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Sarah Sheeva critica Anitta: “Não sou malandra, sou princesa”

Novo clipe da funkeira alcançou 45 milhões de visualizações no Youtube

                             “Não sou malandra, sou princesa”

 

A pastora Sarah Sheeva decidiu dar uma opinião sobre “Vai malandra” a nova música da cantora Anitta. Cercado de polêmica, o novo clipe da funkeira é considerado apelativo e mostra muitas mulheres, incluindo a protagonista, com vestimentas mínimas.

Filha de Baby do Brasil e Pepeu Gomes, Sarah já foi cantora, mas ficou famosa por ter criado o “Culto das Princesas”. Em sua conta no Instagram, a pastora criticou o vídeo e o fato de Anitta mostrar o corpo de forma sensual, em um biquíni feito de fita isolante.

“Não sou malandra, sou princesa. Não sou uma mulher que quer exibir todo meu corpo para todos os homens me cobiçarem, me desejarem sexualmente. Eu sou uma mulher que entendi que meu corpo é exclusivo para o homem que me escolher, que escolher morrer ao meu lado. O homem que vai ser meu marido”, escreveu.

 Explicou ainda sua convicção que “Esse corpo que eu tenho, que eu recebi de Deus, esse presente, é só para esse homem, exclusivamente para ele. Não é para todos olharem, não é para todos os olhares, para todos sentirem prazer… Eu sou exclusiva, sou princesa. Não sou malandra, não estou na malandragem, não quero malandragem. Eu quero ser santa, ser exclusiva, ser especial, ser valorosa”.

O clip de “Vai malandra” alcançou 45 milhões de visualizações no Youtube, toca em todas as rádios do país e começa a fazer sucesso até no exterior. Segundo dados do Spotify, a música está em 20º lugar no ranking de streamings global, mas chegou a ficar em 18º, fazendo com que a funkeira seja a primeira brasileira a alcançar essa marca, cantando em português. Até agora, a mídia secular é só elogios.

 O posicionamento de Sarah é importante pois, como alguém que teve uma carreira na música, ela sabe bem a influência que isso tem, sobretudo nos jovens. A pastora não esconde sua vida pessoal, confessando que no passado já foi ninfomaníaca e está há 15 anos em abstinência sexual.

Recentemente, ela já declarou que o feminismo “não é legal” e agora se posiciona contra a evidente objetificação da mulher. Esse contraponto do discurso cultural nesse momento do país não é apenas bem-vindo, é extremamente necessário.Com informações Gospel Prime

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Estudos

Visita dos “Reis Magos” é historicamente verdadeira

Estudo mostra que visita dos “reis magos” a Jesus é historicamente verdadeira

Autor afirma que seu estudo é imparcial e concentra-se apenas em questões históricas e arqueológicas

                    Visita dos "reis magos" é historicamente verdadeira

Durante muito tempo, eruditos da Bíblia e teólogos liberais tentaram negar todo os aspectos sobrenaturais das Escrituras. Alegando falta de evidências históricas, desconsideram relatos como a visita dos “reis magos” ou “sábios” vindos do Oriente que presentearam o recém-nascido Jesus em Belém.

Agora, após uma extensa pesquisa, o teólogo Dwight Longenecker procura mostrar como esse relato é “historicamente verdadeiro” em seu novo livro, Mystery of the Magi: The Quest to Identify the Three Wise Men [Mistério dos Magos: a busca para identificar os sábios]. O autor, que também é padre católico, afirma que seu estudo é imparcial e concentra-se apenas em questões históricas e arqueológicas.

O seu argumento principal é que estudiosos são céticos por natureza, mas os que dizem ser especialistas em Bíblia acabam caindo em contradição. “O principal problema é que o cético simplesmente deduz que as experiências sobrenaturais são impossíveis. Portanto, qualquer história que contenha elementos sobrenaturais deve ser uma invenção”, destaca.

 “No início do século XX, alguns famosos eruditos da Bíblia começaram a descrever as histórias sobre o nascimento de Jesus como fantasias piedosas”, continua. “Eles fizeram isso sem considerar que os relatos poderiam ter, pelo menos, raízes em eventos reais”.

