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Judeus precisam aceitar Jesus para encontrar a salvação, alerta presidente de organização religiosa

Glaser aponta que os judeus devem parar de conviver com ilusões
PorLuciano Portela | Repórter do The Christian Post
  • Vista de Jerusalém
    (Foto: Reuters)
    Vista de Jerusalém, em Israel.
O presidente da organização religiosa Chosen People Ministries, Dr. Mitch Glaser, alertou em discurso recente que os judeus precisam aceitar Jesus Cristo como o redentor prometido para Deus, se quiserem encontrar a salvação.

A Chosen People Ministries tem o papel de fundir o Judaísmo com a fé cristã evangélica para se engajar ao evangelismo para os judeus. Dentro deste compromisso, Glaser aponta que os judeus devem parar de conviver com ilusões.

“A fé salvadora cresce fora de um espírito iluminado de compreensão do evangelho. Muitas vezes, quando eu falo sobre um futuro glorioso para Israel e para o povo judeu, algumas pessoas não entendem isso, e acham que podem ter esse futuro sem o rei – mas estão enganados. Yeshua (designação em hebraico para o nome de Jesus) é a chave para tudo”, resume Glaser.

“Eu acredito que o povo judeu precisa aceitar conscientemente Jesus como o Messias, a fim de ter um lugar no mundo que está por vir”, disse o ministro por meio de declaração em evento recente na Igreja Batista do Calvário de Nova York.

O evento The People, the Land and the Future of Israel (As Pessoas, a Terra e o Futuro de Israel) contou com a presença de centenas de pessoas, de acordo com um comunicado de imprensa veiculado pela Chosen People.

Vários outros estudiosos renomados também presenciaram a conferência a fim de discutir sobre como “ajudar os cristãos a desenvolver uma compreensão mais profunda dos acontecimentos atuais e futuros no Oriente Médio através das lentes da Escritura”.

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Para completar, cada um dos conferencistas estavam comprometidos com uma série de princípios bíblicos: de que Deus tem um plano contínuo para o povo judeu, que a terra de Israel finalmente pertence ao povo judeu, e que abranger o povo judeu com o evangelho é crucial

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Mark Driscoll diz que Jesus também cometeu erros

Pastor americano faz distinção entre “erros” e “pecados” e questiona vida de Cristo.

por Jarbas Aragão

  • gospelprime

 

Mark Driscoll diz que Jesus também cometeu erros
Jesus cometeu erros? Mark Driscoll questiona vida de Cristo

O professor de psicologia e blogueiro evangélico Warren Throckmorton está acusando o conhecido pastor Mark Driscoll, da Mars Hill Church de Seattle, de ter apagado “parte do sermão questionável”.

Em uma mensagem recente, chamada “Capacitado pelo Espírito para falhar”, Driscoll pregou cerca de 6 minutos sobre o que ele mesmo classificou como possível heresia. O material original tem cerca de 57 minutos de duração, mas Throckmorton conseguiu cópia de um trecho omitido pelo site oficial da igreja.

Semanalmente os sermões de Driscoll são disponibilizados na íntegra em vídeo, áudio e texto através do site da igreja. Desta vez, parece que membros da direção da igreja teriam concordado com a edição que foi disponibilizada para o público.

A questão é uma fala do pastor sobre o fato de Jesus Cristo, sendo homem, ter cometido erros. Embora faça uma distinção entre “erros” e “pecados”, Throckmorton afirma que o que está em questão é a integridade do ensinamento de Driscoll. Recentemente, o conhecido pastor esteve envolvido em uma grande polêmica por ter fraudado os rankings de livros mais vendidos no país para promover suas obras e entrar na lista de best sellers do jornal New York Times.

Ele falava sobre o trecho de Atos 6, quando os apóstolos erraram ao não dar a mesma atenção para aos necessitados gregos da igreja que destinavam aos judeus. O argumento do pastor era que Cristo não deve ter feito tudo corretamente na primeira tentativa (ou seja, Jesus cometeu erros, mas nunca pecou).

Ele introduz a argumentação com uma frase que chama atenção “O que eu vou dizer a vocês agora pode ser uma heresia. Não tenho certeza. Vamos ver….  Jesus nunca pecou, verdade? Bom, vocês foram bem ensinados, eu acho. Ok, Ele nunca violou qualquer mandamento da Bíblia, mas a questão é… estão prontos? É possível que tenha cometido erros?”

