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Superastro pop Justin Bieber, de 16 anos, diz: aborto é “igual a matar um bebê”

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Kathleen Gilbert

Nota dos editores em 17 de fevereiro de 2011: Este artigo foi atualizado para incluir citação de Bieber conforme foi corrigido pela revista Rolling Stone. Essa revista diz que foi devido a um “erro de edição” que a declaração “Não sei como isso seria um motivo” foi deixada de fora da resposta citada do astro sobre aborto após estupro.

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16 de fevereiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Numa entrevista que logo será publicada pela revista Rolling Stone, Justin Bieber, ídolo dos adolescentes, revelou algo que ele tem em comum com um crescente número de jovens nos Estados Unidos — ele é pró-vida.

“Eu realmente não acredito no aborto”, Bieber disse para a escritora Vanessa Grigoriadis. “É como matar um bebê?”

Quando pressionado quanto a se ele se opõe ao aborto no caso de estupro, o jovem cantor respondeu: “Hum. Olha, acho que isso é realmente triste, mas tudo acontece por um motivo. Não sei como isso seria um motivo. Imagino que não estive nessa posição, de modo que não tenho condições de julgar isso”.

A convicção de Bieber, que nasceu no Canadá, não tem nada a ver com política partidária, já que ele revelou quando lhe perguntaram quem ele apoiaria quando tivesse idade suficiente para votar: “Não estou seguro sobre os partidos. Mas o que quer que seja que eles tenham na Coreia, isso é ruim”, disse ele.

Erik Whittington da organização pró-vida Rock for Life disse que os comentários de Bieber são “Grande notícia” já que ele “tem uma influência enorme nos jovens”.

Ao mesmo tempo ele questionou a evasão de Bieber na questão do estupro. “Justin, eu pensei que você disse: ‘É igual a matar um bebê?’ Se é, não é isso que é o problema? Por que a hesitação? Como é que é certo julgar outras situações, mas não essa?”

Bieber também sugeriu que seus jovens fãs devessem esperar para ter sexo. “Não acho que você deveria ter sexo com alguém, a menos que o ame… Acho que você deveria simplesmente esperar a pessoa pela qual… estará apaixonado”, disse ele.

Numa recente entrevista para Catholic Online, Pattie Mallette, mãe de Justin Bieber, disse que “ela criou Justin na fé” e que seu filho frequentava uma escola católica. Mallette, que era católica, se identifica como uma evangélica não denominacional.

Mallette pediu que os fãs cristãos de seu filho orassem pelo jovem cantor, que disparou para o estrelato com a idade de 15 anos depois que sua música solo “One Time” alcançou o número 12 nas 100 Paradas de Sucesso do Canadá, e chamou a indústria do entretenimento de um negócio das “trevas”. “Oro para que Justin seja protegido contra as tentações da indústria”, disse ela.

A juventude do movimento pró-vida americano — a Marcha pela Vida em Washington deste ano, como sempre, deveu grande parte de seu tamanho a um exército de jovens — está sendo notada até mesmo por líderes dos grupos pró-aborto de pressão política. “Só fiquei pensando, minha nossa, eles são tão jovens. Há muitíssimos deles, e eles são tão jovens”, disse no ano passado Nancy Keenan, presidente da organização pró-aborto NARAL, após observar a Marcha.

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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/16-year-old-pop-superstar-justin-bieber-abortion-is-like-killing-a-baby

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SINTO SAUDADES

 

Outro dia deparei-me com meu filho em seu quarto. Olhos marejados. Tinha acabado de ver na televisão o acidente que culminou com a “precoce” morte de um dos maiores pilotos de fórmula 1 que o mundo jamais conheceu. Seu nome? Airton Senna da Silva, o Airton do Brasil. O interessante é que meu filho não teve a oportunidade de vê-lo nas pistas correndo e representando o país, mas passou a nutrir um sentimento todo especial por ele. Isso acontece não com muita freqüência, mas acontece. Logo após esta experiência, comecei a pensar em algumas coisas pertinentes à vida. Muitas eu nem tive a oportunidade de vivenciar, mas sinto saudades.

Sinto saudades do tempo em que existiam os empórios, onde compravam-se de tudo. Era um tempo em que todo mundo se conhecia. Havia um relacionamento afetuoso entre quem comprava e quem vendia. Era comum alguém fazer uma compra e apenas dar a sua palavra de que tal dia voltaria para acertar. E voltava mesmo! Hoje vivemos o tempo dos hipermercados, onde sou apenas um número, não importam meus sentimentos, se tenho dinheiro, então sou bem atendido; se não, logo alguém me barra.

Sinto saudades do tempo em que as praças eram disputadas pelos casais de namorados. Sinto saudades do pipoqueiro, e do vendedor de algodão doce. Hoje as nossas praças se tornaram lugar de esconderijo de bandidos e usuários de drogas. Buscar uma praça para passear é o mesmo que pedir para ser assaltado. O pipoqueiro sumiu – pipocas só de micro ondas – e cada um em sua casa.

Sinto saudades dos “causos”, onde as pessoas passavam horas ouvindo histórias e estórias. Tanto faz! Era muito bom!

