vivermos uma vida santa, pura e limpa aqui nesse mundo. É mais difícil vencer o domínio de hábitos pecaminosos do que quebrar maldições, libertar enfermos, e receber prosperidade. O poder da ressurreição, contudo, triunfa sobre o pecado e sobre a morte. Quando “sabemos” que fomos crucificados com Cristo (Romanos 6.6), nos “consideramos” mortos para o pecado e vivos para Deus (Romanos 6.11), não permitimos que o pecado “reine” sobre nós (Romanos 6.12) e nem nos “oferecemos” a ele como escravos (Romanos 6.13), experimentamos a vitória sobre o pecado (Romanos 6.14). Aleluia!

5) A santidade é progressiva. Ela não se obtém instantaneamente, por meio de alguma intervenção sobrenatural. Deus nunca prometeu que nos santificaria inteiramente e instantaneamente. Na verdade, os apóstolos escreveram as cartas do Novo Testamento exatamente para instruir os crentes no processo de santificação. Infelizmente, influenciados pelo pensamento de João Wesley – que noutros pontos tem sido inspiração para minha vida e de muitos outros –, alguns buscam a santificação instantânea, ou a experiência do amor perfeito, esquecidos que a pureza de vida e a santidade de coração são advindas de um processo diário, progressivo e incompleto aqui nesse mundo.

6) A santificação é um processo irresistível na vida do verdadeiro salvo. Deus escolheu um povo para que fosse santo. O alvo da escolha de Deus é que sejamos santos e irrepreensíveis diante dele (Efésios 1.4). Deus nos escolheu para a salvação mediante a santificação do Espírito (2Tessalonicenses 2.13). Fomos predestinados para sermoas conformes à imagem de Jesus Cristo (Romanos 8.29). Muito embora o verdadeiro crente tropece, caia, falhe miseravelmente, ele não permanecerá caído. Será levantado por força do propósito de Deus, mediante o Espírito. Sua consciência não vai deixá-lo em paz. Ele não conseguirá amar o pecado, viver no pecado, viver na prática do pecado. Ele vai fazer como o filho pródigo, “Levantar-me-ei e irei ter com o meu Pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti” (Lucas 15.18). Ninguém que vive na prática do pecado, da corrupção, da imoralidade, da impiedade, – e gosta disso – pode dizer que é salvo, filho de Deus, por mais próspero que seja financeiramente, por mais milagres que tenha realizado e por mais experiências sobrenaturais que tenha tido.

Estava certo o convite que recebi naquele dia: precisamos de santidade! E como! E a começar em mim. Tenha misericórdia, ó Deus!

Rev. Augustus Nicodemus é Paraibano, casado com Minka, pai de Hendrika, Samuel, David e Anna. Pastor presbiteriano (IPB), mestre e doutor em Interpretação Bíblica (África do Sul, Estados Unidos e Holanda), professor de exegese, Bíblia, pregação expositiva no Centro Presbiteriano de Pós Graduação Andrew Jumper, da IPB, autor de vários livros.

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Policiais Vietnamitas Agridem Cristãos Durante Culto

 

Por Portas Abertas|

VIETNã (18º) – Um ataque contra a minoria cristã que vive no planalto central do Vietnã deixou 16 homens e mulheres gravemente feridos e um homem ainda foi preso, de acordo com a Internacional Christian Concern.

Em 7 de julho, as forças de segurança vietnamitas e a polícia interromperam um culto na aldeia de Buon Krel Krot, batendo nos participantes. Os agentes das forças de segurança ainda disseram que se eles continuassem indo às reuniões, seriam presos.

Doze homens e quatro mulheres foram tão violentamente espancados que ficaram quase todos inconscientes.

A polícia bateu em Jung com bastões até que ele desmaiou e perdeu a consciência. Jung foi posteriormente levado pela polícia e ficou sob custódia das autoridades. Outros moradores foram espancados com bastões, armas de fogo e galhos de árvore. A vítima mais jovem tinha apenas 13 anos de idade.

O Vietnã tem mantido há muito tempo uma política de assédio, perseguição, tortura e prisão contra os cristãos que não são membros de igrejas afiliadas ao governo.

“O governo vietnamita tem como alvo principal os montagnards (etnia do país), simplesmente porque eles são membros de igrejas cristãs; e o governo tem uma política muito antiga de eliminar as igrejas cristãs que são independentes do governo”, disse Scott Johnson, da Fundação Montagnard.

