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Abierto a visitas el `lugar del bautismo de Jesús´

tras 44 años

 

Abierto a visitas el `lugar del bautismo de Jesús´

Los peregrinos pueden visitar nuevamente el Valle del Jordán donde según la tradición Juan bautizó a Jesús.

26 DE JULIO DE 2011, ISRAEL

El sitio del Valle del Jordán, donde la tradición cristiana sitúa el lugar en el que Jesús fue bautizado, ha sido reabierto al público general la semana pasada en una ceremonia presidida por el ministro Silvan Shalom.
Por ello para muchos cristianos,  la reapertura de Qasr al-Yahud es un motivo de celebración.  El bautismo de Jesús por Juan el Bautista marca el comienzo del ministerio público de Jesús. Para las iglesias orientales se trata de un lugar particularmente importante. En la epifanía, el 6 de enero, decenas de miles de peregrinos descienden al río vestidos de blanco para formar parte del rito bautismal.
Qasr al-Yahud (“Castillo de los Judios”) había tenido su acceso cerrado durante 44 años.  Fue abandonado después de la Guerra de los Seis Días en 1967. Durante los disturbios militares en el valle del Jordán, la Fuerzas de Defensa de Israel minaron el área e instalaron un cerco eléctrico, por lo que quedó prácticamente abandonado.
En los últimos años, las autoridades habían permitido que los peregrinos visitaran el lugar con permisos especiales. Por ello, concentraban sus visitas en las fiestas cristianas. Ahora, tras las reformas practicadas en el lugar, éste se encuentra abierto a todos.
La hermana Nicolida, una de las asistentes al acto, apenas podía contener su emoción y se lanzó al agua  tras santiguarse. Procede de un pequeño pueblo de Rumanía, pero ahora vive en un monasterio perteneciente a la Iglesia ortodoxa rumana situado cerca de Jerusalén. Planea guiar a muchos peregrinos a estas aguas.
“Esto es muy importante para nosotros”, dijo. “Por lo general, vamos a Yardenit (un pequeño sitio bautismal, cerca del Mar de Galilea), pero ahora vamos a venir aquí durante todo el año”.

Fuentes: Haaretz

© Protestante Digital 2011

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O caso do atirador norueguês e o ódio da imprensa secular

 

Dr. Fábio Blanco

O caso do norueguês que matou mais de oitenta pessoas em uma ilha de seu país é emblemático, porém, menos pelo modus operandi do atirador e pelas motivações que parecem tê-lo conduzido ao feito, do que pela reação midiática ante a tragédia.

É impressionante como praticamente todos os órgãos de imprensa afirmaram que o assassino era um “fundamentalista cristão”, posicionando-o em uma suposta ala do cristianismo onde estariam os mais perigosos seres humanos que podem existir. Como se os tais fundamentalistas cristãos fossem idênticos aos fundamentalistas islâmicos. Mais ainda, como se existissem esses tais fundamentalistas cristãos apontados por eles.

A tática é antiga: todos aqueles que são radicais, violentos, segregacionistas, xenófobos e não socialistas, se não forem islâmicos, logos são encaixados dentro da denominação de cristãos fundamentalistas. Ainda que eles não frequentem uma igreja, ainda que não sigam absolutamente nada do que as Escrituras Sagradas ensinem, ainda que sequer se digam cristãos, os meios de comunicação correm para estigmatizá-los como malvados cristãos conservadores.

Isso, com efeito, é apenas a demonstração de como o cristianismo é odiado. Quando a mídia chama de cristão um terrorista, ela apenas está projetando o seu próprio ódio, deixando claro quem é o seu inimigo, exteriorizando o seu rancor. Ela age como uma criança que tem seu lanche furtado da mochila e corre para denunciar aquele garoto estranho que senta na última fileira, apenas por que ele é diferente.

E fazem isso lançando mão de uma associação estúpida entre cristianismo e nazismo, ou neo-nazismo. Quem estudou um pouquinho de história sabe que o nacional socialismo não tem nada a ver com o cristianismo e se alguma vez usou palavras usurpadas do vocabulário cristão, não fez nada diferente do que o próprio socialismo ateu já não tinha feito. Aliás, o nazismo, como seu próprio nome indica, tem seus fundamentos sociológicos e políticos muito parecidos com os do socialismo, como pode ser bem visto nas páginas dos livros de Jonah Goldberg: Liberal Fascisme Viktor Suvorov: O Grande Culpado.

E se não bastasse a mídia secular para culpar o cristianismo de todos os males da sociedade, ainda há os próprios senhores ditos cristãos para teminar de jogar a porcaria no ventilador. Por exemplo (e mais uma vez), o senhor Hermes Fernandes trabalha em favor das linhas inimigas, como um agente infiltrado, fingindo ser o verdadeiro defensor de seus pares, quando, na verdade, apenas cria mais embaraços para ele. Em seu artigo Terroristas Cristãos, ele, a despeito de parecer defender os verdadeiros cristãos, na verdade, quando critica o cristianismo do norueguês, o que ele faz é o jogo do inimigo. Quando assume que o atirador é um cristão, ainda que de tendência radical, ele confessa o que a crítica secular afirma: que há uma ala do cristianismo que é perigosa e criminosa.

