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A vergonha da cruz

E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso. Lucas 23:43

por Paulo Ulisses-gospelprime-

 

A vergonha da cruz

Depois de todo sofrimento e dor das horas que se sucederam, desde o Getsêmani até o bater do martelo que o pregava a cruz, finalmente Cristo está às portas de seus momentos finais. Atestando todo o opróbrio que carregava sobre si, não bastando ser sentenciado por crimes que não cometeu, ele é pendurado no meio de dois ladrões.

Não sendo suficiente carregar sobre si os pecados de todos aqueles que foram agraciados com o favor de Deus antes dos tempos eternos, Cristo Jesus, agora precisava ainda suportar toda a vergonha e constrangimento por ter tomado sobre si os nossos pecados, se fazendo pecador em nosso lugar, e o fato de ter sido colocado exatamente no meio de dois transgressores, que em contraste a ele, mereciam de fato estarem ali, é o exemplo claro disso.

O sacrifício de Cristo é substitutivo, no sentido pleno da palavra. Nós, homens, fomos criados pelo Reluzente para sermos imagem e semelhança dEle, feitura sua. Ele nos fez para que pudéssemos servi-lo com perfeição, em santidade e em perfeita harmonia, diante do trono do Altíssimo. Mas então, viramos as costas e rejeitamos tamanha dádiva, e tal qual Satanás, cedemos à proposta de “ser iguais a Deus”, querendo usurpar seu lugar, não nos conformando com as indizíveis bênçãos que nos eram proporcionadas ali, na presença do Criador, e caímos em desgraça, em vergonha profunda.

Fomos expulsos, banidos da presença do Rei, atirados para longe dEle, porque preferimos nos espojar na lama do pecado, optamos por nos manchar com a corrupção da iniquidade. E agora, aqueles que foram criados outrora para servirem o Soberano, aqueles que foram feitos a partir de Sua própria imagem, são reconhecidos por terem rejeitado a graça do Pai.

A vergonha está estampada em nosso rosto, e como loucos, desnorteados, buscamos com nossas próprias forças, ou com nossos próprios esforços, nos cobrir com folhagens na tentativa de diminuir a nossa vergonha, o nosso constrangimento, mas isso é  inútil, pois nada pode ser oculto do olhar penetrante do SENHOR.

O que poderíamos fazer? Como poderíamos ser salvos do juízo de um Deus santo e justo, que abomina veementemente o pecado? A única resposta para essa pergunta é; não poderíamos, não em nós mesmos. O único que poderia fazer com que nossa vergonha cessasse, o único que poderia arrancar de nós a amargura do constrangimento que o pecado nos causou, era o próprio Criador. E ele assim o faz.

Quando Cristo é crucificado no meio de dois ladrões, ele está literalmente carregando sobre si toda nossa vergonha, todo o fardo de uma imagem corrompida e desacreditada, todo opróbrio que nos estigmatizava como caídos.

Dois retratos a partir daqui nos são expostos. De um lado, alguém que talvez tenha ouvido sobre a fama de Cristo, seus feitos, seu milagres, as palavras que proferiu e que tiveram poderosa influência na vida de muitos, mudando de uma vez por todas o rumo de seus destinos, mas que ainda sim guardava um coração orgulhoso, cheio de si.

Alguém que não havia entendido ou percebido o seu estado de vergonha e desgraça, de completa perdição, afastado de qualquer perspectiva de melhora ou mudança para uma situação favorável, e estando crucificado, esta certeza só se intensificou em seu coração. Tudo que esse indivíduo conseguiu fazer foi blasfemar, insultar, talvez pensasse que estando no final da vida, não tivesse mais nada a perder, e que depois de ter vivido toda uma história, imerso na vergonha de estar a margem da sociedade, não havia motivos para tentar melhorar sua imagem.

No entanto do outro lado, nós lemos curtas palavras, ligeiras palavras, mas que demonstravam o coração de alguém que reconhecia profundamente o seu estado de vergonha. Ante a morte, ele percebe o quão miserável é, e quão terrível é a marca que esta sobre ele, marca de alguém que preferiu dar as costas a toda uma vida, onde poderia ter se empenhado na busca de ter um destino diferente, a seguir o caminho do pecado.

Diante dAquele homem no meio deles, o ladrão agora esta certo de que seu fim também é chegado, e olhando para Cristo, tudo o que deseja é que alguém pelo menos se lembre dele, que uma única pessoa não o renegue ao esquecimento, como fruto de aversão ao que ele havia se tornado. E percebendo que Jesus era o único ali que não merecia o fim de alguém que cedeu ante a proposta vergonhosa do pecado, ele roga que o Filho de Deus, pelo menos se recorde dele.

