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Doutor Estranho abre “portas para ocultismo demoníaco”, alerta ministério

“A Bíblia adverte claramente contra os tipos de práticas ocultistas e feitiçarias que o herói neste filme aprende a fazer”, afirma crítico

 

 

Doutor Estranho abre “portas para ocultismo demoníaco”, alerta ministérioFilmes de super-heróis estão em alta no cinema. Em especial os produzidos pela Marvel. O mais recente deles, Doutro Estranho, estreou no final de semana passado em vários países, inclusive no Brasil.
Segundo site especializado IMDB, foi o mais assistido, faturando perto de U$ 90 milhões em bilheteria, arrecadando pouco mais da metade do seu custo estimado de U$165 milhões. Um excelente desempenho, considerando que novembro não é um mês para grandes lançamentos.
Contudo, o ministério Christian Film & Television Commission, especializado em cinema está fazendo um alerta. Seu presidente, o dr. Ted Baehr, que é crítico de cinema cristão, acredita que o longa pode “abrir portas para o ocultismo”.
A declaração controversa ecoa a recomendação feita pelo pastor John Piper no início do ano, quando ele pediu que os cristãos não assistissem Deadpool devido ao seu conteúdo violento e sexualmente explícito.
Doutor Estranho, vivido nas telas por Benedict Cumberbatch, é um personagem conhecido dos quadrinhos. Deverá fazer aparições nos dois novos filmes dos Vingadores, o que significa que deverá crescer em popularidade nos próximos anos.

Ele marca a introdução no universo cinematográfico da Marvel de dimensões espirituais. Embora Thor seja um deus pagão, a questão religiosa não é muito abordada em seus filmes. Contudo, o Doutor Estranho é, basicamente, um mago (ou bruxo) poderosíssimo, que faz invocações de forças ocultas.

O roteiro de “Doutor Estranho” conta a história de um médico ateu muito rico que vive em Nova York. Ele sofre um acidente de carro que o faz repensar toda sua vida. Em busca de sentido para ela, vaga pelo mundo até encontrar uma ordem de monges tibetanos liderados pela Anciã. Lá, ele aprende sobre uma batalha cósmica entre as forças do bem e do mal e que ele pode dominar as forças espirituais com uma série de amuletos mágicos e encantamentos.

Anciã, interpretada por Tilda Swinton.

Anciã, interpretada por Tilda Swinton.

Seus inimigos nas histórias e quadrinhos e possivelmente nas sequencias cinematográficas são seres espirituais que habitam a Dimensão Negra, como Dormammu, e Mefisto, que não é nada menos que o Diabo bíblico e habita no Inferno, onde o herói consegue entrar e sair sempre que necessário.

Após assistir o novo filme da Marvel, o Dr. Baehr e a organização que ele preside emitiram um comunicado onde faz um alerta sobre “Doutor Estranho”, citando os versos correspondentes da Bíblia. Os versos mencionados por Baehr descrevem práticas que são “abomináveis” aos olhos do Senhor.

“Esta é uma introdução perigosa ao engano do ocultismo demoníaco. A Bíblia adverte claramente contra os tipos de práticas ocultistas e feitiçarias que o herói neste filme aprende a fazer, tanto em Deuteronômio 18: 9-12 quanto em Gálatas 5:20. Vemos também nesse filme, um herói da Nova Era, onde o guru ocultista ensina que pode não haver vida após a morte, que a morte é realmente o fim, e que isso é uma coisa boa”.

O “guru” é uma menção ao personagem de Tilda Swinton, a atriz escalada para viver o papel da Anciã, a mestra budista que ensina a Estranho as artes mágicas.

Um dos aspectos que chama atenção nesse filme da Marvel é que seu diretor, Scott Derrickson ficou conhecido em Hollywood por trabalhar em filmes de terror como A Entidade e O Exorcismo de Emily Rose, cujo tema são possessões demoníacas.Com informações do Gospel Prime.

Assista ao trailer (legendado):

https://www.youtube.com/watch?v=P8unH3xaPaE

Líder muçulmano odiava Jesus, até morrer e ser ressuscitado por ele

Testemunho de conversões sobrenaturais tem se multiplicado nos últimos anos

 

Líder muçulmano odiava Jesus, até morrer e ser ressuscitado por eleMuçulmano odiava Jesus, até morrer e ser ressuscitado por ele
Imã é um título dado pelos muçulmanos ao dirigente de uma mesquita. Sua responsabilidade como líder espiritual é ensinar a doutrina aos fiéis. Munaf Ali – nome trocado para proteger sua identidade – além de ser um erudito, pregava com fidelidade os ensinamentos do Islã em um país do Oriente Médio.
Ele não apenas odiava os cristãos, também estimulava seus seguidores para atacá-los. Aos 45 anos, conheceu uma equipe da missão Bibles4Mideast. Os obreiros cristãos tentaram conversar com ele, mas acabaram entrando em uma discussão vigorosa sobre a autoridade de Jesus e da Bíblia. Munaf negou a divindade de Jesus Cristo e a credibilidade das Escrituras, reforçando sua crença de que Maomé e o Alcorão eram “superiores”.

O pastor Paul ofereceu-lhe uma cópia do Novo Testamento, mas ele recusou. Após o embate de ideias, aquele imã amaldiçoou os missionários. Irritado, incitou uma multidão para  atacarem o lugar onde a equipe estava hospedada, com o conhecido grito jihadista “Allahu Akbar” [Allah é grande].

Algumas horas antes, o Espírito Santo havia mostrado que os obreiros deviam sair daquele local. Somente por isso puderam escapar da morte certa, afirma a Bibles4Mideast.