Por causa desse preconceito, a maioria dos estudiosos nunca fez uma pesquisa profunda para “descobrir o elemento histórico enterrado sob muitas camadas de tradição”, diz Longenecker.

 Além disso, o mundo acadêmico geralmente despreza quem aborda o sobrenatural com naturalidade. O teólogo insiste: “Quando a reputação acadêmica de alguém está em jogo, a motivação para desafiar o dogma acadêmico e considerar a possibilidade de uma base histórica para uma história como a dos magos se torna ainda mais remota”.

Mas Longenecker diz não se importar com as críticas e decidiu investigar o texto de Mateus e percebeu que, dentro do vasto domínio da erudição bíblica, não existem muitas pesquisas sobre a base histórica do relato sobre os magos. Percebeu também que os estudiosos simplesmente a rejeitaram, sem se preocupar em investigar as conexões políticas, históricas, geográficas e culturais que colocam a visita desses sábios do Oriente num contexto plausível.

Decidido a preencher essa lacuna, o teólogo católico examinando as possíveis identidades desses homens, que segundo ele eram três. Sua conclusão é que se tratavam de reis (ou líderes) de tribos dos nabateus, que “compartilhavam sua ascendência e visão de mundo com os judeus”.

Os nabateus eram um antigo povo semítico, ancestrais dos árabes, que habitavam a região norte da Arábia, o sul da Jordânia e Canaã, em especial os diversos povoados situados em torno dos oásis na região fronteiriça entre a Síria e a Arábia, do Eufrates ao mar Vermelho.

 O rei Herodes, o Grande, tinha ligação com esse povo, pois sua mãe era nabateia, e ele possuía uma aliança com o reinado nabateu na época do nascimento de Cristo. “Como Herodes estava sabidamente velho e doente, fazia sentido que líderes nabateus viajassem para Jerusalém em nome de seu governante maior para prestar homenagem ao sucessor de Herodes”, sugere Longenecker. Com informações de Breitbart
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curiosidades Estudos

Estudioso diz que sabe a data exata do nascimento de Jesus

Ron Allen utiliza passagens bíblicas e a astronomia para sua conclusão

          Daniel mostra a data exata em que Jesus nasceu?

A maioria dos cristãos talvez não saiba que a data tradicional do Natal, comemorado em 25 de dezembro, marcava o solstício de inverno. Era originalmente a Saturnália, celebração que comemorava o nascimento de Saturno, um deus pagão, da “semente de uma mulher”. As festividades duravam quatro dias. Nesse período ninguém trabalhava, ofereciam-se presentes e visitavam-se os amigos. Em 273 o Imperador Aureliano estabeleceu o dia do nascimento do Sol em 25 de Dezembro: Natalis Solis Invicti (nascimento do Sol invencível).

Com a cristianização do Império Romano, muitas celebrações pagãs foram “ressignificadas” e associadas com temas cristãos. Somente durante o século IV que o nascimento de Cristo começou a ser celebrado pelos cristãos (até aí a sua principal festa era a Páscoa). Essa tradição se mantém até hoje.

Contudo, segundo o teólogo Ron Allen, um estudo cuidadoso das Escrituras, da história e da astronomia comprovam que Jesus não poderia ter nascido dia 25 de dezembro. Embora a Bíblia não diga claramente quando Jesus nasceu, existem evidências bíblicas sobre o ano de Seu nascimento.

 Allen, fundador do ministério Star Bible Society lembra que Deus deixou muitos sinais nos céus e que os cristãos muitas vezes ignoram isso por confundir astronomia (estudos dos astros) com astrologia (estudo dos zodíaco), coisas completamente diferentes. Destaca também que muitas datas foram determinadas por achados arqueológicos muito tempo após o estabelecimento do calendário que usamos, o Gregoriano, adotado pelos países do Ocidente em 1582, após uma bula do papa Gregório XIII.