Sinto saudades das partidas de Futebol, do futebol arte, onde o jogador era um artista com a bola nos pés. Hoje quem vai aos estádios não sabe se volta para casa. Os jogadores se tornaram gananciosos e, o pior, não jogam nada!

Sinto saudades das brincadeiras de rua. Quem nunca brincou de pé na lata? Hoje os nossos jovens brincam de vídeo-games violentos, esta é a diversão. Sinto saudades dos bailes – brincadeiras – que eram feitos sempre na casa de alguém. Eram divertidos. Hoje só se fala em festa have, regada por muita bebida e comprimidos deecstasy. Sinto saudades dos bons programas de humor. Eram inocentes. Hoje são apelativos, com mulheres nuas e palavrões. Sinto saudades de uma boa música. Hoje são vazias de conteúdo, não dizem nada. Quem não ouvia Chico Buarque de Holanda, cantando “A Banda”. Hoje só se canta "éguinha pocotó" e companhia. Sinto saudades dos desenhos infantis. Eram bons. Hoje invocam as trevas e demônios. Sinto saudades de crentes que não abriam mão da fé por nada neste mundo. Morriam por Jesus! Hoje, por muito menos, abrimos mão da fé, e por coisas banais. Sinto saudades dos hinos quem eram cantados com calor ardente. Hoje só cantamos corinhos. E muito deles individualistas; eu quero, eu preciso, eu…eu…eu.

Os tempos mudaram, os valores não devem mudar! Precisamos resgatar muitas coisas que ficaram no passado. Principalmente a moral, e a ética! É preciso trazer a memória aquilo que nos pode dar esperança. Não sou um saudosista, não estou supervalorizando o passado, apenas alguém tentando resgatar coisas boas que poderiam ajudar as novas gerações. A vida era mais simples, mais precária, mas havia mais humanidade, hoje o bem mais precioso que temos: a vida, não tem mais valor. Você já se perguntou porque grande parte das pessoas que possuem sites de redes sociais gostam de postar fotos antigas? Precisamos falar aos nossos jovens que a vida é um presente de Deus, precisamos falar que quem decide viver com Deus, faz a melhor escolha. Mas apesar de tudo, nada está perdido, Deus continua nos amando e não revogou o seu propósito em nossa vida. Ainda há esperança, pois a nossa esperança se chama Jesus Cristo de Nazaré. Por tudo isso, quero levantar uma bandeira. Em resgate da dignidade da moral, da ética, da espiritualidade centrada nos valores bíblicos. Não da forma, mas da essência. Isto é possível. Basta crer e confiar no poder de Deus e não se conformar ao mundo. (Rm12,1-2).      

Rev. Reinaldo Marques


Pastor Reinaldo Ribeiro Marques
A Serviço do Rei Jesus!
014 – 81716441

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Unesco se posiciona a favor de proposta do MEC contra homofobia

KIT GAY

 

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) se posicionou favoravelmente ao kit anti-homofobia desenvolvido pelo Ministério da Educação (MEC). Consultada pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais (ABGLT), a entidade afirmou, por meio de ofício, que os materiais educativos do projeto "estão adequados às faixas etárias e de desenvolvimento afetivo-cognitivo a que se destinam, de acordo com a Orientação Técnica Internacional sobre Educação em Sexualidade, publicada pela UNESCO em 2010".

No documento, a UNESCO destacou que o kit utiliza "a mesma abordagem teórico-vivencial que é adotada pelo Programa Brasileiro Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), coordenado pelos Ministérios da Educação e da Saúde, com apoio das Nações Unidas no Brasil".

A organização parabenizou o MEC e a ABLGT, afirmando que está certa de que o material "contribuirá para a redução do estigma e discriminação, bem como para promover uma escola mais equânime e de qualidade".

“Neste sentido, entendemos que este conjunto de materiais foi concebido como uma ferramenta para incentivar, desencadear e alimentar processos de formação continuada de profissionais de educação, tomando-se como referência as experiências que já vêm sendo implementadas no país de enfrentamento ao sofrimento de adolescentes lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis e transgêneros”.

Sobre o apoio institucional solicitado pela ABLGT ao projeto Escola sem Homofobia, a UNESCO esclareceu que só pode incluir sua logomarca em materiais produzidos pela entidade ou naqueles resultantes de acordos de cooperação técnica. Ela, no entanto, colocou-se à disposição para "discutir possibilidades de cooperação futura".

Polêmica

O projeto Escola sem Homofobia começou a ser desenvolvido pelo MEC a partir da constatação de que são recorrentes casos de discriminação a adolescentes homossexuais no ambiente escolar.

Apelidado pejorativamente de "kit gay", o material didático, que contém cartilha, cartazes, folders e cinco vídeos educativos, vem dividindo opiniões e provocando discussões inflamadas. A principal crítica é que estimularia a homossexulidade entre crianças e adolescentes.

A proposta do Ministério da Educação é distribuir o kit inicialmente em 6 mil escolas públicas já em 2011, mas há mobilizações na internet tentando impedir a circulação do material.

Data: 22/2/2011
Fonte: Terra