O sacrifício de Cristo é substitutivo, no sentido pleno da palavra. O Salvador esta ali, o Redentor esta ali, Ele é a própria essência encarnada dos eternos decretos de Deus, Ele é a providência que o Pai enviou para restaurar a imagem do homem caído, limpando, retirando, apagando a mancha negra do pecado, que havia se instaurado na vida do homem.

O sangue puro e carmesim de Cristo Jesus que estava sendo derramado ali na cruz no monte calvário, é o único meio pelo qual o homem pode se livrar da vergonha que o pecado lhe causou. Somente as vestes de justiça de Jesus O Senhor, podem cobrir perfeitamente o homem, escondendo suas fraquezas. E demonstrando a que veio, num gesto de puro amor, o mais sublime amor, Cristo diz, que aquele homem, que fora estigmatizado pelo pecado, que teve sua imagem corrompida e enegrecida, que ele estaria com Cristo em seu reino.

Um reino onde tudo é perfeito, onde a criação é restaurada e confirmada na perfeição, onde o pecado jamais poderá novamente destruir a ligação de Deus com o homem. A palavra usada para descrever esse reino é “jardim” remontando a figura de que o homem estaria de volta à presença gloriosa do Criador, como estivera no inicio.

Tanto quanto aquele homem irmãos, nós provamos hoje dos benefícios da morte e ressurreição de nosso SENHOR Cristo Jesus. Hoje o Espírito Santo fora derramado sobre nós, para que por meio destas mesmas vestes de justiça, pudéssemos através da santificação, termos nossa imagem transformada e restaurada.

No livro da revelação, capítulo 7 verso 9, encontra-se a imagem daqueles que foram agraciados com a salvação em Cristo Jesus, por meio de seu sacrifício. As posturas dos santos diante do trono de Deus e do Cordeiro não são de pessoas envergonhadas, ou constrangidas.

Eles não estão vestidos com trapos imundos, cozidos por eles mesmos, numa tentativa frustrada de esconder-se de Deus, mas estão de pé, como redimidos no sangue do Cordeiro de Deus, suas vestes são brancas e alvas, perfeitas. Estão olhando fixamente para Ele, com rostos limpos e glorificando em alta voz dizendo que a salvação pertence AO SENHOR. Esta é a vitória de Jesus Cristo, esta é a nossa vitória, e devemos depositar toda nossa certeza nela, pois um dia estaremos também em Seu Reino.

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Israel

Instituto seleciona sacerdotes para o Terceiro Templo

Processo de purificação é essencial para retomada dos cultos no padrão da Torá

por Jarbas Aragão

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 Instituto seleciona sacerdotes para o Terceiro Templo

O Instituto do Templo, faz preparativos  para o retorno dos cultos no templo em Jerusalém, conforme as orientações de Deus no Antigo Testamento. Eles estão selecionando os sacerdotes que irão preparar a novilha vermelha para os serviços religiosos.

A informação foi dada pelo rabino Chaim Richman, do Instituto do Templo. Segundo a Torah, a busca é por homens que  pertençam a linhagem sacerdotal de Arão.

Precisam ter nascido e ser criados em Israel, além de mostrar que observaram as leis de pureza aos sacerdotes. Todas essas exigências do trabalho sacerdotal estão nos livros de Levítico, Números e Deuteronômio.

Está sendo elaborada uma lista de candidatos ao ofício sacerdotal. Que serão treinados pelo Instituto do Templo na execução do ritual de preparação das cinzas da novilha vermelha. Elas estão sendo criadas em Israel, mas ainda não se achou uma que condiz com as especificações da Bíblia.

Depois de milhares de anos sem um templo, o Instituto acredita todas as pessoas vivem em um alto nível de impureza. Somente a reinstituição das cinzas da novilha vermelha será possível a realização dos rituais essenciais à purificação dos sacerdotes no serviço do Templo.

“Este é um enorme salto para o Instituto do Templo e também para o povo judeu. Pela primeira vez em 2.000 anos, após termos milagrosamente voltando para a Terra de Israel, estamos começando o processo de restabelecer a pureza bíblica do sacerdócio judeu”, afirmou o rabino Richman ao site Breaking Israel News.

Por que a novilha é importante

Para os estudiosos, o ressurgimento de uma novilha que segue o padrão estabelecido pelo Livro de Levítico é um sinal da iminente vinda do Messias e o restabelecimento do Templo com seu sistema de sacrifícios. Em Números, capítulo 19, todo processo é explicado minuciosamente.

