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Teólogo critica silêncio da Igreja frente ao massacre de cristãos

Domingo (02) foi o Dia Internacional de oração pela Igreja Perseguida

por Jarbas Aragão

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Teólogo critica silêncio da Igreja frente ao massacre de cristãos
Teólogo critica silêncio da Igreja frente ao massacre de cristãos

Acredita-se que mais de cem milhões de cristãos enfrentam perseguições diariamente em todo o mundo por causa da sua fé em Jesus Cristo. Todos os anos, igrejas se reúnem para lembrar disso em novembro. Promovido pela Aliança Evangélica Mundial (AEM), o Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida ocorrerá neste domingo (2), embora alguns países optaram por lembrar da data no dia 9.

“Apelamos aos cristãos de todo o mundo que apoiem os irmãos perseguidos, orando por eles e ajudando-os no que for possível, tal como ensina a Escritura”, pede Godfrey Yogarajah, diretor executivo da Comissão para a Liberdade Religiosa da AEM.

Nos últimos meses, o mundo vem testemunhando milhares de cristãos no Iraque e na Síria serem perseguidos e mortos. Muitos foram crucificados ou decapitados. Os que sobreviveram foram obrigados a fugir. Mas a perseguição não se restringe ao Oriente Médio. Em pelo menos 80 nações há registros de algum tipo de perseguição.

O tema deste ano é “Não Fique em Silêncio”.  O Dr. Geoff Tunnicliffe, secretário-geral da AEM lembra que é importante todos se unirem no clamor “Pois, se um membro sofre, todos os outros sofrem, 1 Coríntios 12:26.”

A organização do evento acredita que mais de meio milhão de igrejas se juntarão para intercessão no dia Internacional de oração pela Igreja Perseguida. No início de 2014 foi divulgado uma triste estatística: o número de cristãos mortos por causa de sua fé dobrou em 2013, se comparado com o ano anterior.

A expectativa é que os números deste ano sejam maiores ainda.  Os grupos muçulmanos radicais são as principais fontes de martírio em pelo menos metade dos países com registros de perseguição.

Teólogo critica silêncio

Mesmo com essa iniciativa, o encontro “Em Defesa dos Cristãos”, realizado recentemente foi marcado por declarações fortes sobre a atitude da maioria das igrejas. Eric Metaxas, teólogo e escritor, criticou o silêncio da Igreja frente ao massacre de cristãos no Oriente Médio. Ele comparou a atitude da maior parte das lideranças cristãs com o silêncio dos cristãos no tempo da Alemanha nazista.

Metaxas escreveu uma biografia de Dietrich Bonhoeffer, influente pastor e teólogo que sempre criticou a perseguição aos judeus e morreu nas mãos dos nazistas. Eric lembrou uma frase de Bonhoeffer: “O silêncio diante do mal é o próprio mal”.

“Se você não falar nada quando há perseguição aos cristãos… se você se cala, está fazendo parte desse mal. Quando os cristãos mantêm suas bocas fechadas, como temos feito normalmente enquanto ocorre essa terrível perseguição no mundo todo, Deus não nos vê como inocentes”, enfatizou. Com informações Christian Post e World EA

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Atriz pornô abandona carreira e se converte ao Evangelho para casar com pastor pentecostal

Profile photo of Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas – gmais.com – em 31 de outubro de 2014

Atriz pornô abandona carreira e se converte ao Evangelho para casar com pastor pentecostalUma famosa atriz pornô abandonou a indústria de filmes adultos e se casará com um pastor evangélico. A notícia inusitada envolve Crystal DiGregório e o pastor Dave Bassette, que ministra em uma igreja pentecostal em Nova York.

Crystal e Dave se conheceram em junho deste ano, dias após a então atriz ter gravado seu último filme pornográfico, e começaram a namorar em agosto. Agora, planejam o casamento para janeiro de 2015, segundo informações do site Global Flare.

“Nunca me vi indo a esse extremo. Mas Deus te leva para essas direções”, disse Crystal, que usava o pseudônimo Nadia Hilton em seus filmes. Ela e o noivo se conheceram na igreja em Oswego, onde o pai de Dave é pastor, e foram apresentados um ao outro por sua irmã, Jessica Reynolds, que é amiga há anos de Dave.

Aos 30 anos, Crystal tenta um recomeço também na vida profissional, e agora trabalha como assistente jurídica em um escritório de advocacia e usa um figurino como recomendam as igrejas pentecostais: saias até abaixo do joelho.

O pastor Dave se disse feliz pelo fato de Crystal ter aceitado mudar sua vida não apenas para estar com ele, mas principalmente pelos benefícios a ela mesma e por sua aproximação a Deus.

Questionado sobre a antiga profissão de sua noiva, Dave Bassette disse tudo agora faz parte do passado: “Se Cristo deixou [os pecados] lá, quem sou eu para trazê-lo para fora?”, questionou o pastor.

