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RICARDO GONDIM : Pastor volta à polêmica e afirma que o arrebatamento utopia

Um vídeo publicado no Youtube mostra o pastor Ricardo Gondim em uma palestra para pastores, que aconteceu no Ceará em março deste ano, falando que esperar a volta física do Filho de Deus é uma utopia que serve para nos motivar a andar conforme diz a Bíblia.

O líder da igreja Betesda se baseia em um livro de Jurgen Moltmann, “Teologia da Esperança”, que trata a volta de Cristo como um ânimo, uma motivação para que sejamos agentes transformadores da história.

“Cristo volta, mas volta fora da história, portanto é uma utopia. Utopia que se cumpre não é utopia,” diz Gondim que segue explicando essa teoria, dizendo que o retorno de Cristo serve para nos mobilizar, para nos levar a diante.

“Eu creio na volta de Cristo, mas não creio como ‘vem Jesus, oh Vem Jesus!’ Creio como força motivadora, uma esperança que me mobiliza para a ação.”

Ele explica que essa tônica é um horizonte utópico, ou seja, um ideal que te coloca em direção daquilo que a Bíblia diz.

“A volta de Cristo está revelada nas escrituras, não para a gente esperar por Ele. A volta de Cristo está revelada nas escrituras para nos mobilizar a ir na direção daquilo que a volta de Cristo significa, a agirmos, para dizer que o Reino de Deus é chegado entre os homens”.

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Tentáculos do islamismo aos poucos envolvendo a Europa?

 

 

Dale Hurd

Embora a ideia de muçulmanos dominando Roma, conforme foi profetizado pelo profeta Maomé, possa parecer exagerada, a capital historicamente cristã da Itália é agora o local da maior mesquita da Europa. (Veja o vídeo da mesquita aqui:http://www.youtube.com/watch?v=4lx-6Yl0zx4)

Moschea di Roma, ou a Grande Mesquita de Roma, tem capacidade de acomodar 12 mil adoradores e é um símbolo poderoso da população muçulmana que não para de crescer na Itália.

Grandes mesquitas foram construídas ou estão em fase de planejamento para construção em praticamente todas as grandes cidades da Europa.

Durante séculos, os céus da cidade de Colônia, Alemanha, eram dominados por sua famosa catedral, a maior igreja gótica do norte da Europa. Mas logo essa elevada igreja terá nos céus da cidade a companhia dos elevados minaretes de 46 m de altura da mesquita de Colônia, que está sob construção.

O prédio muçulmano de adoração, que está sendo financiado pelo governo da Turquia, está sofrendo a oposição de grupos que o veem como parte do território da Turquia no coração da Alemanha.

“Esta mesquita é um símbolo de poder político. É um símbolo da islamização no centro da Europa, e principalmente esta mesquita na região de Colônia-Ehrenfeld”, Manfred Rouhs, organizador do Pro-Köln, disse para o noticiário televisivo CBN News.

Aliás, muitos dos grandes projetos de mesquitas na Europa são financiados pelo governo turco. Algumas mesquitas estão sendo financiadas pela Arábia Saudita e algumas, como a mesquita que está sendo planejada para a cidade de Copenhague, estão sendo construídas com o dinheiro da Guarda Revolucionária do Irã.

“Não é realmente uma mesquita”, Lars Hedegaard, dinamarquês especialista em assuntos islâmicos, disse acerca da mesquita de Copenhague. “Parece-se mais com um quartel militar. Vai ser uma instituição que aterrorizará não somente os dinamarqueses, mas também os iranianos não obedientes”.

Em Londres, um plano para se construir a maior mesquita da Europa entrou em choque com uma forte oposição pública e foi reduzido em tamanho.

Mas em Colônia e outras cidades, grupos e indivíduos esquerdistas estão se mostrando muito a favor das mesquitas e às vezes fazem demonstrações violentas contra aqueles que se opõem às mesquitas.

A Grande Mesquita de Roma e o número crescente de mesquitas gigantes em toda a Europa estão mudando não somente o panorama físico, mas também, conforme dizem alguns especialistas, provavelmente mudarão o panorama político.

Traduzido por Julio Severo:www.juliosevero.com

Fonte: CBN

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Estudo com pássaros traz novos dados sobre infidelidade feminina

14/06/2011 07h00 – Atualizado em 14/06/2011 07h00

 

Fêmea de mandarim troca de parceiro sem benefício aparente.
Cientistas apontam origem genética para comportamento sexual.

Tadeu MeniconiDo G1, em São Paulo

 

Uma nova pesquisa aumenta a dúvida dos cientistas em relação ao comportamento sexual dos animais. A teoria mais aceita diz que todas as ações podem ser explicadas por alguma razão biológica. Tudo que um animal faz tem o objetivo implícito de obter alguma vantagem.

No entanto, uma outra corrente duvida dessa hipótese e diz que a explicação para o comportamento pode ser genética, sem ter relação direta com a necessidade da preservação das espécies. Um estudo liderado por Wolfgang Forstmeier, pesquisador de ornitologia do Instituto Max Planck, da Alemanha, publicado pela revista científica “PNAS”, dá força a essa teoria.

Pesquisa foi feita com pássaros mandarins na Alemanha. (Foto: Karen Hull / Flickr - Creative Commons 2.0 genérico)

Pesquisa foi feita com mandarins na Alemanha. (Foto: Karen Hull / Flickr – Creative Commons 2.0 genérico)

A equipe de Forstmeier acompanhou um grupo de mais de 1,5 mil mandarins em cativeiro durante oito anos. O mandarim é um pássaro de hábitos monogâmicos que na grande maioria das vezes estabelece laços de casal de longa duração. Contudo, apesar dos laços aparentes, as relações extraconjugais são comuns.

Segundo Forstmeier, que conversou com oG1, a explicação para a traição dos machos é “óbvia”. “Os machos querem ter o maior número possível de descendentes”, disse o pesquisador. No entanto, as fêmeas também têm esse comportamento, e os cientistas não encontram nenhuma explicação lógica para isso.

A pesquisa alemã mostrou que as fêmeas que copulam com vários parceiros são filhas de machos que também faziam o mesmo. “Podemos perceber este comportamento como consequência dos genes”, constatou Forstmeier. “O comportamento pode existir mesmo se não houver benefício”, completou o cientista.