O Instituto do Templo já tem preparado todos os acessórios do interior do Templo de Salomão, treina levitas e fazendo sacrifícios.“Na verdade, o destino de todo o mundo depende da novilha vermelha,” afirma um representante do Instituto. “Pois suas cinzas são o único ingrediente que falta para o restabelecimento da pureza bíblica -e, portanto, a reconstrução do Templo Sagrado.”

“O papel do Terceiro Templo para toda a humanidade traz a visão messiânica do futuro: o chamado para viver uma vida eterna, liberado da farsa e da infelicidade que é a condição atual de tantas pessoas”, afirma a organização. “A ordenança divina da novilha, que está além do alcance frágil do intelecto humano, com todos os detalhes de sua preparação e cerimônia, chama a Israel e a todos os que procuram agarrar-se a palavra viva do Deus de Israel: purificai-vos!”.

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Cultos

“Há uma batalha espiritual pelo controle do país”, afirma Conselho Apostólico

Documento quer alertar a igreja em meio ao caos político

por Jarbas Aragão -gospelprime –

 

“Há uma batalha espiritual pelo controle do país”, afirma Conselho Apostólico
“Há uma batalha espiritual pelo controle do país”

Não há registro na história do país de tantas campanhas de oração e jejum em favor do Brasil.
Será que os problemas políticos nacionais são resultados de uma batalha espiritual?
Desde as denominações mais tradicionais, passando pelas neopentecostais e incluindo organizações paraeclesiasticas, políticos e até grupos de artistas.

Vários documentos também foram publicados. Uma minoria se posicionou politicamente. Em raros casos, ficando ao lado de Dilma e do PT.  Muitos, além de orar, foram para as ruas protestar.

Batalha Espiritual

Quem vem a público nesse momento é o Conselho Apostólico Brasileiro (CAB). Ele surgiu em 2005, quando cerca de 70 pessoas, entre apóstolos e profetas, separaram os 12 que deram início ao Conselho. Atualmente o colegiado é formado por 15 membros. Alguns deles são bastante conhecidos como Valnice Milhomens e Rina (fundador da Bola de Neve).

O CAB publicou um “Manifesto à Nação”, que pode ser lido na íntegra e assinado aqui.

Ele inicia “conclamando a Igreja brasileira para jejum e oração”. Lembra ainda que a Igreja não deveria “aderir a nenhuma ideologia contrária à fé cristã” nem “ser indiferente diante da corrupção, da degradação da moral, da banalização da ética e do decoro”.

O Conselho lista várias coisas que repudia, com destaque para “toda ação e tentativa de calar a voz da Igreja Cristã, toda intimidação e tentativa de impedir a nossa participação na vida política da Nação em defesa da família, da infância, da moral, da coerência e do bom senso”.

O documento traz uma palavra de alerta: “o que há por trás de tudo o que nossos olhos têm visto e os nossos ouvidos têm ouvido é uma forte batalha espiritual pelo controle do País. Há oposição espiritual às promessas de Deus que permanecem vigentes em favor do Brasil”. Diz acreditar que nosso país “atravessa um período de juízo, mas que toda correção Divina produz frutos de justiça e paz”.

Assinam o documento os apóstolos:
Arles Marques – Comunhão Cristã – Igreja Apostólica. São Paulo/SP
Dawidh Alves – Rede Tabernáculos Brasil – São Paulo/SP
Ebenézer Nunes – Igreja Apostólica Batista Viva – Recife/PE
Francisco Nicolau – REBRAMIC – Rede Brasileira de Ministérios Cristãos – Valinhos/SP
Hudson Medeiros – Ministério O Renovo – Brasil de Joelhos – Brasília/DF
Jesher Cardoso –Rede Apostólica da Aliança – São Paulo/SP
Joaquim José – Igreja Batista do Campos dos Afonsos – Rio de Janeiro/RJ
Luiz Scultori Júnior – Ministério Apostólico Terra Santa – Niterói/RJ
Neuza Itioka – Ministério Ágape Reconciliação – São Paulo/SP
Paulo Tércio – Igreja Apostólica Novidade de Vida – São Paulo/SP
Paulo de Tarso  –Casa Apostólica Betlehem –    São Paulo/SP
Rinaldo Seixas – Igreja Bola de Neve – São Paulo/SP
Sinomar Fernandes – Ministério Luz para os Povos – Goiânia/ GO
Valnice Milhomens – Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo – Brasília/DF