Dias depois, Munaf estava voltando para casa quando teve um mal subido, ficou tonto, caiu no chão, perdeu a consciência e morreu. Ele tinha apenas 45 anos. Enquanto sua família lamentava e já preparava o corpo para o enterro, o imã deixou todos confusos quando voltou à vida pregando uma nova mensagem.

Relatando que viu demônios vindo buscar sua alma, Munaf explica que gritou: “Vão embora,  malditos. Você não tem o direito de tomar minha alma!”. O que veio em seguida o surpreendeu, “Não. É nosso direito tirar a sua vida”, respondeu um dos demônios. “E você estará conosco”.

Ele sentia que o estavam puxando para baixo quando, de repente, Jesus apareceu cercado de um grande séquito de anjos. Os demônios rapidamente fugiram aterrorizados. Cristo então se apresentou, explicando que era o Messias.

“Eu nasci da virgem Maria, como Filho do Homem, mas sem pecado para redimir Adão e todos os seus descendentes, incluindo você, do pecado e da morte. Fui crucificado e morri como um resgate por todos os seus pecados, para fazer de você um filho de Deus e cidadão do céu… Tenha fé em mim e seja minha testemunha. Eu devolverei a sua vida, pois só eu tenho a autoridade de dar a vida”, disse.

Quando Munaf abriu os olhos se viu sobre uma mesa, cercado pelos seus filhos e outros membros da família. Eles estavam começando a lavar o seu corpo, preparando-o para o enterro. Muitas outras pessoas também estavam na casa.

Conta que, logo que começou a falar, alguns começaram a gritar e muitos ficaram amedrontados, como se vissem um fantasma.

“Eu estava morto e demônios tentaram levar minha alma, mas o Messias Jesus veio e me devolveu a vida”, disse a todos os presentes. Passou então a descrever sua experiência. Alguns acreditaram em seu relato, mas outros começaram a ridicularizá-lo. Um disse que Munaf devia apenas ter batido em sua cabeça e perdido seus sentidos.

“Está possuído por um espírito maligno”, assegurou um dos homens. Contudo, ele continuou a pregar. Naquela noite muitos de sua família creram em Jesus.

Dentro de poucos dias, ele foi expulso da mesquita e alguns de seus antigos seguidores  começaram a persegui-lo. Enfrentando sérias ameaças, Munaf e sua família deixaram sua casa e seu país natal. Agora eles estão trabalhando com a Bibles4Mideast na região.Com informações do Gospel Prime.

Fundador do PSC pede a Lava Jato que investigue pastor Everaldo

Em petição ao juiz Sérgio Moro, Vitor Abdala Nósseis pede que se investigue o próprio partido

 

 

Fundador do PSC pede a Lava Jato que investigue pastor EveraldoFundador do PSC pede a Lava Jato que investigue pastor Everaldo
Um dos fundadores do Partido Social Cristão (PSC), Vitor Abdala Nósseis, fez uma denúncia curiosa. Enviou uma petição ao juiz federal Sérgio Moro, pedindo que a força-tarefa sediada  em Curitiba, investigue o presidente da sigla, pastor Everaldo Dias Pereira e o secretário-geral do PSC, Antônio Oliboni.
Nósseis ofereceu como ‘provas’ os comprovantes de doações ao PSC registradas na Justiça Eleitoral e também ao candidato à Presidência pelo partido em 2014. O denunciante requer que sejam bloqueados os bens de Everaldo e Oliboni. Afirma ainda que ambos receberam ‘vultosas quantias de dinheiro’ de empresas investigadas na operação. Destacou no processo que há ‘indício de prática de crime de lavagem de capitais e organização criminosa’.

O fundador do PSC insiste que “esses repasses eram periódicos e aconteciam à medida que o esquema criminoso se desenvolvia, confiantes na impunidade, protegidos por parlamentares e membros do Executivo, mentores de todo o esquema criminoso”. O partido foi aliado de Dilma no primeiro mandato da presidente.

A atitude de Nósseis, que presidiu o PSC por 30 anos, surpreende por que, até agora nenhum representante partidário admitia que as doações recebidas pela agremiação eram propinas do esquema de corrupção na Petrobras. Uma das linhas de investigação da Lava Jato é justamente  que as doações oficiais seriam uma forma de lavar dinheiro de corrupção.

PSC se defende

Os investigadores da Lava Jato informaram que receberam a denúncia feita por Nósseis e que irão analisar o caso. Contudo, o pedido do denunciante de ser cadastrado aos autos do processo não foi aceito.

Segundo a força-tarefa, o fundador do PSC não atende aos ‘requisitos mínimos’ para isso, pois   “embora os fatos narrados possam se inserir no âmbito do esquema criminoso investigado na Operação Lava Jato… Everaldo Dias Pereira e Antônio Oliboni não são partes e não trabalharam para as empresas investigadas nos autos em consideração, não apresentando, em uma análise prévia, conexão com os fatos que fundamentam as investigações neles promovidas”, assinalam os procuradores da Lava Jato.

Um dos motivos para Nósseis fazer a denúncia é o fato dele ter perdido a presidência do PSC para Everaldo na convenção do partido, em julho do ano passado. Inconformado com o resultado da eleição – que classifica como ‘fraudulenta’ – busca um recurso na Justiça para reverter a decisão.

A nota emitida pelo departamento jurídico do Partido Social Cristão lembra dessa diferença entre o ex e o atual presidente do PSC, classifica a denúncia como parte de “uma série de ataques infundados” aos citados e “lamenta que a Operação Lava Jato, a maior operação de combate à corrupção já realizada no país, esteja sendo usada como objeto de disputa pessoal por um dos seus quadros.” Com informações de Estadão  e Gospel Prime.