Comunista pede fuzilamento de conservadores e prisão de pastores contrários à homossexualidade

 Publicado por Tiago Chagas – gnoticias – em 19 de outubro de 2015

Comunista pede fuzilamento de conservadores e prisão de pastores contrários à homossexualidadeO presidente do Partido Comunista Brasileiro (PCB), Mauro Iasi (foto), pediu o fuzilamento dos conservadores e adeptos do pensamento de direita durante uma palestra no Segundo Encontro Nacional da Central Sindical e Popular.

Iasi, que é professor universitário e militante comunista, foi candidato pelo PCB à presidência da República em 2014. Em seu discurso, afirmou que o diálogo com os conservadores não deve existir, e a relação de luta contra esse pensamento deve ser à base de “uma boa bala”.

Ao final do evento, os organizadores divulgaram um documento chamado “Caderno de Resoluções”, em que acusam as igrejas – evangélicas e Católica – de fazerem parte de um sistema opressor da classe trabalhadora: “Há uma manipulação constante dos corações e mentes do povo”, diz o documento, afirmando que isso seria resultado “do papel desempenhado pelas Igrejas, Justiça, meios de comunicação”.

Fazendo apologia a questões que vão no sentido oposto ao que os conservadores – incluindo as igrejas – pregam, o documento defende a implantação do socialismo como única solução para superar a direita: “Numa sociedade socialista, algumas lutas não serão necessárias, pois teremos garantida a liberdade sexual. No entanto, no sistema capitalista exigimos – além do reconhecimento jurídico da união civil e estável entre pessoas do mesmo sexo – o direito ao casamento, pois sabemos que sob esse sistema as garantias de herança e direito aos bens construídos conjuntamente precisam de trâmites legais. Pelo direito ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, sem nenhum tipo de discriminação e com todos os direitos legais que derivam dessa situação! Que as Igrejas que pregam contra a homossexualidade sejam enquadradas na Lei 10948/2001 e seus pastores ou padres respondam criminalmente por LGBTfobia!”

O documento adota um tom antissemita ao apontar que o movimento comunista pede o “fim do Estado de Israel”, que seria uma nação criada para atender aos interesses “do imperialismo norte-americano, que só tem servido ao massacre e genocídio dos povos que originariamente habitavam a região”.

A expressão de intolerância contra quem discorda do pensamento comunista, disfarçada de “defesa da classe trabalhadora”, foi criticada pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Em sua página no Facebook, afirmou que irá abrir uma representação contra o presidente do PCB.

“Em discurso para centenas de militantes, o líder do PCB – MAURO IASI – é aplaudido ao defender fuzilamento de quem é contra o comunismo. O Partido Comunista Brasileiro, assim como o PT, foi fundador do FORO DE SÃO PAULO, em 1990. Nessa semana representarei no MP, esse professor da UFRJ, afinal o perfil daqueles que deveriam SER FUZILADOS, não por acaso, me enquadro totalmente”, escreveu.

Assista ao vídeo neste link.

Ideia de usar igreja para receber propina partiu de Eduardo Cunha, diz delator do petrolão

 Publicado por Tiago Chagas – gnoticias – em 19 de outubro de 2015

Ideia de usar igreja para receber propina partiu de Eduardo Cunha, diz delator do petrolãoO lobista Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB no petrolão, afirmou à Operação Lava-Jato, em delação premiada, que a ideia de repassar propinas através de doações à Igreja Assembleia de Deus Ministério Madureira foi do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Baiano contou que Júlio Camargo, outro lobista do esquema de corrupção na Petrobrás, realizou o depósito de parte das propinas que seriam destinadas a Cunha em uma conta da Assembleia de Deus Madureira após sugestão do próprio, como forma de “limpar” a entrada dos valores.

“Cunha sugeriu que Júlio Camargo fizesse duas doações [à igreja], no total de R$ 250 mil, cada uma no valor de R$ 125 mil”, afirmou Baiano, de acordo com informações do jornal Valor Econômico.