Claro que o senhor Hermes Fernandes não faz parte dessa facção, afinal ele é um representante do cristianismo bonitinho, pacífico e inclusivo. E quem faz? Os fundamentalistas conservadores, é óbvio. Segundo Hermes Fernandes, o atirador norueguês, como é de se esperar, é um típico fundamentalista, que não é cristão somente porque não se encaixa no perfil considerado correto pelo próprio crítico.

Ora, ora, isso não é exatamente o que a mídia faz? Quando aponta o assassino como fundamentalista cristão ela está, na verdade, segregacionando uma parte do cristianismo, não negando que seja cristã, ainda que nominal, mas como se fosse um lado podre dessa religião. Ao invés de, como seria o correto, negar veementemente qualquer ligação entre o norueguês e o cristianismo, o que eles fazem é colocá-lo em uma suposta facção cristã, a qual, obviamente, incluirá muitos outros radicais, inclusive os odiosos conservadores.

Acontece que o norueguês não era cristão e nem se dizia cristão. O ótimo texto traduzido pelo Julio Severo, em seu site, mostra isso claramente. Não havia qualquer traço de cristianismo nos escritos dele, mas, sim, algo mais ligado às ideias nazistas que, como já disse, nada têm de cristãs. Por que não o chamam de extremista nazista simplesmente ou outro nome que lhe caiba melhor? Por que cristão? Não parece óbvia a razão?

É notório que há um ódio em relação ao cristianismo disseminado por toda a sociedade secular e bem estampado, principalmente, nos órgãos de imprensa. Quando há a mínima chance de condenar, de expor, de rebaixar, a mídia, os críticos e articulistas seculares não se detém, e atiram, contra seus inimigos, com tamanha virulência com palavras quanto o terrorista norueguês o fez com balas.

Fonte: Discursos de Cadeira

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Atirador norueguês pede desculpas por atos ‘necessários’

 

Atualizado em  26 de julho, 2011 – 11:15 (Brasília) 14:15 GMT

Homenagem às vítimas em Oslo/Reuters

Seguem as homenagens para as vítimas em Oslo

O advogado do norueguês Anders Behring Breivik, disse nesta terça-feira que seu cliente pede desculpas pelos ataques que mataram ao menos 76 pessoas, mas disse que estes eram necessários para iniciar uma guerra no mundo ocidental.

"Ele disse que isso era necessário para começar uma guerra aqui e na Europa e no mundo ocidental. Portanto, ele pede desculpas por algo necessário", disse Geir Lippestad à repórteres em Oslo.

A guerra já foi mencionado em um livro de 1.500 páginas atribuído ao extremista cristão de direita de 32 anos de idade, entitulado 2083, ano em que terminaria o suposto conflito ideológico entre o ocidente e o islamismo.

O advogado afirmou que Breivik é provavelmente insano, embora diga ser ainda cedo para dizer se ele alegará insanidade.

"O caso todo indica que ele é insano", disse Geir Lippestad.

Foto: AFP

Homenagens às vítimas foram colocadas em frente à prefeitura de Oslo

O acusado será submetido a uma avaliação psicológica para atestar suas condições psiquiátricas.

O advogado disse que Breivik afirmou integrar uma rede anti-islâmica que possui duas células na Noruega e várias no exterior, afirmação que a polícia disse duvidar, mas está investigando.

Drogas

Lippestad disse que seu cliente usou "alguns tipos de drogas" antes dos crimes da sexta-feira, para mantê-lo "forte e eficiente".

Breivik se surpreendeu de não ter sido morto durante os ataques ou rumo ao tribunal onde teve uma audiência na segunda-feira, disse o advogado.

Lippestad já defendeu um extremista de direita que condenado em 2002 a 17 anos de prisão pelo assassinato, motivado por racismo, de um garoto de 15 anos, cujo pai era africano.

Anders Behring Breivik Foto: AP

Breivik compareceu perante a Justiça na segunda-feira

Breivik aceitou responsabilidade pelos ataques mas negou as acusações de terrorismo.

Ele é acusado de terrorismo e a Justiça norueguesa disse cogitar acusá-lo de crimes contra a humanidade, acusação que pode levar a uma sentença de até 30 anos de prisão.

Breivik deve permanecer detido por oito semanas, as quatro primeiras em isolamento.

Na segunda-feira, calcula-se que 250 mil pessoas tenham saído às ruas de Oslo levando flores em memória das oito pessoas mortas na capital e das 68 que morreram no campo para jovens na ilha de Utoeya.