Israel fez “declaração de guerra”, afirma presidente palestino

Disputa pelo Monte do Templo se agrava

por Jarbas Aragão

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Israel fez “declaração de guerra”, afirma presidente palestino
Israel fez “declaração de guerra”, afirma presidente palestino

A polícia israelense fez nesta quinta-feira o que está sendo descrito como um movimento sem precedentes para fechar Monte do Templo de Jerusalém aos fiéis de todas as religiões. Seu acesso está fechado por tempo indeterminado. A decisão foi tomada após o Rabino Yehuda Glick, influente líder judeu, ser alvejado 3 vezes na noite de quarta (29) enquanto se dirigia para fazer suas orações no local mais sagrado do judaísmo.

Após investigação, a polícia antiterror foi fazer uma busca do principal acusado de ter disparado, Moataz Hijazi, 32 anos. Ele atirou contra os policiais e, durante o revide, foi morto. Hijazi era ligado ao grupo Jihad islâmica e cumpriu 11 anos de sentença numa prisão israelense acusado de terrorismo. Várias agências de notícias israelenses informaram que os palestinos em Jerusalém soltaram fogos de artifício, dançaram nas ruas e distribuíram doces para celebrar o atentado.

Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, que foi acusado de incitar a violência em Jerusalém, classificou o fechamento do terceiro local mais sagrado do islamismo de uma “declaração de guerra”. Duas semanas atrás, Abbas fez um discurso afirmando que os palestinos deviam usar “todos os meios” necessários para evitar que os judeus pudessem chegar até o Monte do Templo. “Esta é a nossa Aqsa [mesquita do Monte do Templo] … e eles não têm o direito de entrar e profaná-la”.

Quem acompanha a situação de Israel, reconhece que nas últimas semanas aumentou o clima de violência na cidade santa. Foram mortos três judeus, incluindo um bebê de colo. Muitos estão comparando os eventos recentes a uma nova “intifada”, ou levante palestino. Acredita-se que é o clima mais tenso na cidade desde 2000.

Alguns movimentos nacionalistas judeus pedem que o primeiro-ministro Benjamin use um “punho de ferro” para reprimir a violência palestina em Jerusalém. Maja Kocijancic, porta-voz do serviço diplomático comunitário da União Europeia, afirmou: “A UE está muito preocupada com a situação. Incentivamos as partes a fazer todo o possível para atenuar as tensões”.

Insistiu ainda que as negociações devem ser retomadas para se chegar a uma solução, com dois Estados independentes. Os palestinos querem que Jerusalém seja dividida e a porção Oriental seja sua capital.

Políticos israelenses de direita convocaram uma marcha até o Monte do Templo, em resposta ao tiroteio. Glick está no hospital se recuperando. Ele sempre defendeu que a violência não era o caminho para o conflito judeu-palestino e que o Monte do Templo representa “a profecia de Isaías, que todas as nações abandonarão as suas espadas, e que a partir daqui sairia uma mensagem para o fim das guerras”, disse ao site The Blaze.

A disputa pelo Monte

O Monte do Templo é uma área que está no centro da disputa árabe-israelense.  Desde a independência de Israel, o local, chamado pelos muçulmanos de “Esplanada das Mesquitas” é  administrado pelo Waqf, organização islâmica ligada ao governo da Jordânia. Sua segurança é de responsabilidade da polícia israelense.

Judeus foram autorizados a entrar no complexo, mas a lei israelense proíbe que eles façam orações ou realizem rituais religiosos no lugar. O grupo de Glick quer mudar isso.

Para os judeus o local é sagrado por que foi naquele monte, chamado de Moría pela Bíblia, onde Deus pediu que Abraão levasse seu filho Isaque para ser sacrificado. Os muçulmanos afirmam que, na verdade, Ismael é quem seria sacrificado.

tabela monte do templo Israel fez declaração de guerra, afirma presidente palestino

O local foi escolhido séculos mais tarde pelo rei Davi para construir o santuário que serviria de casa para o objeto mais sagrado do judaísmo, a Arca da Aliança.  Porém, foi Salomão quem construiu o Templo, que passou a ser o centro de culto judeu. Profanado e destruído por Nabucodonosor II em 587 a.C., foi reconstruído no final do exílio babilônico.

Ampliado séculos depois pelo governador romano Herodes, o Grande, voltou a ser destruído no ano 70 d.C pelo exército romano. Restou apenas o muro de sustentação ocidental, conhecido como Muro das Lamentações.  Segundo as escrituras judaicas, ali deverá ser erguido o terceiro e último Templo, que servirá para anunciar o Messias.

Terceiro lugar mais sagrado do islamismo, segundo a tradição teria sido ali que Maomé ascendeu aos céus.  Hoje estão construídas no local a Mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha, edificadas no século VII, quando o Império Bizantino dominava Israel. Com informações de The Blaze e BBC.