Desde 2011, mais de 350 montagnards foram presos e condenados à prisão por ter sido considerados “subversivos” pelo regime vietnamita.

“Estamos apelando ao governo vietnamita que cesse essa política sistemática de violência e perseguição contra os cristãos, especialmente os montagnards”, disse Kris Elliot, gerente regional da ICC para o sudeste da ásia.

Fonte: Worthy Christian News

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Did Rick Perry Create the ‘Texas Miracle’?

 

By Napp Nazworth | Christian Post Reporter

With unemployment currently above nine percent, Texas‘ record of job creation would seem to be the most impressive part of Governor Rick Perry‘s record. Perry’s critics argue, however, that Perry has nothing to brag about.

  • rick perry

    (Photo: REUTERS/Jim Young)

    U.S. Republican presidential candidate Texas Governor Rick Perry speaks to employees during a campaign stop at D.C. Taylor Roofing in Cedar Rapids, Iowa, August 16, 2011.

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One million jobs have been created in Texas during Perry’s 10-year tenure, plus four out of 10 of all the jobs created in the United States since 2009 were created in Texas. Perry credits this “Texas miracle” to low government regulation and low taxes.

Perry’s critics do not dispute the numbers, but they argue that Perry’s job growth numbers are nothing to brag about for four reasons.

First, much of the growth in jobs has come from public sector jobs, which is tied to population growth, not the private sector jobs touted by Perry. With the rapid rise in population, local governments have had to hire more public sectors employees, such as teachers, police officers and public sanitation workers to serve the needs of all the new communities cropping up in Texas.

Second, some of the job growth has come from high gas prices that benefit the oil and gas industry in Texas. Perry, obviously, does not deserve credit for high gas prices or the fact that Texas has a lot of oil and gas.

Third, some of those jobs were created with the federal stimulus bill, of which Perry has been critical. If the jobs were created by government action, rather than by less government involvement, Perry’s argument for smaller government is undermined.

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And fourth, after accounting for oil and gas industry jobs and public sector jobs, much of the rest of the job growth comes from minimum wage jobs, so Perry has not helped create “good jobs.”

Perry’s defenders, on the other hand, counter with several points.

First, they ask, why is Texas’ population booming? Unlike Perry’s detractors, his supporters argue that the population growth is exactly the point. People are moving to Texas exactly because of Perry’s pro-growth policies, and, of course, public sector employment would need to keep pace with the population growth. Plus, public sector employment is not out of proportion to the population growth.

Second, a closer look at the data shows that Texas has not added minimum wage jobs at a faster rate than other states. In fact, wages in Texas have grown the 6th fastest in the nation.

Third, every state received stimulus funds. Stimulus funds, therefore, cannot explain why Texas created more jobs than California and New York, both of which received more stimulus money than Texas.

Fourth, while Texas benefits from its natural resources, it is the low regulation, low tax environment that keeps oil and gas industries in Texas successful, it is argued.

Another argument that Perry’s critics could make, but rarely do, however, is that Perry deserves little credit for the “Texas miracle.”

The Washington Post points out, for instance, that Texas was protected from the housing bubble because home mortgages were more tightly regulated in Texas than elsewhere. More regulation, therefore, helped the economy in this instance, and Texas agencies, not Perry, were responsible for these regulations.

A spokesperson for the Perry campaign countered that argument by saying, “Governor Perry is not against all regulations. He is against regulations that kill jobs and harm the economy.”

Ross Douthat, a conservative, also makes the point that Perry deserves little credit for the “Texas miracle” in a column for The New York Times: “When Perry became governor, taxes were already low, regulations were light, and test scores were on their way up. He didn’t create the zoning rules that keep Texas real estate affordable, or the strict lending requirements that minimized the state’s housing bubble. Overall, the Texas model looks like something he inherited rather than a system he built.”

Perhaps liberals have not made a similar argument because it would require some acknowledgment that Texas’ low tax and low regulatory environment has contributed, in part, to its growth in jobs and population.

On the Web: http://www.politicalmathblog.com/?p=1590

http://www.washingtonpost.com/business/economy/perry-criticizes-government-while-texas-job-growth-benefits-from-it/2011/08/18/gIQAPPZQSJ_story.html

http://www.nytimes.com/2011/08/22/opinion/messing-with-texas.html

http://www.npr.org/2011/08/15/139652124/why-has-texas-seen-a-rise-in-new-jobs

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