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Satanistas e cristãos se enfrentam e polícia precisa intervir

Invocação do Diabo em espaço público é direito assegurado por lei

 

satanista-na-camara Satanistas e cristãos se enfrentam e polícia precisa intervir

Os satanistas tiveram outra vitória no campo legal nos Estados Unidos. Mais uma vez provaram que possuem o mesmo direito de fazer invocações que os cristãos. Tradicionalmente, as reuniões do conselho municipal de Pensacola, na Flórida, começam com uma oração. Na noite de quinta (14), isso virou caso de polícia.

Embora se digam ateístas, o grupo conhecido como Templo Satânico adora publicamente ao Diabo e está lutando em diversas esferas políticas e judiciais para ser reconhecido como uma religião com os mesmos direitos das demais. Parte de sua campanha é focada na retirada de símbolos cristãos de terrenos que pertençam ao poder público. Desta vez, eles pleiteiam que uma cruz medindo cerca de 10 metros de altura seja retirada do Parque Bayview.

O representante do Templo Satânico no Oeste da Flórida, David Suhor, exigiu que o assunto fosse debatido pelo conselho municipal, que em alguns estados americanos funciona de modo similar a uma câmara dos vereadores no Brasil.

Alegando que os satanistas possuem todos os direitos que os membros das demais religiões, Suhor pediu para também fazer uma oração satânica antes do início da reunião do conselho municipal. O presidente do conselho municipal Charles Bare concordou, afirmando que, do contrário, poderia gerar um processo judicial. Segundo as prerrogativas da laicidade do Estados, nenhuma crença pode ser beneficiada, todas possuem os mesmos direitos.

Quando foi anunciado que o líder do grupo havia recebido permissão para se manifestar, uma multidão de cristãos (católicos e evangélicos) decidiram agir. Dois pastores da igreja metodista lideraram centenas de pessoas de diferentes denominações que foram até o local. Uma parte ficou na frente do prédio, em oração contra a manifestação satânica.

Um grupo menor entrou na sala do Conselho e começou a orar um Pai Nosso em voz alta assim que Suhor começou a clamar pela intervenção do Diabo na cidade. Alguns dos presentes se exaltaram e queriam impedir que a invocação continuasse.

A polícia foi chamada. Bare deixou claro que deveria ser feito silêncio no recinto. Avisou que os descontentes deveriam sair ou os policiais iriam prendê-los por causar perturbação em espaço público. Também alertou o líder do Templo Satânico que ele não poderia fazer discursos, apenas sua oração. Cerca de um terço dos cristãos preferiu sair junto com o conselheiro Gerald Wingate.

Polícia intervindo.

Polícia intervindo.

Depois que Suhor finalmente fez sua oração, a reunião teve início, mas não houve decisão sobre a derrubada da cruz.

Disputa no local do avivamento

O último grande avivamento nos Estados Unidos, em meados dos anos 1990, ocorreu justamente na cidade de Pensacola, numa pequena igreja da Assembleia de Deus.

Durante vários anos, milhões de visitantes de todo o mundo foram até a pequena igreja para testemunhar manifestações milagrosas. A cada noite, multiplicavam-se os testemunhos de curas de doenças como câncer. Calcula-se que, no seu auge, a Assembleia de Deus de Brownsville atraia cerca de 5.500 pessoas por noite durante.

Isso totaliza 4,5 milhões de pessoas nos seis anos em que o fenômeno durou. Ocorreram centenas de conversões e a igreja teve crescimento explosivo, chegando a ter 50 ministros de tempo integral e construiu um novo santuário gigantesco e abriu uma escola para preparar pastores e obreiros. Embora continue grande, a igreja enfrenta sérios problemas financeiros.

É significativo que na mesma cidade, mais de 20 anos depois, os satanistas tenham obtido essa vitória. Com informações de Washington Times

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 Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Fracasso de golpe militar na Turquia tem consequências proféticas

Erdogan é anunciado como “líder supremo” do mundo muçulmano

 

turkia erdogan Fracasso de golpe militar na Turquia tem consequências proféticas
 A maior parte da imprensa brasileira não deu uma cobertura coerente dos fatos na Turquia, noticiando os acontecimentos como uma tentativa de minar a democracia, quando foi exatamente o contrário. Existem vários vídeos que mostram a maior parte da população comemorando a saída do presidente Recep Tayyip Erdogan. Muitos dos soldados acusados de tentar o fracassado “golpe” declararam posteriormente que pensavam estar participando de um exercício militar.

Após a tentativa de intervenção não ter dado certo, Erdogan está com mais poder ainda. Especialistas acreditam que ele permitiu o levante militar e por isso estava “estrategicamente” fora do país quando tudo aconteceu.