O depoimento de Baiano corrobora as afirmações de Camargo e os dados obtidos durante as investigações da Polícia Federal através da Operação Lava-Jato, apontando que os R$ 250 mil seriam parte de uma propina acertada após a assinatura de um contrato para fornecimento de navios-sonda à Petrobrás.

De acordo com Fernando Baiano, Cunha teria se aproximado dele para conseguir uma forma de cobrar as propinas que haviam parado de ser pagas: “Júlio Camargo começou a dizer que estava tendo dificuldade para disponibilizar dinheiro em espécie para pagar Eduardo Cunha, então, o depoente [Baiano] sugeriu que Júlio Camargo fizesse uma doação oficial para Eduardo Cunha ou para o PMDB”, diz trecho do relatório do depoimento.

No entanto, o lobista argumentou que existiam limites impostos por lei para doações oficiais, e aí foi que surgiu a ideia de usar a igreja como repassadora: “O depoente [Baiano] informou isso [impossibilidade de doação oficial] a Eduardo Cunha e então Eduardo Cunha pediu ao depoente para questionar se Júlio Camargo poderia, então, fazer uma doação para uma igreja”, diz o documento.

Agora, esse depoimento de Fernando Baiano está anexado à denúncia feita pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra Eduardo Cunha no Supremo Tribunal Federal (STF).

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Palestinos ateiam fogo ao Túmulo de José

Agressão é vista como “ato político”

por Jarbas Aragão-gospelprime-

 

Palestinos ateiam fogo ao Túmulo de JoséPalestinos ateiam fogo ao Túmulo de José

O túmulo do patriarca José é venerado há séculos por cristãos, judeus e alguns segmentos de muçulmanos. Seu túmulo é local de peregrinação até hoje. Está localizado na cidade de Nablus, ao norte do território da Cisjordânia, controlado pela Autoridade Palestina.

“Ao longo da noite, dezenas de palestinos incendiaram e jogaram pedras no túmulo de José, em Nablus… O exército de Israel fará as reparações necessárias para permitir que os fiéis visitem o lugar sagrado”, afirmou um comunicado militar.

“A queima e a profanação do túmulo de José, esta noite, é uma flagrante violação e uma contradição do valor básico da liberdade de culto”, diz a nota.

O local foi saqueado e depredado por palestinos em 2000, no início da Segunda Intifada. O complexo passou por reformas entre 2009 e 2010. Para os muçulmanos que incendiaram o local, a presença constante de peregrinos judeus em seu território é uma “provocação”.

Túmulo-de-José-queimado

Segundo o jornal Haaretz, o ataque reuniu centenas de jovens palestinos que lançaram coquetéis molotov conta o mausoléu, após alguns colocarem materiais inflamáveis no local.

Este é o primeiro incidente violento no dia em que grupos palestinos radicais estão chamando de “sexta-feira da revolta”. Eles pedem que a população se manifeste. Marcaram protestos na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, após as orações deste dia sagrado para os muçulmanos.

Israel vive uma onda de terror há 15 dias, que já resultou na morte de 33 palestinos (13 deles atacaram e mataram judeus) e sete israelenses. Essa sucessão de atos violentos nas últimas duas semanas é considerada o início de uma nova intifada(revolta palestina). As outras ocorreram entre 1987 e 1993 e de 2000 a 2005, deixando milhares de mortos.

O Conselho de Segurança da ONU deve fazer uma reunião de emergência hoje para discutir o aumento da violência na região. Os diplomatas afirmam não haver planos de aprovação de nenhuma resolução no momento. “Todas as opções estão sobre a mesa”, disse um diplomata à Reuters.

Autoridades israelenses pedem que o governo tome providências, o que poderá causar mais violência nos próximos dias. Para alguns, isso mostra que o Hamas, grupo terrorista muçulmano que controla a região, não é diferente do Estado Islâmico, que destruiu o túmulo do profeta Jonas.