Citando o livro de Lucas, lembrou que Cristo “crescia em sabedoria, estatura e graça diante de homens e de Deus”, e que isso significava que Jesus passou por um processo de aprendizado e isso inclui erros. A guisa de ilustração, descreveu como teria sido a infância de Jesus. Elaborou como Cristo, enquanto criança, tinha dificuldades iguais a de todas as crianças.

E elencou: Jesus não conseguia andar de bicicleta sem rodinhas na primeira vez que tentou. Também não conseguiu escrever corretamente da primeira vez quando aprendia algo nas escola, precisando apagar e corrigir. Por fim, levantou a hipótese de que ele não era um arremessador perfeito no time de beisebol da escola, perdendo algumas bolas.

Obviamente os exemplos de Driscoll serviam para fortalecer seu argumento usando elementos contemporâneos. Para Throckmorton, o grande problema é a influência que o pastor da Mars Hill tem sobre os evangélicos jovens em todo o mundo, uma vez que seus vídeos são muito divulgados pela internet.

Para seus críticos, Driscoll errou ao tentar usar possíveis erros de Jesus quando jovem como justificativa para os líderes errarem também. Essa seria uma maneira de Driscoll justificar seus próprios erros, atacando o que chamou de “perfeccionismo religioso” ao qual Cristo não estaria sujeito.

Throckmorton questiona duas coisas: 1) se Driscoll não tinha certeza e até mesmo considerou a possibilidade de estar ensinando heresia por que foi em frente? 2) Se considerava seu argumento correto, por que apagou posteriormente este trecho?

Obviamente um único trecho de uma das centenas mensagens não invalida a contribuição de Driscoll, mas o fato de Dave Kraft, um ex-pastor do ministério Mars Hill, que saiu recentemente por motivos não esclarecidos, estar criticando a postura de seu ex-chefe, questionando sua integridade, deixa no ar uma desconfortável suspeita. Com informações The Blaze e Patheos.

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Juíz volta atrás e agora considera candomblé e umbanda como religiões

O processo se refere a um pedido de retirada de vídeos evangélicos do Youtube que ligam essas religiões à espíritos malignos

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Juiz volta atrás e agora considera candomblé e umbanda como religiões
Juiz volta atrás e considera candomblé e umbanda religiões

No início da noite da última terça-feira (20) o juiz da 17ª Vara de Fazenda Federal do Rio de Janeiro, Eugênio Rosa de Araújo, anunciou que reviu os fundamentos da sentença em que havia declarado que umbanda e candomblé não era religiões.

A decisão do juiz gerou protestos no Rio de Janeiro e chegou a gerar a abertura de uma investigação contra ele a pedido do Ministério Público Federal (MPF).

Eugênio Rosa precisou reaver a decisão e declarou que sim, as práticas são consideradas como religiões e não apenas cultos. Na primeira decisão, que julgava o pedido da retirada de vídeos evangélicos do Youtube, o magistrado anotou que poder não ter um livro-base e nem hierarquia, as crenças citadas não poderiam ser consideradas como religiões.

Ao refazer a sentença, Eugênio Rosa afirmou que estava promovendo uma “adequação argumentativa para registrar a percepção deste Juízo de se tratarem os cultos afro-brasileiros de religiões” e reconheceu que as “liturgias, deidade e texto base são elementos que podem se cristalizar, de forma nem sempre homogênea”.

Mesmo considerando o candomblé e a umbanda como religiões, o juiz manteve a decisão de que os 15 vídeos contestados pelos MPF não devem ser retirados do ar. Os vídeos mostram ex-membros destas religiões falando sobre a conversão ao cristianismo e ligando as práticas religiosas da umbanda e candomblé à espíritos malignos. O MPF acredita que tais vídeos promovem a intolerância religiosa e fere direitos constitucionais.

Em nota o magistrado explica que é contra a retirada dos vídeos por conta da liberdade de expressão e de reunião, portanto o pedido segue indeferido, ou seja, negado. Os vídeos, alguns postados pela Igreja Universal, continuarão sendo compartilhados nas redes. Com informações O Globo.