Após as tensões se acalmarem, ele voltou ao país e uma de suas primeiras declarações foi: “Este levante, este movimento é um grande presente de Alá para nós. Porque o Exército será limpo”.  A associação religiosa não é algo menor.

O conflito dos últimos dias tem a ver com a tentativa de islamizar o país, feitas pelo grupo radical de Erdogan. Um dos motivos para a tentativa de derrubar o presidente é sua relação com os terroristas do Estado Islâmico. Existem provas que a Turquia comprou petróleo deles e os ajudou a se armar contra o governo de Bashar Al Assad.

Uma de suas primeiras atitudes após retomar o poder foi prender quase três mil militares e afastar 2745 juízes.

Golpe Militar na Turquia

Militares turcos.

A tendência agora é que a Turquia implante em definitivo as leis islâmicas da sharia, como defende o AKP (Partido da Justiça e Desenvolvimento), ao qual ele pertence. O embaixador Roberto Abdenur, membro do conselho curador do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), entende que o desfecho desta crise não será positivo.

As facções do exército que se levantaram são lideranças laicas, que denunciavam a progressiva islamização das Forças Armadas turcas. Ao mesmo tempo, era das mesquitas que se ouvia a exortação para que o povo fosse para as ruas e apoiassem o presidente.

Nomeação como novo “califa”

Existe a ideia de se retomar o califado – liderança política e religiosa dos muçulmanos. Em árabe, califa significa ‘sucessão’ e remete a um sistema de governo implantado depois da morte do profeta Maomé, em 632.

Logo, o califa é literalmente o sucessor do profeta e chefe da comunidade mundial dos muçulmanos. Ele tem o poder de aplicar a lei islâmica (sharia) nas terras controladas pelo Islã. Após os representantes das comunidades muçulmanas o designaram, o povo deve jurar-lhe lealdade.

Agora, o sheik Yusuf Qaradawi, líder da Federação Mundial dos Sábios Muçulmanos, que representa os muçulmanos sunitas, maior ramo do islamismo, anunciou que jura fidelidade a Erdogan, de acordo com o Shoebat.

Numa carta aberta, ele declara: “Alá está com você e todo o meio árabe e as nações muçulmanas estão com você…  Nós, todos os sábios muçulmanos, dos quatro cantos do globo, estamos com você. O anjo Gabriel e o Justo [Ali, o primeiro Califa] estão com você. Após isso, todos os anjos serão revelados… Lidere a Turquia como você deseja e como nós desejamos… nós estaremos com você dando-o força e nós o apoiaremos o seu partido e os seus partidários como Alá nos instruiu”.

Este ano, Istambul hospedou o encontro de mais de 30 líderes de nações islâmicas e representantes de outros 56 países. A reunião da Organização de Cooperação Islâmica (OCI) tinha como objetivo “superar as diferenças” e “unir a fé” dos um bilhão e meio de muçulmanos. Ao abriu o encontro, o presidente turco fez um discurso abordando a necessidade de proximidade dos que professam a fé no Alcorão.

Em 2006, os Estados Unidos já possuíam relatórios detalhados sobre um plano para radicalização das forças islâmicas que visavam a restauração do califado mundial. Ao divulgar isso, o ex-presidente Bush foi ridicularizado pela imprensa.

No final do ano passado, a ideia de proclamação de Erdogan como novo califa era amplamente difundida. O grande empecilho parecia ser a existência de um outro califado, proclamado em 2014 pelo Estado Islâmico. Contudo, com suas frequentes derrotas, o grupo tende a perder seu poder em breve.

Seu líder máximo, Abu Bakr al-Bagdadi, não é visto em público há meses e existem rumores que já foi morto em um ataque de drones.  Na Turquia, em alguns lugares o presidente Erdgan já é chamado de “o mensageiro de Deus”, título que é reservado para Maomé.

A volta do Império Otomano?

Quem conhece a realidade do país sabe que Erdogan, que está no poder desde 2003, possui atitudes típicas de um ditador. A imprensa vive sob censura.  Os oponentes políticos são constantemente perseguidos.

Depois de 12 anos como premiê, Erdogan foi eleito presidente em 2014. Desde então procura mudar a Constituição para dar a ele poderes de chefe de governo e continuar como homem forte da Turquia. O dirigente turco já sinalizou várias vezes que seu objetivo é restaurar o  Império Otomano, que durou 400 anos (1517-1917). O termo “neo-Otamanismo” já existe e é usado com frequência por analisas internacionais.