“Sabemos por Lucas 3:23 que Jesus tinha cerca de 30 anos quando começou Seu ministério. O profeta Daniel nos diz em seu Livro (capítulo 9, versículo 25) que o ano da revelação do Cristo ocorreria “7 mais 62 semanas proféticas” – 69 X 7 ou 483 anos – após o decreto que enviou Esdras a Jerusalém, em 458 a.C.”, argumenta.

 Um cálculo matemático precisa levar em conta que não há “ano 0”, logo a profecia de Daniel aponta que Jesus iria começar seu ministério no ano 26 d.C. Ainda segundo o erudito, “Este ano é apoiado por duas datas das Escrituras. Historicamente, João Batista iniciou seu ministério no 15º ano do reinado de Tibério (Lc 3: 1), ou seja, no ano 25 d.C. Além disso, Jesus limpou o Templo (cf. Jo 2:20) 46 anos depois que Herodes começou a reformá-lo, no ano 20 a. C. – segundo registrou o historiador judeu-romano Flávio Josefo, o que nos leva ao ano 27 d.C. Muitos estudiosos da Bíblia acreditam que Jesus começou seu ministério no ano 26 d.C. Se ele tinha 30 anos, lembrando novamente que não há ano 0, na verdade nasceu 5 anos antes da data estabelecida pelo calendário de Gregório”.

Ron Allen aponta ainda para outras evidências. “Jesus teria nascido na primavera ou no outono do ano, segundo os detalhes da Escritura sobre o nascimento de João Batista. O pai de João, Zacarias, era membro do grupo sacerdotal de Abias (Lc 1: 5) que, segundo fontes rabínicas, ministrava no templo em maio e novembro. Como o anjo Gabriel apareceu a Zacarias no templo, mandando-o para casa, quando provavelmente concebeu o filho. Logo, isso seria em junho ou dezembro, portanto João nasceu nove meses depois, sendo as possibilidades março ou setembro do ano seguinte. Sabemos, pelas Escrituras, que João Batista era seis meses mais velho que Jesus (Lc 1:26), portanto Jesus teria nascido em setembro ou março do ano 5 a. C.”

O argumento do teólogo, que escreveu o livro The Stars of His Coming sobre o tema, utiliza registros da astronomia e da história que colaboram para o estabelecimento em que época do ano o Messias nasceu. “Sabemos que uma estrela especial apareceu quando Jesus nasceu e que os Magos vindos do Oriente, que possivelmente seguiam os ensinamentos proféticos de Daniel (Dn 2:48), vieram buscá-Lo (Mt 2:1,2). Há registros de astrônomos chineses que viram essa estrela, identificando-a como uma nova, que teria ficou visível por um longo período na primavera do ano 5 a. C.”, aponta Allen em seu estudo. “Tomando como base a aparição dessa estrela de Belém, registrada em fontes seculares, no ano 5 a.C., e que João Batista foi concebido em dezembro de 7 a.C., então Jesus teria sido concebido em junho de 6 a. C. Presumindo que João Batista nasceu em setembro de 6 a.C. então Jesus nasceu em março do ano 5 a.C.”, conclui.

Conforme o estudo de Allen, ocorreram sinais no sol, na lua e nas estrelas que apontavam para o nascimento de Jesus, começando com o anúncio a Zacarias em 7 a. C. “Josefo nos diz que houve um eclipse lunar na Páscoa e que Herodes morreu mais tarde naquele mesmo ano. Este eclipse lunar, ou lua de sangue, ocorreu em 23 de março de 5 a. C. Isso teria ocorrido em simultâneo com a aparição da estrela de Belém, durante a primavera”, revela.

 Embora admita que há críticas sobre a tentativa de estabelecer uma data precisa por este método, o estudioso diz que uma pesquisa astronômica mostra registros que os “sinais no céu” apontam para 23 de março de 5 a.C. como o dia do nascimento de Jesus. Também não espera que as pessoas comecem a celebrar essa data, apenas considera que é importante os cristãos saberem que é possível saber quando o Salvador realmente nasceu. “Sabemos que o mundo inteiro continuará com a tradição, comemorando o ‘aniversário’ de Jesus em 25 de dezembro. Mas esse é só o antigo solstício de inverno romano”. Publicado originalmente na revista Charisma