Com a mistura de religião islâmica nas decisões políticas, a Turquia não tem vergonha de mostrar ao mundo sua face mais radical. Dois anos atrás, hospedou o que foi chamado por especialistas em profecias bíblicas de “Confederação do Anticristo”. O sheik Yusuf al-Qaradawi, presidente da União Internacional de Sábios Muçulmanos, que representa o maior grupo de estudiosos muçulmanos em todo o mundo, anunciou: “Diferentemente de como era no passado, o califado dos dias de hoje deve ser estabelecido através de uma série de Estados, governados pela sharia, e apoiado por autoridades e o povo na forma de uma federação ou confederação”.

As forças armadas da Turquia reúnem 510 mil soldados, o segundo maior exército da OTAN, atrás apenas dos Estados Unidos. São consideradas uma das mais bem treinadas do mundo, segundo o relatório mais recente do Instituto Mundial de Reflexão Estratégica IISS.

Estudantes das profecias geralmente apontam a Turquia como o centro da união de nações que se unirá contra Israel na guerra de Gogue e Magogue. Desde que assumiu o poder, Erdogan tem mantido relações próximas com Rússia e Irã, países que também representam ameaças ao Israel moderno. Uma das promessas recentes de Erdogan e do o primeiro-ministro Ahmet Davutoglu é justamente retomar Jerusalém.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Pastor prega que homossexualidade é pecado e fiéis abandonam culto

“É apenas mais uma evidência de que vivemos os últimos dias”, afirmou o líder

 

pastor-terry-batesPastor diz que homossexualidade é pecado e fiéis abandonam culto
Assim que o pastor começou um sermão falando contra a homossexualidade, os membros da igreja começaram a sair. Um a um, a maior parte da congregação saiu do templo manifestando sua reprovação. T L Bates, que lidera uma Assembleia de Deus em Oklahoma, recusou-se a comprometer a Palavra de Deus.

Ele sabia que o tema despertava todo tipo de reação, mas não esperava esse tipo de reação de sua comunidade. Mesmo assim, continuou pregando.  A mensagem faz parte da série de sermões “Firestarters” [Fazedores de fogo]. “Eu usei Elias como exemplo desse ‘Fogo de Deus’, e de nossa necessidade de levantarmos uma geração tomada pelo ‘Fogo de Deus’, que não tem medo de enfrentar as falsas religiões (como o islamismo) e a cultura corrupta”, explicou Bates à revista Charisma.

Afirmou estar cansado de ver membros da comunidade LGBT dizer coisas negativas sobre o cristianismo e não serem criticados. Pelo contrário, por vezes recebem elogios. O mesmo acontece quando o assunto é a religião islâmica.

Para ele, a sociedade em geral está acostumada a isso. “Se nós [cristãos], falamos contra, somos chamados de intolerantes e nos censuram e dizem que não estamos sendo politicamente corretos“.

À frente da Igreja da Fé, de Oklahoma City, relata que desafiou os crentes para se levantarem “como uma geração que está espiritualmente em chamas, não sendo intimidados pelas falsas religiões nem cultura enganosa”.

Ao afirmar que, como cristãos tinham a obrigação de pregar “a verdade em amor e sem desculpas”, notou que as pessoas começaram a se levantar, muitos balançando a cabeça em desaprovação. Ele calcula que entre 50 e 75 pessoas, de todas as idades e raças saíram.

Mesmo após o fim do culto, o pastor continuou enfrentando críticas por causa dessa mensagem. Uma pessoa deixou um bilhete anônimo no para-brisa do seu carro, reclamando de sua “intolerância”. Outros ameaçaram parar de entregar seus dízimos. Um grupo simplesmente nunca mais voltou.

Apesar de tudo isso, Bates disse que não irá ceder. “Ao longo de quase 40 anos de ministério pastoral, tenho visto que as coisas uma geração tolera, a próxima geração aceita como natural e a geração seguinte começa a participar. Na minha opinião pessoal, creio que a comunidade LGBT, assim como os islâmicos e muitos outros grupos possuem uma agenda que já não quer que sejamos tolerantes como seu estilo de vida e crenças, mas que o aceitemos e imitemos”, resume Bates.

O pastor acredita que é chegada a hora de a igreja estabelecer limites claros. “Essa questão dos banheiros trans é apenas a ponta do iceberg. Precisamos traçar uma linha e nos recusarmos a ficar escondidos atrás da ideia de tolerância e aceitação, mas corajosamente declararmos a Palavra de Deus, sem medo de homens”, sublinha.

Exorta os cristãos, em especial os pastores de todo o mundo, que parem de ser complacentes com “estilos de vida ímpios e as falsas religiões e não temam em falar o que é certo”.

Analisando o que ocorreu em sua própria igreja, dispara: “É apenas mais uma evidência de que vivemos os últimos dias antes da vinda do Senhor e o julgamento final de Deus.” Com informações do Gospel Prime

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.